História Once upon a Time: The Savior - Capítulo 28


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Categorias Henry Cavill, Jeremy Irvine, Lana Parrilla, Lily Collins, Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Lacey (Belle), Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags Ação, Henry Cavill, Jeremy Irvine, Lana Parrilla, Lily Collins, Once Upon A Time, Romance
Visualizações 13
Palavras 2.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - The True


"Você passará por coisas que não merece, mas isso irá lhe mostrar o quão forte você é." 

A música alta invadia cada parte daquela casa. Ou melhor mansão. Não era apenas uma social com o que eu estava imaginando, e sim uma puta festa. Eu reconhecia todos os rostos ali, todos do CSH. Max me puxava mostrando para mim cada detalhe da casa do Xavier. A cada cômodo que ele entrava comigo, era cumprimentado por alguém. Bebidas e cigarros eram usados pelos adolescentes ali. Afinal, era uma festa!
Contudo a única coisa que me chamava minha atenção, bom, a atenção da minha barriga, eram aqueles brownies de chocolate que Max segurava nas mãos. Estavam com uma cara deliciosa.

Não comi nada antes de sair do colégio, e eu estava morrendo de fome. Naquela festa só havia salgadinhos e doces espalhados pelo balcão da cozinha. Max colocou a travessa em cima da pia, e foi abrir a geladeira para ver se tinha espaço para guardar lá dentro. Aproveitei a oportunidade e provei um bolinho daquele. E realmente, estava delicioso. Como se estivesse um ingrediente especial.
Antes que ele pedisse a travessa para guardar seu doce, eu peguei mais dois bolinhos e coloquei em cima de um guardanapo e entreguei os brownies para o garoto guardar.
Ele virou-se e entregou um copo de cerveja para mim.

- Obrigada! – respondi. Ele passou seu dedo no canto dos meus lábios e depois levou até a sua boca.

- Espero que tenha gostado da cobertura de chocolate – sorriu, e eu senti a minha bochecha corar.

- Desculpa, fiquei com vontade. – desviei o olhar – Mas você cozinha muito bem! Algum ingrediente secreto?

- Algo que não deve ser contado para ninguém... – se aproximou de mim sorrindo, mas fomos impedidos por alguns de seus amigos, e dei graças a Deus.

- Ei Max. Venha aqui! – um dos garotos perto da sala de estar chamava o garoto. O moreno hesitou em ir, não querendo me deixar ali sozinha.

- Tudo bem – falei – Pode ir, vou procurar as meninas.

- Eu te encontro daqui a pouco – me deu um beijo em meu rosto, e saiu de encontro aos outros meninos. 

Observei as pessoas ao meu redor, para ver se eu via algum rosto amigo. Elas gargalhavam em algumas rodinhas entre amigos, outras se agarravam no corredor. Eu já me sentia nas festas que frequentava em minha antiga escola. Tenho saudades dos meus colegas, eles adorariam estar aqui. Me agarrei em mais um bolinho que peguei da travessa, e degustei mais uma vez aquele saboroso sabor de chocolate. Com certeza havia algo ali que deixava o gosto mais... doce?

Com o ultimo bolinho em mãos, fui procurar alguém que eu conhecia naquela casa. A música rolava solta por todo lugar, como se houvesse caixas de som por todos os cômodos. As pessoas soltavam-se alegremente com a música, dançando em de todas as formas possíveis. A concentração mais forte era na sala principal, afastaram os sofás para o canto, fazendo uma pista de dança.
Passei pelos estudantes ali no meio e reconheci uma cabeleira ruiva, sentada no canto da sala junto com uma morena e uma loira. Dei uma última mordida no Brownie e me juntei a elas.

- Heeey Chloe! – Mary me chamou – O que você está fazendo aqui garota?

- Max me chamou para vir com ele. Achei que seria uma boa. – disse com a boca cheia.  

- Eu ia te chamar para vir, mas não tinha te visto a tarde toda. Fui até o seu quarto, só que você não estava lá! – Luci comentou comigo, me puxando para sentar ao seu lado.

- Tinha passado o resto do meu dia na biblioteca, antes de ir para o quarto me trocar.

- Você está uma gata! – Lizzie elogiou-me, olhando para o meu vestido roxo solto, minha jaqueta de couro preta, e uma bota nos pés.

- Obrigada. – sorri um pouco envergonhada. Olhando ao redor aproveitando o ambiente.

- Como ele pode fazer isso? Está quase devorando a menina! – Mary bufou fazendo a gente olhar para o Charlie que beijava uma garota loira, Susie, que era do segundo ano.

- Ele é solteiro, Mary! – Lizzie cutucou a amiga ao seu lado

- Mas não é o motivo de ele estar quase sugando essa ai, no meio da festa! – cruzou os braços brava.- Ainda mais ela, a mais falada do colégio!

- Vejo um surto de ciúmes aquiiiii – Luci riu da cara da loira.

- Não estou com ciúmes!

- Ah, está sim! – eu interferi – Amiga, está na cara que você gosta dele. E olha que eu conheço vocês há o que? Duas semanas? – Dei um gole na minha cerveja.

- Chloe está certa. – a ruiva concordou comigo – Vocês se gostam, mas não dão o braço a torcer. Vá atrás, e mostra quem é que manda.

Mary parecia apreensiva. Nunca a vi daquele jeito. Ela era a mais divertida do grupo, e sempre falava a verdade na cara das pessoas, mesmo não importando o que ouviria em resposta. Mas eu via um desconforto em mostrar o seu sentimento pelo o moreno que usava boné.

- Amiga – chamei-a, curvando-se em cima da Luci para segurar a sua mão e fazendo olhar para mim – Um não você já tem. Agora vai conquistar o sim, que eu tenho certeza que vai conseguir. – ela esboçou um sorriso tímido.

- Eu vou, mas só se a Luci fizer também! – chantageou a ruiva ao seu lado.

- O que? – Luci arregalou os olhos – Não me põe nos seus problemas, Mary.

- Essa eu quero ver. – Lizzie se ajeitou melhor para ver as duas iniciarem as alfinetadas.

- Eu vou atrás do Charlie, se você for atrás do Xavier!

- Esquece, nós somos só amigos. Não há nada entre a gente. Ponto final – agora foi a vez da ruiva ficar de bico.

- O que as minhas cadelinhas favoritas estão falando? – Simon apareceu em nossa frente com a travessa quase vazia dos bolinhos feito por Max.

- O que você acha? – Lizzie jogou seus longos cachos para trás, e lançou um olhar malicioso para o amigo.

- Testosterona? – o garoto perguntou, fazendo a morena lançar o mais belo dos sorrisos em confirmação. – Ainda com essa palhaçada?  - Ele olhou para Charlie e Xavier que agora conversava, entre si.

- Eu já dei a minha opinião! – falei levantando as mãos.

- Estão sem coragem, não é? – ele perguntou olhando para as duas mostrando o bico. E eu ri da cara delas.

- Sem coragem nenhuma, Sy. – Falei, me levanto e tirando a minha jaqueta. – Gente, esse bolinho está magnifico! Eu não consigo para de comer! – peguei outro brownie, lambendo um dos dedos por causa da calda de chocolate. Sentia um calor percorrer por todo o meu corpo. Uma euforia louca dentro de mim. Um desejo enorme de entrar naquela pista de dança e nunca mais sair.

Lizzie olhou para mim, como se, só agora tivesse percebido o que eu estava comendo. Já Simon, achou estranho a minha felicidade de uma hora para outra.

- Não me diz que foi o idiota do Maxwell que trouxe isso? – Lizzie perguntou, já de pé com as mãos na cintura. Não havendo mais nenhuma traço de alegria em seu rosto.

- Você sabe que é uma tradição dos jogadores de futebol, amor. Só que dessa vez, sobraram esses, e eu trouxe para vocês – o moreno deu de ombros.

­ - Chloe, quantos você já comeu? – Lizzie me olhou preocupada.

- Com esse... Quatro – respondi – Mas qual é o problema? É só um bolo. – disse começando a rir com a palavra bolo.

- É. qual é o problema Lizzie? Até eu vou experimentar!- Mary esticou o braço, porém foi detida com a mão da morena pegando a travessa dos braços de Simon.

- Aqui tem êxtase! Max tem a mania de triturar essas drogas e colocar nos brownies. – Lizzie falou, e os três ficaram chocados. – Merda, eu pensei que ele estivesse parado. – a morena bufava em frustração.

- Eu preciso dançar. – meu espirito variava entre uma felicidade e leveza. Meu corpo só queria distribuir amor para todos ali.

- Meu deus ela está chapada! – via o Simon 

Eu não escutava mais nada, nem o que eles discutiam entre si. As batidas da música agora ecoavam pelo meu corpo. Como se eu fosse o próprio som. Eu me sentia como se estivesse flutuando, livre. Uma felicidade tomava conta de mim. Eu não parava de dar risada, e gostava daquilo. Tudo era maravilhoso. As luzes do lustre pareciam estrelas, como se eu estivesse no universo.

Tudo ficou tão lento, como se eu estivesse em um filme. Eles – Simon, Luci, Mary e Lizzie – estavam tão engraçados se mexendo lentamente. Tentei fazer o mesmo, mas acho que não deu muito certo, acabei caindo em cima de alguém.

 Há, eu conhecia o rosto daquela pessoa que me segurou em seus braços.

- Maaaaxwell – disse rindo – Seu nome é incrível... Ai meu Deus, você está vendo isso? – Olhei para as luzes coloridas piscando – Parece que estamos no universo, e é tão liiiiiindo. – via os seus olhos brilhando e um enorme sorriso surgindo em seus lábios.

- Você está doidinha – Max murmurava em meu ouvido. Ele me puxava mais para perto do seu corpo – Você, princesa, terá uma bela noite hoje!

- Há, eu sou mesmo uma princesa. – falei olhando para ele – Galera, eu sou uma princesa, bom é o que o livro disse para mim. – dei de ombros - Eu tenho até poderes olha... – quando eu estava prestes a mostrar as minhas habilidades, Lizzie me empurrou me tirando dali.

Ela falava alguma coisa para o moreno, fazendo o mesmo a mostrar o dedo do meio para ela. Agora o que me chamava atenção era aquela água cristalina da piscina...

***

- Ai, merda! – murmurei. Minha cabeça estava girando, parecia que eu brincava em um daqueles brinquedos giratórios de um parque de diversão clandestinos. Sem falar na enorme vontade de vomitar.

Meu estomago revirava, eu já sentia o caldo subir para a minha boca. Foi muito rápido. Nojento. Abri os meus olhos fechando-os no mesmo instante por causa da claridade, que entrava de penetra pelas cortinas escuras. Tentei novamente, porém, devagar abrindo apenas um olho. Levantei da cama e segui até uma porta entreaberta mostrando que ali era o banheiro. E eu juro que dei graças a Deus!

Em minutos, minha cabeça era sugada pelo vaso sanitário. Não sei o que comi, pois o meu estomago rejeitava tudo o que tinha ingerido. Sentindo que não sairia mais nada da minha boca, dei descarga e sentei no vaso sanitário jogando a cabeça para trás descansando na parede.

Olhei novamente para a porta onde eu tinha acabado de entrar. Reparando que aquele quarto, definitivamente, não era o meu. Principalmente o banheiro em que eu estava. Saí do cômodo indo até a janela mais próxima. Não estava na escola, e nem na casa do Xavier. Onde eu estava?

Olhei para o meu corpo, vendo que usava apenas uma camiseta que ia de encontro até as minha pernas. Uma camiseta masculina. 

Duas batidas na porta. Foi o que eu ouvi. Corri para debaixo das cobertas, já que eu não sabia nem aonde a minha roupa foi parar. Totalmente coberta, eu pedi que a pessoa atrás da porta entrasse. Assim eu finalmente saberia de quem era aquela casa.

O cabelo loiro da garota surgiu, em seu rosto uma ar de preocupação. Assim como seu irmão, ela conseguia destacar o lugar com a sua beleza. Usava um vestido salmão, justo na parte de cima e solto em sua cintura. Gabbe se aproximou observando-me. Alguns segundos depois, escutei a sua voz.

- Como você está? – o sotaque igual ao do irmão. Mas a diferença era o tom de preocupação.  

- Um pouco zonza, mas o meu enjoo passou. – também depois de quase sujar todo o banheiro.

- Isso é bom. – sorriu tímida, olhando para os pés. – Eu deixei uma par de roupa para você se trocar ali em cima da poltrona – apontou para o canto da sala, onde eu não tinha reparado – Tem toalhas, produtos de higiene no banheiro caso você queira tomar banho. – ela disse, e assenti. Ficamos mais um pouco em silêncio, até eu chamar a sua atenção.

- Como eu vim para aqui? – perguntei confusa.

- Meu irmão te trouxe.

- S-seu irmão? – franzia a testa, mais confusa ainda por não me lembrar que ele estava na festa. Na verdade eu não me recordava sobre nada.

Gabbe se aproximou sentando na cama. Abriu a boca várias vezes, procurando palavras para me contar algo. Esfregava as mãos olhando para a janela. Sua respiração acelerou, mas aos poucos foi se acalmando. Olhou para mim, criando coragem para me contar o que tanto lhe afligia.

- Chloe, sei que você não nos conhece, mas tem algo que você precisa saber. – mordeu o lábio inferior antes de contar. – Nessa última semana eu vi que você tem se aproximado do Max. Ele pode parecer uma boa pessoa, te conquistar no início, mostrar-se presente, fazer você se sentir a pessoa mais especial, mas não é bem assim que funciona.

- Gabbe... – tentei falar, mas ela continuou

- Não, deixa eu te contar. Talvez ele possa ter falado alguma coisa para você, mas quero te dizer a minha versão da história... – Acomodou-se na cama, e olhou no fundo dos meus olhos soltando tudo o que guardava em sua memória — Tudo começou no ano passado. Nos conhecemos em uma festa, tínhamos alguns amigos em comum. Nos apaixonamos logo de cara. Ele era um príncipe comigo. – ela deu um sorriso tímido – Meu pai viajava muito, e o meu irmão me visitava algumas vezes no mês, pois morava em Moscou. Eu era uma pessoa muito sozinha, então ter o Max perto de mim era bom. Eu tinha alguém para recorrer nos meus maus momentos, e para me amar. Mas ao decorrer do nosso namoro, eu fui percebendo que ele se tornava uma pessoa abusiva. No começo eu achava até fofo da parte dele, mas depois do primeiro tapa, eu fiquei com medo. Max me pediu perdão, e disse que não faria mais isso, e eu acreditei. – baixou os olhos brincando com o anel em seu dedo – Isso sempre acontecia quando ele estava bêbado ou chapado. Eu não podia se quer conversar com outro garoto, ou mesmo sair com as minhas amigas... - Olhou novamente para mim - Depois da morte do papai, meu irmão veio para cá ficar comigo. E com tudo o que acontecia entre mim e o Max, eu meio que me distanciei dele, não queria que ele visse as marcas no meu corpo, ou a minha tristeza. Todo esse acontecimento fez o meu irmão perceber o que se passava comigo. – A garota parou de falar, recuperando a coragem para terminar. – Eu tinha medo de terminar com ele. Max me ameaçava, dizendo que publicaria um vídeo íntimo nosso para todos do colégio ver.

- Gabbe, eu sinto muito. – segurei a sua mão que tremia. Através daquele toque, eu pude ver que ela dizia a verdade, em seu olhar. E foi ai que a frase que eu havia sentindo naquele dia na piscina, fez sentindo. “Dizem que os olhos são a janela da alma. Olhar nos olhos da alguém é saber a verdade, o que é real”. Como eu pude ser tão idiota e ter a ousadia para ficar ao lado do Max?

— E-eu não q-quero acabar com o que vocês tem. Não sei se você gosta dele, mas eu sinto que devia te falar para tomar cuidado. – sua voz estava embargada, ela limpou seu rosto delicadamente – Possa ser que ele tenha mudado...

— Ei, eu não sinto nada pelo Max. E pode acreditar em mim, que esses tipos de pessoas nunca mudam! – tentei conforta-la da melhor forma possível. – Sei que esse assunto deve ser difícil para você, e obrigada por me contar. Ainda mais pela gente não ser tão próxima uma da outra.

— Acho que se não fosse pelo meu irmão, não sei o que aconteceria comigo...- Depois dessa frase que a loira comentou comigo, eu parei de escutá-la. Eu fui totalmente injusta com o Markov. Acusando ele de coisas que eu nem sabia o que eram. Mas quem o conhecesse também, fariam a mesma coisa que eu.

- Onde está o seu irmão? – perguntei, cortando-a e deixando meio que sem fala – É que eu acho que devo desculpas para ele.

 

 

Depois que a garota saiu do quarto, eu fui tomar um banho e tirar todo aquele cheiro ruim de álcool e cigarro que evaporava pelo meu corpo. Eu me sentia podre, como se a sujeira grudasse na minha pele. Aproveitando aquele momento sozinha, eu deixei que a minha mente me levasse para  algum tipo de meditação. Flashes iam surgindo da noite anterior.

Eram apenas imagens, mas eu conseguia distinguir as pessoas ali. Uma delas eram o Max e o Nikolai brigando. Não estávamos na festa, e sim em algum quarto. Lizzie e Simon apareceu logo depois, tentado separar a briga dos dois. Porém, foi em vão. Um dos dois meninos acabou batendo forte no Simon, que caiu machucado. O grito de desespero da Lizzie me faz agir de forma sem pensar. Separei os dois sem tocar neles, fazendo o Max bater as costas com tudo no armário e o Nikolai cair no chão. O garoto moreno ficou desacordado, e o russo se levantou logo depois indo até ele. Seu rosto não tinha expressão. Não pude ouvir o que disse, pois eu apaguei em seguida.

Sai do chuveiro correndo, colocando a roupa que Gabbe havia separado para mim. Alguns minutos procurando a sala – porque a casa dos Markov era enorme – entrei no cômodo dando de cara com:

- Alice? 



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