História Onde estou? Não importa... ela está comigo - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Baile, Festa, Formal, Romance, Varanda
Visualizações 3
Palavras 691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A dama de peles claras e cabelos escuros.

Capítulo 1 - Baile formal.


Fanfic / Fanfiction Onde estou? Não importa... ela está comigo - Capítulo 1 - Baile formal.


   Me encontro em um grande salão, com telhado adornado em cores reluzentes e um conjunto de lustres com pedras brilhantes que iluminavam todos os quatro cantos do local - de fundo podia ouvir uma música onde um violino captava nossos sentimentos com notas calmas e lineares.
   Uma voz doce e meiga me chamou _ Hygash?_ Era ela, um longo vestido vermelho cobria seu corpo onde um decote perfeitamente balanceado era capaz de instigar mostrando sua pele clara e macia que carregava no pescoço uma correntinha dourada com uma brilhante pedra cor de sangue e nada mais - Seu cabelo preso em um coque meticulosamente feito e com uma maquiagem que só fazia com que sua distinta beleza ficasse ainda mais incomparável _ Tudo bem?_ Ela perguntou, assenti com a cabeça enquanto impressionado com com aquela mulher que simplesmente se destacava em meio a todas as outras que passavam de um lado pro outro no salão.
   Seu rosto carregava um semblante alegre, seus olhos brilhavam enquanto seu maravilhoso sorriso, por si só, era capaz de fazer o meu vir à tona - mesmo sem saber como chegara ali, não queria estar em nenhum outro lugar. Conversamos por horas e, preciso confessar que sua boca me fazia imaginar coisas que mudariam completamente o rumo daquela conversa deixando nossos corpos falarem por nós, sua mania de morder os lábios me fazia estremecer por dentro, me fazendo pensar a cada mordida "por que não roubar um beijo, aqui e agora".
   Levantei e a ofereci minha mão para que pudéssemos ir até um local mais reservado, a pele macia de sua mão veio ao encontro da minha sem receio, entrelaçando seus dedos nos meus ela me passava a sensação de que confiaria a mim levá-la para qualquer lugar. Fomos ao encontro da varanda mas antes fiz questão de me oferecer para pegar alguma bebida de sua escolha, _ Que tal vinho? _ Ela disse após uma breve pensamento, e assim duas taças de vinho nos acompanharam até nosso destino, ainda com seus dedos entrelaçados aos meus passamos pela porta de saída do salão e fomos recebidos por uma vista impressionante de um céu limpo e estrelado, a lua nova daquela noite resplandecia a beleza de tudo o que nossa vista alcançava, inclusive, ela.
   Nos encaminhamos até a quina da sacada de mármore preta polida e, me colocando de frente pra ela, nossos olhos dificilmente mudaram de direção que não fosse de encontro um do outro enquanto bebíamos o vinho em goles pequenos e pausados, seus lábios molhados pelo vinho pareciam deliciosos aos quais eu mal conseguia me conter em provar. Coloquei a taça na sacada ao lado e levei a mão até seu rosto, me dispus a acariciá-lo com as costas dos dedos levemente e tive uma linda visão dos seus olhos se fechando e seu sorriso se mostrando tímido porém tranqüilo. Minha mão que antes em suas bochechas, agora ia deslizando até sua nuca, propondo aproximá-la para que nossos lábios finalmente se tocassem, não mostrando resistência alguma, enquanto cada vez mais próximos o coração de cada um acelerava, o corpos estremeciam, a pele arrepiava - estávamos dispostos a nos entregar naquele momento um ao outro, permitir a continuação da nossa conversa anterior mas dessa vez pela nossas línguas, mãos, pele - onde as únicas palavras se resumiriam a sussurros  e galanteios próximos ao ouvido em um tom baixo.
   Nossos lábios se encontraram, nossas línguas se tocaram, os dedos antes entrelaçados se soltaram para que eu pudesse aproximar seu corpo do meu e ela, por sua vez, me abraçou levemente em volta da minha cintura. Com a mão que ainda em sua nuca a apertei carinhosamente  e pude ter o prazer de ouvir um gemido baixinho em meio a um dos raros intervalos que mal nos permitíamos dar naqueles beijos deliberados, intensos e molhados, brincando um com a língua do outro e ela que dessa vez mordia os meus lábios os invés dos dela - palavras românticas eram ditas próximas ao ouvido com uma voz falha por causa da respiração que se encontrava ofegante e acelerada. Aquele lugar se tornara inapropriado para o que queríamos fazer.
 


Notas Finais


Boa leitura, espero que goste(m)


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