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História Onde habita a escuridão - Capítulo 75


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Notas do Autor


Olha quem broto em plena quarentena trazendo cap fresquinho direto das chamas do submundo. Exatamente, Euu!! Ok, parei. Iai Knatinos, como é que vocês estão? espero que bem. Demorei um pouco mais do que o esperado pra trazer caps mas eu sempre volto. Bora sair do tedio juntos?

Mais um <3
Mal os erros...

**Recado importante nas notas finais, talvez ate... um spoiller**

Capítulo 75 - Estrelas


Fanfic / Fanfiction Onde habita a escuridão - Capítulo 75 - Estrelas

Pov’s Sayfer

 

- EU NÃO AGUENTO MAIS...NÃO AGUENTO VIVENCIAR TUDO NOVAMENTE, ENTRAR NA SUA CABEÇA E PENETRAR LENTAMENTE EM SUAS LEMBRANÇAS. ME FAÇA LEMBRAR TUDO SEI QUE PODE. CHEGA DE MENTIRAS. QUERO SABER O QUE VOCÊ FEZ COMIGO, O QUANTO FERROU MEU PSICOLÓGICO! - Ele me olha com um olhar de súplica. - Eu estou implorando. -

 

- PORQUE? ELIJAH, ME DIZ PORQUE, VOCÊ NUNCA MAIS VAI ME OLHAR DO MESMO JEITO QUE OLHA DESDE QUE EU VOLTEI PARA SUA VIDA. NÃO QUERO QUE ME AFASTE E VEJA… PERCEBA, O QUÃO TÓXICA E REPUGNANTE EU… NÓS FOMOS PARA SUA VIDA. -

 

- Porque…- Ele abaixa a cabeça. - Desde que você chegou eu lutei, lutei contra tudo que me atraia a você, mas era mais forte… Era como se eu te amasse sem nem te conhecer, sem ao menos te tocar. E hoje eu sei, preciso saber a verdade diretamente da pessoa que eu amo. Fer eu não aguento mais…-

 

- Eu não quero te perder de novo. -

 

- Eu preciso expandir o ponto de vista que você me fez esquecer. -

 

Sei que ele vai jogar tudo que eu fiz na minha cara, falar de tudo que o fiz sofrer, eu o conheço muito bem. Mas esse é o certo a se fazer.

 

Ergui o queixo de Elijah fazendo o mesmo se voltar a mim.

 

- Abre os olhos. - Ele obedeceu, abrindo aqueles lindos olhos oceanos e em seguida me olhando. Direcionei meu olhar no fundo dos seus olhos. - Elijah, quero que lembre se de tudo que eu te compeli a esquecer, cada momento, cada carinho, cada palavra, cada dor e sofrimento, lembre se e veja quem eu fui de verdade. -

 

Foi a coisa mais difícil que eu fiz.

 

Ele se afasta sacudindo a cabeça. Elijah se ajoelha no chão com a mão na cabeça como se estivesse louco e depois de alguns minutos ele para com o olhar fixo no tapete dourado abaixo de nossos pés. Ele se levanta lentamente e me olha.

 

- Você me uso. - Ele sussurra. - Eu me lembro de tudo. - Ele eleva a voz. - Todas as vezes que me  ameaçou e tentou arrancar meu coração, todas as vez que me drenava e me deixava a beira da morte pra se sentir superior porém me salvava logo em seguida para não perder sua “refeição preferida”, Todas as vezes que brincava com meu amor me fazendo provar se eu era bom o suficiente pra ficar ao lado do "anticristo", todos os insultos onde você dizia: “você é um inútil”, “Na sua vida você só nasceu para virar minha pressa, sempre foi seu destino”, todas as vezes que me mandou matar pessoas, quando tentou fazer de minha mãe sua aliada, quando me usou só pra roubar o anel que prende poderes…-

 

- ELIJAH, VOCÊ ME CONHECEU COMO SAYFER NO INÍCIO, A MESMA PESSOA QUE ESTÁ AGORA NA SUA FRENTE! A QUE TENTOU FICAR LONGE, A que lutou para não beber seu sangue.- o interrompi

 

- Sabe o que mais eu me lembro? O quanto você era e é boa em mentir, em persuadir e enganar todos a sua volta. Lembro me também do quanto eu tinha e tenho nojo de você. Sim eu te amei, mas foi até você tirar essa máscara de menina ideal e me deixar ver o quão podre você é. - Ele se aproxima. - Nunca mais encoste em mim seu monstro asqueroso e sanguinário. NÃO CAIO MAIS NESSA SUA LAIA. - Essas foram suas exatas palavras antes de sair do quarto e me deixar sozinha.

 

Você sabe que tudo que ele falou é verdade… E sabe também que amou a sensação de poder e dominação que exercia sobre ele. 

 

- AIIIIIII, SAI DA MINHA CABEÇA.- grito e em seguida escuto o vasto silêncio no quarto.

 

Por um momento minha mente fica vazia. Mas em seguida me lembro.

 

- Magnus-

 

Pov's Mordecai

 

- OK, SEI QUE PRECISO DE UM EVENTO ESCLARECEDOR PARA COMUNICAR A TODOS SOBRE O QUE ESTÁ HAVENDO, PRINCIPALMENTE AOS CIDADÃOS DE LEGNA FO YTIC, PORQUE FORAM ELES QUE FORAM RETIRADOS ÀS PRESSAS DE SEUS LARES. MAS ISSO NÃO JUSTIFICA O FATO DE VOCÊ QUEREREM CONHECER A GAROTA POR TRÁS DE TUDO!.- falei com tom elevado pela videoconferência em meu quarto. 

 

Expliquei aos representantes de cada hemisfério o fato que havia ocorrido a algumas semanas. Disse-lhes que a lenda do dragão que dormia por eras abaixo de nossos pés era real, porém, nem preciso dizer que eles ficaram extremamente surpresos porque diz a lenda que se o dragão acordasse traria consigo o caos na terra, a não ser que o escolhido de sangue estivesse com ele para dominá-lo e neutralizá-lo em sua forma humana. Já que sem querer acolhi a escolhida de sangue… Felizmente a desordem não foi manifestada na terra. Não contei que a escolhida é uma sanguinária sedenta por um ódio que a correi constantemente, prefiro guardar detalhes sórdidos. Mas com essa revelação as perguntas vinham de todos os lugares, trazendo com sigo uma curiosidade insaciável. 

 

- Quando lhe perguntei sobre o bloqueio de poderes logo após você decidir que ia viver nesta infame cidade, pensei que era para os garotos, mas você respondeu “não, desta vez é para uma coisa mais perigosa e volátil que eles”...- Diz Jade.

 

- Grande Mordecai nunca se acopla a pessoas que não tem a seus olhos uma importância. - Diz Esthefan. - Claro que sabíamos que havia algo ali… Mas ninguém, absolutamente ninguém esteve em sua presença. -

- A lenda literalmente é verdadeira. Um de nós agora já a viu. Mas saber que você tem o escolhido em mãos é um fato esplêndido. Sem sombra de dúvida queremos conhecê-lo. - Diz Tabita. -

 

- Conhecê-la. - Corrigi sem pensar.-

 

Droga.

 

- É uma garota? - Pergunta Marius.

 

- Sim. Ela é irmã do Dragão. - Respondi. -

 

Eles ficam perplexos.

 

- Mas algum fato a ser revelado Sr. Makalister? - Pergunta Jade.-

 

- Não posso dizer basicamente nada porque não é um assunto que me diz respeito. Mas tenho uma proposta. - Eles me olham atentos. - Hoje é quinta, como sei que a organização de um evento em grande escala demora dias,  vocês podem preparar essa tal festa. Levarei todos da mansão Makalister inclusive a escolhida e de brinde, quem me deu o documento instruindo-me a montar esta corte a mais de 4500 anos atrás. - Novamente eles ficam pasmos. - Pois é fiquei da mesma forma quando ele me revelou este feito. No evento se ele e ela quiserem falar, tudo bem. Caso ao contrário, não insistam o temperamento dela pode matar vocês. - Eles mostram um olhar temeroso mas concordam. -

 

- Vendo nossos afazeres todos concordamos que domingo é o único dia livre. Pode ser este domingo. Fica bom para todos? - Pergunta Tabita.

 

Os 3 membros concordam.

 

- Mordecai amanhã nos reuniremos no templo da corte, para discutir a organização da festa. Mas tenho bom palpite. Sei que é delicado tocar no assunto mas seria uma boa fazer o evento em um templo do ar por causa do Juan.-

 

 Pois é comentei o triste fato com eles. Manu não ficaria muito bem emocionalmente. Mas sei que mesmo em sua ausência Juan não ia querer nenhum tipo de luto, ia querer que prosseguíssemos com as múltiplas lembranças de seu sorriso exagerado.

 

- Mordecai? - Tabita me tira de minhas lembranças com Juan. Respiro fundo. -

 

- Pode ser. - Respondi fraco. - Então até domingo caros representantes. - Acenei e desliguei. -


 

Pov’s Joaquim

 

- ANAAA! - Tentei segurá-la enquanto ela andava apressadamente pelo corredor a procura do quarto de meu tio. - ISSO NÃO É UMA BOA IDEIA ENTENDA! - Ela parou, UFA. Como posso tirar essa ideia dela? De Repente uma lâmpada se acende em minha cabeça. Me aproximei vagarosamente de seu corpo e me curvei um pouco para dizer: - Porque não aproveitamos a noite com você de 4 pra mim. -

 

- As pessoas que te julgam tímido tem que te estudar melhor. - Falou mordendo os lábios. - 

 

- Me, estudar do modo que você me estuda? - falei a puxando pela cintura. - Cada pedacinho do meu corpo? Ahhhhh, vamo pro quarto ou você quer aqui mesmos? Sabe que minha personalidade muda quando to com tesão. -

 

Meu relacionamento com a Ana vem evoluindo a muito tempo, na verdade desde que começamos a conversar...Sabe? apenas rolou. Pode se dizer que foi rápido demais, porém nós dois estamos bem assim. Não temos nada oficializado mas constantemente trocamos frases de amor, que eu sei que são verdadeiras.

 

- Tentador meu manhosinho. Talvez mais tarde. -

 

Ahhhhhhhhh que mulher difícil. Aliás porque só tem mulher difícil na minha vida?

 

Ana contínua:

 

- Tem algo que não encaixa nessa história toda. Tenho uma teoria, espero ta errada mas…-

 

- Precisa conversar com seu pai para ter certeza. - Completei. - Ana não sei se você lembra mas seu papis, não é um papis normal. ELE É A POHA DA MORTE...Só o último cavaleiro de Lúcifer...só isso. -

 

- Com medinho  de conhecer o sogrinho? -

 

- Não Ana. - Ela ri da minha cara. - Só quero que entenda. Invocar a morte é coisa séria. - 

 

- Eu sei, por isso vou conversar com seu tio. -

 

Suspirei derrotado.

 

- Ok. Vamos lá. Ta me devendo um amor bem gostoso. -

 

- Pra você até 2. - Ela pega em minha mão e me puxa. -

 

Pov’s Ana 

 

Chegamos na porta do diretor da escola. Após bater e escutar um “ENTRE”, eu e Joaquim entramos.

 

- Pois não. - 

 

- Sr. Makalister tenho um pedido. - 

 

- Sem formalidade Ana, pelo que vejo você é basicamente da família. - Sentado na cama de pernas cruzadas ele observa minha mão entrelaçada com a de seu sobrinho, que no mesmos instante solta a mesma assim ficando tímido. - Em que posso-lhe ser útil? - pergunta olhando a tela do notebook em sua frente. -

 

- Quero invocar meu pai. - Soltei a bomba. -

 

- Ora, ele é seu pai… Não importa quem ele seja, não precisa pedir para matar a saudade da sua família. -

 

- Eis a questão. Eu e meu pai não nos damos muito bem, porque sou metade humana ele me considera uma fraqueza da casca mortal. Por ele ser a morte e ter contato com Lúcifer, tecnicamente ele deve saber algo sobre a origem do que é tão caótico na Sayfer, com base nisso tenho uma teoria. - 

 

- Que seria? -  Mordecai pergunta me dando total atenção. -

 

Olho para Joaquim e ele acena com a cabeça.

 

- A história bíblica conta que Lúcifer tem 4 cavaleiro para introduzir o apocalipse. Mas se eu dizer que são 5? com Sayfer sendo o primeiro, o anticristo, aquele que é parecido com Deus, aquele que pode criar vida mas também… tirar. - 

 

- Acho que agora eu que tenho um pedido. Quero participar desta cerimônia, tem minha total concessão.  Mas amanhã resolvemos isso. -

 

Esbocei um sorriso vitorioso. 

 

Pov’s Sayfer

 

Após ficar sozinha no quarto de Elijah, tomei um banho e vesti um de seus moletons. Algo bem básico pois estava com pressa.

 

Andando dentre os corredores, seguindo meus sentidos para achar meu irmão me esbarro com alguém. Olho para a pessoa. 

 

- Gabriel, foi mal. -

 

Fer: Parando agora para analisar, ele me é familiar. Não sei de onde.

Sayfer: Fiquei com ele em uma festa da escola.

Fer: Não isso vem de antes. É não é coisa boa, LEIA! leia a mente dele.

 

Ela ta estranha… Fer nunca ficou em alerta com alguém… Todos ela apenas quer matar.

 

Me concentrei na pessoa a minha frente.

 

Como ela conseguiu se livrar da corrente envenenada sem ao menos estar se alimentando.

 

- Magina. A quanto tempo. Já te liberaram do confinamento? - ele pergunta mudando seus pensamentos. -

 

- Sim.-

 

- Hum. Beleza, vou indo lá. A tia da cozinha fez um mousse. - Deu enfase no "um"

 

- Aproveita por mim.-

 

- Com certeza.-

 

Então ele some de vista.

 

Fer: não abaixe a guarda com ele. É um conselho.

Sayfer: desde quando se importa comigo?

Fer: desde quando você é minha casca é parte de mim e se você morrer eu morro sua anta.

Sayfer: ta, ta, sai da minha mente.

 

Voltei o foca para Magnus e o procurei. 

 

O encontrei em um grande salão. Transformaram o salão em um quarto, onde ele se encontra dormindo no chão em sua forma animal. Peguei um travesseiro e um lençol. 

 

Magnus dormia de forma que sua cabeça ficasse sobre as patas então me aconcheguei perto da mesma. Meu irmão sente minha presença e com uma asa me cobre.

 

Pov's Elijah

 

Já passava-se da meia noite, minha cabeça estava repleta de memórias que eu mal sabia que sequer existiam e parece que cada vez mais delas aparecem, memórias que fui obrigado, compelido a esquecer a décadas atrás. Sei que a amo mesmo ela tendo feito coisas horríveis e monstruosas comigo, é um tipo de amor nefasto e conturbado mas… sobre uma coisa ela não mentiu. No começo não era assim.

 

Flashback on**

 

Pov’ Elijah

 

Fazia um tempo que Fer não vinha em casa ou que sequer eu a via. Minha mãe a  convidou para um almoço aqui na mansão, eu achava que ela não viria mas digamos que ela gosta de contrariar e apareceu. Durante o almoço ela não estava conversando e rindo como sempre, ela pode enganar a todos mas não a mim. Então após o almoço a chamei para caminhar dentre a fortaleza, ela aceito sem esboçar muito ânimo. Bom,  tenho a esperança de que ela converse... se abra comigo, acho que nunca a vi tão cabisbaixa como ela está hoje. Então decidi tocar no assunto:

 

- O que houve? - Acho que fui direto demais. -

 

- Nada. -

 

- Fala Fer, pode desabafar comigo. Caralho, já dividimos a mesma vítima, já curtimos juntos, já matamos juntos, já...nos beijamos. - Falei a ultima parte um pouco baixo e pela primeira vez naquele dia ela esboçou um lindo sorriso. -

 

- Só você diz que matamos juntos como se isso fosse a coisa mais normal do mundo mas diz que já me beijou com um certo receio. - Ela ri. - Ok, eu não to bem mas não quero falar sobre. Vim aqui tentando fugir um pouco de casa mas… Acabei não sendo uma boa atriz e deixei transparecer. - Fico em silêncio. Deve ter acontecido algo entre ela e Jake. - Mas sabe o que é mais engraçado? - Ela pergunta e eu balanço a cabeça negando. - Você todo preocupadinho comigo kkkkkkkk. -

 

- Hahaha, muito engraçado. - Revirei os olhos. - Sabe que eu gosto de você. - Senti minhas bochechas queimarem. -

 

Ela ri e o clima fica estranho. 

 

Nunca me senti assim, tipo tímido com uma garota. Se fosse qualquer uma eu já teria a fodida a muito tempo e na minha mente hoje ela seria só mais uma noite sem graça, não teria isso de conhecer os pais nem nada. Claro que tenho esses pensamentos pervertido com ela porque né, puta mulherão. Mas ela tem algo, um ar misterioso e hipnotizante que me faz querer ficar próximo, não só do que ela é fisicamente, mas mentalmente também. Vai muito além de um rostinho bonito, ela é inteligente, ardilosa, talentosa, sexy, misteriosa, sanguinária e perversa… juntando todo esse combo? Cada vez a quero mais.

 

- Vou te levar a um lugar? - Digo desfazendo aquele clima. A pego no colo e corro com uso de minha velocidade até uma das minhas salas favoritas na fortaleza. Ao parar em frente a um dos cômodos pertencente a catacumba coloco ela no chão.

 

- Pra que isso peste. Sei andar ta! - 

 

Não consigo deixar de sorrir, gosto de irritá-la.

 

Tomo a frente e abro a porta de tonalidade azul marinho. 

 

Pov’s Fer

 

Ao entrar não consigo enxergar nada, até que pequenos pontinhos de luz vão se acendendo em toda extensão da sala, me dando total visão de estrelas iluminando uma linda piscina de águas cristalinas no centro de todo esse brilho. Cara… É lindo. 

 

Caralho, como ela fica linda na penumbra, essa transição de luz e sombra combina intensamente com ela. Porque ela? Porque uma louca gostosa? É errado pensar por um momento como seria ouvi-la gemer meu nome? - Leio a mente de Elijah na hora errada. 

 

Um sorriso ladino se faz presente em meus lábios.

 

Parece que tudo fica em silêncio e eu só consigo ouvir a batida de nossos corações. Escuto, em passos lentos Elijah se aproximar de meu corpo e em fração de segundos sinto sua respiração quente em meu pescoço. 

 

Meu corpo falha ao comando de meu cérebro e simplesmente não se move. Quero sair daqui mas é tão intenso que me mantém presa no mesmo lugar. 

 

- Controle seus pensamentos. - Falei ofegante e mordendo os lábios.

 

- Você acha que dá? Queria poder ler seus pensamentos também...só pra ter a certeza que...por um minuto, você também pensa ou já pensou a mesma coisa. - Ele sussurra. Sinto a mão de Elijah em minha cintura que em um movimento ousado vai delineando meu corpo.

 

SOCORRO - Pede minha consciência me trazendo a realidade. Pego agressivamente em seu pulso e o jogo na piscina. Caminho plenamente em volta da mesma assim chegando ao mini bar perto dos colchões no canto da sala. Preciso de uma bebida forte.

 

Elijah emerge da água, parece que aquilo acontecia lentamente e mesmo coberto por litros de água eu conseguia ver através da camisa preta de tecido fino transparente cada detalhe de seu abdômen definido. Do mais um gole da bebida, quando me dou por conta já havia acabado com uma garrafa. Pego outra e me sento nos colchões.

 

- Vê se não  acaba com tudo. - Elijah falou. - Não vai entrar? A água tá ótima.-

 

- Não.-

 

Então ficamos ali um tempo com ele nadando e a gente conversando sobre coisas aleatórias.  

 

Pov’s Elijah

 

Porque não pregar uma peça em Fer? kkkk

 

- Ferr!!!- gritei.

 

- INFERNO! Eu tô a 3 m de você. -

 

- Trás um pouco ai pra mim, por favor. - Digo indo a borda da piscina.

 

Ela pega um copo e enche, logo em seguida me trás o mesmo, assim ficando perto da beirada. Fer abaixa para me entregar minha bebida e ali, mais clara que a lua, vejo a oportunidade de puxá-la e não êxito. Pego em seu pulso e a puxo. Antes de cair ela dá um gritinho inesperado.

 

- KKKKKKKKKKKKK. - Ela não emergi. - Fer? - Ela se debate. - FER!! - Nado para socorrê la, mergulho em sua direção, pego em sua cintura e a ergo. A seguro firmemente. Ela tosse passando a mão no rosto.-

 

- KKKKKKKKKKKKKK. IDIOOTAA! - Ela se solta e nada tranquilamente até a borda da piscina enquanto  me joga água. -

 

- MAIS QUE FILHA DA PUTA. Não me assusta assim. - Digo em pânico. 

 

Após me recuperar do susto só agora percebo sua blusa social branca totalmente transparente e colada no corpo marcando em ricos detalhes seus seios, cintura e quadril.

 

- Quer enganar a traiçoeira? Não é assim que funciona. - Ela diz com ar vitorioso. -

 

Nado até ela. 

 

- Então me diz como funciona. - Digo olhando em seus olhos, porém ela desvia o olhar tentando fugir de mim, mas, a impeço. - Você não entende que, não importa o que fazemos… o clima sempre vai ficar assim… Tão intenso e excitante. - Me aproximo ficando a milímetros de seu corpo e sussurro - Você sabe também o quanto quer. - Sinto minha respiração ficar pesada. Volto a olhá-la nos olhos e os encontro totalmente negros e fundos, repleto de veias em volta da linha da água, seus lábios entreabertos me revelam suas presas. Antigamente isso seria motivo de medo da minha parte porque não sei o que ela é, mas já não ligo mais. -

 

- O problema é…- Ela respira fundo e volta ao normal - Não sei se consigo me controlar. -

 

- Quem disse que precisa? Eu confio em você. - Puxei seu corpo contra o meu e senti rígido o bico de seus seios. Ela olha meus lábios com luxúria. -

 

- Então o que temos a perder. - Ela diz envolvendo meu pescoço com os braços.

 

Após tais palavras todo autocontrole que eu tinha sobre meu corpo quando estava perto dela foi embora e então a beijei. Poha! Seus lábios são tão macios e suculentos… como pude me segurar tanto? Ahhh foda-se, cada segundo valeu a pena. Sinto um arrepio por todo meu corpo quando sinto minha língua deslizar na dela em perfeita sincronia e ritmo. Nosso beijo é cheio de desejo e sensualidade de ambos os lados, parece que os dois estavam sedentos por isso a dias, mas eu quero mais, preciso de um contato maior. Minhas mãos que se encontravam em sua cintura agora deslizam lentamente até os botões de sua camisa, desabotoando um por um até o final. Acaricio seus seios ainda cobertos pela camisa dando um foco central ao bico do mesmo. Paro o beijo e início uma trilha de chupadas leves do maxilar até o pescoço. Ao chegar no pescoço dou chupadas mais intensas e específicas enquanto aperto com vontade sua bunda. Pego suas coxas e as ergo instantaneamente Fer entrelaça meu corpo com as pernas. Com Fer em meu colo tenho um ótimo ângulo de seus seios o que facilita no que vou fazer. Abro sua blusa e abocanho seu seio direito ao mesmo tempo que acaricio o esquerdo. Com a língua faço movimentos circulares em volta de seu biquinho e parece que quanto mais eu chupo, mais o desejo me consome. Por um momento olho para Fer,  totalmente tomada pelo desejo, com olhos fechados e puxando levemente meu cabelo. Suas curvas, sua pele, sua reação, seu desejo, seu toque… me fascinam cada vez mais e só contribuem para me deixar mais excitado. Chupo com mais vontade e sem querer tiro um gemido baixo de seus lábios, sorri comigo mesmo. 

 

- Vira pra mim. - Sussurrei em seu ouvido. Ela desce do meu colo e se vira apoiando os braços na borda da piscina. Puxo seu quadril de encontro com o meu, quero que ela sinta o quão louco me deixa. Passo minha mão de seu seios até a parte inferior de suas coxas. Ela respira fundo. Acaricio lentamente suas coxas assim percorrendo um caminho até o cós de seu short, que sem avisar enfio a mão dentro do mesmo.

 

Ainda coberta pelo tecido fino da calcinha começo e dedilha-la com total maestria e vigor, alternando entre movimentos de vai e volta e às vezes circulares… Sentindo minha excitação ela começa a rebolar pra mim e eu acelero os movimentos.

 

- Caralho.- sussurrei. Vê-la tentando segurar os gemidos e ainda por cima rebolar pra mim me deixa tão duro. Não resistindo a tentação que me toma enfio a mão por dentro de sua calcinha e estímulo diretamente sua intimidade molhada. Fer solta um gemido alto. - Você tá tão molhada. - 

 

- É água. - Diz com dificuldade. -

 

- Isso não é água.- Rio fraco. - 

 

Pov's Fer 

 

Elijah está me levando ao delírio, todas as vezes que tento me segurar meu corpo falha e acabo sedendo aos comandos dele. 

 

Ele se aproxima de minha orelha e diz: 

 

-Se fosse água seu corpo não estaria se contorcendo, se fosse água você não estaria se contraindo...E olha que eu nem enfiei os dedos em você... Ainda... Se fosse água você não estaria mordendo os lábios para reprimir os  gemidos que faço você soltar. - Elijah acelera os movimento e meus gemidos se intensificam. - Ahhhh Fer assim não dá, quando você geme assim… Fico com mais vontade de te sentir. - Diz todo manhosinho e mordendo o lóbulo da minha orelha.

 

- E- elijah eu vou…- 

 

- Anan, só na minha boca. Vem - Saímos da piscina e Elijah volta a me beijar assim tirando minha blusa enquanto caminhávamos em passos cegos até o mini bar. Ao chegar Elijah me coloca sentada na beirada de um dos bancos que ali havia. Ele tira meu short e calcinha com facilidade. Por um minuto ele para e me olha. - Porque você tinha que ser tão linda… e gostosa. - Elijah volta sua atenção a minha boca e novamente começa uma trilha de chupadas que passam pelo meu pescoço, ombro, seios e barriga - Apoia os pés no meu ombro. - Diz ficando de joelho entre minhas pernas. Mordo os lábios e obedeço. - Não faz isso…- diz rouco. - Ele sela o interior de minhas coxas e chega até minha intimidade passando a língua por toda extensão da mesma. Ele segura meu quadril com força. - Olha como você tá inquieta e escorrendo pra mim. - Voltou a mexer a língua deliciosamente, fazendo movimentos circulares em meu clitoris e chupando meu lábios intimos.

 

Pov's Elijah

 

-Eli-Elijah.- Ela geme com dificuldade ao sentir 2 de meus dedos a penetrando vagarosamente. Meu nome em sua boca é como um hino que eu pretendo ouvir mais vezes. Chupo seu clitóris com mais voracidade enquanto estoco meu dedos em sua intimidade. Ela se contrai. - Eu n-não consigo... Mais ...Segurar. - Sinto seu ápice cada vez mais próximo.

 

- Não goza. Deixa eu provar um pouco mais seu sabor. - Digo manhoso negando seu orgasmos para torturá-la. Ela joga  a cabeça pra trás e puxa com força meu cabelo. -

 

- Por fa-vor… Hum. -

 

- Olha como você fica toda manhosinha quando tá com tesão, mas quer saber de uma? Eu ainda não to satisfeito. - Volto a brincar com seu clitóris e sinto seu orgasmo chegar, tiro os dedos de dentro dela e os chupo, provando ao máximo o líquido de sabor levemente adocicado que está em meus dedos. - Que gostoso. Será que sentir ela molhadinha do jeito que tá mas com meu pau dentro vai me trazer a mesma sensação? -

 

Fer me puxa pra cima e me deixa a centímetros de seu rosto.

 

- Garanto que vai ser melhor. - Ela passa o polegar em meu lábio inferior e me beija intensamente parando apenas para tirar minha blusa. Andando calmamente ela nos vira e me encosta na beirada do banquinho. Sinto suas unhas deslizarem sobre meu corpo até chegar no volume em minha calça. Fico arrepiado e curioso com seu próximo movimento. Fer apalpa meu pau ainda coberto, fecho os olhos e aprecio em detalhes os movimentos de sua  mão. Sem querer acabo soltando um gemido involuntário, olho para ela e percebo um sorriso malicioso e perverso se formar em seus lábios. - Você gosta? - 

 

 - Muito. - Ela aperta mais forte e acabo gemendo de novo. - Fer, tira ele pra fora vai… Ele já ta doendo de tão duro e excitado que você me deixa. -

 

- Mas eu nem toquei em você. - Ela diz desabotoando o botão da calça.

 

- Mas te chupar. Lamber toda essa bucetinha. - Falei baixinho. - Já é o suficiente pra mim querer foder você em todos os cantos dessa Fortaleza. - Sinto meu pau ser liberto de minhas vestes. 

 

-É mesmo? - Ela pergunta e começa a me masturbar assim espalhando todo meu pré gozo pela extensão de meu pau. -

 

- Não faz isso…- Respirei fundo. -

 

- Isso o que? Estamos só conversando. - Ela começa a chupar meu pescoço. 

 

- Hum… Amorzinho isso é covardia. - Ela intensifica os movimentos. - Isso tá tão bom. - Fer desce as chupadas ate minha barriga e me olha com um brilho safado no olhar. - Safada. - Ela sorri e lambe meu pau mantendo contato visual o tempo todo. Caralho. 

 

Pov's Fer

 

Ignorando tudo em meu corpo que implora pelo sangue de Elijah foco em apenas  uma coisa, dar prazer a ele… a nós, retribuir o turbilhão de emoções que ele me fez sentir a minutos atrás.

 

Me ajoelho no chão e para provocar passo a língua em toda extensão de seu pau, logo em seguida chupo sua cabecinha rosada e com a língua faço movimentos circulares em volta do buraquinho que saia o conteúdo brejeiro. Chupo com mais vontade e coloco uma quantidade maior na boca. 

 

- An...Hum… - Ele solta um gemido intenso. - V-vai c...com calma. - Chupo até onde consigo e masturbo o resto brincando também com suas bolas. - Fer…- O quadril dele se contorce e sinto seu membro ficar com temperatura um pouco maior. Aperto a base e sugo com força a cabeça de seu pênis. - Ah...Caralho… F-Fer. Deixa eu… Te foder...P-por favor. - Então eu paro. -

 

- Tá tão difícil suportar assim? - 

 

- Você não tem noção. - Responde ofegante. -  

 

Pov's Elijah

 

Pego Fer no colo e volto a sentá-la no banco. Afasto suas pernas e me posiciono no meio. Esfrego meu pau deliberadamente por toda sua entrada. Ela geme, a sensação é incrível. Pego sua cintura e me empurro com força pra dentro dela. 

 

- Tão apertada. - Não me movo fico parado apenas com o pau latejando dentro dela. - Sente como ele pulsa por você. - Segundos depois começo a me movimentar dentro dela tirando de seus lábios gemidos contínuos. Ela me puxa para um beijo caloroso enquanto a penetro profundamente. Fer passa a mão entre os fios úmidos de meu cabelo e desce para minha nunca. Nossos corpos estão colados um no outro então ela para o beijo e apoia a cabeça na curvatura de meu pescoço. - 

 

- Mais rápido. - Ela sussurra lambendo de leve o lóbulo da minha orelha. Sinto uma onda eletrizantes de desejo percorrer cada pedacinho do meu corpo. Obedeço assim aumentando a velocidade, Fer geme baixinho em meu ouvido e arranha com força minhas costas. Aquilo me deixou arrepiado. Ela chupa meu pescoço com força então de repente sinto algo perfurar a carne de minha garganta e sugar o local. Não dói, muito menos é algo agressivo… Pode se dizer que é até gostoso. Fer simplesmente está se alimentando de mim enquanto a fodo. Sinto seus dentes saírem do local e minha pele se curar instantaneamente, é estranho mas acho que gostei da sensação, acho que até me excitou. Depois de alguns minuto sinto que ela chegava perto do ápice novamente. A levanto e tiro o banquinho, viro seu corpo e ela se apoia no balcão empinando bem a bunda pra mim. - 

 

- Safada gostosa. - Depositei um tapa forte em sua nádega e ela arfou. Sorri. A penetrei novamente e comecei a estocar, fundo e forte. Nossas gemidos se misturavam e os barulho obscenos de nossos corpos colidindo ecoavam na sala. Senti sua intimidade se contraindo espremendo meu pau. - Tá quase? - Pergunto, mas quando ela ia responder acelero os movimentos. -

 

- Awnnn… S-Sim. - Ela responde entre gemidos. -

 

- E-u também. - Então tenho uma idéia. - S-se toca… Se toca pra mim enquanto eu te fodo. - Ela tira uma das mãos que estavam apoiadas no balcão e se masturba. Que cena linda, dou dois tapas em sua bunda. Começo a me  mexer com mais veemência e em questão de segundos gozamos juntos. Respiro fundo e saio de dentro dela. Ela fica em pé mas bambeia então a envolvo por trás. - Ei, você precisa descansar. - Beijei seu ombro. - Foi incrível. - 

 

Flashback off**

 

Saio de um transe. 

 

Sempre que a gente transava era magnífico. Mas ao decorrer do tempo vi que sua personalidade em relação ao meu sangue a obcecou foi aí que conheci um monstro. Lembro me de um dia que ela estava irada, eu não sabia o que estava acontecendo… Eu nunca sabia,  mas de uma coisa eu tinha certeza, antes de me encontrar ela aprontou algo… A julgar pelo seu corpo repleto de sangue foi algo grande. Então ela me disse:

 

"Já mudei os fatos da cabeça de todo mundo que me conheceu, só falta você. Sabe, eu amei te fazer sofrer, foi excitante e deliciosamente perverso, mas… Você vai esquecer que me conheceu, vai esquecer tudo ligado a mim e Jake. Mais tarde quando ficar sabendo que Tomorrow foi dizimada saberá que foi sua mãe que matou todos a minha procura pois não apoiava nosso relacionamento, então quando ela me encontro matou eu e minha única família."

 

Então em um passe de mágica tudo foi apagado, menos o amor que sem querer eu ainda sinto por ela.


 

Continua...


Notas Finais


É, o relacionamento desses dois é deliciosamente conturbado. Gente lamento se eu não consegui passar a excitação do casal atraves de palavras... To meio enferrujada pra hot, mas até que ficou bacana.

O Fato que eu tenho que expor é:

1 A fic ta nas retas finais, como nossa querido Mordecai agendou, tem uma festa no domingo, ou seja, no tempo cronologico da fic, daqui a 3 dias. Vou deixar os caps grande com exceção do ultimo que eu acho que sera dividido em 2 porque né... muita treta pra rola e muita gente pra mata não e facil de descrever.

2 Vem mais um hot por ai... esse sera de reconciliação.

É ISSO, nos vemos no proximo cap. <3 <3


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