História One Baby For Camila - Capítulo 15


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Norminah, Pally
Visualizações 1.019
Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oooin

Capítulo 15 - Aventuras para princesas da rotina.


Fanfic / Fanfiction One Baby For Camila - Capítulo 15 - Aventuras para princesas da rotina.

As roupas pingavam gota a gota na grama seca, que aos poucos se tornava molhada. O peso dos casacos triplicando e o veludo se tornando escuro, meus braços estavam moídos de tanto que lavei e esfreguei para livrá-los da poeira e camada grossa de sujeira do tempo.

O sol, felizmente, brilhava forte, o que contribuía para as roupas secarem mais rápido do que a lentidão usual. Suspiro e me sento na cadeira de balanço que havia na varanda dos fundos, rabisco algumas folhas de minha agenda de bolso, gostava de desenhar algumas coisas enquanto estava distraída ou entediada.

Lauren estava na escola, Dinah havia me afastado com apenas um olhar e então me sentei na escada da varanda e fiquei observando os pássaros se agitarem sobre a copa das árvores. As folhas continuavam a cair em meu quintal até que desisti de tentar varrê-las por enquanto.

Então lembrei de todas as roupa de molho e criei coragem e energia para arrumar tudo. Então agora estava sem nada para fazer de novo.

Viro em uma página em branco e começo a rabiscar sobre a peça das crianças, afinal não poderia ser nada mal-planejado. Era uma diversão organizada.

Princesa Zara – Dama do reino de Mérope, sua beleza jovial encantava à todos que a vissem ao menos sorrir. Quando jovem, em especifico aos seus quatro anos, um mago – a mando de uma Rainha do mal – desejou-lhe o mal, a mesmice e a rotina de sempre. Mas quando sua mãe, Electra, fica doente à beira da quase morte, Zara percebe que é hora de sair em busca da cura.

Sua primeira aventura acontece nas florestas ao redor do reino, onde uma fada se tornou sua amiga, mas para continuar a viagem precisava recuperar suas pequenas asas, suas fonte de vida e alegria, no campo onde os dentes-de-leão cresciam amarelados e morriam no vento, tendo suas sementes espalhadas adiante.

-CAMZ! -Pulo da cadeira e vejo Lauren à minha frente. Ela sorria sapeca e estava quase debruçada sobre os joelhos, ou seja, seu rosto estava quase colado ao meu, próximo o suficiente para eu sentir sua respiração em minha bochecha.

-Oh... Olá, Lolo... -Beijo sua bochecha e me acerto tentando parecer apresentável e não uma dona de casa cansada de seus serviços domésticos, apesar de no momento eu ser isso.

-O que você tanto escreve ai? -Ela pergunta fofa e inclinando a cabeça para o lado enquanto coloca a chupeta de unicórnio na boca.

A chamo com o dedo e ela se senta em meu colo jogando as perninhas sobre a minha. 23-19 já havia se acalmado e se deitado aos meus pés novamente, imagine uma cena que de tão clichê se torna bela.

Um céu decorado por raios solares fortes e quentinhos, a luz amarela forte deixado todo o meu gramado em um tom verde forte, as roupas balançavam de acordo com o vento forte, mas nós estávamos protegidas pelo telhado baixo da varanda. E então tínhamos 23-19, Lauren e eu, sentados de forma tão confortável e ensaiada que parecia até rotina.

-“As Aventuras de Zara”... -Ela sorri largo e beija babado em minha bochecha. Pouco me importei. -Acha que Ally toparia participar? Coloquei uma fada que acho que ficará perfeito para ela. -Ela assente frenética e sorri largo por trás da chupeta.

-Ela vai ficar muito feliz. -Ela diz embolado, mas me faz sorrir igual boba apaixonada. Porque era isso o que eu era. -Ally queria participar do teatro da escola, mas nunca deixavam nois participar. -Ela faz um biquinho chateado e se deita em meu ombro. -Oh... -Ela resfolega e se senta ereta, me assustando. -Tia Di quer falar com voxê. -Engulo em seco e sorrio sem mostrar os dentes.

Nos levantamos e fomos para o quintal frontal da casa, Dinah estava com Ally no colo e observava a casa com os olhos cerrados. Quase travei, e lutei contra todos os meus instintos que queriam me fazer voltar para dentro de casa. Abro o portão e aceno para Ally que estava tímida, mas me cumprimentou da mesma forma.

Deixamos as bebês brincando com 23-19 e fomos para à cozinha, onde ofereci as escassas opções de: chá, café ou água. Não acho que Dinah iria querer leite, e visto que nem eu bebia leite e havia comprado apenas para Lauren, a opção me pareceu uma alternativa válida a ser dita.

Ela quis chá.

Me encolhi na cadeira até estar com o rosto quase enfiado na caixa de cereais e ela bufa impaciente.

-Vamos logo com isso... -Engulo em seco novamente e protejo o rosto. -Me desculpe pelo soco. -Fecho os olhos, mas os abro em surpresa.

Achei que pessoas como Dinah eram impossibilitadas de pedir perdão e desculpas.

-Como? -Abro a boca em choque.

-Não dificulte as coisas para mim. Normani não ficou muito feliz com minha atitude. -Ela suspira e eu respiro fundo. -Então... Me desculpe pelo soco e por tudo o que disse em seguida.

-Eu entendo. -Digo a pegando de surpresa. -Eu... Chris me contou. -Ela arqueia uma sobrancelha e assente lentamente desviando o olhar. -E se você achar que devo me afastar de Lauren... Sinto muito, mas não o farei.

Ela franze as sobrancelhas e encara a xícara decorada com flores rosadas e bregas.

-O que você quer? -Ela diz.

-Paz. Não é isso o que todos nós almejamos em principio de tudo? -Respiro fundo e tomo o café. -Mas... Eu gosto de Lauren, gosto com todo o peso que há por trás dessas palavras e tudo o que isso traz para mim. E isso significa que... Eu lutarei por ela se assim ela quiser. Lauren não é burra ou idiota, você sabe bem disso, saberia me dizer não e a verdade. Eu quero lutar por ela, amá-la da forma que ela merece e então, quem sabe, ter paz. Com ela. -Passo a mão pelo cabelo, este que estava preso em um coque mal feito, e suspiro pesado em seguida.

-Você merecia outro soco apenas por ser ousada. -Sorrio de canto e ela nega com a cabeça. -Faça algo contra minha garota, machuque minha bebê de alguma forma... E então você conhecerá quem realmente é Dinah-Jane. E você vai implorar para levar um soco.

Engulo em seco a cada centímetro que ela se aproximava, prendo a respiração na garganta e me encolho na cadeira.

-Estamos entendidas? -Assinto frenética e ela se afasta me fazendo respirar novamente. -Muito bom, Cabello.

Confirmo, de forma vergonhosa que, depois daquilo eu precisava ir ao banheiro com urgência.

(...)

-Os VanderWaal sempre foram peculiares. -Dinah diz enquanto analisa as vestimentas no varal. -Uma tendência hereditária para a arte. -Sorrio e assinto.

Ally e Lauren dormiam tranquilas em meu quarto, a pequena Ally havia chorado, lutado contra o sono até o último round onde perdeu de forma indigna. Cafuné e peito venciam qualquer um.

-É uma historia e tanto. -Comento e fecho os olhos sonolentas. O vento calmo sobre minha nuca somado a satisfação de ter comido um almoço farto resultou em olhos pesados e uma preguiça incrivelmente poderosa.

-Como as que você escreve? -A olho surpresa. Nunca havia revelado minha profissão, mas ela não pareceu se importar com o mistério que se formou.

-Tento ser boa. Considero-me na média. -Ela assente e passeia a mão pelo tecido.

-O que te trouxe aqui? -Franzo o cenho e desvio o olhar.

-Surpresas da vida nos levam à caminhos inesperados do destino. Talvez tenha sido melhor dessa forma, pois me sinto melhor com Lauren do que com quem estive pelos últimos tempos e ainda deve a coragem de me trair. -Ela assente lentamente. -Estou onde devo estar no momento, e isso é o que precisa saber.

Achei que qualquer ferida que aquela criança pudesse ter criado em mim estivesse cicatrizada, mas pelo visto ela estava aberta à mercê de contaminação e piora.

-Todos nós temos uma ponta de dor em nosso passado, afinal.

Digo por fim. Escritores tinham uma tendência à divagações inapropriadas e frases aleatórias durante pensamentos aleatórios. Não deixe que ouçam.


Notas Finais


Nomes para a fadinha?!
Um detalhe que eu esqueci de adicionar e fiquei me remoendo por isso depois é que: O Joey tem autismo leve.
As crianças vão voltar a aparecer em breve, creio eu.
Bom, é isso
Favoritem e comentem
Beijocas de paz até mais 💜🍕


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