História One (Diley) - Capítulo 45


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Categorias Demi Lovato, Miley Cyrus
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Joe Jonas, Lauren Jauregui, Megan Fox, Miley Cyrus, Nick Jonas, Normani Hamilton, Personagens Originais, Selena Gomez, Wilmer Valderrama
Tags Ariley, Camren, Demi Lovato, Diley, Diley G!p, Dilmer, Fifth Harmony, Miley Cyrus, Miley Cyrus G!p, Múltiplas Personalidades, Norminah, Tdi
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Palavras 2.622
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, LGBT, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


A única coisa que peço neste momento agora é que orem e mandem mensagens e forças positivas a Demi. Está me matando vê-la assim e eu não poder fazer nada além de orar por ela. Espero que ela se recupere logo, ela já passou por isso e acredito que irá vencer de novo. Orem por ela, por favor.

Boa leitura anjos!

Capítulo 45 - Nightmares


Dallas, Texas

Agosto, 2009

Residência Lovato's / De La Garza

– Isso. Agora tente tocar o solo e o acompanhamento juntos.

Fiz o que ela pediu, movimentando minhas mãos e dedos nas teclas do piano formando uma melodia, porém, cheia de erros e falta de harmonia.

– Eu nunca vou conseguir. – Bufei alto. – Mãe isso é inútil, faz meses que você me ensina e eu continuo fazendo os mesmos erros.

– Demetria, piano é difícil mesmo. Eu mesma demorei um bom tempo para aprender. Agora respire fundo, se concentre e tente de novo, você vai conseguir.

– Tá. – Revirei os olhos aproveitando o fato de que eu estava de óculos.

– Desculpa atrapalhar a aulinha mas mãe, telefone pra senhora. – Ouvi a voz de Dallas antes de poder a começar a tocar novamente.

– Já volto. 

Ou vi passos se distanciando e logo outra pessoa sentou do meu lado. 

– O que está tocando pirralha?

– Uma música que mamãe pediu. – Fiz uma careta tentando lembrar do nome da música. – Amanzing sei lá o quê. 

– Agh! Mãe e suas músicas de ninar. – Estalou a língua no céu da boca. – Toque outra coisa, uma coisa mais legal pra variar. 

– Tipo o quê?

– Não sei. O que você está aprendendo além dessa e que você goste?

– Bom... – Mordi meu lábio. – Eu estou fazendo uma música mas não está pronta ainda. Na verdade, nem na metade tá. 

– Sério? Desde quando você compõe? 

Na verdade nem eu sabia quando comecei a compor. Acho que começou nestes de uns dos meus dias no qual passo pensando sobre tudo que vivo e venho passando e, acidentalmente, neste tédio todo acabei encontrando um gravador. Eu sabia que era um gravador porquê eu fui perguntar para minha mãe e perguntei também se eu poderia ficar com ele. 

A partir daí passei a aprender a mexer nele e quando aprendi, gravava tudo o que tocava, até chegar ao ponto de eu gravar tudo o que eu pensava ou sentia, assim o transformando em música. Foi um modo que achei para me distrair e esquecer um pouco a escuridão que me assombra todo dia. 

– Eu não sei direito. – Mordi o meu lábio novamente. – Acho que comecei no final do mês passado, não sei. Só sei que tenho tudo gravado em um gravador que achei. 

– Hm legal isso. Se precisar de ajuda para alguma coisa pode contar comigo que a sua irmã aqui é foda nestas coisas. – Falou me fazendo rir. 

– Tá bem. – Digo entre risadas. 

– Então, vai me mostrar a música ou não? 

– Ok. 

Respirei fundo ajeitando a minha postura antes de começar a mexer nas teclas do piano, formando uma melodia já conhecida e decorada por mim, assim dando início a introdução um pouco animada da música ainda intitula composta por mim.

Respirei fundo antes de abrir a boca para cantar, mas acabei não cantando por causa da minha mãe que entrou no quarto nos chamando e me interrompendo. 

– Vêm almoçar agora. 

– Mas mãe, Demi ia me...

– Agora! – E em seguida a porta foi fechada com tanta força que acho que senti as paredes e o chão do quarto tremerem.

– Gente... que bicho mordeu ela?  – Dallas pergunta. 

– Não sei, só sei que se a gente não descer pra comer agora bem capaz de ela enfiar a comida aonde a gente não queira. – Me levanto e saímos do quarto em passos rápidos assim que ouvimos nossa mãe gritar nosso nome novamente. 

 

Los Angeles, Califórnia 

Dias atuais

Residência Lovato 

 

"... Ainda não prenderam nenhum envolvidos no assalto, mas a polícia garante que irá investigar e prender os integrantes da gangue o quanto antes."

Suspirei preocupada ao ouvir o jornalista, mas logo dei atenção a Hope que mamava em meu peito. 

– Bom dia Demi. – Mama entrou na cozinha. 

– Bom dia. – Murmurei. – Acordou tarde. 

– É, ontem eu não consegui dormir por causa do choro dessa pequena aí. 

– Nem eu, na verdade passei a noite acordada. Tava preocupada com esse choro dela. 

– Não se preocupe, era apenas cólica. Todos os bebês têm isso. – Torci a boca assentindo fraco. – Mas então, como conseguiu descer sozinha com ela? 

– Eu consegui me virar e também Rose me ajudou um pouco. – Ouvi barulho de panelas e o fogão ser ligado. 

– Sua consulta hoje está marcada para onze horas. Eu vou preparar o seu café e já vamos nos arrumar para irmos, ok? 

– Ok. 

– Cadê Miley? Ela já devia ter chegado. 

– Eu não sei – Dou de ombros. – já deixei as coisas de Luíza preparadas, na verdade Rose deixou para quando ela chegar. 

– Ela já de... – A campainha a interrompeu. – Falando na loira. – Disse rindo. 

Passou alguns minutos e logo ouvi passos se aproximando da cozinha. 

– Desculpem o atraso. – Automaticamente suspiro pesado ao ouvir sua voz. – Eu tava em uma reunião no trabalho e vou voltar a trabalhar na semana que vem. 

– Sério? – Steven indaga. – Ai que bom Miley. É ruim ficar parada. 

– Sim, muito. – Senti ela se aproximar. – Oi Demi. 

– Oi. – Sorrio fraco me levantando. – Bom, as coisas dela está na sala. Já tem tudo o que você vai precisar lá. – Miley pegou Luíza do meu colo. – E por favor, se for andar de carro, vá devagar e verifica se a cadeirinha dela esteja firme. Quando for atravesar a rua olhe para os lados e segura ela com os dois braços. Não deixe ela exposta ao vento e se fizer frio agasalha bem ela. Eu não... 

– Demi, pequena, calma. – Ela riu. – Você me avisa isso toda vez quando veio buscar ela. Prometo que não vou deixar nada de mal acontecer à ela, ok? 

Assinto em meio ao um suspiro preocupado. Confio nela mas parece que começo a falar tudo isso automaticamente. É mais forte que eu.

– Tá bem. – Sorrio, me aproximo deixando um beijo no topo da cabeça de Hope e respiro fundo inalando o seu cheiro de perfume de bebê. – Mamãe ama você. – Sussurro. 

Um arrepio tomou o meu corpo ao sentir a respiração de Miley bater perto da minha nuca e imediatamente indiretei a minha postura me afastando. 

– M-me desculpe, é que... você... você está usando um novo perfume? Ele é muito bom aliás. 

– Sim. – Sorrio. – Steven que me deu. 

– Ele é muito bom. Eu realmente gostei do cheiro, é doce porém não é enjoativo como a maioria dos perfumes doces. Boa escolha Steven. – Eu senti a sua aproximação e meu corpo entrou em alerta, minha respiração ficou pesada e meu corpo travado, o que me fez engolir em seco. – E você? Como você está pequena? 

– E-eu tô bem e você? 

– Bem também. 

E então um silêncio se instalou entre a gente, deixando tudo mais tenso, mas isso logo foi interrompido pelo um limpar de garganta vindo atrás de mim . 

– Então Miley. – Steven fala. – Eu e Demi vamos para uma consulta dela hoje, não sabemos quando vamos voltar então não precisa trazer Luíza pra cá porque vamos buscar ela. 

– Tudo bem. – Suspirou pesado. Sentia o seu olhar me queimar o que me deixava sem jeito. – Bom acho que vou indo. Até mais tarde. 

– Até. – Eu e Steven respondemos juntas e então seus passos se distanciaram até eu não poder ouvi-los mais. 

– Nossa. – Steven murmura e eu franzo a testa. 

– Que foi? 

– Vocês duas. 

– O que tem nós duas? – Me viro pra ela ainda com a testa franzida. 

– Até quando vocês vão ficar nisto? Já se passou duas semanas desde que vocês conversaram e nada de vocês se resolverem. Todo dia é isso, essa pressão e tensão sexual entre vocês duas. – Senti o meu rosto queimar, aposto que estou parecendo um tomate no momento. – É nítido que vocês se sentem atraídas uma pela a outra. 

– Mas a gente nos resolvemos sim. – Murmuro. 

– Mas você não a perdoou. – Concluiu e eu suspiro me sentando novamente. 

– Não é tão fácil assim. – Mordo meu lábio. – Não está sendo fácil. 

– Eu entendo, mas sabe que ela não teve totalmente a culpa, não sabe? 

– Sim, eu sei. 

Ultimamente minha cabeça vem virando uma bagunça. É vários pensamentos a mil me perturbando dias e noites, as vezes até me causando dor de cabeça.

Depois que eu e Miley conversamos passei a pensar mais claramente sobre isso tudo e quem realmente merece o meu perdão, aos poucos chego a minha conclusão, porém, a mágoa de que a minha vida toda ela estava mentindo para mim se instala em meu peito e parece nunca mais sair, e com isso, aos poucos vou perdendo a minha confiança nela. Sinto que estou sem saída e não quero aceitar alguém que volte para a minha vida sem ter a certeza de algo, preciso resolver os meus pensamentos primeiro. 

 – A decisão é sua, faça o que bem entender e pense com calma. Se apressar nunca será a melhor opção. E qualquer coisa pode vir falar comigo. 

– Eu sei, obrigada mama. – Sorrio para ela. 

– Não me agradeça. Agora vem tomar seu café que já tá tarde e precisamos sair ainda. 

Assinto me sentando corretamente na cadeira da mesa de jantar, e não demorou muito para eu saborear o café da manhã preparado por minha mama. 

(...) (...) 

– Certo, então você vem tendo sempre o mesmo pesadelo que antes ou de um tempo pra cá vem tendo mais que um? 

– Bom... – Respirei fundo, fechando os meus olhos e lembrando dos pesadelos que me atormentam todas noites. 

"Um alto barulho de tiro fez o meu corpo paralisar e fechar os meus olhos com força. Eu já estava me preparando para a bala dentro em mim causar a dor que vou sentir depois que o susto passar. Por um momento achei que eu ia morrer, mas passou longos minutos, nada dessa dor esperada vir." 

Engoli em seco quando senti meus olhos encherem d'água. Funguei e mais lembranças do pesadelo invadiram a minha mente.

"– Não!

Corri até o seu corpo caído no chão me ajoelhando perto dele e o ergui, sentindo o seu sangue se espalhar pelo o meu braço e manchando a minha roupa. Mas nada disso me importava neste momento.

– N-não, não, não. – Toquei o seu rosto com a minha mão trêmula e suja de sangue, e a outra levei até a sua segurando a mesma com delicadeza. – D-droga... P-por favor... aguente f-firme. A ambulância já es-está vindo..." 

Por mais que eu estivesse desesperada, eu não conseguia ver o rosto da pessoa, eu só sabia que eu a amava e não queria perder ela. Perder alguém que eu tanto amo. 

– E-eu venho tendo outro sonho. – Abri meus olhos. 

– Pode me contar como ele é?

Assenti levemente, limpando a única lágrima que descia pela a minha bochecha. 

– É um sonho rápido. Acontece tudo rápido... – Mordi meu lábio inferior, tentando achar palavras para explicar. – Eu estava em pé, em um cômodo de uma casa. Eu estava assustada e desesperada, algo acontecia e eu não sabia o que era. E então ouvi um som alto de tiro, e por um momento achei que eu tivesse sido atingida, mas isso não aconteceu. Outra pessoa foi atingida, mas eu não sabia quem era, só sabia que era importante para mim. 

– E você sente que esse pesadelo parece muito realista? 

– Tão real que quase todo dia acordo chorando. – Concluo engolindo em seco mais uma vez. 

– Certo... – Murmurou. – Bom, Demetria, em relação à este sonho eu não posso fazer nada, talvez seja esses sonhos que vêm causando tantas mudanças repentinas de personalidade. O que posso lhe aconcelhar é que descanse, relaxe, se distraia. Não se preocupe com coisas que não pode ser reias porquê isso só irá te trazer mais problemas. Pelo o que sei, há muitas pessoas que amam você e estão ao seu lado, cuidando e protegendo você. E você disse que sente falta da sua casa em Texas, não é? 

– Sim, muita. 

Eu não sei o por quê sinto tanta falta de Texas. Talvez seja a falta de um lar familiar. De reviver lembranças que talvez eu não posso revive-las aqui. Talvez seja falta da minha irmã e acredito indo para cidade Natal, me sentirei mais perto dela. 

– Por que não viaje por lá por algum tempo? Será bom para você se distrair e não se estressar com algo que não seja real, que são apenas pesadelos e só te faram mal. Apenas digo para descansar, tanto fisicamente e como mentalmente. 

– Eu posso tentar. – Sorri fraco apertando as minhas mãos contra a outra.

– Certo. Por hoje é só, senhora Lovato. – Me levantei e acredito que ela fez o mesmo. – Espero ter a ajudado e até a próxima consulta. 

– Até doutora. – Sorri mais uma vez, esticando o meu bastão e andando lentamente até a saída da sala. 

– E então? Como foi? – Ouvi a voz da mama assim que passei pela a porta.

– Foi bom. – Sorri. – Me ajudou a repensar um pouco sobre tudo.

– Ai que bom. – Ela entrelaçou seu braço com o meu e passamos a andar em direção a saída do prédio. 

– Acho que irei para Texas com o meu pai e a Maddie. – Digo sem pensar e ela imediatamente para de andar me fazendo a fazer o mesmo. 

– O quê? Por quê?

– Porque acho que será bom para mim, irei me distrair um pouco disso tudo e já tem um tempo que venho querendo ir pra lá. 

– Hm... não sei não Demetria. 

– Ah mama, será bom para mim e você pode vir com a gente se a senhora quiser. – Sugeri. 

– Vamos comer alguma coisa e conversamos sobre isso depois, ok? 

Revirei os olhos mas não a rebati. 

– Tá. – Murmuro e logo voltamos a andar para fora do prédio. 

(...) (...) 

– Demi, irei buscar Luíza. Não demoro. – Steven avisou antes de eu ouvir a porta frente ser fechada. 

Supirei pesado e passei os meus dedos calmamente pela a madeira do piano, andando calmamente me recordando de cada nota que aprendi ao longo dos anos. 

Eu nunca soube por que eu tinha um piano dentro de casa se eu tinha parado de tocar a anos. Tocar, na verdade, eu toco, porém não é com tanta vontade e necessidade como antes. Eu apenas toco. 

Talvez porque um dia eu acreditei que não iria mais compor ou cantar da forma que eu fazia antes, sem uma inspiração para isso. Parece que eu tinha me fechado para o que eu mais amava fazer, que era compor e cantar mas depois que a perda veio como um caminhão passando por cima de mim, isso para mim pareceu não tão importante e bom como antes. 

Suspirei me sentando no banco do piano e calmamente meus dedos passaram a andar entre as teclas do piano, formando uma melodia calma, lenta e com harmonia. Iniciando a introdução longa e relaxante que eu mesma tinha criado quando eu apenas tinha 18 anos, mas como sempre, a música em si estava incompleta. 

You taught me the courage of stars before you left  (Você me ensinou a coragem das estrelas antes de partir)

How light carries on endlessly, even after death (Como a luz continua eternamente, mesmo após a morte)

With shortness of breath... breath... Droga. – Resmungo quando não consigo pensar em nenhuma letra para completar depois que a música encerra, faltando grande parte dela. 

– Mamãe! Cheguei! – Ouvi a voz da mama, fazendo uma voz fina, como se Luíza estivesse falando comigo. 

– Foi rápido. – Sorri me levantando e caminhando até elas. 

– Avisei que não demorava. – Peguei a minha filha no colo e logo senti o meu corpo relaxar ao senti-lá em meus braços. Era sempre assim quando eu tocava nela, ela me trazia paz. 

– Então, falou com o meu pai? – Indaguei acariciando os poucos cabelo de Hope.

– Sim. Ele aceitou e iremos viajar amanhã à noite, para poder te dar tempo para descansar. 

Assenti com a cabeça ainda acariciando a cabecinha da minha filha. Eu percebia que ela estava com sono e eu também já estava ficando cansada. Então é melhor descansarmos, porque amanhã será um longo dia. 


Notas Finais


Tô triste porque o Twitter bloqueou a minha conta :(( quero muito recuperar ela, tô fazendo de tudo. Se alguém souber recuperar por favor me fale que tô desesperada.

Gente, prometo que esse sofrimento todo já vai acabar, é só terem paciência.

E me desculpem o capítulo super pequeno, é pq eu realmente não estou com cabeça para mais nada.

Adoro vcs e desculpem os erros


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