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História One Game Called Life - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Hey pessoas!

Demorei mas voltei. Apenas alguns problemas com o meu computador, vou tentar recompensar vocês.

Prontos para conhecerem o nosso outro jogador?

Boa leitura!

Capítulo 3 - All For Power



     Point Of View Chistian Carter 


O que você seria capaz de fazer por poder? 

Pela fama, dinheiro, luxo... Já ouviram várias histórias diferentes de pessoas que sacrificaram muito, por pouco. 

É engraçado pensar que uns chegam ao topo com pouco de trabalho. Pouco de trabalho eu falo em batalhar mesmo, para conseguir alcançar seus objetivos. Tem pessoas que apenas nascem já com tudo. Mais ou menos o meu caso. Mais pra menos.

Não acho ruim a vida que eu tenho. Quer dizer, quem estaria as sete horas da manhã, em uma segunda-feira, sentando em uma mesa de presidente de uma empresa de investimentos, completamente relaxado? Exatamente, eu gosto do que eu faço, e também pelo meu avô, que fundou a Maya Corporation. Maya é o nome da minha tia mais nova, que morreu com 3 anos de vida. Um acidente de carro. Meus avós, meu pai e meu tio escaparam com vida, mais minha tia não teve a mesma sorte devido ao fato de que o carro bateu no lado aonde estava a sua cadeirinha.

Batidas nas portas soam pela minha sala, autorizo a entrada vendo minha secretária adentrar a sala.

- Senhor Carter? - Felicia, uma das minhas mais competentes funcionárias. Berava seus 30 e poucos anos, muito bonita também, seu filho era sua cópia. - O representante da Kila Fundacion já chegaram! Pedi que aguardassem na sala de reuniões, já que o senhor não gosta de tratar esses tipos de assuntos em sua sala! 

- Obrigado Felicia! - me levanto de minha cadeira passando a mão em meu terno para ajeita-lo, vendo minha secretária se preparando para sair em direção a sala de reuniões.

- Ah! - volta seu corpo para mim. - Sua mãe ligou! - Bufei.

- O que ela queria?

- Avisar quem em uma hora estara vindo para cá, disse que precisava falar urgente com você! 

- Certo! - Suspirei. - Vamos, quando mais rápido formos, mais rápido eu volto pra minha sala!

É, meu dia já começou bom.


[...]


- Sempre um prazer fazer negócios com você, Carter!

Luke, representante da Mila Fundacion nessa reunião, se despede com um aperto de mão logo saíndo da sala com o que parece ser seu secretário. Volto a minha sala, sentando rapidamente em minha cadeira. Vejo Felicia fechar a porta e caminhar até a minha mesa.

- Aqui está as anotações, caso o senhor queira ver antes de assinar o contrato! - Ela me entrega uma pasta azul. Felicia sempre faz anotações sobre a reunião, anotando alguns pontos que eu possa ter deixado passar.

- Muito obrigada Felicia! - Ela não se move. Parecia que queria me dizer algo. - Pode dizer, Felicia! - Abro a pasta em minha frente.

- Só não entendo do porque o senhor querer negócios com eles! - Junto minhas sobrancelhas.

- Como assim?

- Não entendo como esse negócio pode trazer lucro ao senhor!

- Bem, é simples! - arrumo minha postura, colocando meus cotovelos sobre a mesa e apoiando meu queixo em meus punhos. - Essa empresa trata-se de investimentos, certo? - Ela assente. - A área que eles encontraram é extremamente rica em petróleo, mesmo sendo uma pequena empresa de exportação, eles irão lucrar muito, por isso decidi investir no projeto. Será lucrativo tanto para mim, quanto para eles!

- Pode ser considero afronte, também! - diz baixo. Entendi aonde ela queria chegar.

- Não pensei nele em um segundo naquela reunião, Felicia - ela arqueia uma de suas sobrancelhas. - Tudo bem, eu pensei sim! - ela me dá um sorrisinho, como se dissesse que já sabia. Rio fraco. - Mas eu seria completamente idiota se não aceitasse um acordo que trará lucro a minha empresa! - ela assente, parecendo compreender.

- Irei para a minha mesa, qualquer coisa que precisar me chame! - assinto vendo ela se retirar. 

Volto minha atenção a pasta de anotações de Felicia, percebendo que eu não havia prestado tanta atenção assim na reunião, como eu imaginava que tinha.


Os ponteiros do meu relógio marcavam quase dez horas. Suspirei. Felicia havia batido em minha porta há uns 45 minutos, trazendo alguns, lê - se muitos, papéis que precisavam de minha atenção e assinatura.

O telefone de minha sala toca.

- Sim? - digo assim que atendo.

- Senhor Carter? Sua mãe está aqui fora! - merda! - Ela deseja falar com o senhor!

- Deixe - a entrar! - ponho o telefone de volta ao gancho, e conto até três para me acalmar.

A porta da minha sala é aberta bruscamente por Bethany Tyla Carter. Dona da maior galeria de arte de New York, tendo conhecimento fora do país também, e minha mãe.

Ao direcionar seus olhos a mim, pude perceber que todo o meu estresse por conta dos papéis, não seria nada comparado ao estresse que eu provavelmente passaria agora.

Talvez eu devesse contar até cem.

- Duas semanas Chistian! - esbravejou colocando sua bolsa no pequeno sofá que havia perto da porta. - Duas semanas, foi o tempo em que eu fiquei fora e você já aprontou!

Minha mãe havia ido para a Suécia fazer negócios com um pintor, há duas semanas atrás. Achei que sua estadia se estenderia quando disse que possivelmente havia encontrado outro artista, mas parece que não.

- Olá minha queria mãe, eu estou muito bem, obrigado por perguntar! - ironizo. Dona Bethany me lança um olhar assassino.

- Não me venha com suas gracinhas! - ela se senta uma das cadeiras que ficam de frente para a minha mesa. - Pode me explicar que história é essa de que você terminou com a Lydia?

- Ah! Já foram fofocar para a senhora? Porque será que eu não estou surpreso? - coloco uma de minhas mãos abaixo do meu queixo fingindo pensar.

- Por Deus! - ela suspira. - Você parece uma criança!

- Eu pareço uma criança por não concordar com essa palhaça? - levanto minhas sobrancelhas.

- Parece uma criança quando não cumpre o que eu mando! 

- Acho que eu sou bem grandinho pra tomar minhas próprias decisões!

- Decisões que te levaram a um bar nojento! - disse um pouco mais alto. Minha mãe sorri de canto ao notar minha surpresa. - Achou mesmo que eu não descobriria? Você terminou com Lydia para se embebedar em um bar qualquer e se deitar com uma prostituta?

- O que eu faço da minha vida já é não mais do seu respeito - esbravejei. - Quando é que a senhora vai entender que não pode mais contratar a minha vida desse jeito?

- Eu estou tentando fazer o melhor para a nossa familia! - gritou.

- Para a nossa familia? - Ri. Mas não foi um riso feliz. - Pelo visto a sua família é só você e o meu pai porque isso não é o melhor para mim!

- Eu não vou deixar você envergonhar a nossa família desse jeito! - se levantou da cadeira, aproximando - se de mim.

- Você e o papai já envergonham o suficiente!

Um estalo foi ouvido pela sala. Minha bochecha esquerda ardeu e provavelmente estava vermelha. Viro minha cabeça, olhando minha mãe ofegante.

- Nunca mais, fale comigo dessa forma! - apontou seu dedo em minha direção. - Eu sou sua mãe, me deve respeito!

- Me respeite e então terá meu respeito! -rebati, não me importando se iria receber outro tapa ou não.

- Eu não vim aqui para escutar essas asneiras! - se afasta de mim. Solto o ar que nem sabia que estava segurando. Ela vai em direção a sua bolsa e a pega. - Você tem uma semana para voltar com Lydia!

- Eu não vou voltar com ela! - disse firme.

- Ou você volta com ela, ou eu mando piorarem o quadro do seu tio!

Olho para ela horrorizado.

- Ele é seu cunhado! - grito, inconformado com o quão longe a minha mãe vai para conseguir o que quer.

- Se nem o seu pai se importa, quem dirá eu! - vai em direção a porta, mas antes de sair, se vira novamente para mim. - Não se esqueça que isso começou por sua causa! - maldita! Ela sabe que isso me atinge.

- Não foi idéia minha!

- De fato, não foi! Mas o último ato, foi seu! - nego com a cabeça.

- O que Leila diria da senhora se estivesse aqui? - a vi vacilar.

- Pergunto o mesmo para você! - dito isso, ela sai pela porta.

Meu tio, Jonny, surtou quando a tia Maya morreu, ele sempre foi muito protetor com os irmãos. Ele tinha 17 anos e meu pai 8 na época. Se envolveu com drogas, brigas, já foi até preso quatro vezes e agora está internado no hospital. Ele se envolvera em uma briga em que o outro cara estava armado, a uns três meses. Levou dois tiros, um no ombro e o outro no tórax, que acabou perfurando seu pulmão direito. Um senhor achou meu tio e o levou ao hospital, mas ele perdeu muito sangue e estava inconsciente quando lhe atenderam. Hoje ele se encontra em coma, mas, segundo os médicos, ele está fora de perigo e pode acordar a qualquer momento. Mesmo com tudo isso, ele é uma boa pessoa. Só não soube lidar com a dor de perder alguém. 

Ligo para Felicia avisando que iria sair e que não voltaria hoje. Preciso sair daqui. 

Meu celular vibra, indicando uma mensagem de Yuri.

 " Eai, cara? O Ryan conseguiu passes pra aquela boate vip no centro. Tá afim de ir mais tarde? "

Perfeito! A distração que eu precisava.


[...]


- Eai Chris, demorou em, bicha! - Yuri é um cara extrovertido, não tem um que não ri perto dele.

- Eu trabalho, faço alguma coisa na vida! 

- Toma idiota! - provoca Ryan. Primo do Yuri, é mais na dela mas ainda tem muito do jeito do primo.

- Já vi que tá de mal humor, não aproveitou sexta? - ele sorri malicioso.

- Não, não tive muito ânimo, apesar de ter conhecido alguém interessante! - digo ao me lembrar da ruivinha. - E meu mal humor é por outra coisa!

- Sua mãe? - pergunta Ryan. Assinto com a cabeça. Eles suspiram. Eles sabem como a relação com os meus pais não são nada fácil.

- Bom, você tá aqui pra se distrair, então vamo para de moleza e entrar logo! - Yuri fica atrás de mim e de Ryan e nós empurra para dentro da boate. Música alta, bebidas e muitas mulheres. É, acho que dá pra me distrair.






Notas Finais


É isso gals!

A partir de semana que vem, eu tenho em mente de montar um cronograma com os dias que sairá novos capítulos. Talvez eu monte um.

Até a próxima!


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