História One In A Million - Capítulo 19


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Visualizações 39
Palavras 2.705
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá xuxus, cheguei com mais um capítulo para vocês.
Espero que gostem rs
Beijocas ;**

Capítulo 19 - Suprise


POV Axl Rose

Decepção e inconformidade eram o que me definia ao vê-la conversando com Jerry.

― Por que você fez isso Erin? – indago indo em cima dela. ― Era para me atingir sua infeliz e mal amada?

― Não querido, – negou rindo em sarcasmo. ― eu apenas queria dar um susto em você.

Será que ela não havia um pingo de racionalidade naquela cabeça? Estava chocado por conta dela não aceitar que não tínhamos mais nada.

― Você nem imagina do quanto eu quero quebrar a sua cara, – ameaço. ― sua vagabunda.

― Ei, você não chama ela assim.  – ele a defendia, desta vez eu ria em descaso.

― O assunto não chegou a você. – exasperava, dando um chute a mesa que voou para cima sem me importar se acertasse algum deles.

Os copos com as bebidas haviam caído sobre eles, Erin me olhou com raiva ao notar o estrago em que havia causado em sua roupa.

― Calma aí, irmão. – sorria Jerry ironicamente a mim.

― A minha calma será a minha mão partindo essa sua fuça, seu filho da puta. – entono fazendo com que outras pessoas fossem embora daquele expurgo.

― Você sempre com essa mania em não levar na brincadeira. – pude escutar Erin falando, então dava um soco em seu rosto que a fez cair no chão.

― Não bata nela! – puxava-me, e então acertava um soco em sua cara.

― Está precisando de advogado, sua maldita vagabunda? – pergunto puxando-a pelos cabelos, fazendo-a me encarar. ― Não é você que irá tirar Bianca e Natalie de mim.

― Natalie nem é sua filha. – afirmava Jerry limpando o ferimento da sua boca.

― Mas isso não é empecilho para eu não possa cria-la. – retruco ácido.

― Ela é minha filha. – falou com tanta veracidade que no qual me fez odiá-lo mais ainda.

― Como é que pode? – indago pegando-o pela gola da camisa, pondo em meu campo de visão.

― Como você é ingênuo. – ao encará-lo fazia o engolir seu riso. ― Apenas peguei de volta o que me pertence.

― Ora, seu filho da puta! – lhe dava outro soco. ― Se depender de mim, Natalie nunca saberá da sua existência, seu desgraçado.

Após falar, percebo seus olhos tornarem um ar contente, deixando-me sem entender.

― Você que acha. – sorria hostil e eu apenas notava minha visão escurecer.

 

***

 

Acordava com um alguém jogando água na minha cara. Olhava para o lado, onde Bianca estava amordaçada e presa em uma cadeira. Ela chorava tanto que seu rosto estava vermelho, além dos seus olhos estarem completamente inchados.

Levantei-me assim que percebi que estávamos sozinhos.

― Meu amor. – digo tirando sua amordaça. ― Estou aqui para te socorrer. – abracei-a.

― Por favor, – ela falava entre os seus gemidos de choro. ― salve a minha Natalie.

― Eu vim aqui para salvar vocês duas. – aliso seu rosto e um sorriso fraco surgia nele. ― Eu quero e preciso de vocês duas perto de mim.

― Natalie está com a babá. – depois dela dizer isso, lembrei-me sobre aquilo que Jerry havia revelado.

― Jerry é o pai de Natalie? – indago entristecido sabendo que aquilo não era momento.

― Ele te disse isso? – perguntava magoada.

― Sim, – assinto chateado, mas eu queria ter certeza. ― mas eu quero ouvir de sua boca.

― Sim. – chorava inconsolável, então aquela resposta me fez sentir mais ódio, e ter mais vontade de pegá-la para mim. ― Desculpa.

― Calma meu amor, – consolo-a. ― não fique assim, Bianca... O nosso amor é mais forte que tudo isso. – sorriamos um para o outro.

Ouço o choro desesperado de Natalie, observo que a babá vinha à sala em que onde estávamos, rolava meus olhos explorando o local até que encontrava uma faca, sendo a minha chance de libertá-las daquele tormento. Escutava barulhos, onde escondia a faca por trás de mim, sentando na cadeira. No momento em que a babá aparentava ter uns setenta anos surgiu com Natalie no colo, aproveitava da sua distração para ameaçá-la com a faca em seu pescoço.

― Exijo que você a desamarre agora. – ordeno.

― Mas eu não posso, – suplicou. ― por favor.

― Você concorda com esse tipo de coisa, sua velha? – encosto a faca em sua pele.

― Calma querido. – Bianca pedia, contudo estava pronto a explodir de verdade.

― Eu já tive muita calma, agora eu quero ação. – retruco, encostando firmemente a faca nela. ― A senhora me entregue a menina e solte ela.

A babá entregou Natalie, depois desamarrou Bianca que verificava seus pulsos marcados em vermelho, a mulher disparou aos prantos. Agora finalmente eu poderia maquinar um plano onde pudéssemos sair sem que fossemos vistos.

Saíamos da salinha em direção ao corredor de dava a vários quartos, olho ao fundo uma escada, corríamos em direção a ela, mas vozes de Erin e Jerry surgiram, onde deu a entender de que não tinha como escapar. Bianca me puxava para que voltássemos ao corredor, onde ela carregava a nós para uma outra porta.

― O que você está pretendendo fazer? – pergunto vendo-a abrir a porta.

― Esta porta que dá a minha antiga moradia, onde há outra porta, que dá para rua. – sorria aliviada.

Ficava espantado com o tamanho daquele cortiço em que ela morou, era minúsculo ainda do que o antigo apartamento que eu e os caras certa vez havíamos morado. Caminhamos em silêncio pelo pequeno lugar chegando à porta enferrujada. Com um pouco de dificuldade eu conseguira abrir, onde a liberdade estava a nossa espera.

Corremos indo em direção à calçada, teríamos que nos apressar se não quiséssemos serem pegos por aqueles dois monstros.

 

POV Steven Adler

Katherine e eu mantivemos em silêncio absoluto durante todo o trajeto em que havia trazido-a para casa. Quando chegávamos, ela me encarou em suspeita.

― E se caso eu ficasse grávida de você? – pergunta me deixando confuso e assustado.

― Eu iria assumir. – respondo convicto. ― Por que dessa pergunta?

― Era só para ter certeza. – sorria fracamente.

― Ai que alivio! Você tirou um peso da minha alma. – digo suspirando relaxado. ― Mas se caso estivesse, eu iria assumi-la e amá-la... Afinal é um fruto meu contigo.

Ela abria a porta, me assustando com seu comportamento desconfiado.

― O que está acontecendo Katherine? – pergunto enquanto entravamos em seu apartamento.

― Nada Steven... Nada mesmo. – sentou-se ao sofá com a expressão emburrada.

― Preciso ir ao banheiro, já volto. – ela tentou me impedir, mas eu precisava ir de verdade.

Chegando ao banheiro, a primeira coisa que observei que chamou minha atenção foram umas dez caixinhas de teste de gravidez. Pegando um deles em mãos, observava o item que marcava dois riscos azuis. Abri o lixo, vendo os outros testes com os mesmos riscos azuis.

Bufo agora compreendendo o porquê daquela pergunta. Engulo em seco, desistindo do que de fato eu iria fazer, abrindo a porta, vendo-a com a feição nervosa.

― Steven, me desculpa. – suplicou desesperada, levantando-se do sofá.

― Desculpa do quê? – fazia-me de desentendido.

― Dez testes e todos deram positivos. – chorava. ― Juro que eu não esperava por isso tão cedo.

― Porra Katherine, – reclamo bravo, mas ela era tão vitima quanto eu. ― você disse que tomava anticoncepcional.

― Se não quiser assumir, tudo bem... – deu ombros. ― Eu tenho como sustentar essa criança.

― Também não precisa escancarar que sou pobre... – retruco injuriado.

― Mas em nenhum momento eu disse isso, só expliquei que eu tenho como sustentar essa criança. – vinha até em mim. ― Não confunda as coisas.

― Você sabe como isso aconteceu? – questiono agitado.

― Aquele dia do restaurante... Só me lembrei na manhã seguinte que não havia tomado o remédio. – me encarava, sabendo que também era culpa minha. ― Pior é você que transa comigo sem usar camisinha... Você também têm suas responsabilidades. – exigia. ― Espero que tenha aprendido a lição.

― Eu? Sendo pai? – suspirou incrédulo. ― Era uma das coisas que nunca imaginei sendo na minha vida.

― Meu filho será tão amado por mim. – diz enquanto alisa a barriga.

― Nosso, – digo, fazendo-a sorrir. ― não se esqueça de que eu também tive participação. – bufo. ― A culpa é só nossa. – sentava no sofá.

― Bom, – se sentou ao meu lado. ― pelo menos você está consciente de que será pai do nosso bebê, e de que a culpa é somente nossa.

― Espero que seja um garotão. – sorrio.

― Espero que seja uma garota. – ela riu, era tão bom quando estávamos assim, sem que nossos sentimentos nos atrapalhassem.

― Se for menina só me renderá dor de cabeça. – comento presunçoso. ― Prefiro que seja um moleque, daí eu ensinarei a pegar as menininhas desde cedo.

― Que belo exemplo de pai, não é? – dava um soco no meu braço.

― Claro, quero ele seja pegador. – ela estava ficando irritada, fazendo quase com que risse. ― Agora se vier uma menina... Vou cuidar tanto ela só irá casar depois dos quarenta anos.

― Credo, quarenta anos? – se espantou. ― E se for uma menina? Eu quero que se chame de Carrie, ou Annie. – fez beiço. ― Agora se for menino, eu quero que se chame de Jean, ou Nicolas. – riamos. ― O que você sugere Steven?

― Jean e Carrie são muito bonitos. – assentimos juntamente. ― Imagino quando a situação ficar muito feia e você dizer, Carrie Lewis Adler vem logo menina, ou Jean Lewis Adler passa logo menino.

― Ah Steven só você mesmo. – dava ombros despreocupada.

Ficamos rindo por um tempo, onde começávamos a nos beijar. Era um beijo em luxúria, muito intenso, ela estava cedendo enquanto eu aproveitava da situação. Estava ficando cada vez melhor, mas o ar faltava onde desfazíamos o beijo em selinhos. Katherine mordeu meu lábio, onde aos poucos os meus olhos se fixavam nos delas, enquanto nós mantinha as testas encostadas uma a outra.

― Acho que está na minha hora. – aviso.

― Já vai então? – olhou-me com desanimo.

― Desculpa Katherine. – sorria de forma benevolente. ― Você precisa descansar, e cuidar do nosso bebê. – falo quase dando outro beijo na boca dela, e ao mesmo tempo alisando sua barriga.

Katherine alisou meu rosto, enquanto também sentia sua mão sobre a minha, encarando a barriga. Dava um beijo em sua bochecha e então nos despedimos.

Ainda absorvia a nova surpresa em ser pai, e eu sabia de que Maggie iria querer me matar se descobrisse.

 

POV Izzy Stradlin

Maggie havia me acordado, dizendo que não conseguia dormir. Decidi levantar e ir com ela para a sala enquanto eu preparava café para nós tomarmos.

― Desculpa, eu não queria te acordar. – suplicou aproximando-se de mim.

― Fique tranquila, pois estou aqui com você. – aviso enquanto envolvia ao meu abraço.

Sentávamos no sofá, bocejava no momento em que ouvia a porta sendo aberta. Nós dois percebemos que era Steven chegando em casa aparentemente bem, mas agitado, subindo as escadas.

― Pensa que nós dois não te vimos entrar? – perguntava ela fazendo o sair do transe.

― Eu? – sorria nervoso. ― Impressão sua, eu nem sai de casa.

― É o quê? – ficava sem entender a sua resposta.

― Então tá, eu vou ao banheiro. – ela avisa se levantando do sofá.

Quando ele teve a garantia de que estávamos sozinhos, se aproximou com a feição aflita.

― Socorro, cara, – vinha para perto de mim. ― eu estou muito desesperado. – dizia, e depois disso sussurrava algo que não compreendia.

― O que foi cara? Eu não estou entendendo nada. – falo e ele outra vez sussurrou sem eu entender novamente. ― Seja homem e diga isso mais alto!

― A Katherine está grávida de mim. – ele disse um pouco mais compreensível de se escutar, enquanto arregalava os olhos.

― A Maggie vai querer seu fim. – comento querendo bater na cabeça dele. ― Como é que você deixou isso acontecer? Está louco na droga?

― Eu estou morto, – quase arrancava os cabelos, me fazendo rir. ― está se divertindo, não é seu filho da puta? A Maggie vai querer me castrar.

― Eu não quero nem imaginar quando ela souber, – gargalho. ― mas acho que a Maggie não seja assim, não é?

― Eu que vou saber, a mulher é sua. – responde apreensivo. ― Só sei que agora eu sou pai.

― Vai assumir pelo menos, não é? – instigo, era o mínimo que aquela cabeça de vento deveria fazer.

― Claro, – assente sem delongas. ― eu não sou tão canalha ao ponto de não assumir, eu só deveria ter tido mais cuidado.

― Deveria ter usado camisinha. – balanço a cabeça.

― Eu não usei porquê ela me disse que tomava anticoncepcional. – retrucou infantilmente.

― Não interessa, você deveria ter usado do mesmo jeito. ― batia em sua cabeça. ― Não dá para confiar nesses remédios.

― Pensa que não doeu, porra? – reclamou passando a mão no lugar. ― É que no dia que nós, sabe? Ela se esqueceu de tomar o maldito anticoncepcional.

― O que vocês dois estão de cochicho? – Maggie cortava o nosso assunto, causando um susto em nós dois.

― Coisas de homem. – respondia Steven.

― Tenho até medo em saber dessas “coisas de homem”. – disse ela se sentando ao meu lado.

― É melhor nem querer saber mesmo. – olhava para Steven.

― Acho que vou me retirar. – coçava a cabeça. ― Já está amanhecendo, puta que pariu.

― E nada da Bianca, do Axl e da Natalie. – dizia inconformada, segurando as lágrimas.

― Logo os três aparecerão. – tentava deixá-la mais tranquila.

― É Maggie... Logo o Axl, a Bianca e a Natalie estarão aqui conosco. – sorria solidário. ― Bom casal top dez, estou indo dormir, até daqui a pouco. – Steven se ausentou da sala.

― Casal top dez? – indago risonho. ― É cada coisa que esse maluco diz. – eu e Maggie riamos.

 

***

 

Continuávamos entretidos com o filme que nem percebíamos que os minutos se passarem, mas pudemos ver Axl, Bianca e Natalie adentrando em casa como se fossem fugitivos da policia.

― Bianca. – Maggie disse quase chorando, indo até ela.

― Izzy, –Axl vinha até em mim como se estivesse aliviado por me ver. ― ainda bem que você está aqui, porquê eu preciso desabafar com alguém, ou senão eu perco a cabeça.

― Claro, – respondo prestativo. ― sente-se aqui do meu lado.

Axl me contava tudo do que havia aconteceu sobre esse susto que quiseram dar nele. Surpreendido fiquei ao saber que Erin estava por trás de algo tão escabroso como aquele. Além de escutá-lo murmurar sobre Natalie ser filha de Jerry. Bianca, Natalie foram ao quarto com Maggie, deixando nós dois sozinhos na sala.

― Você está com uma expressão estranha, o que houve? – após suas lamentações, ele perguntava.

― Steven. – respondo, vendo-o fechar a cara.

― O que ele aprontou dessa vez? – indagava Axl.

― Ele será pai. – eu não conseguia manter aquilo em sigilo, então optei em contar para ele.

― Pai? – encarou-me como se fosse a coisa mais absurda da terra. ― Tem certeza disso?

― Por que ele não poderia ser pai? – interrogo com uma das sobrancelhas arqueadas.

― Admito que isso me pegou de surpresa, – muxoxa. ― ele para mim era a última pessoa que imaginaria sendo pai... Aposto que não usou camisinha e acabou dando nisso.

― Obviamente que sim. – debocho.

― Ah idiota, você me entendeu, caralho. – gargalhou.

Riamos sobre o assunto, deixando com que nada daquilo nos derrubasse.

 

POV Bianca Warren

Após em ter sido sequestrada pelo Jerry e aquela mulher do parque que me encarou por conta de Axl. Senti alivio quando o ruivo surgiu e ajudaram-me a sair daquele ambiente que me assombrava, as más lembranças vinham à tona, mas agora finalmente estava em casa rodeada pelas pessoas em que sentia segurança.

Secando os meus cabelos, escutava uma pedra batendo ao vidro da janela, causando um espanto, porém o que me surpreendeu de forma ruim quando observei o bilhete na janela. Recolhi o papel, observando pelo pátio algum sinal, mas nada parecia estar ao meu favor para descobrir.

Olhava ao papel lendo os seguintes dizeres:

 “O inferno só está apenas começando, e você não tem como fugir de mim. Seu namoradinho de merda não poderá me impedir. Natalie também corre risco de vida. Fique esperta garota.”


Notas Finais


E esse bilhete para atormentar a vida da coitada da Bianca?
E mais essa do Steven sendo pai? Esse danado...
EU ODEIO MUITO A ERIN grrrrrrrrr

Perdoem qualquer erro no capítulo <3
Apareçam e até logo xuxus ;*


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