História One In A Million - Capítulo 20


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Visualizações 39
Palavras 2.520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus anjos, estou aqui de volta.
Espero que gostem do capítulo <3

Capítulo 20 - Smile


Fanfic / Fanfiction One In A Million - Capítulo 20 - Smile

UMA SEMANA DEPOIS

POV Slash

Novos dias surgiam, enquanto isso nós estávamos ensaiando para o próximo show que seria realizado no troubadour por mais que fosse na outra semana. Axl, Izzy e Duff estavam muito felizes por isso, Maggie nos assistia. Steven estava nervoso, ele reclamava de que não visitava Katherine há uma semana. Outra pessoa que também estava bem estranha, era Bianca, mas parecia que Axl não havia notado.

 

***

 

Estávamos Steven e eu na sala descansando do ensaio, o loiro ainda aparentava estar nervoso e confuso.

― O que houve Adler? – pergunto puxando assunto com ele.

― Será que eu irei ser morto? – indaga me assustando.

― Como assim cara? Que merda você fez?

― Eu... – suspirou desesperado. ― Eu, ai Slash...

― Eu o quê? – retruco. ― Só para ter avisar, eu não sou nenhum adivinho.

― Eu vou ser... – suspira novamente.

― Vai ser o que, caralho?

― Eu... Vou ser... PAI. – revelava nervoso dando ênfase a palavra pai.

― PAI? – questiono apavorado arcando as sobrancelhas. ― PAI? STEVEN ADLER, VOCÊ PERDEU A RAZÃO DO JUÍZO?

― Aconteceu, não deu para evitar. – sorria sem graça.

― Claro que dá para evitar. – reclamo. ― Existe uma coisa chamada camisinha, cara. – completava dando um tapa em sua cabeça.

― Porra! Parece o Izzy, sempre me agredindo. – choraminga passando a mão na região onde havia desferido o tapa. ― E também existe uma coisa chamada anticoncepcional.

― O Izzy já está sabendo? – repreendi-o. ― Seu babaca, você é muito irresponsável.

― Ah tá, até parece que é somente eu que faço coisa errada. – se defende. ― Me tratam como se eu fosse uma criança.

― Mas você é um crianção mesmo. – zombava. ― Uma criança sendo pai de outra criança.

― EU JÁ TE DISSE QUE NÃO SOU CRIANÇA, CARALHO. – gritava irritado.

― Que criança mais mal criada, – dizia Axl. ― vamos chamar a Katherine para dar um jeito nesse comportamento nada educado.

Adentravam Axl, Duff e Izzy na sala, enquanto Steven havia ficado emburrado comigo, com os braços cruzados e fazendo beiço, parecendo realmente uma criança.

― É uma criança perigosa. – provoca Izzy e nós quatro riamos. ― Faz outras também.

― Calem as bocas. – ordenou jogando as almofadas em nós quatro. ― EU NÃO TIVE CULPA.

Ficamos alguns minutos em silêncio, até que depois Axl decidiu cortá-lo. Afinal, estava ficando chato encarando um ao outro.

― Ah, estamos precisando de um descanso. – avisava o ruivo.

― Significa que eu posso encher a cara? – pergunto animado.

― Bom, estando amanhã em casa na parte da tarde para ensaiarmos, – dava ombros. ― pode sim.

― Então Duff, vamos lá? – olhava e ele assentiu com a ideia.

― Seus cachaceiros. – rebatia Izzy vendo nós dois levantarem do sofá.

― Está falando isso porquê você, Axl e o bebê do Steven têm mulheres agora, – zombo dos três. ― são homens de família.

― Tá tá, até amanhã vocês dois. – dizia Steven de forma ríspida.

― Não foi desse jeito que te educamos Steven. – falava enquanto os outros entravam na gargalhada e ele mostrava o dedo do meio.

 

POV Axl Rose

Éramos nós três sentados na sala, onde o tédio parecia comer minhas entranhas.

― E agora o que faremos? – pergunto para quebrar o silêncio.

― Eu tenho que visitar a Katherine, – choramingava Steven. ― faz uma semana que não vejo ela.

― Porquê você não diz “faz uma semana que eu não como ela”. – falo, então eu e Izzy caímos em gargalhadas.

― Nunca me levam a sério. – Steven se emburrava outra vez.

― Olha só, depois acha ruim quando te chamamos de criança. – dizia Izzy.

― Parem de fazer chacota comigo. – resmungou.

― Ah, para com essa viadagem Steven, ao invés de ficar ai chorando, porquê você não vai lá ver a Katherine. – argumento podendo vê-lo murmurar.

Então ele havia saído, deixando apenas eu e Izzy na sala.

― Bianca está tão esquisita. – acatava Stradlin do nada.

― Como assim? Para mim ela está normal. – digo, e de fato ao meu ver ela estava tranquila.

― Maggie me disse que você não percebe por ensaiar demais, porém a Bianca está triste, ela está querendo dizer algo a você. – dava uma tragada em seu cigarro. ― A Bianca pode estar passando por algo que está a torturando.

― Maggie sabe de alguma coisa? – indago, me sentido péssimo por não prestar atenção nela.

― Maggie me disse que Bianca precisa do seu socorro. – afirma sério. ― E você sabe o motivo.

― Sei muito bem, e acho que vou resolver isso de uma vez. – sorrio inconformado. ― Obrigado por me fazer acordar.

― Disponha, amigo.

Deixava Stradlin na sala, enquanto ia ao meu quarto para ver Bianca. Ultimamente andava tão cansado e com o show quase próximo, eu não estava dando a devida atenção a ela.

― Amor. – diz ela ao me ver na porta do quarto.

― Meu amor, o que houve? – questiono ao vê-la com um papel em mãos.

― Faz uma semana que recebi isso. – entregava o bilhete para mim.

Lia aquelas palavras que me fizera culpar-me pelo meu descuido com ela.

― Por que só me mostrou isso agora? – pergunto não compreendendo daquela demora.

― Eu não queria te preocupar. – diz ela me abraçando.

― Bianca, nós somos um casal. – tento passar confiança a ela, de que ela deveria me contar tudo. ― Você deve expor os seus problemas para mim, pois tentarei ajudar no máximo que puder porquê eu te amo muito.

― Eu também te amo muito. – sorria de leve.

― Farei o possível e o impossível para proteger você e Natalie. – garanto em meio ao meu abraço a ela.

― Eu sei que sim, eu sei. – suspirava com em tranquilidade.

― Então, – alisava sua cabeça. ― que tal nós três darmos alguma volta por ai? – convido e ela assente.

― Vou dar um banho em Natalie. – avisa, deixando-me sozinho no quarto.

Estar sozinho me fazia refletir sobre as decisões tomadas até então, entre esse moinho de pensamentos, certificava de uma coisa, precisava arrumar um emprego, pois não se dava para sobreviver apenas com os cachês dos shows, e claro do fato em roubar os outros. Antes de conhecê-las, vivíamos da pior forma possível, uma delas era de que eu experimentava cigarros e ainda ganhava alguns dólares por isso.

Depois de estar absorto em pensamentos, noto que Bianca está com uma feição mais alegre ao rosto.

― Estou pensando em trabalhar. – digo sem delongas, vendo-a sorrir.

― Sério, aonde amor? – perguntava enquanto colocava Natalie na cama para vesti-la.

― Aquele mercado que há no final da rua, esses dia passei em frente e vi uma placa dizendo que estava contratando pessoas. – sorria.

― Eu prefiro que você trabalhe dignamente, do que... Você sabe? – a loira sorriu sem graça ao referir sobre aquilo.

― Eu sei que não é nada certo. – comento, onde dessa vez Bianca havia dado um sorriso largo, ficava enormemente contente por vê-la concordando com a minha decisão.

 

POV Maggie Evans

Estava encostada na barra da janela do quarto de Izzy, quando senti um par de mãos tapando a minha visão, além da sua respiração em meu pescoço fazendo com que o meu corpo entrasse em colapso.

― Noite de folga. – sussurrava ele me fazendo ter arrepios.

― Podemos sair. – tirava suas mãos dos meus olhos, virando a ele.

― Podemos fazer muitas coisas. – sorria maliciosamente, e que sorriso que ele tinha.

― Seu tarado. – falo sem graça.

― Você gosta desse tarado, que eu sei. – dizia presunçoso. ― Já que o carro está ai, pensei em te levar para a praia de Santa Mônica.

― Eu amo tanto a praia. – digo tão feliz, era o único lugar que me remetia à paz.

― Então, o que estamos esperando? – instiga, mostrando as chaves para mim.

Entramos no carro, seguindo a praia. Izzy estacionava o carro perto da areia. Ao sair do veiculo, rapidamente sentia a lateral do carro ficando atrás de mim, os seus beijos percorrendo pelo o meu pescoço de forma intensa que me fazia ofegar um pouco. Até começamos um beijo, onde a sua língua explorava minha boca, o moreno aprofundava cada vez mais o beijo, mas que foi desfeito pela falta de ar provindo em ambas as partes.

Andávamos de mãos dadas até a beira do mar, soltava de sua mão, indo em direção a aquele mar escuro, que apenas sentia a água gelada molhando a minha pele. Virava para trás, vendo ele que continuava a beira. Somente a luz da lua iluminava um pouco daquele mar negro.

Molhava as minhas pernas para refrescar-me, então voltava a Izzy que me esperava com um sorriso estampado em seu rosto.

Novamente começávamos a nos beijar, enquanto agarrava em sua nuca afagando minhas mãos em seus cabelos, ele percorria as suas mãos que apertavam a minha bunda. Aquela falta de ar novamente voltava, onde fazia com que nós nos se separássemos desfazendo em selinhos. Decidimos voltar para o carro, sentando no banco do passageiro, preparando para colocar o cinto de segurança, até observava Izzy sorrindo audacioso e me chamando para sentar no banco de trás com ele.

― Por que está tão animado? – pergunto duvidosa daquela alegria dele, saindo carro para sentar ao seu lado.

― Porquê eu quero curtir a noite contigo. – responde enquanto me abraça.

― Você não me engana, não. – provoco-o, notando aquele olhar impetuoso dele sobre mim.

― Nem disse nada. – responde como se não quisesse nada, enquanto alisava com o indicador o meu ombro fazendo com que a alça da minha blusa caísse.

― Aqui? – indago, ao vê-lo beijar o mesmo ponto.

― E o que têm de ruim nisso? – pergunta, olhando a mim, mas ainda mantendo sua boca encostada ao meu ombro.

― Em um carro? – claramente ele me surpreendia com aquilo. ― Você só pode ser maluco.

Izzy sorria de forma insinuante, me fazendo compreender de que nada fazia com que ele mudasse de ideia.

 

POV Steven Adler

Fazia uma semana que não via a mãe do meu filho, mas a culpa era apenas de Rose que havia nos obrigado a ensaiar durante aqueles dias freneticamente sem parar. Havia um pouco de dinheiro que pudesse cobrir a corrida de táxi indo a casa de Katherine – odiava ter que admitir que sentia falta dela. Onde isso me fazia questionar sobre eu finalmente estaria me desapegando do meu antigo amor por ela?

Quando chegava ao prédio do seu apartamento, caminhava rapidamente em direção ao elevador, chegando em seu andar, corria em direção a porta para batê-la.

Como de praxe, ela demorava em abrir.

Ao abrir aquela porta, notava que Katherine sorridente ao me ver em sua porta, por mais que ela não tivesse mudado nada em sua aparência, eu sentia que havia algo de diferente. Seria o penteado que ela usava hoje? Seria eu aos poucos me afeiçoando pela menina? Eu realmente não sabia o que poderia explicar aquilo. E com certeza a sua sobrancelha direita aos poucos se arqueando, demonstrava de que estava reparando demais nela.

― O que houve? – riu em ironia.

― Seu cabelo, ele está diferente. – comento com ela.

― Está diferente sim, gostou? – ela me dava um beijo ao rosto.

― Mas isso não faz mal para o bebê, não? – instigo nervoso com o meu filho.

― Hãm, bancando o papai preocupado? – sorria. ― Relaxa Stevie, eu apenas fiz um penteado diferente no cabelo, nada que prejudicasse o nosso bebê.

― É o meu filho, Katherine. – digo vendo-a ficar mais feliz pelo meu envolvimento com sua gravidez. ― É lógico que irei ficar preocupado com ele.

― Eu sei e fico muito feliz em saber disso.  – não sei o que havia comigo, mas os movimentos da boca dela ao dizer estavam me chamando tanto a atenção. ― O que tanto olha para minha boca?

― Nada... Apenas admirando ela. – pisco, fazendo-a corar. ― Como é que foi a semana sem mim?

― Acho que eu não conseguiria me virar sozinha? – suspira, passando a mão sobre a barriga. ― A única coisa ruim é de que começaram os meus enjoos.

― Enjoos? – ficava nervoso. ― Isso é normal, não é mesmo?

― Calma Stevie, – sorria tentando me tranquilizar. ― mas por que você não veio me ver nenhum dia dessa semana?

― Ensaiei direto com a banda essa semana porquê temos um show para fazer. – explico, vendo seus olhinhos se alegrarem.

Naquele momento surgia um silêncio que acabava comigo. Estávamos sentados no sofá, encarando um ao outro ainda absorvendo o fato em ser pai. Quando, sem aviso algum, Katherine vinha para cima de mim me beijando.

E eu poderia concluir de que eu estava sentindo falta daquela boca.

E quando a trazia para mais perto, onde fazia com que nossas bocas se colassem, desfrutando do gosto de morango que ela tinha. Eu estava a desejando tanto.

― Stevie, eu estou ficando sem ar. – diz ofegando após parar de me beijar.

― Quando recuperar, eu estou aqui. – comento mordendo o lábio inferior com mais vontade.

― Seu safado. – bate em meu braço, ele estava com aquele mau costume.

― Gosto do seu beijo. – respondo, fazendo-a sorrir maliciosa.

― Se quiser me beijar a todo momento, você sabe não é?  – se insinuava e aquilo me fazia sentir tão péssimo.

― Katherine, me desculpa mais eu te amo como amigo. – suspiro entristecido. ― A nossa amizade é tão colorida que o resultado está ai dentro de você.

― Está bem. – ela mordia a bochecha por dentro. ― Ah Steven, eu estou com desejo.

― Começou os seus desejos de grávida. – satirizo e ela me fuzila com o olhar. ― Está certo princesa, eu estou brincando.

― Eu estou com desejo de comer fruta do conde. – alisou a barriga, dizendo sua vontade.

― Amorzinho, – olho para o relógio. ― já é passado das dez da noite, não deve ter nada aberto há essa hora.

― Mas eu não quero que nosso filho nasça com cara de fruta do conde. – fez beiço. ― Por favor, Stevie.

― Como é que vou arranjar isso? – pergunto vendo se ela me dava alguma luz.

― Dá um jeito, Steven. – diz dando gargalhadas. ― Por favor, mesmo.

Era só que me faltava? Agora teria que correr para buscar uma fruta do conde. Por que ela não desejou algo mais fácil?

Eu sabia que todas as fruteiras que havia perto de onde ela mora, estariam fechadas por conta do horário. A minha única escolha era encontrar uma árvore e roubar a fruta sem que ninguém percebesse.

 

***

 

Após andar muitas quadras, encontrava uma casa onde havia uma árvore, vendo que a rua estava deserta, escalava o muro pegando a bendita fruta que Katherine desejava. A árvore ficava em uma casa muito bonita, quando descia do muro, as frutas caiam ao chão. Revirei meus olhos, enquanto abaixava-me para pegá-las.

― Steven? – aquela voz me chamou e que eu conhecia tão bem. Não conseguia acreditar que era ela, eu precisava ver com meus próprios olhos para ver.

― É você meu amor? – indago vendo-a sorrir.

Ah, aquele maldito sorriso que ainda insistia em roubar o meu coração.


Notas Finais


Quem será essa que o Steven ficou feliz em ver??? haha
Perdoem qualquer erro, apareçam e até o próximo <3


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