História One In A Million - Capítulo 21


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Visualizações 32
Palavras 2.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores, estou voltando rapidíssimo para vocês.
Espero que gostem do capítulo. <3

O que dizer desse título do capítulo? Há, espero que não tirem conclusões precipitadas.

Capítulo 21 - Adriana


POV Steven Adler

Estava de todas as formas não pensar nela, não querendo ocupar a minha cabeça e Adriana havia aparecido a minha frente.

― Steven. – aquela voz insistia a causar arrepios em mim. ― Oi? Planeta Terra está te chamando. –acordo do devaneio, vendo-a acenar em frente a minha cara.

Adriana. – falo contente em vê-la, derrubando as frutas das minhas mãos.

― Estava sentido falta de todos vocês. – diz enquanto me abraça.

― Imagine eu então... – revelo, vendo-a se afastar de mim.

― Loirinho, eu sou uma mulher casada. – ouvir aquilo havia doído, mas não tinha doído tanto quando ela mostrou a aliança na mão esquerda. ― Eu estava cansada de levar aquela vida de antes, conheci meu marido em um cassino, eu estou muito feliz com ele.

― Eu ainda gosto de você. – digo, mesmo sabendo que ela não deixaria dele, Adriana demonstrava em cada palavra que o amava.

― Leve a sua vida para frente, porquê comigo você não irá conseguir nada. – olhava para as frutas que estavam no chão. ― A vida ainda está complicada para roubar duas frutas do conde?

― Err... – coçava a cabeça. ― Eu vou ser pai.

― Pai? Que bom Steven. – arregalou os olhos em surpresa, mas me abraçava para felicitar. ― Já é um grande avanço... Porém, quem é a coitada que você engravidou?

― Aconteceu, não foi planejado. – rio sem graça.

― Entendo... – sorria. ― Bem, mesmo com a minha má fama, eu queria ver o restante da banda. – dizia. ― Como é que eles estão?

― Bom... Axl e Izzy estão namorando. – ela abre a boca em espanto. ― Duff e Slash estão sempre na mesma como de costume.

― E é? – olhava paras as frutas novamente. ― Isso ai é desejo de grávida, não é? – então as recolho do gramado. ― Quantos anos têm essa mulher que está esperando seu filho?

― Dezesseis. – respondo fazendo bico, onde ela dá um tapa em meu braço.

― Não tem vergonha nessa cara, não? – Adriana se indigna. ― Dezesseis anos é uma criança ainda.

― Foi ela que deu em cima de mim, então não tive culpa alguma. – me defendo.

― E você foi mais criança que teve a cara de pau de ficar com a garota, tanto que a engravidou. – reclama. ― Você está maluco, Steven?

― Parece eles me chamando de maluco, – murmuro cansado sobre jogarem a responsabilidade apenas a mim. ― ou de criança, principalmente.

― Sabia que eles se preocupam com as suas atitudes? – cruza os braços. ― Por isso que eles pegam no seu pé, porquê eles te amam, porquê eles querem evitar que você faça mais bobagens.

― Você ainda não me respondeu sobre o que eu te disse antes, – estava sendo insistente com algo que não aconteceria, mas precisava com que ela me fizesse compreender. ― sobre eu ainda estar gostando de você.

― Meu querido, o tempo em que você está querendo que eu te responda, – dizia balançando a cabeça. ― você deveria estar com a menina que engravidou, garanto a você de que ela está desesperada e precisa da sua ajuda, agora.

De fato aquela resposta havia sido com facada em meu coração, mas por outro lado, eu percebia de que Adriana estava certa me dando aquela lição de moral de que precisava entender.

― Antes que você se vá... – sorria. ― Você ainda pode gostar de mim, mas um dia esse seu sentimento por mim irá acabar, – explicava com calma. ― você começará a amar essa menina, e a fonte disso será o filho de vocês.

― Ela disse que gosta de mim, – falo, fazendo-a abrir a boca em choque. ― mas eu me sinto culpado por não retribuir esse mesmo carinho por ela.

― Não se sinta assim Steven, – ela alisava meu rosto de forma afetuosa. ― por que você não tenta engatar esse relacionamento? Não deixe com que ela pare de gostar de você, – ela estava a me apoiar, e era uma atitude que estava me deixando surpreso. ― porquê depois que você notar que a perdeu, você sentirá essa dor, e o amor da sua vida aparece apenas uma vez, então não a desperdice.

― Nossa Adriana, você está me fazendo chorar. – sorria limpando as minhas lágrimas. ― Acho que preciso atender ao pedido da minha...

― Minha? – sorriu ao escutar aquela palavra. ― Daqui a pouco você estará dizendo que ela é sua mulher, pode ter a certeza disso... E eu quero que você me ame da mesma forma que eu te amo como amigo.

Abraçamos-nos após isso. Adriana combinou em ir amanhã lá em casa. Sabia que a sua visita, mexeria com as estruturas da banda.

Logo isso, ela saía abraçada em um cara, dava para notar que Adriana aparentava estar feliz com o novo rumo em sua vida.

Seguia a casa de Katherine, onde durante o trajeto as coisas que Adriana me disse fazia com que eu enxergasse a minha situação de outra forma. Quem diria? A mulher que amo, ou amava precisou fazer com que eu acordasse antes que eu perdesse-a.

― Aqui estão suas frutas do conde. – engulo o receio, abrindo a porta do seu apartamento com as frutas em mãos.

― Ah, você demorou tanto, – bufa olhando as frutas com nojo. ― e eu odeio fruta do conde.

― Hã? – deixo-as caírem das minhas mãos. ― Me fez ir buscar em vão?

― Desculpa te fazer buscar em vão... Mas o que houve para você demorar tanto? – engolia outra vez em seco sobre a sua pergunta.

― Ora bolas, buscando essas malditas frutas. – o que não deixava de ser verídico.

― Com certeza você será um ótimo pai. – rimos, enquanto recolhia as frutas do chão para que pudesse colocá-las no lixo.

― E agora? O que podemos fazer? – indago.

― Assistir um filme? – sugeriu animada.

― De quê? – procuro alguma opção em meio às fitas cassetes que ela tinha na estante.

― De terror, lógico. – deu ombros.

― Mas isso não fará mal para o nosso bebê? – paraliso, ficando inerte com sua escolha.

― Que coisa mais amada você todo preocupado com o nosso bebê. – aperta as minhas bochechas. ― Relava Stevie... Não irá acontecer nada demais, ele é só um embriãozinho.

― Mas eu quero o melhor para o nosso filho... – concluo fazendo beiço.

― Ou nossa filha. – sorriamos, fazendo relembrar da nossa discussão sobre o sexo do nosso bebê.

Katherine trazia uma panela de brigadeiro, enquanto eu arrumava a fita cassete para que olhássemos o filme, ela também aproveitava para pegar um cobertor para nós.

 

***

 

Nenhum de nós dois estávamos prestando atenção devida ao filme, em um breve instante olhava a ela que havia se sujado com o brigadeiro na ponta do nariz e um pouco na boca. Confesso, que aquilo havia sido muito excitante.

― O que foi? – sorria percebendo que a encarava admirado.

― Está sujo aqui. – falo enquanto aproveitava para beijá-la.

Será que aquilo era efeito das palavras ditas por Adriana? Eu de fato não sabia, mas eu e Katherine estávamos perdidos naquele beijo com sabor de chocolate, um beijo gostoso, mas ao mesmo tão inocente. Seus lábios faziam com que eu tivesse fome e desespero para beijá-la. Aprofundava-o mais ainda, onde se tornava mais intenso. Minhas mãos passeavam pelas suas pernas de forma rápida, enquanto sentia as suas percorrendo sobre os meus braços.

A falta de ar vinha, fazendo com que nós finalizemos em selinhos demorados. Notava-a sorrir entre o beijo. Ela me encarava, passando a mão pelo meu cabelo, logo percorrendo pelo o meu rosto.

― Eu te amo. – ela disse.

― Eu gosto tanto de você. – arregalava os olhos soltando um sorriso bobo. ― É, acho que isso é o começo, não é mesmo?

― Eu ainda não perdi as esperanças sobre nós dois. – beijávamos novamente.

Katherine deitava sobre o meu peito, enquanto tentávamos olhar o filme agora seriamente.

As palavras de Adriana estavam me fazendo ver as novas chances que estava sendo proporcionadas por Katherine em minha vida. Falando nas duas, o desejo de vê-las de frente a frente parecia tomar conta da minha cabeça, queria muito presenciar isso.

― Amanhã eu quero que você conheça alguém. – aviso, fazendo-a abruptamente levantar-se para me encarar.

― Quem é? – indaga.

― Amanhã Katherine, agora vamos tentar olhar esse filme que é interessante.

Abraçava-a de modo que não a machucasse e também o nosso filho.

Filho que estava fazendo com que eu me tornasse uma pessoa que nunca cogitei que seria em algum dia.

 

DIA SEGUINTE

POV Axl Rose

Estava me preparando para fazer a entrevista, estava confiante e sabia de que aquele emprego seria meu. Até havia colocado a melhor roupa para ter mais credibilidade

― Eu já estou indo, amor. – aviso a loira.

― Vai dar tudo certo. – ia até ela dando um beijo, e logo dando um beijo na testa de Natalie.

― Eu te amo tanto, você me dá tanta força. – aliso seu rosto. ― Tanto na banda, quanto agora nesse meu novo emprego... Bom, eu só tenho a agradecer a você mesmo. – sorriamos.

Descia as escadas, indo tranquilamente até ao mercado. Onde passaria por todo aquele sufoco, mas a minha sorte que eu havia Bianca ao meu lado, sendo meu alicerce, sem ela com certeza eu não seria nada. Ela sempre me ajudava em todos os momentos em que mais precisava.

 

***

 

Não era surpresa alguma que com toda a minha imponência eu conseguiria trabalhar como gerente no mercado. Eu começaria no outro dia, estava feliz e ansioso para contar a todos sobre meu novo emprego. Voltava para casa alegre, querendo reunir a todos para ensaiar para o show que teríamos naquele sábado.

Ao chegar, a casa estava silenciosa, e foi ali que eu tive a percepção de que os tempos na Hell House eram outros. Onde antigamente era completamente uma bagunça, roupas espalhadas pela casa, garrafas, camisinhas usadas e até mesmo em muitas vezes encontrava alguma vadia perdida por ali. Mas agora era tudo completamente limpo e organizado.

― Você conseguiu, amor? – Bianca surgia vindo por trás me abraçando.

― Sou o Axl Rose, era óbvio que eu conseguiria. – respondo presunçoso.

― Você não é nada modesto, – comentou. ― bom, o que nós dois poderíamos fazer? – perguntava se sentando em meu colo.

― Tem alguém em casa além de nós dois? – questionava insinuante para ela.

― Só estamos apenas nós três por enquanto. – corava ao me responder.

― Ótimo, – sorria malicioso. ― acho que devemos aproveitar enquanto eu ainda não começo a trabalhar.

― A vida não se resume a isso. – comenta risonha e envergonhada.

― Ah, mas uma rapidinha não tem problema. – sorria com malícia passando uma das minhas mãos pela sua perna direita.

Quando estávamos levantando do sofá, ouvíamos batidas a porta.

― Não havia outro momento, caralho? – reclamo enfurecido desejando torturar a pessoa que havia atrapalhado.

― Para de esbravejar amor, nós teremos o dia todo para isso. – Bianca ia à porta para atender, abrindo a porta, abaixava-se. ― É apenas um bilhete.

Quando aproximava dela, chegando por trás, surgira um barulho de tiro que me assustou, não fazia de onde viera, mas fora certeiro onde vi a minha garota caindo em meus braços, as minhas lágrimas escorreram pelo meu rosto em desespero. Observava o carro do outro lado da rua saindo em alta velocidade.

― Bianca, meu amor... – digo, a trazendo para dentro de casa, vendo o sangue na região da barriga manchando sua blusa. ― Aguenta firme, eu vou ligar para o hospital.

Tudo que eu podia ouvir eram os seus lamentos de dor. Ligava para que viessem buscá-la com pressa, não admitia perder a quem me dava forças. Pegava aquele bilhete, guardando na bolsa da minha jaqueta.

A ambulância não demorou em chegar, apenas tive o tempo para que pudesse pegar Natalie e levar comigo ao hospital com Bianca. Ela estava respirando com ajuda de aparelhos que os enfermeiros colocavam em seu rosto, além de que a loira não poderia fazer esforço algum.

Minha camisa estava manchada de sangue, teria que fazer o boletim de ocorrência mesmo tendo algumas passagens pela polícia.

Natalie continuava em seu sono pesado, com isso eu tive a oportunidade em ler aquele bilhete em que Bianca havia recolhido na porta. Sabia que aquilo havia sido uma armadilha para atingi-la.

Abrindo o papel, eu encontrei o seguinte texto.

“Esse apenas foi o primeiro presente que darei a vocês... Espero do fundo do meu coração que ela fique bem, até porquê eu calculei onde o tiro deveria acertar.

Estou de olho em todos vocês. Não envolvam a polícia senão pode ser pior para todos vocês. Vale ressaltar de que Natalie também corre riscos.

Quem mandou vocês dois insistirem em ficarem juntos?”.


Notas Finais


O que acharam da Adriana dando lição de moral ao Steven?
Confesso que não queria retratá-la com uma vadia (que sabemos que é), desta vez eu quis trazê-la certinha, também para fazer o loiro tomar o rumo devido.
E esse outro bilhete? E esse tiro? Não preciso nem dizer quem são os envolvidos por trás disso.

Perdoem os erros de português.
Apareçam e até logo meus anjos <3


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