História One In A Million - Capítulo 22


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Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Visualizações 30
Palavras 2.365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou aqui bebês com o próximo.
Espero que gostem, essa é a continuação do capítulo anterior que eu dividi para não ficar enorme demais.
Beijocas e até o próximo <3

Capítulo 22 - Fright


POV Axl Rose

Estava perplexo com aquele bilhete, querendo compreender do como poderiam odiar o nosso relacionamento dessa forma tão insana. Contudo, o que me deixava enraivecido era de que Natalie estava em meio a esse inferno, desde quando ainda estava na barriga de Bianca. A minha sorte era de que eu tinha Maggie era me auxiliar nos cuidados com a minha pequenina.

Nesta mesma semana eu teria um show a fazer, deixando-me completamente nervoso, mas eu precisava cuidar delas, Bianca e Natalie eram as minhas prioridades, eu havia prometido a mim mesmo e eu não poderia quebrá-la.

― Senhor Rose. – o médico veio em minha direção.

― Como a minha mulher está? – pergunto desesperado.

― Fique tranquilo rapaz, ela está ótima. – tranquiliza-me. ― O tiro não atingiu nenhum órgão vital, mas está alojado no ilíaco, num dos ossos que faz parte da pelve. – sorria. ― Foi um milagre.

― E quando eu poderei vê-la? – indagava mais relaxado.

― Por enquanto ela está descansando, – explica o procedimento. ― dei a ela uma dose de morfina para que pudesse aliviar a dor, onde ela adormeceu.

― E agora? O que falta? Quando ela irá voltar pra casa? – questionava-o, precisava ter certeza de quando ela sairia dali.

― Relaxe senhor Rose, – bateu nas minhas costas. ― falta somente uma cirurgia para a retirada da bala, no final de semana ela poderá voltar para casa. – ele me entregou umas papeladas para assinar como de praxe. ― Lembre-se de que ela precisa apenas repousar para sua recuperação ser mais rápida.

― Com certeza, muito obrigado. – digo, vendo-o se afastar de mim.

Agora teria que assinar aqueles malditos papeis. Estava mais tranquilo por saber que ela estava bem, e de que no final de semana voltaria para perto de mim.

 

POV Izzy Stradlin

Acordei com o raio do sol invadido os meus olhos, obrigando a me acostumar com aquela claridade, aproveitava também para observar onde nós estávamos.

Havíamos dormindo dentro do carro, em um parque quase restrito. Avistava Maggie com algumas peças por cima do seu corpo escondendo o que deveria ser coberto, sorria ao vê-la, recordando sobre a nossa noite que havia sido maravilhosa.

 

{...}

 

― Vamos a uma sorveteria? – aquele jeito de menina dela convencia-me em aceitar sua sugestão.

― Vamos sim. – dava a partida, até recordar uma sorveteria que tinha por perto onde eu e Steven tínhamos o costume de ir quando levávamos algumas garotas.

Adentramos no local onde haviam algumas pessoas, sentamos numa das mesas.

― Nunca tinha vindo aqui antes. – comentava ela olhando animada o estabelecimento.

― Já vim para cá várias vezes com Steven e as nossas namoradas da noite. – digo, olhando ao cardápio.

― Namoradas da noite? – perguntava enciumada. ― Um bom nome dado às vagabundas que vocês transaram.

― Ciúmes? – indago achando graça dela.

― Nem faço ideia do que isso significa. – retorque debochada.

― O que os dois desejam? – a atendente vinha para anotar os nossos pedidos.

― Eu quero sorvete de morango com cobertura de chocolate. – sorria feito uma criança após a dizer.

― O mesmo para mim também. – peço olhando a atendente escrever em seu bloquinho.

Maggie olhava para fora através da janela, enquanto me permiti analisá-la. Começava a acarinhar sua mão com o polegar sobre a mesa, nesse momento, um sorriso surgia em seu rosto, então pude perceber as suas covinhas.

― Você têm covinhas, você é perfeita. – elogio, vendo seu rosto ficar vermelho.

― Obrigada, – sorria envergonhada. ― assim você me deixa totalmente sem jeito.

― Sabe que eu gosto muito de você. – sorriamos até que os nossos pedidos haviam sido trazidos para a mesa.

Tomamos o sorvete enquanto conversávamos sobre os planos da banda. Após, pagava a conta e enfim seguíamos ao carro.

― E agora? O que iremos fazer? – perguntava curiosamente.

― Namorar? – malicio.

― Seu namorar têm segundas intenções. – gargalha, enquanto eu apenas queria beijá-la.

― Claro. – respondo direto, fazendo-a rir nervosa.

― Não tem vergonha, não? – beijava-me castamente.

― Dizem que os come-quietos são os piores. – comento e ela cora outra vez, fazendo com que meus instintos se abalassem de modo hostil.

― Lido com um, então. – conclui.

― Lido com uma também. – rebato me defendendo, onde Maggie abre a boca em espanto.

Entramos no carro outra vez, chegando em um parque que havia pouca iluminação.

― Acho que aqui não há seguranças cuidando a essa hora. – sorrio zombeteiro.

― O que você está querendo dizer com isso? – fazia biquinho semicerrando seus olhos.

― O que todos os casais fazem. – beijo seu pescoço, para ela compreender, afinal eu não queria mais conversar.

Fomos para os bancos traseiros, havia sido esperto estacionando atrás de um muro. Tudo começou com alguns beijos singelos, onde fluíam para beijos molhados e intensos, maravilhosos ao ponto de termos direitos a mordidas, sorrisos, e chupões no pescoço. Percorria minhas mãos ao botão do seu short, para que enfim pudéssemos continuar sem que ninguém nos atrapalhasse.

― Acho que agora vai desengatar. – diz ela dando risadas.

― Com certeza, nós iremos aproveitar cada minuto. – mordia meus lábios.

― Trouxe camisinha? – pergunta preocupada.

― Aprenda de que eu sou um cara responsável. – beijo-a. ― É algo que sempre trago comigo, é indispensável.

Continuamos a nos beijar intensamente, Maggie subia com suas mãos abrindo os botões da minha camisa. Logo, tirava a sua blusa e o sutiã, ficando os dois despidos na parte de cima. Subia as minhas mãos começando a apertar um dos seus seios, obrigando-a gemer em minha boca, fazendo com que meu membro endurecesse.

Seguidamente disso, retirava o seu short acompanhado da calcinha, ficando completamente sem nada. Sem perder tempo, a morena abria a minha calça, ajudando a me aliviar naquele espaço minúsculo. Trazia-a para cima de mim, sentido minha cueca molhar por conta da sua intimidade encharcada em excitação.

― Aqui é muito apertado. – diz com a respiração falha, jogando sua cabeça para trás.

― São lugares apertados me dão mais vontade de transar. – respondo beijando seu colo.

― Que isso, como você é safado. – retrucou voltando a olhar para mim.

― Como se eu fosse o único. – defendia-me e ela me mostrava o dedo do meio. ― Quanta educação, garota. – fingi estar magoado, enquanto ela me dava um selinho.

Antes que ela falasse algo, colocava Maggie sentada ao meu lado, onde procurava pela minha calça, assim pegando o preservativo, ela percebeu de imediato onde retirava a única peça que me cobria dela, enquanto rasgava com os dentes o pacote, retirando para colocar em meu membro. Peguei-a, colocando sobre mim, penetrando-a onde Maggie ofegou.

Maggie começará a morder meu ombro com o intuito de abafar os seus gemidos, mas era impossível, os nossos gemidos ecoavam dentro do automóvel. O carro se movimentava conforme ao nosso ritmo, os vidros ficavam embaçados, enquanto estocava rápido. Suas mãos arranhavam o meu peitoral, enquanto mantinha as minhas agarradas em sua cintura. O suor fazia parte dos nossos corpos, o tamanho não impedia com que mantivéssemos os movimentos aos poucos tornando-se mais agressivos, a sua rapidez arrancava os meus suspiros.

Ela olhava fixamente para mim, gemendo ao mesmo tempo, seus cabelos estavam grudados em seu corpo por conta do suor que escorria. Era magnífico que me fazia chegar ao limite, Maggie deu mais algumas cavalgadas sobre mim. Notava que ela também havia chegado ao limite, após se jogando ao meu lado com sua respiração ofegante, mas não deixando de sorrir para mim.

Pegávamos nossas roupas para nos cobrir.

― Um dia você ainda irá me matar. – falava rindo.

― Espero que seja no cansaço. – beijo-a, vendo aos poucos Maggie se aproximando para encostar sua cabeça em meu peito.

Um riso vacilou em meus lábios, o cansaço parecia tomar conta de mim, fazendo com que adormecesse também.

 

{...}

 

― Por que você está rindo? – assustava-me com a sua pergunta fazendo com que eu acordasse do transe.

― Estava relembrando de ontem à noite. – respondo.

― Ah sim, – mordeu o lábio. ― precisamos ir, não é mesmo?

― Verdade, até porquê já clareou o céu. – levanto-me do banco ignorando as dores na minha coluna.

Arrumamo-nos com dificuldade dentro do cubículo, contudo deu a nós a condição em pelo menos poder descer do carro descentemente.

Era engraçado vê-la descabelada, mas isso não a tornava mesmo espetacular.

Seguimos para casa onde entre nós tudo parecia estar em mar de rosas. Estacionava o carro, para que pudéssemos enfim chegar em casa.

― Por que têm sangue na porta? – questiona Maggie me fazendo dar atenção a entrada de casa.

― Que estranho, – falo acocando para ver o sangue que estava seco. ― deve ser de algum animal.

Abria a porta vendo Slash e Duff com expressões em pânico, deixando eu sem entender nada do que estava acontecendo.

― Ainda bem que vocês dois chegaram. – diz Duff em nervosismo. ― O Steven não está ai, mas precisamos avisar o que houve.

― Avisar o quê? – perguntávamos eu e Maggie em uníssono.

Slash soltou um suspiro pesado, então pude compreender de que algo havia dado errado. Steven e Katherine haviam chegado em casa aos sorrisos e abraços.

― Credo, que caras são essas? – perguntava Steven.

― Duff fala você. – disse Slash deixando todos nós para trás, subindo as escadas.

― Ah ótimo, – resmungou. ― ele me deixou para contar a bomba.

― Que bomba? – pergunta Katherine em surpresa.

― Hoje pela manhã, Axl e Bianca estavam em casa... – começa a falar, quando noto Maggie segurar em meu braço, firmemente.

― O que houve com a minha amiga? – pergunta Maggie nervosa, enquanto segurava suas mãos para dar apoio ao que estaria prestes a escutar.

― Ela foi baleada na porta de casa, – a morena aperta mais o meu braço. ― Axl está confuso... Ele acabou de ligar para cá dizendo que está no hospital... – continua a falar muito nervoso. ― Precisamos ir para lá e dar força uma para eles.

― Izzy me segura... – Maggie fala quase caindo do meu lado, então a segurei evitando sua queda.

― Nós precisamos ir logo, – digo. ― estamos em cinco, podemos ir de carro, mesmo.

Duff disse que iria depois caminhando com Slash, ficamos por alguns momentos discutindo quando escutávamos buzinadas em frente de casa. Steven correu a porta, com um riso ao rosto, espero a pessoa se revelar, quando tomo um susto ao ver Adriana Smith surgindo do inferno em um momento nada favorável.

― Cheguei em boa hora? – questiona, enquanto ainda olho-a com espanto sem crer que era a própria depois de tanto tempo.

― Não chegou, – diz Steven chateado. ― nós precisamos sair com urgência.

― Calma, – alerta ela assustada, então percebi que a garota estava mudada tanto na aparência, quanto no modo de se portar. ― me digam o que aconteceu, quem sabe eu possa ajudar em alguma coisa.

Explicamos a ela que por fim decidiu ir conosco para o hospital prestar alguma ajuda. Adriana não parecia ser a mesma, tanto que estava acompanhada com um homem.

Estava escrito nas estrelas de que Maggie e Katherine fechariam a cara ao vê-la, também pude perceber de que Steven ainda demonstrava algo por Adriana.

Slash e Duff foram ao carro com ela e o marido, enquanto eu, Maggie, Katherine e Steven seguíamos no outro automóvel.

― O que houve para a Adriana aparecer do nada? – pergunto para Steven que estava sentado ao meu lado, no banco do carona.

Pude vê-lo engolir seco em relação à minha pergunta.

― Não sei... – deu ombros, o que me fez desconfiar da sua reação. ― pode ser que ela veio para nos visitar, ela deve sentir a nossa falta.

― É essa que é a tal de Adriana? – questiona Maggie completamente mordida.

― É sim, – olho para ela pelo retrovisor, prestes a dar um basta. ― mas agora não é momento propício para ciúmes, não é, querida?

― Essa é a mulher que você ama, então? – indagava Katherine, onde bufo ao perceber que o ciúme delas era algo genético.

― Ah, meu Deus! – soqueio a direção. ― Será que não poderemos ter um pouco de paz até chegarmos lá? Por favor, as duas.

Meu pedido não adiantou de nada, ficamos os quatro discutindo até chegar o hospital, onde no final as duas estavam brigadas com nós dois. Ao chegarmos ao hospital, Maggie e Katherine se afastaram indo ao lado oposto que o nosso, enquanto eu empurrava o loiro para que ele pudesse me esclarecer essa visita misteriosa de Adriana.

― Muito bom cara, – falo cruzando os meus braços. ― agora você pode me explicar essa merda toda Steven? Ela não iria aparecer assim de surpresa.

― Claro que não iria aparecer. – encarou-me indignado. ― A Adriana me encontrou por acaso ontem roubando fruta do conde.

― Fruta do conde? – pergunto incrédulo.

― Katherine está grávida. – assinto. ― Ela estava com desejo, então fui atrás e deu nessa merda toda.

― E o que ela te falou? – encaro Maggie e Katherine conversando de forma séria.

― Ela me deu uma puta lição de moral sobre eu e Katherine, – fala me deixando estupefato. ― e depois avisou que queria ver a banda toda.

― Imagine quando o Axl vê-la era por aqui. – falo, e com certeza ele se incomodaria.

― Ela não tem culpa de nada, – a defende, me fazendo bater na minha própria cabeça por tamanha burrice. ― não foi ela que deu um tiro na Bianca.

― Idiota, – desfiro um tapa em sua testa. ― eu quis me referir sobre o nosso passado, puta merda, caralho.

Logo, chegavam Slash, Duff, Adriana e mais o cara que a acompanhava, eles se ajuntavam conosco. Pude notar de que Steven se mantinha indiferente com Adriana.

― Bom, esse é o George, meninos. – ela o apresentava para nós. ― E estes são Izzy, Steven, Duff e Slash. – nos apresentou indicando cada um de nós quando dizia nossos nomes.

― Só falta conhecer o Axl. – comento aos dois.

― Estou muito curioso em conhecer esse tal de Axl. – diz o homem.

― É e ele está vindo ai... – avisa Slash, quando surge de um corredor.

Axl aparecia com Natalie em seus braços, até que pude ver a expressão de susto em seu rosto ao vê-la.

― O que você faz por aqui?


Notas Finais


Perdoem qualquer erro e até o próximo.
Apareçam e até logo, beijinhos <3


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