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História One Kiss - Jikook - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


(●‿●✿) — Oiê. Desculpa pela imensa demora em postar um capítulo novo. Aconteceu algumas coisinhas, e bem, não pude postar nesses dias, mas, garanto que logo saíra um capítulo ainda em breve. Hehe.

A história tem andando um pouco devagar no comecinho, mas, a partir desse capítulo creio que começará a andar de forma um pouquinho mais rápida e a mostrar melhor os relacionamentos entre cada personagem. Principalmentes os novatos que irão chegar, né.

❤ — Para não confundir vocês, sempre que o capítulo for em outra visão, eu avisarei nas Notas do Autor. Então, é recomendável que sempre fique atento quando eu anotar as coisinhas aqui.

Peço perdão mais uma vez pela minha demora ao postar um capítulo novo. Tenha uma boa leitura nessa quarentena, e se certifique de ficar em casa assim que possível, em. ◑﹏◐

~ Madrugada não tem fim. ✦

Capítulo 6 - 05. Lar Doce Lar


Fanfic / Fanfiction One Kiss - Jikook - Capítulo 6 - 05. Lar Doce Lar

Lar do Lar. Nada melhor do que chegar em casa após um dia longo de trabalho, ou, estudo, não é mesmo? Pena que não funcionou desse jeito para mim. Eu trabalhei o dia inteiro na cafeteria após a saída do senhor Jungkook, afinal, a Jonghee não gostou nada do meu mau desempenho por conta do meu choque ao vê-lo, ainda mais com as perguntas agoniantes do Hoseok querendo saber mais e mais sobre o porquê de termos trocado números e sua curiosidade também pelo motivo do meu choque em relação ao Jungkook. Não me leve a mal, mas, não acho que seria tão conveniente dizer ao meu melhor amigo — que é uma pessoa bem escandalosa — minha teoria a ele. De qualquer forma, creio que seja apenas uma coincidência, existem tantas vozes iguais por aí, mas não me deixa de ser curioso para querer saber quem foi a pessoa que conheci naquela maldita festa.

Felizmente, com a saída do Jungkook e sua voz familiar, consegui me concentrar melhor no trabalho e também no meu desempenho. Parecia que ele era apenas uma trava para meu trabalho ali, por isso, espero que ele não venha outras vezes para a cafeteria, acho que atrapalharia ainda mais do que aconteceu nesse dia. Jonghee disse que eu havia compensado meu desastre mais cedo, já que trabalhei duro e com bastante sucesso. Eu estava apenas desejando chegar em casa e descansar em meu macio travesseiro para ter uma boa noite de sono para o dia seguinte infernal.

Chegando ao meu apartamento, me deparei com a síndica que parecia agoniada de tanto me esperar. Me surpreendi ao vê-la ali, e por isso, rapidamente fui a atender no local onde estava (na frente da minha porta). Suas primeiras palavras poderiam ser tudo, mas, foram as que eu menos esperava.

— Senhor Park Jimin. É você, não? — Ela me olhou com um olhar sério. Suas mãos continham uma pasta com algumas folhas que me pareciam ser contratos.

— Sim, sou eu. Algum problema?

— Seu pagamento não está mais válido. Seus pais nos ligaram e falaram que arranjaram um lugar melhor para você. Eles vieram falar conosco, pois, não conseguiram contatar o senhor. Seu celular estava desligado? Seus pais me pareciam bem desesperados na ligação, como se fosse o fim do mundo.

Pera. O que? Expulso? Como os pais decidiram não pagar mais? Eu não acho que eles iriam do nada parar de me sustentar um pouco sem ao menos nem dizer os motivos. Acho que terei que falar com eles depois que terminar aqui com a síndica, mas, espero que o lugar melhor que eles falaram não seja totalmente o contrário. Eu com certeza não tenho boas memórias com novos lugares para morar.

— Como assim eu vou ser expulso? — Pergunto, querendo mais informações.

— Ordens dos seus pais. Além do mais, esse seria o último dia do pagamento, pelo que eu me informei nos meus formulários, então, não tem muito que argumentar sobre. Recomendo que arrume suas coisas e procure um lugar para ficar esta noite. Tente falar com seus responsáveis, ou, amigos. Tenha um bom dia, Park Jimin.

Os passos do seu salto alto batiam contra o chão, e desceram as escadas com cuidado. Eu a observei até que sumisse de vista, queria apenas ter certeza de que aquilo que estava acontecendo era realmente sério. Peguei meu celular no meu bolso para ver se havia alguma mensagem dos meus pais no celular, mas... Droga. Parece que ele está desligado. Devo ter me concentrado demais no meu trabalho hoje por conta da correria e pelo meu erro que esqueci de o colocar para carregar no serviço.

Pego a chave do meu quarto, abrindo a porta rapidamente. Coloco meu carregador na tomada e ligo o fio em meu celular. Vou esperar alguns minutos para pegar ao menos uma carga. A minha única opção para ir passar essa noite é o Hoseok, já que meus pais moram em outra cidade e me mandaram para essa apenas para eu ter mais chances de um futuro melhor. Não achei que era uma boa ideia no começo, por sempre ter sido acostumado a tê-los ao meu lado, porém, acabei pegando costume com o tempo e até acho que é bom. Mesmo que eu não seja como o Hoseok que traga todo dia um homem diferente para casa, e assim espero que esse dia não seja hoje.

Enquanto o tempo passava para meu celular carregar, aproveitei para arrumar as coisas que eu tinha organizado naquele quarto do hotel. Pensando bem, acho que eu nunca gostei desse lugar, eu apenas me acostumei. Ele tem bastante mofo, e o prédio sempre parece que a qualquer momento pode desmoronar sobre todos nós. As paredes costumam ser frias como um iceberg pode ser, e ocorrem bastantes casos de baratas, — que acabo matando eu mesmo, por não tem ninguém para fazer. As minhas lutas contra cada uma delas com certeza deveriam ser uma coletânea e se tornar um filme. Os vizinhos também não são os melhores, e sua arrogância é desgastante, além de que costumam ser bastante barulhentos em certos andares do prédio, o que é ainda mais horrível.

O sexto andar com certeza é o pior; insuportável. O som de passos da mulher acima parece até que está andando sempre de salto alto como a síndica. Ao menos creio que com minha saída daqui, eu vá para um lugar melhor. Assim espero. Meus pais sempre foram imprevisíveis, e creio que é impossível eles mudarem de uma hora para a outra, já que são acostumados a serem assim impulsivos e agarrar a primeira oportunidade boa de sucesso que verem pela frente.

Junto minhas roupas simples e um pouco parecidas, colocando na minha única mala que havia trazido quando vim para essa cidade. Minhas camisas são bastante julgadas pelo Hoseok, pois, segundo ele: “Elas são muito infantis”. Eu prefiro ser infantil mesmo do que ser extravagante em roupas como ele é, sempre sendo bastante coloridas e diversas como uma completa arte de cores sem sentido. Às vezes até acho que ele na verdade é um quadro humano de tanta cor que usa em suas próprias roupas. As minhas são apenas com estampas simples de ursinhos e gatinhos fofos, nada demais. Não sei o porquê de tanto bullying por parte dele contra elas, apenas considero isso sempre como uma inveja por parte dele.

Quando fechei a mala, olho para meu celular vendo que tinha carregado ao menos alguns por cento: vinte um. Não é o bastante, mas, ao menos dá para ligar, ou, mandar alguma mensagem para o Hoseok e avisá-lo da minha situação. Espero que não seja tarde o suficiente para isto e ele não esteja na cama com algum cara, ou, em um encontro, mas não duvido que ele parasse o encontro apenas para me ajudar. Mesmo ele sendo doidinho, ele sempre me ajudou nos meus momentos mais críticos.

Após alguns segundos de iniciando, meu celular ligou e a primeira coisa que fiz foi mandar uma mensagem para o Hoseok. Deixei bem claro meu objetivo e que ele era minha única esperança para passar a noite:

Migo, me responda.

Acabei de receber a notícia de que meus pais não estão mais pagando meu apartamento. Parece que vou ter que passar a noite fora hoje enquanto ainda não recebi as mensagens deles.

Meu celular já está quase descarregando. Responsa o mais rápido que puder.

Enquanto mandei a mensagem para o Hoseok, aproveitei para ver as dos meus pais também. Eram bastante e pareciam ter sido mandadas em diversas horas do dia nos momentos em que não pude por conta da correria. As mensagens ficaram cada vez mais tensas em maiúsculo, provavelmente pela preocupação deles, ainda mais por parte da minha mãe. Espero que eu possa falar com ela antes que ela surte de vez comigo não dando para eu explicar nada.

Com mais alguns minutos se passando, não houve nenhum sinal de resposta do Hoseok, ou, dos meus pais. Decido apenas terminar de arrumar minha mala e completá-la, para ao menos ter tudo arrumadinho para qualquer lugar que eu fosse. Suspiro bem fundo antes de deixar aquele quarto que tem sido tão marcante para mim durante esses dois anos. Mesmo sendo algo considerado bem dramático, ele deixou bastante lembranças para mim, mas, que agora dariam outras para seu próximo morador.

Desço as escadas com a mala na mão. Infelizmente não estou em um hotel de luxo onde um senhor vem me ajudando a deixar minhas malas. Aqui é questão de se virar sozinho sem nenhuma ajudinha qualquer, então, mais uma coisa eu não vou sentir falta, caso eu vá para um lugar melhor do que esse. No caso, é o que espero que seja. Deixei a cópia da chave no balcão que estava vazio, até porque era realmente raro ver alguma atendente ali.

As rodas da minha mala faziam sons contra a estrada de concreto. Era agoniante para mim, que sempre odiei aquele barulho, mas, não tenho muito que fazer. Apenas espero que o Hoseok tenha visto minha mensagem e esteja me esperando em sua casa, de preferência, que seja sozinho, mesmo sendo impossível levando em conta que ele é a própria definição de imprevistos. Acho que sem eu na sua vida, ela estaria ainda mais bagunçada e confusa para todos, não só para ele.

Pensei em pedir um táxi, mas nessa altura do campeonato, não acho que seja realmente necessário. A casa dele não é muito longe pelo pouco que me lembro e tenho muita sorte de ter sido avisado sobre isso no meio da noite. O clima aqui não está muito agradável, e bastante sombrio, mas acho melhor do que acabar indo pela manhã e ter que enfrentar um sol infernal. Ambos os lados são bem assustadores, pois, sinto que estou sendo observado. Pedindo para que sejam apenas minhas paranoias e que realmente não esteja sendo observado de fato, com esse mundo cada vez mais perigoso que o normal.

Após uma agoniante caminhada, — que me fez perder meus pés de tanta dormência —, me deparo com o hotel onde Hoseok mora. Não pude ver se ele respondeu minha mensagem desde agora. Não queria desperdiçar meu celular, e além do mais, corria certos riscos de ele sofrer um apagão como da última vez. Me deparo com um grande portão na frente do hotel. O porteiro estava presente, e assim o chamei querendo entrar.

— Com licença, queria entrar. — Falei um pouco alto para que ele me ouvisse, mesmo sendo bem tarde da noite e estar um silêncio presente.

— Qual é o seu nome e quem gostaria de ver tão tarde da noite? — O homem me olhou, estranhando a minha presença. Eu o entendo, mas, claramente não estou aqui pelo motivo provável que ele está pensando sobre mim.

— Jung Hoseok. Quinto andar, quarto 56. Pode o chamar para mim? Sei que é tarde da noite, mas é urgente. Acabei de ser avisado que teria que deixar o hotel em que eu tava. Ele é meu único conhecido que mora por perto.

— Hm... Qual é seu nome? — Perguntou, com um olhar estranho mais uma vez.

— Jimin. Quer dizer, Park Jimin. — Falo com um sorriso.

O moço logo me olhou pela última vez antes de ligar até o andar do Hoseok, e após alguns segundos, um dos quartos — que ficavam expostos na mesma direção quando damos de frente com o hotel —, acendeu a sua luz e teorizei que seria o Hoseok. Após falar de forma discreta com a pessoa, o porteiro me olhou novamente com o mesmo olhar sério.

— Pode entrar. — Ele abriu a porta do local para mim.

— Obrigado, senhor.

Dou passos mais rápidos até o hotel, decidindo ir pelo elevador e ser mais prático. Ainda mais por eu estar com uma mala pesada nas minhas mãos, trazendo bastante barulho caso eu decidisse subir as escadas. Não queria entrar pela primeira vez no apartamento em que meu melhor amigo mora e de cara já incomodar todos os vizinhos. Provavelmente trazendo todos os maus olhares para ele.

Clico no botão numerado como cinco, e em seguida espero as portas fecharem. Uma pequena musiquinha estava presente no elevador, mas, creio que era apenas para quebrar um pouco do clima silencioso no local. Porém, estava sendo relaxante até eu chegar no quinto andar. Depois de alguns segundos, a porta do elevador se abriu e segui caminho pelo corredor até chegar no quarto 56, onde o Hoseok já me esperava bem na frente da porta.

— O que aconteceu? Por que tu foi despejado tão de repente? — Ele falou baixo, por estar de madrugada e poder provocar os vizinhos que estavam tentando dormir naquele horário.

— Isso é que eu quero saber. Mas por enquanto, só queria passar a noite aqui com tu. — Olho para ele como um pedido de ajuda. Mesmo sabendo que as chances de ele negar eram as mínimas.

— Nem precisa pedir duas vezes, migo. Pode entrar. — Hoseok se afastou, dando espaço para eu entrar no quarto dele, e assim o fiz enquanto ainda segurava minha mala nas mãos.

O quarto dele era simples, mas a decoração era um compilado grande de diversas cores de rosa. Em certos pontos da casa, tinham quadros de algumas artistas famosas, tais como a Lady Gaga e Beyoncé. Tenho que admitir que o Hoseok com certeza não é uma POC nenhum pouco discreta em seus relacionamentos, então, acho que por isso que muitos dos caras não tem dúvidas em relação a sua sexualidade. Talvez por isso ele sempre tem tido muito mais pretendentes do que eu sempre tive, mas, não é algo que me fizesse falta. Acho que nossos estilos de vida sempre foram muito diferentes para se ligarem assim de uma hora para outra.

— Onde eu posso deixar minhas coisas? — Pergunto.

— No meu quarto. Não tenho quarto de hóspedes se é o que tu tá pensando. Não costumo ter muitas visitas aqui, então, não me culpe, tá?

— Além dos caras que traz aqui, eu diria que é verdade. Mas creio que eles durmam no seu quarto após terem tido uma boa noite de sexo com você.

— Um motel é suficiente. São raros os que eu trago para minha casa, até porque nem sei por onde eles andam e que risco eu estaria levando pra mim trazendo desconhecidos para meu quarto, e principalmente pra minha macia cama. — Ele balançava suas mãos, enquanto estava com um ar de satisfação ao me contar das suas experiências.

— Mas até onde eu sei, você nunca quis um relacionamento sério para trazer alguém até sua casa. — Levanto minhas sobrancelhas, em dúvida.

— Já tive algumas exceções, Jiminie. — Fazia tempo que Hoseok não me chamava assim, mas, até que é um apelido.

— Esse apelido com certeza é um dos piores que você poderia ter me dado, sinceramente. — Reviro os olhos, enquanto resolvo me sentar no sofá. Hoseok apenas se senta ao meu lado enquanto vestia seu pijama e calçava suas pantufas.

— Olhe pelo lado bom, ao menos está aqui comigo. A pessoa que mais ama nesse planeta Terra, e também saiu daquela imundice que vivia. Sério, aquele lugar era podre. Me fazia passar mal.

— Que bicha falsa que você, Hoseok. Você sempre me falava que não poderia ter arranjado lugar melhor para morar e nunca demonstrou ter nojo do lugar onde eu morava. E agora tá vindo com essas histórias?

— Eu apenas apoiei meu amigo para não magoar ele, oras. Nada demais.

Eu dou o soco em seu ombro, mas não muito forte. De certa forma, sei que ele apenas quis-me apoiar, sabendo que aquela casa era o máximo que eu conseguiria, ainda com a ajuda do dinheiro dos meus pais, mas, devo admitir que estou receoso do porquê eles não poderem mais pagar aquele lugar. Será que eles vão pedir para eu voltar para a cidade onde eles tão? Espero que não, já me acostumei bastante com esse lugar e fiz novas amizades inesquecíveis que atualmente estão do meu lado.

— Ei. Algum problema? — Hoseok me tirou dos meus pensamentos ruins, após me perguntar meu estado. Sua expressão me parecia preocupada, mas, não quis falar nada mais que o necessário.

— Nenhum. Apenas estou cansado de um dia cheio de surpresas como esse. Mas enfim, você tem algum colchão para eu poder dormir?

— Colchão? Tá doido? Você vai dormir comigo na minha cama, senhor Jimin. Um hóspede deve ser bem tratado. — Hoseok me olhou com os braços cruzados e ainda com sua expressão bem indignada.

— Não seria meio estranho?

— Estranho? Por que? Somos apenas amigos. A não ser que me ame de outra forma, rs. — Ele me olhou com a risada maliciosa, e eu apenas dei um tapa bem na sua cabeça como forma de repreendê-lo.

— Primeiro: Bicha passiva com passiva, não rola. E segundo, não aguentaria ter que conviver com uma praga cheia de purpurina como você, Hoseok. Deus me livre.

— Melhor se arrepender do que passar vontade, queridinho. Sei que já me quis em algum momento da sua vidinha. Ninguém resiste ao meu charme. — Ele me olhou de cima para baixo como se me analisasse para saber se estava falando mesmo a verdade.

— Vai sonhando. Sonhe bastante que algum dia você chega lá. — Me levanto e rapidamente pego meu celular da minha mala, junto do carregador.

— Antes que pergunte, tem um carregador no meu quarto. Eu te levo até lá e aproveitarmos para dormir juntinhos de conchinha. — Hoseok se agarra em meu braço direito, e não parecia estar disposto a desistir tão cedo do seu objetivo. Eu apenas suspiro, deixando me levar a grande insistência dele. Uma vez que começa, é tão difícil parar.

Hoseok me indicou onde ficava o seu quarto, e não mudava muito da decoração do resto da sala. A única coisa que mudava era o fato de ter muito mais coisas pessoais lá dentro, e com certeza deveriam ter objetos muito mais íntimos se eu procurasse bem, mas, claro que não era meu objetivo nem nos meus piores pesadelos. Não quero imaginar como meu melhor amigo se diverte nas horas vagas. Com esses pensamentos, eu acabo tremendo um pouco de certo nojo.

— Algum problema? — Hoseok me perguntou.

— Nenhum. Vamos... apenas dormir. — Eu coloco meu celular para carregar, enquanto me arrumo para me deitar na cama. Hoseok veio logo atrás de mim, me abraçando fortemente enrolando seus braços bem na minha barriga.

— Pode desligar a luz para mim? — Pediu manhoso.

— Por que tu não faz isso? — Pergunto, estranhando e com certa preguiça de fazer por ele.

— Bem, o abajur está mais pro seu lado e também é apenas um favorzinho que pode fazer em compensação de eu deixar você passar a noite na MINHA casa. Está lembrado? — Ele me olhou com um sorriso cínico.

— Ah, mas você é um belo de um...

— De um o que, senhor Jimin? De um ser maravilhoso. Só se for.

Eu olhou para ele com uma cara debochada, antes de desligar o maldito abajur. Me ajeito na cama, ainda sendo abraçado pela minha querida praga e melhor amigo, Hoseok. Ele me cutucou e disse:

— Boa noite, migo.

— Boa noite, praga.

— Olha! Me insulta de novo e vai dormir na rua, Jimin!

Apenas fecho meus olhos sem falar mais nada, porém, pude escutar uma leve risada alegre do Hoseok. Por mais que eu o chamasse assim, eu gosto demais dessa praga. Afinal, ela é minha de qualquer forma.

( ... )

— Jimin? Jimin? Ei! Acorda...

Mal acordo e já ouço a voz do Hoseok ecoar em minha cabeça, como um despertador muito chato e que não pararia até eu tomar uma atitude. Eu só queria estar dormindo de novo, mas, creio que será impossível dessa vez.

— Que é, desgraça?

— Seus pais ligaram e...

— ELES O QUÊ?!


Notas Finais


❥ — E aí? O que achou desse capítulo? Creio que não custaria nada dar um apoio e comentar aqui sua opinião que ajudaria demais ao saber o que está achando até agora da história. Se pudesse, eu adoraria que divulgasse que me ajudaria a atrair mais público para "One Kiss".

Podem sempre me chamar no MP (Mensagem Privada) caso queira comentar alguma teoria, ou, dar alguma opinião para vocês. Quem sabe, possam até ser personagens dessa história, hehehe. ★

❤ Não se esqueçam de se cuidarem nessa época. Passem álcool em gel assim que possível, mas, principalmente, tomem banho. Tem a consciência de sempre que possível, não sair para a rua em uma época como essa. Não se esqueça que suas ações podem mudar bastante coisa.
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➤ — Ao invés disso, pode ficar lendo fanfics aqui no Spirit mesmo para passar o tempo nesse tédio da quarentena, hehehe.

Até o próximo capítulo. Bye. ~~ ❤


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