História One last time - Capítulo 4


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Categorias Saint Seiya
Personagens Atena (Sasha), Dohko de Libra, El Cid de Capricórnio, Regulus de Leão, Shion de Áries, Sísifos de Sagitário
Tags Lost Canvas, Sisifo X El Cid, Yaoi
Visualizações 44
Palavras 1.383
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, demorei pra atualizar né? Desculpa.
Mas aqui está o capítulo quatro que vocês esperavam. Espero que gostem e vomitem muito arco íris.

Capítulo 4 - Capítulo IV


Seis meses depois...

 

O dia amanhecera chuvoso no santuário de Atena, todos ainda dormiam escondidos do frio embaixo das cobertas, nenhuma alma viva era vista. Na casa de capricórnio, El Cid acordou com um peso sobre a barriga, levou as mãos ao rosto esfregando os olhos, olhou para o lado e viu Sisyphos dormindo profundamente enquanto seu braço direito abraçava o espanhol, a feição serena do sagitariano atraiu a atenção do moreno, que virou-se na cama ficando de frente para o grego enquanto apreciava a beleza do rosto alheio vez ou outra retirando alguns fios loiros que insistiam em cair sobre a testa e os olhos de Sisyphos. Um vento frio entrou pela porta fazendo o grego se encolher, o que chamou a atenção de El Cid, o capricorniano ajeitou-se na cama ficando mais próximo ao loiro e puxou a coberta. Seu rosto estava tão próximo que podia sentir a respiração do mais velho, com todo cuidado o moreno acariciava o rosto angelical do loiro, e em um impulso colou seus lábios aos do mais velho. O moreno conseguia ouvir as gotas de chuva caindo do lado de fora e pensou que poderia usar isso a seu favor, já que quando chovia o mar ficava revolto, ou seja, ficava ótimo para afiar a Excalibur. Levantou-se da cama com todo cuidado possível para não acordar o grego que dormia profundamente e trocou de roupa, nem se deu ao trabalho de arrumar o cabelo, já que sairia na chuva e ficaria encharcado, o espanhol sabia que corria o risco de pegar um resfriado e tomar uma bronca do sagitariano, mas mesmo assim resolveu arriscar. Antes de sair do quarto cobriu o loiro novamente e o deixou dormindo só então saiu.

Enquanto descia as escadas e sentia as gotas de chuva molharem seu rosto, El Cid se perguntava: desde quando se tornara alguém tão carinhoso? No próximo final de semana, ele e Sisyphos fariam seis meses de namoro, quem olhava o casal se espantava pelo simples fato de estarem juntos, afinal de contas ambos não tinham muito haver, já que o grego era mais extrovertido e amigo de todos o completo contrário do espanhol que sequer fazia questão de dar oi para os companheiros, mas como bem dizem: os opostos se atraem, não é mesmo?

 

(...)

 

Sisyphos havia acordado com o som de passos na casa de capricórnio, levantou-se rapidamente e saiu do quarto vendo El Cid completamente encharcado em sua frente, já avisara o espanhol muitas vezes para nunca ir treinar debaixo de chuva, mas este insistia em o ignorar, tanto que já ficara doente várias vezes por nunca ouvir o grego.

– Quantas vezes vou precisar dizer? N... – A fala do loiro fora cortada pelo mais novo, que já sabia aquela frase de cor.

– Não treine debaixo de chuva. – Disse o capricorniano enquanto retirava a armadura para se secar. – Você já disse isso tantas vezes que eu até perdi a conta de quantas foram. – Riu o ver a cara emburrada do loiro.

– Espere aqui, vou pegar uma toalha pra você.

– Falando assim parece até que somos casados. – Comentou vendo o sagitariano lhe encarar com um sorriso. Sabia que não devia ter comentado aquilo em voz alta. – Esqueça o que eu acabei de dizer, foi da boca pra fora!

– Por acaso estava me pedindo em casamento Cid?

– N-não! – Arrependeu-se de ter feito aquele comentário. Aquele idiota sabia muito bem como deixa-lo sem graça com apenas uma frase.

– Não quer se casar comigo, ágape? – O mais velho andou vagarosamente até o espanhol, em seu rosto um sorriso sacana era mantido enquanto encarava El Cid. O loiro aproximou-se ainda mais segurando o queixo do capricorniano com os dedos, apesar de não ser muito perceptível Sisyphos era poucos centímetros mais alto que El Cid. – E eu achando que você me amava. – Sussurrou com a boca próxima a do moreno.

– E-eu não disse que não queria me casar com você. Mas acho que é cedo demais para pensar em dar um passo tão grande como esse.

– Eu estava brincando seu bobo, você achou mesmo que eu pensaria nisso agora? – Ria o sagitariano.

– Eu sei lá, você é uma caixinha de surpresas!

O grego saiu rindo e voltou alguns segundos depois com uma toalha em mãos, viu o capricorniano sentado no chão na entrada da décima casa e sentou-se ao lado dele jogando a toalha por cima dos cabelos negros os enxugando, vez ou outra ambos trocavam algumas frases daquelas bem melosas que todo mundo já disse para alguém que ama, isso quando não eram aqueles beijos apaixonados. Estavam juntos a apenas seis meses, mas esse tempo foi o suficiente para que seus cosmos se tornassem um e isso podia ser sentido por todos no santuário, quando estavam separados parecia que um sentia o que o outro sentia e quando estavam próximos os outros cavaleiros enxergavam um único cosmo que os envolvia.

– Quando a chuva passar eu voltarei para minha casa. – Disse o loiro quase como em um sussurro. – Amanhã irei em uma missão de reconhecimento.

– Hum, eu irei com você. – O moreno encarou os olhos azuis que agora estavam fixos em si. – Afinal se mi novio não me lembrar de me cuidar quem irá lembrar por mim?

– O que acha de você mesmo fazer isso? Você já tem vinte e dois anos para precisar de uma babá Cid!

 O mais novo desviou o olhar passando a fitar a chuva que caia do lado de fora enquanto apreciava o carinho que feito pelo grego nos cabelos úmidos. Sentiu uma das mãos de Sisyphos virarem seu rosto para olhá-lo nos olhos, ou pelo menos era isso que havia pensado, sentiu apenas seu rosto ser virado rapidamente e os lábios quentes e doces do sagitariano pousarem sobre os seus, sem hesitar o mais novo pediu passagem com a língua e fora atendido, o contato só foi quebrado por causa da falta de ar que começou a incomodar. A chuva havia cessado, o sagitariano se levantou indo até o quarto do mais novo, voltou alguns segundos depois com algumas de suas roupas em mãos.

– Já estou indo, se quiser ir comigo amanhã basta descer até minha casa e me esperar.

O grego depositou um beijo nos cabelos negros e ainda úmidos e saiu em direção a sua casa, deixou as roupas que carregava para que as servas lavassem e desceu até a casa de Áries, quando voltou ao quarto de El Cid aproveitou e pegou o cordão que a muito tempo pediram para ser feito e juntamente ao seu os levou até a primeira casa.

– Shion, preciso de um favor seu! – Gritou assim que chegou para que o tibetano o ouvisse.

– Espero que seja realmente importante eu estava ocupado. – O lemuriano saiu do quarto com os cabelos desgrenhados e algumas marcas arroxeadas no pescoço, logo atrás do ariano apareceu Dhoko, que também se encontrava no mesmo estado de Shion.

–Peço desculpas por incomodá-los. – O grego proferiu. – Mas, eu gostaria que Shion reparasse isso para mim. – O sagitariano mostrou os cordões já um pouco alterados pelo tempo. – Se possível para amanhã de manhã.

­– Não se preocupe Sisyphos, se esperar um pouco posso repará-los agora mesmo. – Disse o ariano tomando as joias da mão do mais velho. – Estão um pouco deteriorados pelo tempo, mas será fácil concertar. Espere aqui eu já volto.

O tibetano saiu com as joias em mãos deixando Sisyphos com Dhoko que o encarava com um olhar de poucos amigos, com certeza por ter atrapalhado sua diversão com sua ovelhinha, como o próprio chinês apelidou Shion. Depois de um curto período de tempo o lemuriano voltou com os cordões restaurados, estavam novos em folha.

– Obrigado Shion e mais uma vez peço desculpas por atrapalhar vocês.

Assim que o grego foi embora Dhoko aproximou-se de Shion sorrindo maliciosamente, depois da interrupção de sagitário a fome do tigre aumentou.

– Onde foi que paramos mesmo? –Sussurrou o libriano.

– Acho que na parte em que você me faria seu. – O loiro apoiou os braços sobre os ombros do chinês o beijando.

Enquanto as coisas pegavam fogo na primeira casa, em sagitário Sisyphos foi dormir com os lábios curvados em um sorriso, aqueles cordões que antes significavam a amizade que tinha com El Cid agora simbolizariam o amor que ambos cultivavam dia após dia um pelo outro.


Notas Finais


E então? O que acharam? Deixem as opiniões e críticas aí embaixo nos comentários.
Me motiva bastante.
Bjs e até o próximo capítulo.


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