História One Love And Four Boys - Capítulo 8


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Jaemin, Lucas, Personagens Originais, RenJun
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Palavras 2.324
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ah fic voltou aaaaamén

Capítulo 8 - Promete? Prometo


Fanfic / Fanfiction One Love And Four Boys - Capítulo 8 - Promete? Prometo


JaeMin

Após o término das aulas, JaeMin seguia suspirando. Estava piorando. Sua mente cada vez o prendia mais. Antes que venha a imaginar coisas, seu problema resumia-se em apenas uma palavra: depressão;
O garoto entrara nesse problema ano passado. Na real, ele precisava de ajuda e de um longo e intenso desabafo. Todavia, não existia a pessoa para conversar. Para poupar também explicações e preocupações, sorria. Sorria, brincava, zombava, atuava estar e ser feliz. Ah, ele era um ótimo ator. A única pessoa que chegou a se questionar sobre os sentimentos de Jae, foi uma professora. A bela senhora O'brien. A Marylin O'brien. Simplesmente a melhor pessoa que já aconteceu na vida de JaeMin. Bem, resumindo eles namoraram. Entretanto, não foi lá aquele romance lindo e fofo que encontramos nas fanfics. Ela era uma professora de 35 anos de idade, que tinha duas filhas. Ambas amigas de JaeMin. Com a desculpa de ajudar as pequenas, já que sua mãe era muito ocupada, ele visitava a casa de Marylin. Onde, de fato ajudava a caçula em atividades bobas de Geometria. Todavia, logo conseguia ficar a sós com O’brien. O que fazia todos os minutos valerem a pena. De verdade, era um sentimento enorme. A moça, o amava e se preocupava com o bem estar do mesmo, e JaeMin o mesmo, mesmo que fosse 18 anos mais novo que ela.
Bem, eles chegaram a ter momentos íntimos. O qual, JaeMin perdera a virgindade. Gostava daquela frase “Eu perdi a virgindade com uma mulher de 35 anos, que era minha professora”.
Eles foram felizes, isso é fato. Mas, como nem tudo é perfeito, tudo foi descoberto. “Tudo culpa do maldito beijo visto em plena biblioteca da escola”. Na frente dos alunos, eles só eram amigos, nada a mais. Ela a tratava como aluno e ele como professora. Todavia, naquela manhã de outubro, ele estava feliz. Estava estupidamente feliz. Segundo ele, estava conseguindo se reerguer da doença. Isso tudo graças a Marylin. Com isso, chegou naquele dia desesperadamente para falar com ela e a agradecer. Tudo saíria bem. Porém, não chegou nem perto disso.

•Flashback•

-Professora! Professora! - gritava sorrindo, empurrando a todos para conseguir chegar logo a biblioteca.

-Olha por onde anda JaeMin! - retrucava Lucas.

-Foi mal! E ah, cê tá bonito hoje! Novo corte? - dizia ainda bobo.

E seguiu mais rápido. Chegando a porta da sala, respirou fundo e tentou conter as emoções. Adentrou com calma. Estava deserto.
Seus olhos rodavam o local, indo parar logo no penúltimo computador, onde sempre Marylin se encontrava. E ela estava lá.

-Bom dia, professora… - dizia ele, ainda eufórico. - Posso falar com a senhora?

-Ah, bom dia JaeMin. Claro, em que posso ajudar?

-Tem como a gente tentar conversar a sós?

-Aqui não dá. Você sabe disso.

-Certo. Então, é só para te dizer um obrigado. Só para mostrar o quão grato eu sou pela senhora. Você esteve aqui comigo quando mais precisei, sabe a luz no final do túnel? Pois bem, esse papel a senhora que o ocupou. Me ajudou a me levantar, e o melhor, você fez tudo isso sem nem sequer eu lhe dizer nada. Pessoas perfeitas existem, você é um exemplo disso. - o garoto olhou para os lado, averiguando se via alguém. Por sorte, nada. - Te amo tá? - após isso, a beijou.

A mestra sem reação, nada fez, apenas retribuiu ao beijo.

Entretanto, aquela cena estava bonita demais para ser verdade.

-Aish, finalmente te achei! - dizia RenJun, adentrando a biblioteca, ficando perplexo com o que viu.

Ali estava sua professora de Literatura, beijando seu irmão caçula.

Ao ouvirem a voz, pararam imediatamente e encararam RenJun.

-O que isso significa?! - gritou bravo RenJun. - Que espécie de palhaçada é essa? Ein JaeMin?!

-Quem você pensa que é para me tratar dessa forma? - retrucou JaeMin.

Em seguida, o garoto pediu para que sua namorada saísse dali. Não queria que RenJun fosse grosso com ela. Assim fez.

-Agora que ela saiu, vamos conversar está me ouvindo? - o mais velho se aproximou do caçula, o puxando como se fosse seu filho.

-Pode parar por aí! Eu não devo nada de explicações!

-Cara, você e a senhora O’brien estão juntos?

-Sim, e daí? Eu tô cansado de você e suas intervenções na MINHA vida!!! - afirmou Jae.

-Jae, ela é a sua professora!!

-E daí? Não vai mudar nada.

-Cara, se te pegarem ela vai ser demitida e sei lá, você pode pegar uma bela de uma suspensão!

-Você fala como se importasse… - encarou RenJun.

-O que quer dizer?

-Que você não está nem aí pra mim! Só se preocupa com o seu bem estar!

-Por que eu vou me preocupar se sempre você está bem?

-Olha, aprende, estar com um sorriso no rosto não significa necessariamente que você está ou é feliz. Quantas vezes eu sorria, enquanto o meu interior gritava silenciosamente por socorro? E ah, você nunca percebeu isso, porque por mais que você seja a porra do meu irmão, e tenha literalmente me visto crescer você não está nem aí! Você nunca chegou e perguntou “Ah, você tá bem?, Como foi seu dia?” Nunca. Porque você não se importa! Simples assim! - posouposouposouposouposouposouposouposoupos para respirar - Se acontecer algo com a Mary, você vai se ver comigo! - seu olhar mortal fuzilou o mais velho e saiu batendo de propósito em seu ombro.

RenJun nunca havia visto Jae assim. Nunca com aquela expressão de valentão. Nunca nem sequer imaginou que aquele lado dele existia.

Foi aí que se tocou. Seu irmão mais novo estava certo. Ele não se importava com o bem estar de JaeMin. Refletiu nisso durante dias, mas, no final não mudou em nada.

Alguns dias após o flagra, RenJun disse para os responsáveis e etc. Marylin foi demitida. E JaeMin conseguiu uma suspensão com poucos dias, e um castigo enorme vindo de sua mãe. A melhor parte, é que isso era o de menos. Não se importava se teria que viver o resto da sua vida preso em seu quarto sem celular, ele só se preocupava com O’brien. Como sustentaria as duas crianças? Que ligeiramente não tinham nada a ver com o relacionamento de JaeMin e Mary. Era injusto. Como tudo que acontecia com Jae… tudo se tornava injusto.

-Como você pôde? - falou JaeMin, assim que esbarrou RenJun na escola.

-Eu te fiz um favor tá bom? - retrucou RenJun.

Quando essa frase foi entendida por Jae, RenJun apanhou. Digamos, eles brigarem no gramado da escola. Foi uma briga séria, tanto pela agressividade, tanto como pelo fato deles serem irmãos e morarem juntos.

No final, os dois conseguiram suspensões. Segundo Jae, essa é a segunda melhor parte da história.

Você deve estar se perguntando, e a melhor parte?

A melhor parte, foi aquela em que em meio a discussão, JaeMin segurou RenJun pelo casaco e disse com todo ódio que conseguiu juntar:

-A partir de hoje, você não é mais meu irmão. Não te considero nem mais como colega de classe. Tenho vergonha de assumir isso, você RenJun é uma maldição que caiu na minha vida. Além de ser um completo imbecil, ainda consegue estragar tudo ao meu redor. Desde brincadeiras bobas, até amores reais. Eu te odeio. E dessa vez é sério. - em seguida, largou o mesmo no chão. E saiu.

As palavras de JaeMin foram fortes - até demais - para RenJun.

(...)

Dias haviam se passado. E eles não se falavam mais, só quando estavam frentes a colegas da escola. E olhe lá.
Era estranho.


•Flashback•

Após finalmente conseguir chegar a porta de sua casa, respirou fundo e voltou a atuar o JaeMin feliz.

-Chegueeeei família!! - adentrou dando de cara com sua mãe.

-Por que atrasou? - questionou a mais velha.

-Ele sempre atrasa. - disse RenJun.

-Tá de mau humor RenJun? - Jae questionou. - E ah, omma, eu acabei me distraindo. Foi mal.

O mais se aproximou de RenJun.

-Me dá um pouquinho disso? - se referiu a comida que RenJun comia. Mesmo sem o consentimento do mais velho, ele tomou uma colherada. - Nossa, esse bagulho tá muito bom! - disse com a boca cheia, se dirigindo até a gelatina.

-Tchau bebês, depois eu volto! - disse a mãe deles, se despedindo e saindo.

-Olha, eu tenho uma notícia pra te dar! - Jae disse, voltando ao balcão com um suco.

-Que é? - murmurou RenJun.

-Como você consegue ser tão chato? - Jae tomou um gole do suco. - Bem, sabe aquela menina que você anda atrás?

-Não me lembro disso.

-Aquela, a Sophie.

-Sim, o que tem ela?

-Eu a convidei pra sair! - RenJun parou.

-Cê tá afim dela?

-Ainda não. Mas, sei que logo logo estarei. Eu me apego fácil as pessoas.
-Por que você gosta de me roubar coisas?

-Porque você sempre faz isso comigo! E desta vez não estou falando só do videogame! - respondeu Jae. - Eu quero ver se você aprende. E ah, cê tá afim mesmo dela?

-Não sei seu desgraçado!

-Aish, que mau humor!

-Quando você morrer- foi interrompido:

-Você é mais velho, vai morrer primeiro! - roubou mais comida do irmão.

-Foda-se, quando você morrer, eu mesmo vou escrever na sua lápide “IRMÃO QUE SÓ ME ROUBAVA GAROTAS! QUE DESCANSE EM PAZ - FINALMENTE -, ASS.: RENJUN”

-Me sentirei honrado JunJun! - debochou.

-Cê vai queimar no Inferno, pô!

-Te fazer companhia lá? Não, muito obrigado.

Sophie

Em casa, a garota quebrava a cabeça com os exercícios de linguagem.

-Phie? - bateu a porta, sua mãe.

Ah, hoje ela tinha escapado do trabalho. De alguma maneira que Sophie não fazia a mínima ideia.

-Posso entrar?

-Claro… - respondeu a menina. A mais velha entrou.

Com ela dentro, a morena lembrou do convite de JaeMin. Com isso, seria uma ótima hora de pedir a ela.

-Oi, bebê! A gente pode conversar? - Mellyssa se sentou a cama da filha.

-A-ham… - Phie arrumou de leve os livros.

-Como tá indo a escola? - perguntou aleatoriamente. -Ah, não poupe detalhes ein Phie!

-Como assim? O que a senhora quer saber?

-Ah, tudo! Mínimos detalhes! Sabe que pode me contar né?

-Sei...faço isso desde os meus 10 anos…

-Poisé, é muito bom ficar ligadinha nas suas paqueras! - sorriu a mais velha.

-Manhê!!!! - resmungou ela, brincando.
-Enfim, pára de enrolar! E pode começar a me dizer!

-O que a senhora quer saber especificamente?

-Okay, como anda sua vida? - disse ela, em uma maneira inútil de puxar assunto.

-Tá normal.

-Certo, isso não adiantou… okay, como foi seu dia?

-Normal.

-COM DETALHES SOPHIE!

-Certo então… eu, fui a escola, lá tive aulas. Fim.

-Por favor bebê!! Eu sei que tem mais que isso! - disse a mãe, literalmente implorando a atenção da filha.

-Okay… bem, na primeira aula eu falei com uma menina. E foi bem legal. Daí, eu saí e esbarrei com a MinHyung, sabe mãe… ela é tão linda… eu tava pensando comigo mesma, e deve ser por isso que ela e o Lucas formam um casal e tanto…

-Quem é Lucas?

-Um garoto lindíssimo que me ajudou no primeiro dia.

-Aí! Você “voltou”! - alegrou-se a mais velha - Me conta mais sobre ele…

-Ele namora a Min, e esqueceu da minha existência.

-Como assim?

-A gente tinha combinado de irmos a um local lá. Daí eu fui, só que ele não apareceu. Mas foi até legal, um estranho me motivou.

-Pera, o que vocês iam fazer nesse “lugar”?

-Nossa, senhora Mellyssa que pensamentos são esses? - brincou Sophie - Acho que a falta de sexo está lhe afetando!

-Sophie! Que isso menina! - tornou a brincar.

Desde o início da puberdade, elas debatem sobre os temas mais tabus, como sexo.

-Sei lá Phie, deve ser mesmo. Estou sem contato com seu pai, desde a visita daquele seu amigo, que eu não se é mesmo seu amigo. Ah, antes que você pense besteira, não é contato tendo como referência uma transa, contato aqui refere-se a tudo, desde sexo até a uma palavra boba. - continuou a mãe.

-Ah… desculpa, eu não sabia que o RenJun vinha… foi mal mesmo, mãe.

-Tudo bem, logo logo tudo se resolve. Vem cá, esse serzinho que veio aqui… vocês se beijaram?

-Não! É sério, você precisa urgentemente falar com o papai!

-Aish, Sophie! Você é muito lerda! - revelou a mãe. Brincando e batendo na cama da mais nova. - É sério, se fosse eu, eu já tinha pego esse guri!

-Manhê!! Que errado!

-Mas é sério. Quando eu estudava eu não era nenhuma santa! Com a sua idade, nem virgindade eu tinha mais! E você nem beijar beijou! O que eu fiz pra ter uma filha tão lerda? - olhou para o teto, zombando de Phie.

-Aish, que drama mãe! Relaxa.

-O que quer dizer esse “relaxa”?

-Nem eu sei…

-Bem, esse RenJun que veio aqui… alguém tá afim de alguém?

-Não sei…

-Aí complica não é meu amor! - Mellyssa, olhou para o lado, indo ao encontro de uma fotografia da família Teixeira. - Você era tão pequena… e do nada, cresceu… o tempo realmente não pára…

-Oi?

-Posso te pedir uma coisa?

-Posso te pedir uma coisa? - repetiu Sophie, ao se lembrar do convite de JaeMin.

-Depende do que for.

-Então, depende do que for. - mais uma vez, Sophie repetiu.

-Ah, não venha com essa não bebê! Eu sou a mais velha aqui, eu que mando na senhorita! - disse Mel, e Phie sorriu.

-Tá bem… o que a senhora quer que eu faça?

-Sabe quando eu era mais nova? - Sophie consentiu - Eu não tinha nenhum contato com meus pais. Não porque eles trabalhavam, e sim porque eles simplesmente não se interessavam para isso. Não tinha o “jeito”. Sendo que conversar com suas crias, não é necessário nascer com o jeito de uma psicóloga! Mas, enfim, o que eu dizer é que, eu quero que você colabore comigo sabe? Que alguma notícia, tanto boas como ruins você venha a mim, pode esquecer seu pai por um momento okay?

Continua.....



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