História One More Chance - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Michael Jackson
Visualizações 30
Palavras 2.863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, gente, esse é o penúltimo capítulo da fic.
Boa leitura!

Capítulo 12 - O Preço da Fama


Fanfic / Fanfiction One More Chance - Capítulo 12 - O Preço da Fama

06h, nem mais nem menos, lá estavam eles no rancho abandonado, ao lado do carro dela. Lynn escorava-se no peito de Michael, que segurava a maleta com o dinheiro. Ele realmente levava a quantia certa, caso algo desse errado, e por sua determinação ela sabia que era capaz mesmo de dar tal dinheiro para recuperar sua filha.

O rangido do motor de um carro fez seus corações se acelerarem, então dispararam os olhos na direção do conversível descapotável que vinha pela terra deserta, totalmente dominados pelo medo e ansiedade.

Meu Deus, por favor, me permita recuperar minha filha sã e salva. Orou Lynn em seu coração, virando-se sem sair de perto de Michael, e como ele vendo o carro estacionar a distância, a frente deles.

Logo deles descerem dois sujeito, e... Ava. Seus corações saltitaram de pânico, numa adrenalina mortal. Um deles segurava o braço da menina, que rapidamente gritou “mamã!”, e o outro levantou um revolver, e começou a se aproximar deles.

— Cadê a grana? — veio perguntando, e Michael prontamente estendeu a maleta.

— Coloque no chão e passa para cá. — ordenou.

Ter uma arma apontada para si era uma experiência traumática que Lynn nunca pensou passar, e naquele momento ela estava entorpecida de tanto pánico, um misto letal de emoções negativas.

Olhou Michael pousar a maleta no chão e empurrá-la com o pé, então o bandido apanhar, sem baixar a arma, e abrir. Um sorriso sádico enchendo seu rosto feio ao olhar para o dinheiro.

— Está tudo aí? — perguntou atrás dele o que estava com Ava.

— Está, 30 milhões de dólares. — disse Michael, e os dois sorriram — Agora, vocês podem soltar a menina?

A mão do rufia largou a menina, e logo Ava desatou a correr em choro, ao que Lynn não se segurou em correr para encontrá-la também, caindo de joelhos na areia quando se abraçaram.

— Vamos dar no fora, mané. — gritou o bandido na porta do carro para o que recuava ainda apontando-os a arma, como defesa de qualquer coisa.

Mas de repente um caiu no chão, depois o outro com a mala, uma equipe de polícias saindo das dunas, visto que não haviam árvores ali perto.

— Caralho... — ouviu-se o grito de um deles, e logo estavam sendo algemados.

— Os senhores estão presos por sequestro.

— O quê? Eu sou inocente, ele me obrigou a fazer isso para arrancarmos uma grana do Michael Jackson. — disse o magrinho, zonzo pelos dardos tranquilizantes com que tinham levado.

— Seu mentiroso do caralho, foda-se. Você topou numa boa! — esbravejou o gordo. Gritando quando o levantaram algemado.

— Permanençam em silêncio. Qualquer coisa que disserem pode ser usada contra vocês, apesar de que eu duvido que o juiz sequer lhes conceda um julgamento, isso é um flagrante. — disse Anton Miller, e fez sinal para os polícias os levarem, enquanto três carros policiais chegavam.

— Tem alguma coisa doendo? Eles machucaram você? Oh Deus, eu quase morri de preocupação. — Lynn falava mal respirando, enquanto apertava a filha em seu abraço, chorando tanto quanto ela.

A dor que sentia, do pânico ainda não superado, era excessiva. Sentia que metade dela tinha realmente morrido no meio daquela situação.

— Princesinha, como você está?

Ela levantou os olhos, para ver Michael perguntar à sua filha, mas Ava só chorava, e se levantou mantendo-a nos braços enquanto uma revolta se construía dentro dela.

— Como pensa que ela está? — gritou com os olhos estavam vermelhos e inchados de tanto choro — Ela foi sequestrada, esse episódio foi traumatizante... — balançou a cabeça, enquanto as lagrimas intermináveis desciam por seu rosto.

— Por que está agindo assim? Por que está me odiando? — perguntou Michael boquiaberto, confuso e magoado.

— Por que nenhuma mãe merece passar por isso. Essa agonia, essa aflição... — suas lágrimas não terminavam, a garganta estava irritada e ela estava rouca — E nada compensa esse tipo de dor.

— Está me jogando a culpa por tudo? Sabe que eu sofri tanto quanto você por este episódio. — ele  disse dando um passo, mas ela recuou com a filha, como se ele fosse algum tipo de perigo, balançando a cabeça freneticamente.

— Isso é consequência de toda essa exposição. Nas malditas revistas, e nos malditos tabloides...

— E onde isso é minha culpa? Está sendo injusta comigo, Lynn.

— Sim, chama-me o que quiser. Só fique, por favor, longe de nós. — disse apontando-o um dedo, e Michael ficou paralizado vendo-a levar a filha para o carro.

O detetive e policiais se aproximavam dele, mas quis seguir atrás, foi quando ela fez o que não esperava. Arrancou o carro e deu partida, saindo de lá.

— Lynn? — gritou correndo atrás, mas logo parou.

— Sr. Jackson, deixe-a estar um pouco. — aconselhou Anton quando o alcançou — Qualquer mãe no lugar dela enlouqueceria.

— Mas eu não tenho culpa. — ele lagrimou, sentindo-se injustiçado.

— Eu sei, mas aconselho que de agora em diante redobre a segurança, sua e de ambas.

— Isso se ela não me chutar para fora de sua vida. — disse com medo, só de pensar na ideia.

— Acredito que a Senhorita Golightly esteja apenas perturbada, deixe-a se acalmar, e depois vocês conversam melhor.

Michael assentiu, e passou a mão nas lágrimas.

— E sobre os sequestradores?

— Acredito que eles não ganhem nem o direito a julgamento, vão mamar uns bons anos de cadeia.

— Sim, eles realmente merecem. Muito obrigado por tudo, Sr. Miller. — deu-lhe a mão, e o detetive apertou.

— Não tem de quê, Sr. Jackson. Sempre ao dispôr. Fico aliviado que tenha acabado tudo bem.

Michael assentiu, mas voltou o olhar lacrimoso para o vazio. Que situação! A dor em seu coração era insuportável. Lynn lhe culpava pelo sucedido, e embora ele soubesse que não era culpa sua, sentia-se tão mal como se fosse. Era a sua fama, um preço que tinha a pagar.

 

Michael Jackson – Price of fame

Minha alegria se transformou em dor

Meu pai sempre me disse

“Você não vai ter uma vida tranquila se você alcançar fama e fortuna”.

Eu caí na pressão, estou vivendo apenas por viver

Estou caindo em minha dor

É o preço da fama, você paga o preço da fama

 

****

 

Era de manhã cedo. Não sabia ao certo que horas eram, mas passara a noite tendo pesadelos, então não aguentou esperar mais para vê-las. Esperava que o tempo dado era suficiente, por que precisava que Lynn lhe abraçasse agora.

Sonhara com a arma apontada na sua cabeça, choros de Ava e Lynn, sua infância conturbada. Seu pai batendo-o.

Estava totalmente transtornado quando chegou em sua casa, no Vale de “Marywood-Palm”, estacionando no portão quando viu o guarda que saía e parecia estar a trancá-lo.

Desceu do carro e se aproximou dele, que logo o avistou e admirou.

— Sr. Jackson!

— Bom dia, Sr. Gamble. Lynn está?

— Não, Senhor. — pareceu um pouco pensativo, antes de continuar —A Srta. Lynn mudou-se.

— Mudou-se?

— Sim, essa madrugada... para Massachusetts.

— O quê? — sentiu seu mundo desmoronar com apenas aquela frase, seus olhos instantaneamente criando lágrimas. Por fim, ela tinha ido? Como podia? Não, sua Lynn não podia ter feito aquilo com ele.

— Você tem certeza? — perguntou ao guarda, que na sua expressão parecia apiedado.

— Sim, Sr. Ela não lhe avisou?

— Não, quer dizer... ela não poderia ter ido. Eu... — ele lutou contra as lágrimas e tentou se concentrar — Os últimos eventos foram muito alvoroçados, mas ela não poderia ter tomado uma atitude tão radical.

— Desculpe-me perguntar, que eventos, Sr?

Viu-o confuso, e percebeu que então não tinha sabido. Ciente de que era melhor, pois não deveriam espalhar o acontecimento, de jeito nenhum poderia ir parar à mídia, balançou a cabeça.

— Tivemos um desentendimento.

— Ah, sim. A Srta. Lynn parecia muito mal quando partiram. Disse-me para tratar de algumas coisas e depois fechar a casa, então fi-lo e estou a sair.

— Está bem, obrigado. Adeus!

— Adeus, Sr. Jackson.

Michael subiu no carro e com as mãos trêmulas apalpou em busca do celular, até que o encontrou. A foto dele, Lynn e Ava sorrindo, no fundo, apertou mais seu coração, então bateu no registro de chamadas e colocou a chamar o terminal de seu porta-voz.

— Alô, Mike. — a voz de John saiu cansada e rouca, deveria estar dormindo, afinal era seu dia de folga. Mas como sempre, nunca passava um dia de folga totalmente, Michael sempre precisava dele em algum momento, e depois de dispunha a pagar-lhe extra.

Ele desconfiava que quando deixasse de trabalhar para Michael iria cair de coma.

— Branca, eu preciso de você. Sei que é sua folga, mas eu preciso de você. — sua voz estava completamente chorosa.

— O que se passa, Mike?

— Lynn... Lynn foi embora.

— Embora? Como assim embora? Embora para onde?

— Há um tempo ela me informou que recebeu uma proposta de emprego no hospital Central de Massachusetts, parece que ela decidiu aceitar agora.

— Massachusetts? — o agente tossiu e voltou a falar — Onde você está?

— Eu estou em frente a casa dela, o guarda que acabou de me informar.

— Você sabe que são seis da manhã, certo?

— Sim, eu devo ter saído de casa as cinco, eu tive pesadelos horríveis. Branca, me ajude. Precisa localizá-la, nem que tiver que revirar Massachusetts do avesso. Eu prometo que recompenso você.

— Não precisa, Mike. Me dê só um instante, eu vou fazer uns contactos. Vá para casa, e tente se acalmar.

— Está bem, obrigado. — desligou a ligação e deixou as lagrimas caírem dos olhos. Raios, aquilo doía. Ela prometera nunca abandoná-lo, não importavam as circunstâncias, ela prometera que o seguraria para sempre.

Não posso acreditar que ela apenas foi embora.

 

****

 

Impulsiva. Aquele sempre fora seu maior defeito. Sabia-o, e ainda assim lhe tinha dado arrego. Agora estava ali, na sala de espera do Hospital Central de “Massachussetts”, para assinar o contrato de trabalho e marcar um Check Up para Ava, que tinha a cabeça em seu colo.

— Mamã, quando... quando a gente volta... para casa? — perguntou esta, murcha, encarando-a com o rosto pálido.

— Sair daqui nós voltaremos para o hotel, que por enquanto será a nossa casa.

A menina olhou-a com dúvida, mas não falou mais nada. Estava murcha, mal disposta e febril. Como Lynn sentiu quando lhe tocou a testa e beijou seu cabelo.

Ela se identificou e assinou o contrato de trabalho, embora hesitante.  E felizmente, conseguiu o Check Up para o mesmo dia, e foi detetado que Ava estava com uma ligeira malária. Receitaram-lhe os medicamentos, e após comprá-los na farmácia local voltaram para o hotel.

Sentia como se elas fossem fugitivas, enquanto preparava algo para comerem antes de lhe dar os medicamentos, e de certo modo eram.

— Eu não... não quero comer. — disse a menina, sentada no alto banco, com a cabeça sobre o balcão, e os olhos lacrimosos pela febre.

— Oh, meu amor, mas precisa comer. — se aproximou dela, tocando sua testa e comprovando que a aspirina tinha baixado um pouco a febre.

— Eu quero... quero o Sr. Jackson. Cadê ele?

O coração dela se apertou e respirou fundo.

— O Sr. Jackson não pode estar aqui, meu anjo.

— Então... então por que a gente está? Eu não... não quero para a gente ficar longe... do Sr. Jackson. E não... não quero viver... nessa casa.

— É necessário. — sentiu as lágrimas nos seus próprios olhos, e mordeu o lábio para travá-las, conforme acariciava seu cabelo liso, antes de continuar — A gente precisa ficar longe dos caras maus, aqueles que levaram você.

— Mas... e o Sr. Jackson? Também não tem... que ficar longe... deles?

— Um dia você vai compreender tudo isso. Por agora, eu sinto muito, meu anjo. — abraçou-a colocando-a em seu colo e começou a chorar —  Meu Deus, não sei o que seria de mim se te acontecesse alguma coisa. Não posso expô-la de novo.

 

****

 

— Caro, você precisa se acalmar. — disse Ne-Yo, preocupado com o amigo que estava de um lado para o outro, desesperado.

— Como eu posso me acalmar? — Michael parou olhando-o com lágrimas — Eu não posso apenas encaixar que ela foi embora. Isso está doendo, eu não pensei que ela fosse capaz de me abandonar desse jeito.

— Ela está magoada, sua atitude é totalmente justificável. — elucidou John, que regressava de falar ao telefone.

— Não, não. Estamos os dois magoados. — Michael sentia-se incompreendido — Tudo o que eu fiz foi amá-la, ela não pode me culpar por minha fama. Isso foi tão difícil para ela quanto para mim, não pode ter apenas saído da minha vida, e levado Ava, a minha princesa... – se sentou lagrimando a olhar para o chão com a mão na têmpora.

— Ela vai voltar logo, caro. Pode ter a certeza — Ne-yo tocou-o no ombro, dando-o força.

— E se não voltar? – olhou-o arrazado, antes de levantar a cabeça para John – Aliás, você não deveria estar revirando “Massachusetts” para mim em sua procura?

— Eu fiz meus contactos. Se, como você disse, ela vai trabalhar no “Hospital Central”, devo conseguir seu registro completo logo.

— Então providencie o meu jacto privado, quero partir o quanto antes. — disse se levantando e foi subindo as escadas.

— Que coisa! — Ne-Yo folgou-se no cadeirão com as mãos na nuca, onde tinha um chapéu posto.

— É. Mas eu acredito que Lynn vai voltar, ela é louca pelo Michael. — disse John, esperançoso.

— A única coisa que eu sei é que isso tudo aumenta minha fobia de relacionamentos, amar, essas coisas todas. Todo esse drama, não é para mim.

John riu de sua observação, antes de responder:

— Um dia será.

 

****

 

Lynn encontrava-se a desfazer as malas, ou pelo menos tentando, mas os pensamentos tomavam conta de si e a faziam prisioneira de uma angustia enorme.

Num impulso, pegara as primeiras roupas que vira, jogara na mala e partira no primeiro voo com Ava. Olhou para Ava que dormia ali na cama, ela a amava com todo o coração e seu instinto protetor reagira daquele jeito diante do perigo.

Como psicóloga, ela sabia que estava total e redondamente errada e precipitada, mas como mulher, e como mãe, ela se via fazer o mais certo.  Ficar longe de Michael, de sua fama, da exposição da mídia, parecia completamente correcto.

Mas e seus sentimentos? Cobrou-lhe o coração, com uma pontada. Ela o amava, e de alguma forma, agora que analisava bem a situação, sua partida não parecia justa, nem coerente.

Você é uma idiota total. Acusou-a a consciência, e se deixou cair na cama, enquanto as lágrimas derrapavam sobre seu nariz. Ela o amava tanto, precisava tanto dele, como homem, companheiro, amigo, e como o pai que sua filha nunca tivera.

Ele era seu abrigo, e agora se sentia sem chão e sem teto. Outrora tão determinada, agora não sabia se poderia sobreviver a sua própria decisão.

Seu telefone tocou, e pegando-o viu que era o irmão a ligar.

— Alô, Judy. — logo respondeu.

— Alô, mana. Então, como está? Ava, está mais calma?

Ela se lembrou da conversa com ele do dia anterior após voltar para casa com Ava que estava incoerente de tanto choro e tanto grito de que iria se afastar de Michael, e do conselho do irmão para que descansasse.

Bem, na verdade eu fiz a loucura de me mudar para o outro lado do globo. Respondeu mentalmente.

— Sim, está a dormir nesse momento.

— Que bom! E você? Parece mais calma. Olha, amanhã eu estarei ali, falei com Peter Jackson e ele me liberou para visitá-las por um dia.

— A... — ela não sabia como dizer — Olha, nós não estamos em casa. Nós estamos... em Massachusetts. Com tudo isso, eu decidi aceitar a proposta de emprego no Hospital Central.

— O quê? — o grito de Judy foi sonoro, ele estava perplexo e desacreditado — Por quê tudo isso, Lynn?

— Por que... — precisou respirar antes de poder continuar — Não podemos mais ficar perto de Michael, não posso correr o risco disso acontecer à Ava de novo, eu não vou suportar isso de novo, nós estamos em perigo perto dele.

— Lynn... — Judy parecia não saber o que falar — Mas... Mana, tomar uma atitude dessas, tão radical, não soluciona nada. Ali vocês estão mais vulneráveis a qualquer coisa dessas, afinal o mundo inteiro conhece a vossa face da mídia, e a fama do Michael é mundial. O que está fazendo, não é certo, e nem seguro. O que você e Ava precisam é ficar perto dele, e redobrar a segurança.

Lynn ouviu-o atenta, seu coração errando cada batida a cada palavra que ele falava. Ela não pensara naquele sentido, e agora sentia-se assustada. A possibilidade delas estarem vulneráveis, Ava estar vulnerável, destruiu o resto de determinação que lhe restava.

— Mas... — tentou, entretanto, argumentar — Eu acho que é melhor assim...

— Melhor para quem?

— Para Ava, eu não posso expô-la mais, nem me expôr.

— E Michael? — o silêncio dela veio em resposta, ao que prosseguiu — Por que eu sei que você ama aquele homem, e do jeito que ele também te ama ele deve estar de rastos. E eu não vou apoiar que você fique aí se castigando a estar longe dele, apenas por que acha que faz o mais certo.

— É, eu o amo. — sua voz embargou, estava lutando com as lágrimas.

— Então volte. Estar aí distante não é melhor para ninguém. E lembrando que transferir Ava a essa altura estará prejudicando-a.

— Ava está doente.

— Mais um motivo para você voltar. — Judy suspirou, antes de concluir — Então faça um favor a si mesma, faça as malas e volte para casa o mais rápido possível.

 

 

 


Notas Finais


Então, mereço reviews?
Espero que sim, por que estou ansiosa para saber o que vocês acharam do cap.
Mil beijos e abraços quantinhos, até o próximo cap...


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