História One More Chance - Capítulo 19


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais
Tags A Seleção, América, Kierakass, Maxerica, Maxon, Schreave, Singer
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Palavras 3.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 19 - Sam.


Fanfic / Fanfiction One More Chance - Capítulo 19 - Sam.


Vesti um short jeans claro e curto, coloquei uma blusa de alcinha, colada e rosa, e calcei meu all star. Deixei meu cabelo ainda mais liso com a chapinha de Celeste e passei bastante rímel.
Era sábado e eu não ía passar a tarde toda no salão. 
Tinha pedido demissão, eu não precisava daquilo. 
Fui andando até o centro da cidade, passei pela praia, comprei uma água de coco, recebi muitos elogios pela rua e finalmente, depois de quase derreter naquele calor, cheguei ao estúdio de tatuagem. 
Tinha sinuca, um bar, video game e muitos caras tatuados e mulheres tatuadas. Fui até o balcão, tocava led zeppelin e a atendente loira e cheia de pircings sorriu pra mim.
- A barbie ruiva veio se rabiscar? - perguntou brincando.
- A barbie ruiva adora rabiscos - respondi - Quero furar o umbigo e fazer uma tatuagem.
- Já sabe o que vai fazer? 
- Não - sorri de volta.
- Escolha então, vai demorar a ser atendida. O pircing com o furo fica 40 dólares, barbie ruiva, vai querer fazer agora? 
- Não - peguei as pastas com desenhos desponíveis em cima do balcão e fui me sentar no sofá vermelho de veludo, ao lado do homem bombado que tomava uma cerveja.
Comecei a folhear as imagens enquanto pensava onde eu queria fazer o que.
Hoje, eu havia simplesmente acordado e pensado: vou fazer uma tatuagem!
Eu não gastava o dinheiro que ganhava, raramente era com uma roupa ou com alguns produtos de higiene pessoal e contas da casa, e mesmo que não ganhasse rios de dinheiro, ele rendia muito. 
Antigamente eu era uma máquina de torrar dinheiro, o principal ensinamento da mamãe e do papai foi: seja consumista, seja capitalista! 
Eu seguia à risca. 
Mas hoje foi um dia diferente, eu estava disposta a gastar, pensava em comer no restaurante mais chique que tinha ali e talvez ir ao shopping comprar sapatos ou talvez ir ao spar e ter um dia de rainha! 
Tem um mês que estou assim, perdida nas ideias mas certa do que quero fazer: viver. 
Decidir fazer uma flor de lótus que cobria praticamente todo o meu ombro esquerdo. Fui até o caixa, paguei 145 dólares e decidi furar logo o meu umbigo. A loira me mandou subir as escadas preta em aspiral e fui até o segundo andar do estúdio, onde estavam dispostas várias divisões em vidro, impedindo a vista de quem estava de fora.
Fui até a cabine 5 ouvindo conversas, risadas, gemidos baixos e agulhas trabalhando. 
Dei dois toques na parede de vidro e o homem de cabelo preto, que estava distraído limpando seus instrumentos, olhou pra mim. Seus olhos verdes e conhecidos, ligeiramente observadores, encontraram os meus.
Ele sorriu e eu retribuí. 
- Barbie ruiva - ele sorriu e se ajeitou, estendendo a mão pra mim.
- O apelido pegou? - apertei sua mão e adentrei a sala, sentando na espreguiçadeira quando ele indicou.
- Só me disseram pelo rádio que uma barbie ruiva vinha furar o umbigo - ele deu de ombros e começou a mexer nos instrumentos.
Levantei a blusa na altura do peito e ele se virou pra mim, abaixou um pouco e passou álcool no meu umbigo.
- Não vai fazer nenhum showzinho? 
- Já fiz isso outras vezes - respondi vendo ele sorrir lindamente enquanto se concentrava no meu umbigo. 
Sua mão gelada fez meu corpo se arrepiar, enquanto ele segurava a pele e enfiava o objeto pontiagudo na parte de cima do meu umbigo e logo após pendurava um brinquinho prateado com duas pedrinhas azuis, eu observei o dragão que escorria sobre seu braço musculoso e pálido. 
- Nem uma careta? - perguntou sorrindo e me pegou encarando seu braço.
- Estou calejada na vida, há dores, sofrimentos e frescura. 
- Certo - ele se afastou - Pronto.
Olhei para o meu umbigo. As pedrinhas azuis destacavam naquela barriga branca, na região onde despontava um pequeno volume, que eu sempre tive.
Me sentei na ponta da cadeira. 
- Já pensou em fazer uma tatuagem? - perguntou ainda me olhando.
- Já fiz uma. E vou fazer outra hoje - dei de ombros - Se tiver como, claro. Da última vez que conferi, tinham 19 na minha frente. 
- Então deita aí, vou pegar arte lá em baixo. 
Sorri pra ele.
- Vai fazer em mim? 
- Nunca tatuei uma ruiva gentil antes - ele de ombros e saiu da salinha.
Me deitei de volta, amarrei o cabelo, tirei a alça da blusa e fechei os olhos esperando ele. Me senti uma corrupta, uma corrupta ruiva e gentil. 
- Bela escolha - disse voltando apos alguns minutinhos e fechando a porta - Onde vai fazer?
- Aqui - indiquei o ombro - Quero bem grande, se fizer feio pego meu dinheiro de volta. 
- E se eu fizer bonito? 
- Não fez mais que sua obrigação - falei sorrindo e ele riu.
- Certo.
Demorou um pouco até ele limpar minha pele, fazer o desenho com a caneta, ligar o ar-condicionado, pegar água pra mim e ajustar a cadeira em uma posição confortável para nós dois.
Quando a agulha começou a penicar minha pele, fechei os olhos e comecei a pensar em coisas que doíam mais que aquilo, como a fome no mundo, desigualdade social, Maxon levando a morena gostosa para o motel na quinta passada...
- Você conhece o Maxon? - perguntei com os olhos fechados.
- Quem não conhece o cara mais amostrado da Carolina? - disse baixo, quando abri os olhos ele estava muito concentrado no que fazia. 
- Não gosta dele, né? - perguntei.
- E você gosta? - rebateu e eu me calei - Desculpa. Eu achei que vocês dois...
- Nós dois tivemos algo muito efêmero. Não somos nada. 
- Ele também magoou você? 
Pisquei, encarando cada traço concentrado do rosto dele.
- Também? 
- Desculpa.
- Estou te desconcentrando? 
- Não me desconcentro fácil. 
Virei o rosto, olhei para a mesa organizada com suas ferramentas de trabalho, os desenhos pregados na parede, os posteres do Nirvana, Ramones...
- Posso te perguntar uma coisa? - olhei novamente para ele que rapidamente me lançou um olhar dizendo que sim - Você é gay? 
Ele tirou a máquina da minha pele e senti uma onda de alívio me entorpecer. Ele sorriu, abaixou a cabeça e riu ainda mais, depois balançou a cabeça rindo, fazendo seu pomo de Adão subir e descer. 
- Não! Droga, eu pareço gay? Nada contra gays, mas eu pareço um? 
Comecei a rir também. 
- Eu não achei que fosse, mas depois que você perguntou se ele me magoou também... - gesticulei com a mão.
- Na verdade não foi a mim, foi a muitas outras garotas que ele esteve desde que a noiva dele foi embora com a criança que não era dele, você deve saber dessa história... - ele deu de ombros e voltou a me perfurar, voltei a fechar os olhos - Elas geralmente vinham atrás de mim quando ele dispensava elas, mas não estou insinuando que...
- Tudo bem - sorri - Vocês eram amigos? 
- Somos primos - ele disse com simplicidade - Não sou sobrinho do nojento do pai dele, e sim da tia Amber, ela era mais minha mãe do que a minha própria mãe - disse com um tom de voz risonho e triste. 
- Não acredito - resmunguei.
- O que?
- Eu sabia que esse sorriso me era familiar.
Que droga, eu tinha acabado de me apaixonar pela mistura do Aspen com Maxon. Talvez fosse uma nova perdição, ele não xingava toda hora, tinha muitas tatuagens, o cabelo era levemente bagunçado, o perfume era barato mas muito gostoso e as mãos frias dele eram arrepiantes. Ele é alto, muito alto, parece um jogador de basquete, tentei não pensar no tamanho do pau dele, considerando o tamanho de sua grande mão, mas foi impossível.
Mas eu não podia, de forma alguma, começar algo com ele agora. Por mais tentador que fosse, eu não deveria e não tinha o direito de nos magoar. Eu na verdade nem sabia qual era a dele, se ele era simplesmente simpatico ou se queria me comer.
- Meu nome é Sam - ele disse após ficarmos muito, muito tempo em silêncio. 
Talvez ele quisesse me levar pra jantar e um sexo casual.
- América - ignorei todas as regras que havia criado na minha cabeça para não deixar que ele entrasse na minha vida com a minha permissão. 
Sam.
Maldito Sam.
Educado, cheiroso, gentil e lindo Sam.
Primo do Maxon, Sam.
- Imagino que conheça a Brice - disse. 
- Ela era minha aluna - sorri.
- Ela me falava sobre você. Sobre como você cuidava dela e como ela te achava linda e como você dançava bem e como ela queria que você fosse a mãe dela... - ele riu - Eu queria muito descobrir o seu defeito.
Soltei uma gargalhada. Entao ele ja me conhecia...
- Passa um dia comigo e você descobre todos antes dele acabar. 
Nos perdemos em conversas variadas e nada pessoais, me distraí bastante, a dor estava presente, mas não me atrapalhava em nada. Eu podia ver a noite caindo, meus planos de ir ao shopping gastar tinham ido por água a baixo, mas estar ali naquela pequena salinha trocando ideia e me aquecendo com felicidade ao lado do Sam era tão melhor que comprar sapatos...
Ouvi ele desligar a maquininha e quis gemer de felicidade. Não tinha noção de tempo mas estava muito escuro lá fora. 
Olhei para o meu ombro. Sorri.
- Ficou linda - disse - mas dói - reclamei sorrindo. 
- Não fiz mais que a minha obrigação? 
- Talvez um pouco mais. 
Sam se aproximou de mim e começou a passar uma esponja com sabão sobre a tatuagem, de forma bem carinhosa. Depois passou um pano para tirar o excesso e foi aí que me senti ainda mais apaixonada pela nova tatuagem. 
-Vou acabar cobrindo meu braço todo - falei enquanto ele embolava a tatuagem com um papel transparente para proteger.
-Estarei aqui para rabisca-la. 
Enquanto eu namorava a tatuagem no espelho, Sam arrumou suas coisas rapidamente.
-Eu vou indo... - olhei pra ele - Obrigada por isso.
-Vai sozinha? 
Parei um pouco. 
-São quantas horas? 
Ele esticou o braço e olhou em seu relógio preto.
-Quase dez da noite. 
-Hum. Vou pedir um táxi. 
-Se importa em andar de moto? 
Dei de ombros. 
Saímos da sala, ele desligou a luz e trancou a porta. O movimento continuava o mesmo desde que cheguei e não parecia ter hora para acabar. 
Descemos pela escada e disfarçadamente segui ele até o caixa onde a loira sorriu abertamente para Sam, lhe entregou um maço de dinheiro e depois dois capacetes mais uma jaqueta. Ela pareceu fechar a cara e quand olhou para mim arqueou uma sobrancelha. 
Sam olhou para trás, todos ali pareciam olhar para nós dois, principalmente para Sam, com muito respeito e consideracao, era como se ele fosse um rei ali.
-Vamos? - me chamou e eu o segui.
Era a moto mais bonita que eu já tinha visto na minha vida. Era toda preta, um tanque enorme, grandes rodas e tão limpa que até no escuro brilhava. 
Coloquei o capacete, imitando os movimentos dele.
-Veste - disse me entregando a jaqueta.
-Não vai borrar? 
-Não. 
Vesti a jaqueta que tinha o cheiro dele e depois que ele subiu na moto, me ajudou a subir também. 
Me agarrei com força a sua cintura, era rápido demais e eu não queria que diminuísse, mas aos poucos fui afrouxando o abraço e quando menos percebi, estava flutuando na velocidade. Mal percebi quando a moto parou no sinal, quando eu vi a praia. 
- Nunca andou de moto? - perguntou sorrindo, se virando para trás e abrindo o visor do capacete.
- Já - respondi gritando - Mas faz tanto tempo...
O sinal abriu e Sam acelerou. Aquele não era o caminho da minha casa, mas eu não me importei, realmente não queria ir pra lá. 
Paramos em um estacionamento cheio de motos, uma mais linda e estranha que a outra, em frente a um casebre rústico de onde a música de def leppard emanava de lá. Motoqueiros e motoqueiras tatuados e com estilo próprio entravam e saíam de lá, desci primeiro. Depois do casebre eu via o mar no horizonte.
- Achei que estivesse com muita fome - ele pegou meu capacete e pendurou no espelho, ao lado do dele. 
- Adivinhou. 
Deixei que Sam fosse na frente, observei sua calça jeans escura desbotada e sua regata preta da nike, seu vans old school preto e sua postura perfeita, parecia um modelo da Abercrombie. Ele era tão bonito, tinha uma postura surpreendente e um charme que deixava qualquer uma concentrada e perdida nele. 
Não devolvi a jaqueta, estava frio. 
O bar era aquecido, os motoqueiros e roqueiros ali pareciam simplesmente pessoas normais e felizes, não traziam nenhum clima pesado ou medonho, muito pelo contrário. 
Sentamos em uma mesa, pedimos os maiores hambúrgueres e muita batata frita, poucos minutos depois já estávamos comendo. Era difícil não balançar a cabeça e cantar de boca fechada ouvindo todos aqueles clássicos do rock e todas aquelas pessoas cantando junto com a música. Muitos ali cumprimentavam Sam e quando me viam, me tratavam como uma conhecida, com beijos, abraços e muitos elogios. Me senti em casa.
Depois de enchermos a barriga, Sam me levou pela portinha de trás do casebre e saímos por uma porta que dava ao mar, onde muitas pessoas fumavam e descansavam na areia, observando o mar. 
- Você fuma? - perguntou se sentando na areia e eu fiz o mesmo.
- Não. Você fuma? - perguntei.
- Não. 
Meu cabelo voava e se mexia como o fogo e apesar do frio, me sentia aquecida pela vida. Era como nos tempos da adolescência, como na musica de Kurt Cobain Smells like teen spirit.
- Não tá com frio? - perguntei, observando-o observar o mar.
- Estou - ele disse.
- Quer sua jaqueta?
- Quero que fique aquecida. 
- Eu gostei desse lugar - admiti.
- É o meu preferido, ninguém aqui te julga com o olhar, ninguém te enche o saco. 
- Tem razão - sorri - Parecem todos tão gentis. Construímos imagens negativas demais de pessoas roqueiras, motoqueiras..., mas me senti culpada por pensar desse jeito. Eu gostei dessa vibe. Gostei da hospitalidade.
Ele me olhou e pude notar que ele tinha um leve furinho na bochecha. 
Passamos mais umas meia hora absorvendo a brisa marinha, até que decidimos ir embora. Eu disse a Sam o endereço, e fomos em silêncio até a casa de Celeste. Senti que a velocidade estava bem menor. Talvez ele quisesse aumentar o tempo comigo, eu também não queria ir embora. 
Quando a moto parou, não pude conter o suspiro. Desci da moto, entreguei o capacete e ele tirou o dele. Sam me olhou, olhei para ele de volta. 
Sorri.
- Obrigada por tudo.
- Eu que agradeço - dei de ombros - Não é todo dia que encontro uma boa companhia para dividir meu dia. 
Mordi minha bochecha. Eu fiquei sem jeito, não sabia o que fazer agora. Estava com vergonha!
Dei um passo na direção dele, Sam passou a mão pelas minhas costas e mesmo com a jaqueta eu pude arrepiar com seu toque. Penetrei seus olhos com os meus.
Pensei em todas as vezes que vi Maxon com uma garota diferente no W&M, em todas as vezes que ele mandou propositalmente uma de suas vadias buscar a Brice no Ballet enquanto ele ficava no carro, em todas as vezes que ele quis fazer questão de esfregar na minha cara que estava muito bem, que tinha seguido em frente e que eu era só mais uma. Tudo isso repetidas vezes em apenas um mês. 
Pensei na pena que eu senti dele, não era ódio, por mais irritada que eu ficasse, era só pena, porque ele tentava me encontrar em outras mulheres, porque eu via que ele estava loucamente tentando me esquecer, porque ele se esforçava ao máximo para parecer bem, mas eu sabia que quando estava sozinho era em mim que pensava, que quando estava com outra era a mim que desejava, que todas as vezes ia buscar Brice no ballet era para poder me ver... Ele é transparente demais, eu o conheço muito bem. 
Mas eu não faria isso por ódio dele, por pena, ou muito menos por algo relacionado a ele. Ele seguiu em frente, não era justo eu continuar na estaca zero e eu queria fazer aquilo.
Levei as mãos delicadamente ao rosto quadrado de Sam, com a barba por fazer, e senti sua respiração contra a minha. Fechei meus olhos e deixei que nossas bocas geladas se tocassem e nos aquecesse. Nós nos beijamos, devagar, sem nenhuma pressa, apenas para curtir cada centímetro de nossas bocas, o prazer de sentir a química rolar e a falta de espaço entre nós não ser suficiente. Chupei seu lábio inferior e dei uma leve mordida. Sorrimos, ele deixou um selinho, mas não afastou nossas testas. 
- É covardia você me beijar assim e querer que eu te deixe ir embora - ele deitou a cabeça no meu pescoço e começou a me cheirar, o meio das minhas pernas começou a chamar por ele, era tentador demais.
-Acho que amanhã eu vou acordar com muita vontade de fazer outra tatuagem - falei entre suspiros. 
Ele parou de brincar com meu pescoço e me olhou, sorridente.
-Eu vou esperar você, vou pensar em uma que combine com você...
-Vamos fazer o seguinte? Você vai escolher uma, vai fazer em mim onde escolher e eu só vou poder ver quando ficar pronta! 
-Tem certeza? 
Beijei sua boca lentamente e depois sorri olhando em seus olhos.
-Descanse, acorde bem criativo amanhã e faça a minha terceira tatuagem. 
Me soltei de seus braços e só olhei para trás quando estava prestes a fechar a porta. Eu o vi sorrir como um bobo, colocar o capacete e depois ir embora.
Celeste estava com as mãos na cintura, vestida com o meu roupão Rosa claro semi-aberto.
-Você estava transando com ele? Eu fiquei preocupada!
Não consegui segurar meu sorrisinho.
-Fiz uma tatuagem, coloquei um piercing, andei de moto, fui a um encontro de motoqueiros, fui a praia e beijei na boca. 
-Quem é o cara? Deixou até a jaqueta...- perguntou me puxando para o sofá. Celeste pegou a garrafa de água que estava ao seu lado e começou a tomar.
-Sam, o que me tatuou. Ele é primo do Maxon.
A última frase vez Celeste cuspir toda a água na minha cara. 

 


Notas Finais


Ora ora, tenho um crush muito grande no Sam...
Espero que tenham gostado.


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