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História One More Chance - Capítulo 37


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Notas do Autor


Ainda não me chame de meu nego, ainda não me chame de bebeeeee...
Voltei!
Não sei se alguém viu o comentário que eu deixei no último capítulo mas aconteceu galera que eu excluí os três capítulos dessa fic que eu já tinha escrito (37, 38 e 39) e fiquei na maior dificuldade para escrever tudo de novo, hoje que eu consegui terminar o 37! Mas tenham paciência, não vou enrolar (ou vou tentar não enrolar)
Enfim, boa leitura e me desculpem pela demoraaa!

Capítulo 37 - Recém casados.


Fanfic / Fanfiction One More Chance - Capítulo 37 - Recém casados.

Point Of View América Singer

 

Cozinhamos na piscina conversando sobre assuntos aleatórios até a hora do almoço. Fomos ver as meninas antes de ir comer a beira mar, e elas estavam almoçando com o grupo de monitores e de crianças, e elas estavam super felizes. Eadlyn estava no colo de uma das monitoras recebendo a comida na boca e só nos deu um tchauzinho, meu coração partiu. Me senti traída.

Maxon estava subindo as paredes de saudade delas, mas não quis admitir. Ariel tinha feito amigas na hidroginástica e estava comendo com elas. Então lá fomos Maxon e eu almoçar um prato de lagosta. 

Ele estava feliz, tagarelava sem parar. 

-O que será que as pessoas pensam que nós somos? - perguntou de boca cheia.

Terminei de engolir e olhei para ele com cara de dúvida.

-Um casal, irmão, amigos…

Sorri.

-Você se incomoda com isso? - perguntei.

-Lógico - disse sério - Vai que alguém pensa que eu sou seu amigo gay, e vem dar em cima de você?

Olhei para o mar e dei de ombros.

-Não ia achar ruim, tem tempo que eu não beijo na boca… - brinquei.

Olhei para a cara dele já rindo. Ele estava bravo. Comecei a rir.

-Você parece uma criança, Maxon, tão fácil te irritar.

Ele revirou os olhos e de repente abriu um sorriso.

-Sabe o que vamos fazer agora? - perguntou.

-Não - falei e tomei o suco de limão.

-Descansar. Uma horinha. E depois, um piquenique. 

Levantei a sobrancelha.

-Você estava esse tempo todo pensando na nossa programação? 

-Talvez - deu de ombros e passou a mão pelos cabelos loiros, era um charme - Mas li ali que eles disponibilizam canga, cesta e comida, tem um espaço de camping e é bem reservado.

Sorri.

-É uma boa ideia. 

Terminamos de comer e nos levantamos da mesa, e decidimos ir ver as meninas. No meio do caminho até a brinquedoteca, Maxon pegou minha mão e entrelaçou seus dedos nos meus. Levei um susto.

Olhei para ele que estava leve como uma pena e agindo como se aquilo fosse comum.

Não retirei meus dedos. Meu corpo começou a queimar, e fiquei com um certo grau de… tesão.

-O que é isso? - perguntei e ele respondeu naturalmente:

-Não quero que fiquem te comendo com os olhos comigo aquilo do lado. Não quero meter o soco na cara de ninguém.

Sorri e revirei os olhos.

-Acho que isso é só desculpa pra pegar na minha mão - comentei.

-Talvez seja - disse e abriu um sorriso olhando para mim.

As crianças estavam deitadas em colchonetes assistindo um filme na televisão. Eadlyn dormia no colo da mesma monitora e Brice parecia estar caindo no sono ao lado de umas amiguinhas.

-As vezes fico impressionado como as pessoas me substituem tão facilmente - ele disse rindo quando estávamos voltando para ir pro nosso chalé, ainda de mãos dadas. 

No fundo senti um pingo de verdade na brincadeira.

-Você é insubstituível Maxon - falei.

-Sou? 

Fiquei sem graça.

-Todo mundo é - dei de ombros e então percebi no canto do olho que ele murchou - Porém uns mais que outros. 

-Eu sou menos ou mais insubstituível?

Parei um tempo para pensar. Era óbvio que era mais, porém como eu ia falar isso?

-Humm…mais, Brice, Eadlyn, eu… nunca vamos poder substituir você por ninguém.

Ele nem conseguiu conter o sorriso no rosto.

-Então quer dizer que eu sou insubstituível pra você? - perguntou.

Larguei a mão dele e abri o chalé, o deixei falando sozinho.

Por mais vontade que eu tivesse, eu não podia simplesmente largar tudo e… sentar nele como eu queria. Não tinha nem um ano da morte de Sam, mas já parecia ter sido há décadas. 

Me sentia livre e de repente dentro da jaula. 

Nossas bagagens estavam jogadas pelas duas camas, viajar com duas crianças é bem complicado. Então Maxon jogou tudo na cama mais perto da porta e se jogou de bruços no travesseiro direito.

Fiquei olhando para ele. Era quase impossível não encarar suas pernas, sua bunda, seus braços… e ele riu.

-Deita aí - falou e se espreguiçou.

Revirei os olhos e fui passar um pós-sol no rosto no banheiro.

Eu não queria dormir deitada na mesma cama que Maxon e isso estava me deixando aflita. Mas… talvez fosse um teste de respeito, de espaço… e eu estivesse imaginando coisas.

Saí do banheiro, e Maxon já estava de olhos fechados.

Tirei a canga, fiz um coque no cabelo e então me deitei no lado da cama em que Maxon não estava, e fiquei de bruços com a cabeça virada pra ele. 

Fechei os olhos e meu sentido do olfato começou a buscar o cheiro dele, meus ouvidos se concentraram em ouvir sua respiração e sincronizei a minha com a dele. Comecei a me sentir leve, flutuante e senti saudade das noites que eu tinha um peito para encostar, um abraço para me esquentar debaixo do cobertor, uma cabeça para fazer carinho… 

Meu coração acelerou e então não consegui mais relaxar. Virei a cabeça para o outro lado e abri os olhos.

Vi nossas coisas na outra cama e fiquei pensando que éramos uma família. Mesmo que indiretamente, Maxon e eu havíamos formado uma família. Tínhamos um ao outro, mesmo que só como amigos, tínhamos as meninas que eram nossas filhas e tinha Ariel que era como a mãe de todo mundo. 

Não sabia até quando Maxon me esperaria, e isso me assustava. Eu queria que ele fosse feliz, que nossa família fosse suficiente para ele. Era ridículo da minha parte me enfurecer com a possibilidade de que ele tivesse alguém, ou que a qualquer dia decidisse ter alguém. Mas o que é que eu ia fazer? Me jogar nos braços dele há tão pouco tempo da morte de Sam? Às vezes acho que ele me entende e sente que por ser algo tão recente, eu não vou me entregar tão simplesmente. 

Maxon começou a roncar. 

Sorri e me virei para vê-lo. Estava dormindo de boca aberta e na mesma posição de antes. Eu poderia tirar uma foto, mas preferi ficar olhando para ele.

Me aproximei de Maxon e de pertinho olhei seu rosto. Meu coração estremeceu mas eu não deixei de me aproximar.

Antes que virasse para o outro lado e fosse dormir, falei baixinho para ele:

-Eu também te amo…

________________________

Duas horas depois quando Maxon me acordou passando a mão no meu cabelo, apenas vestimos roupas por cima da roupa de banho e fomos para o piquenique que Maxon tanto queria ir. 

Ele botou uma bermuda e uma camisa de botões que estava quase completamente desabotoada e penteou o cabelo para trás, eu coloquei um vestido branco e longo que abotoava desde o decote em v até os pés, era bem levinho e tinha umas flores em tom rosa claro quase invisíveis e eu também estava descalça como Maxon. 

Ele falava e falava e carregava meu braço pendurado no seu na maior naturalidade. Fomos ver as meninas, encontramos Ariel com suas novas amiga, depois passamos no restaurante principal e escolhemos nossos lanches. Maxon decidiu que ficaríamos o mais afastados possível. Jogamos a toalha amarela quadriculada na grama verde e bem cuidada em um local rodeado de plantas, árvores e bem perto do haras. 

Distribuímos os lanches pela toalha e nos sentamos um de frente para o outro. Eu não conseguia esconder o sorriso bobo no rosto, muito menos quando Maxon abri um vinho seco e serviu nossas taças. 

-Por que você está rindo? - ele perguntou sorrindo também.

-Você também está.

-Deve ser o húmus - disse apontando para o haras e eu sorri.

-Ninguém nunca fez um piquenique pra mim - confessei comendo um cacho de uvas roxas. 

-Porque ninguém nunca foi digno de você - respondeu naturalmente e olhou para cima. A curva de seu pomo de adão era excitante. 

-Maxon… - chamei e então ele me olhou. Pensei nas palavras, em quais eu deveria dizer, e quais eu não deveria - Por que têm feito tudo isso? 

Ele deu de ombros e começou a pensar na resposta enquanto pegava um croissant e o mordia.

-Já te disse. Não me faça ter que repetir isso de novo… é um pouco constrangedor.

-Mas… - ele me olhou confuso de boca cheia. Senti a onda do vinho começar a bater - Não é exatamente essa a pergunta.

-Então qual é? 

-Quero saber quais são as suas intenções. Só isso - dei de ombros e beberiquei a taça, belisquei os queijos enquanto ele me olhava distante.

Pensei que ou eu era burra demais, ou ele também não sabia aonde queria chegar.

-Bem, América me desculpa… eu não quero te pressionar - e então ele ficou sério de repente - desculpa de verdade. Eu sei que ainda é muito cedo e que eu estou agindo de uma forma errada. 

-Maxon…

-Você tá certa em se manter distante, eu… sei lá.

E percebi nos olhos dele uma certa culpa.

-Maxon, para com isso.

Ele me olhou meio tristonho e em um momento pareceu perdido.

-Não é justo eu fazer isso com você.

-Maxon, não é nada demais. 

-Não precisa fazer nada do que eu digo pra você fazer - ele desabafou e deixou a taça no chão - Não se sinta pressionada. Não é porque você está lá em casa que você tem que fazer o que eu…

-Cala boca - falei educadamente e então ele me olhou perdido - Se eu estou aqui é porque eu quero - dei de ombros - Você pode ser uma pessoa muito convincente. Mas eu vim porque eu quis, porque eu gosto de estar com você, com as meninas, com Ariel. Gosto de morar com vocês. Maxon, você nunca saiu daqui - me equilibrei para frente e busquei sua mão, a coloquei no meu peito que palpitava mais forte e olhei em seus olhos - Não estou aqui por conveniência. Nem só pela Ariel ou por Eadlyn, Brice… estou aqui por você também. É cedo, eu sei. Ainda não consigo. Mas por mais que a gente tenha se desgastado em palavras e atos impensáveis na nossa antiga relação, eu me sinto tão bem contigo. Me sinto protegida, sinto que eu confiaria Eadlyn a você de olhos fechados. É como se eu te conhecesse a vida toda e eu… nunca achei que conseguiria dizer isso em voz alta, mas errei com Sam - as lágrimas começaram a se acumular nos meus olhos e então virei o resto do vinho na taça - Errei em ter tentado substituir você por ele - e quando comecei a chorar, Maxon me puxou pela mão e então me abraçou. Eu estava de joelhos entre as pernas dele que agarrava minha cintura com força - sinto que isso tudo foi culpa minha e poderia ter sido facilmente evit…

-Shhhh - ele sussurrou passando as mãos pelo meu cabelo - Para com isso. Como você poderia ter evitado o destino? 

-Destino, Maxon!? Isso não é destino. É consequência.

-Ei - ele me segurou pelo rosto e me olhou sério - Quem te garante? Era a hora dele, América. Assim como foi a hora da minha mãe, e ninguém controla isso. Talvez se não fossem flores pra você, fosse outra coisa. Talvez se não fosse o nascimento da Brice, fosse outra coisa. As pessoas vêm e vão o tempo todo e por mais que doa, a gente tem que aceitar isso. Não é culpa sua… 

Olhei nos olhos dele e toda aquela agitação foi espairecendo. 

Como um vômito preso na garganta eu soltei aquilo em Maxon e me fez bem. Eu tentava me convencer de que meus pensamentos me sabotavam, mas eles eram mais fortes que eu. E somente a voz de Maxon conseguiu derrotá-los. 

O abracei novamente e deitei a cabeça em seu ombro, olhando a paisagem em volta de nós enquanto sentia suas mãos passearem pela minha cintura, cabelo, costas…

Por um momento esqueci que eu tinha filha, vida, emprego, ex noivo, família, pai, mãe… e apenas curti a sensação de segurança que aquele ombro me proporcionava.

-E respondendo a sua pergunta, minhas intenções são as mesmas de sempre. Nunca mudaram, elas só melhoram - disse e então deu um beijo no meu pescoço, o que fez eu me arrepiar todinha - E eu tenho uma coisa pra te contar, é algo que descobri tem um tempo e que me faz acreditar todo dia que nós nascemos para ficar juntos.

Me levantei e fiquei de frente para ele, sentada nas minhas pernas. 

Maxon estava doido e eu podia provar.

Ele sorriu, passou os polegares nas minhas bochechas terminando de secar os últimos vestígios de lágrimas.

-Tem tempo que eu queria te contar isso… nosso destino está mais interligado do que você imagina.

Revirei os olhos.

-Você foi em uma cartomante? - perguntei para ele sorrindo de sua cara.

-Melhor que isso. Nós temos um chifre em comum, ele tem nome, endereço e três ou é dois anos, não me lembro - disse e deu de ombros.

Comecei a rir.

-Fala sério, de onde tirou isso? 

-É śerio, ruivinha - disse apoiando seu peso com os braços para trás e sorrindo para mim - O seu ex marido e a minha ex mulher traíram a gente ao mesmo tempo.

Revirei os olhos.

-Como assim, seu louco?

-O tal de Aspen teve uma filha certo? - perguntou didaticamente.

-SIm.

-E a minha ex mulher teve uma filha que era para ser minha mas ela meteu o pé e foi embora. Certo?

-Cert… - e então me caiu a fixa - MAXON! - eu não sabia se eu ria da gente ou se eu ficava preocupada - Você… tá me zoando?

-Juro - disse rindo - Fiquei em choque quando descobri isso, mas depois achei bem engraçado.

-Eu não acredito. Não dá!

-É sério - ele riu de mim - Você se lembra do casamento do seu irmão que nós fomos? Ele estava lá com uma mulher, lembra? - comecei a vasculhar a minha mente e me lembrei dessa mulher com uma criança.

-Maxon! - gritei.

-Tô falando, é quase inacreditável… 

Fiquei olhando para ele. 

Era trágico, mas cômico o jeito que a vida tentava unir a gente, ou era só fruto da nossa vontade e imaginação.

_____________

Quando eu tomei banho para ir ao pub mais tarde com Maxon, já estava me sentindo leve como uma pena. Tínhamos acabado com a garrafa de vinho que tinha um teor alcoólico de quase 20%, me lembrava de termos quase nos beijado e de Maxon ter apertado minha cintura com força enquanto beijava meu pescoço.

Mas nada além disso.

Me enrolei no roupão, e fui até o quarto, Maxon estava penteando o cabelo das meninas e Ariel estava falando do seu dia. 

-Vocês voltam que horas? - ela perguntou me olhando.

Balancei a cabeça, não sabia.

-Vocês estão bêbados e vão beber mais? - perguntou.

-Bebados? - perguntou Brice.

-Bebu? - repetiu Eadlyn.

-Não - respondeu Maxon com a voz leve - Vamos voltar cedo, quando acabar a programação infantil...

-Ah não se preocupem - ela disse e piscou para mim - Vou dormir aqui com elas, dependendo da hora que vocês chegarem, podem ficar lá no meu chalé. Brice e Eadlyn estão cansadas, chega de programação…

E Brice, que já estava de pijama assim como Eadlyn, abriu a boca.

-Já jantamos, ja tomamos nosso banho e agora vamos assistir filme na cama. Né, meninas? - perguntou e elas concordaram.

Vesti uma saia pareô preta, um cropped branco tomara que caia e uma sandália simples com algumas pedras. Fiz um coque, deixei umas mechas soltas e passei rímel, blush e gloss. Maxon estava com um short moletom preto e uma camisa de botões azul claro, o cabelo estava despenteado e isso o deixava ainda mais bonito, além do relógio no pulso esquerdo.

Nos despedimos das meninas, pegamos a chave do chalé de Ariel e fomos para o pub de mãos dadas.

Maxon estava longe, ele era muito fraco para vinho.

Nós comemos, bebemos mais um pouco, dançamos juntos, viramos doses de tequila com um grupo de casais amigos que tínhamos feito amizade e cantamos muito no karaokê. Já estava quase sentindo que ia vomitar quando Maxon sentou na cadeira e fechou os olhos enquanto eu dançava com as outras mulheres. 

-Vocês não usam aliança? - uma delas perguntou gritando no meu ouvido e mesmo assim a voz parecia distante.

-Não - enfatizei balançando a cabeça. 

-Você é corajosa! - a outra disse rindo - Eu tô quase fazendo uma tatuagem na testa do meu marido com meu nome! Sou muito ciumenta e homem não vale nada! 

Sorri pra ela e continuei a dançar.

-Vocês não têm filhos não né? - a outra voltou a falar só comigo.

Temos - respondi - Duas! 

Ela fez uma cara de surpresa.

-Vocês parecem recém casados!

Não sei quanto tempo passou, mas sete músicas depois eu fui até Maxon e ele estava dormindo.

-Ei, quer ir pro quarto? - perguntei em seu ouvido.

-An?

-Quer ir pro quarto? - gritei mais alto - Você tá muito bêbado!

-E você tá muito gostosa - ele respondeu e apertou a minha bunda.

Comecei a rir e briguei com ele.

-Maxon! 

-Eu tô bem… - disse voltando a fechar os olhos.

-Não tá - respondi no ouvido dele. O mundo girava - Vou pegar água e doce, depois nós vamos pro quarto.

-Tá - falou - Mas só se você prometer que vai dormir comigo. Na mesma cama.

Revirei os olhos.

-Você não está em condições de exigir nada!

Fui até a bancada onde os barmans faziam os drinks, peguei água e balinha, dei a Maxon e então levantei ele. Maxon bebeu toda a água e com muito sacrifício começou a mastigas a balinha. Dei a mão para ele e nos despedimos do pessoal, eram 1:30 da madrugada e em meia hora o pub fecharia.

-América você é a mulher mais gostosa do mundo - ele começou enquanto caminhávamos os dois bêbado para o nosso chalé - Eu tenho tanto tesão em você. E quando você dança, não consigo não ficar de pau duro.

-Cala boca - falei rindo e então ele me empurrou com cuidado na parede de fora do restaurante e ficou na minha frente - O que foi? - perguntei olhando em seus olhos que estavam fixos na minha boca.

-Sou doido em você - falou baixo e então colocou uma das mãos na minha bunda e a outra na nuca e me puxou para beijá-lo.

Nossas bocas se encontraram e nos beijamos lentamente em movimentos longos e excitantes, já podia sentir minha vagina ficando úmida e Maxon encostar seu pau duro em mim.

Eu queria tirar a roupa, transar com ele, fazer amor! Queria fazer aquilo tudo ali mesmo, queria chupá-lo até que gozasse em minha boca e queria gozar na dele…

Maxon me pegou no colo e minhas pernas se entrelaçaram nele enquanto íamos para o chalé de Ariel. Ele abriu a porta e fechou comigo no colo, e então me jogou na cama e se deitou por cima de mim.

Maxon puxou minha saia, e depois sua blusa. Eu estava viajando no prazer, mas de repente meu corpo ficou mole e preguiçoso e como em sintonia, Maxon só deitou em cima de mim e parou de me beijar.

-Me odeio - falou preguiçoso colocando a mão dentro do meu cropped e apertando meu peito - Não vou conseguir…

-Eu também não - desabafei e fechei os olhos sentindo a faísca do tesão começar a diminuir. 

Estava tudo girando, me sentia dentro de uma canoa em alto mar, só queria dormir.

-Vem - falei empurrando Maxon de cima de mim e me deitando a cabeça no travesseiro.

Tudo girava.

Maxon me acompanhou, puxou o short e então deitou de barriga para cima e me puxou para seu peito.

Puxei o edredom branco com dificuldade e consegui cobrir apenas nossas pernas.

Minha cabeça doía e girava e eu só queria dormir, mesmo que a vontade de dar para Maxon fosse muito grande.

Mas apenas fechei os olhos e simplesmente dormi ouvindo seu coração bater.


Notas Finais


Ah fala sério vocês acharam que Maxon e América não iam surpreender de algum jeito?
Ah fala sério!
E aí, o que acharaaaaam?
Estão gostando?
Em breve estarei atualizando! Beijinho, até logo amores...


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