História One Night - Capítulo 27


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Categorias Dele Alli, Eric Dier, Harry Kane, Mesut Özil, Olivier Giroud
Tags Harry Kane, Tottenham
Visualizações 270
Palavras 1.844
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite! Pretendia postar esse capítulo com boas notícias, mas infelizmente a Inglaterra perdeu hoje e está fora da grande final. Mas enfim, bola para frente...

Boa leitura!

Capítulo 27 - Football is coming home


Fanfic / Fanfiction One Night - Capítulo 27 - Football is coming home

 

 Os meses foram se passando e a cada dia parecia que as coisas estavam ficando melhores. A Ivy estava crescendo e ficando cada vez mais parecida com o pai, e este estava apenas alavancando na carreira futebolística. No ano de 2017 nenhum jogador na Europa marcou mais gols que o Harry  e isso me deixava extremamente orgulhosa por saber que aquele era seu sonho. Ele passou por muita coisa para chegar onde está, foi emprestado para vários clubes no início da carreira e mesmo quando ninguém mais acreditava nele, ele sabia que era capaz e mostrou isso para o mundo.

 Todo esse esforço do Harry para melhorar sempre o seu futebol, obteve um grande reconhecimento ao descobrirmos que ele seria o capitão da seleção inglesa durante a Copa do Mundo. Todos nós que somos próximos a ele ficamos extremamente orgulhosos e emocionamos com a notícia, fizemos uma grande festa para comemorar e já estávamos contando os segundos para a maior competição de futebol do mundo.

 Durante toda a copa, eu ficaria com a Natasha e com a Amy na Rússia para acompanhar aos jogos da seleção inglesa e alguns da seleção brasileira, já que a Nat era do país. 

 Amy e o Eric estavam juntos desde o dia da estreia do filme da Natasha, porém o mundo não sabia disso. Ela estava um pouco insegura com o que as pessoas falariam sobre esse relacionamento, já que ela é ex namorada de outro jogador de futebol, e o Eric concordou em esperar o tempo que ela precisasse.

 Natasha após seu primeiro filme recebeu inúmeras propostas para outros papéis e ela aceitou uma que as gravações começariam após a copa para não perder nada desse evento incrível. Seria um filme com o mesmo diretor do primeiro, Martin Scorsese; porém a produção desse seria maior, seria um filme que teria bem mais visibilidade.

 

 

 Chegamos em Volgogrado um dia antes da estreia da seleção inglesa na copa, que aconteceria na cidade, e estávamos completamente animadas. Nós alugamos uma casa para passar os dias ali até irmos para Novgorod, onde aconteceria o segundo jogo da seleção contra o Panamá.

 Chegamos no local um pouco tarde e estávamos bem cansadas com a viagem, então logo já fomos dormir. A casa possuía três quartos, um para a Amy, um para a Natasha e outro para eu dividir com a minha filhinha, que já estava com nove meses. 

 A Ivy estava um pouco agitada e não queria dormir, então decidi dar mama para ela para ver se ela pegava no sono. Meu plano estava dando certo até meu celular tocar e eu atender a ligação por FaceTime do Harry. Ivy largou meu peito na hora e tentou pegar o celular da minha mão.

 — Oi, amor! — Falei sorrindo.

 — Oi, minhas princesas! — Retribuiu o sorriso e logo voltou sua atenção para a nossa filha. — Você está com saudades do papai? — Ela assentiu.

 — Daddy!  — Falou e começou a chamá-lo com os bracinhos.

 Aquela havia sido a primeira palavra certinha que ela falou e eu fiquei extremamente emocionada.

 — O que você disse? — Harry perguntou com um sorriso enorme em seus lábios.

 — Daddy! — Falou animada e mostrando seus quatro primeiros dentinhos.

 — Ela já tinha falado isso antes, enquanto eu estou aqui na Rússia?

 — Não, é a primeira vez e eu estou tão surpresa quanto você.

 — Quero vê-la falando isso amanhã pessoalmente depois do jogo.

 — Falando nisso, está preparado para amanhã? — Perguntei nervosa.

 — Estou extremamente ansioso! Você aparentemente está bem nervosa. — Riu.

 — Estou, porque infelizmente nossa seleção nas últimas copas só nos decepcionaram, mas eu acredito em vocês.

 — Pode confiar, esse time vai longe e vamos levar o futebol para casa! 

 — Eu confio! Essa seleção tem o capitão mais lindo e talentoso do mundo, e que eu amo muito, então não tem como não ir longe desse jeito. 

 — Também te amo e estou morrendo de saudades! Mal posso esperar para te ver amanhã com a minha camisa no jogo. 

 — Eu e a Ivy estaremos lindíssimas te apoiando com a camisa 9 amanhã.

 — Vou fazer um gol para cada uma amanhã! — Deu uma piscadela.

 — Quero ver! 

 — Bom, amor, infelizmente tenho que desligar agora, porque amanhã tenho que acordar cedo. Até amanhã!

 — Até amanhã! Nós te amamos! — Acenei para a câmera e fui acompanhada pela Ivy. Logo desligamos a chamada.

 

 

 

 — Bom dia, flores do dia! — Amy acordou animada. Eu já estava na cozinha com a Natasha preparando o café da manhã.

 — Bom dia! Tudo isso é animação para o jogo de hoje?

 — Não, vocês sabem que eu odeio futebol. Estou animada porque hoje vou ver meu namorado lindo depois de duas longas semanas. — Sentou-se no balcão da cozinha sorridente. 

 — Também estou com saudades do Dele, mas estou mais ansiosa para o jogo mesmo. Essa seleção tem tudo para finalmente levar o futebol de volta para casa. 

 — Confesso que estou um pouco nervosa, porque eu me iludo todas as copas e só me decepciono, mas acredito que dessa vez vai ser diferente. Esse ano temos meu furacão inglês como capitão!

 — Eu nem sei o que é chegar longe em uma copa do mundo! Estou muito animada. — Amy falou e eu concordei.

 — Já vi minhas duas seleções sendo campeãs. O Brasil em 2002 e a Itália em 2006. Não vou negar que amaria ver o hexa, porém esse ano vou apoiar o Dele, porque o Brasil já têm muita copa e essa geração inglesa merece demais.

 — Espero que você nos dê muita sorte!

 Tomamos café em um clima bem divertido e depois Amy e Natasha foram para o tapete da sala tentar fazer a Ivy andar. Ela estava bem longe de conseguir por enquanto, mas era bem fofo ver as tentativas.

 Aproveitei que elas estavam com a Ivy para tomar um banho rápido e logo já voltei com duas camisas infantis da seleção inglesa.

 — Qual vocês acham melhor? — Perguntei mostrando a vermelha e a branca.

 — Eu gosto mais da branca, mas o Eric disse que eles vão jogar de vermelho hoje.

 — Voto na vermelha! — Natasha falou.

 — Então vai ser essa mesmo. 

 Coloquei a branca no meu ombro e fui, em seguida, vestir a camisa vermelha na Ivy. Logo Amy e Natasha foram se arrumar também e já fomos para o estádio.

 O clima no local estava sensacional, havia pessoas de diversos lugares do mundo com bandeiras e cantando em apoio ao time, era uma das cenas mais impressionantes que eu já vi na vida. Quando chegamos nos nossos lugares, ouvimos que a torcida inglesa já estava cantando animadamente enquanto os jogadores ainda estavam no aquecimento.

 Na entrada do estádio comprei um protetor de ouvidos para a Ivy, porque era a primeira vez que ela ficaria ali no meio da torcida. Ela já tinha ido comigo em alguns jogos do Tottenham, mas sempre ficamos na tribuna, onde é mais silencioso e mais tranquilo para um bebê. 

 No começo ela até tentou tirar o protetor dos seus ouvidos, mas logo se acostumou com o item. Era a coisa mais fofa do mundo vê-la com aquele negócio que era, praticamente, maior que a sua cabeça, então decidi tirar uma foto e postar com uma legenda de apoio ao Harry.

 

 

 

 Já estava no finalzinho do jogo e a Inglaterra empatava com a Tunísia. O primeiro gol foi do Harry aos 11 minutos do primeiro tempo, porém a Tunísia empatou em uma cobrança de pênalti. O time inglês estava bem melhor em campo, mas não conseguia converter em gols.

 — Não acredito que eu me iludi mais uma copa! — Falei decepcionada, porque faltava apenas alguns segundos para a partida terminar. — GOOOL! AE PORRA, SEMPRE ACREDITEI. 

 Harry fez seu segundo gol e eu quase pirei, Natasha e Amy comemoraram e depois riram da  minha cara, já que enquanto eu estava reclamando da seleção eles fizeram um gol.

 — Ainda bem que a Ivy está com esse negócio no ouvido, porque se não a segunda palavra dela seria “porra”. — Amy riu.

 O juiz apitou o fim de jogo e a torcida inglesa parecia em êxtase. Não foi o melhor início, mas o importante é que conseguimos a vitória e, por conseguinte, os três pontos.

 Ficamos alguns minutos ali no estádio apenas esperando diminuir um pouco o movimento até que um cara da organização chegou até nós.

 — Vocês são Natasha, Amy, Juliet e Ivy? — Perguntou com um forte sotaque russo e nós assentimos. — Estão chamando vocês lá no vestiário da Inglaterra. Sigam-me! 

 Começamos a andar pelo estádio até que encontramos Harry, Eric e Dele do lado de fora do vestiário.

 — Papai! — Ivy foi a primeira a se pronunciar e começar a chamar Harry com os bracinhos.

 — Oi, pequena! — Pegou-a do meu colo e me deu um selinho.

 — Parabéns pelo jogo! Quase morri logo na primeira partida, mas sigo firme. — Falei para os três e a Natasha concordou.

 — Relaxa, Juliet, it’s coming home!  — Dele falou. — Aliás, Nat, se a Inglaterra jogar contra o Brasil, você vai torcer para quem?

 — Prefiro não responder! 

 Ficamos mais algum tempo com os rapazes ali, matando um pouco a saudade, mas logo eles precisaram ir embora com o time. Combinamos de nos encontrar novamente em Novgorod depois do jogo e lá eles tentariam convencer o técnico, Gareth Southgate, a liberá-los para um jantar conosco.

 Quando chegamos em casa, a Ivy já dormia nos meus braços, porque já era bem tarde. Coloquei cuidadosamente uma roupinha mais confortável nela, que acordou, mas logo pegou no sono novamente. Fiz uma barreira na cama com vários travesseiros para ela não cair e depois fui para a sala.

 — Juliet, eu estava pensando em sair para conhecer alguns museus amanhã, o que você acha? — Natasha falou assim que sentei ao seu lado no sofá.

 — Acho uma ótima ideia, adoro museu! 

 — Só temos que ver com a Amy agora.

 — Falando nisso, onde ela está? 

 — Ela estava aqui na sala comigo procurando algo para fazer amanhã, mas o Eric ligou e ela saiu para atender.

 Apenas assenti e começamos a pesquisar alguns museus e outros pontos turísticos da cidade até que Amy apareceu nervosa.

 — Tiraram fotos minhas com o Eric no estádio hoje depois do jogo. — Começou a andar de um lado para o outro mexendo no cabelo, ela pisava tão forte que pareceria que a qualquer momento abriria uma cratera no chão.

 — Amy, calma! O que estão falando? — Natasha perguntou.

 — Não sei, ainda não tive coragem de entrar nas minhas redes sociais. O Eric acabou de me falar que postaram essas fotos e algumas minhas com vocês na torcida.

 — Então fica tranquila! O Mesut já está com aquela modelo esquisita turca, as pessoa não vão pegar no seu pé. Você seguiu em frente e ele também.

 — Mas e se começarem a me chamar de Maria chuteira, falando que eu só namoro jogador de futebol?

 — Amy, você e nós que te conhecemos sabemos que isso não é verdade. Tenta ignorar o que estão falando sobre você e foque apenas em ser feliz com o Eric. — Falei abraçando minha amiga. — As pessoas na internet são maldosas e para namorar o Eric você tem que aprender a não perder seu tempo se preocupando com esse tipo de crítica.

 


Notas Finais


Link da música: https://youtu.be/RJqimlFcJsM

Link da minha nova OS: https://www.spiritfanfiction.com/historia/lucky-13610956

Espero que tenham gostado!! Comentem xx


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