História One Night - Capítulo 16


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Fama, Romance, Superação
Visualizações 534
Palavras 2.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meu amores da minha vida. Como é que vocês vão? eu espero que sim.
Ai que saudade de postar aqui, vocês não fazem ideia de como eu estou feliz!
Então, sei que faz uma vida que não apareço por aqui, mas pra quem quiser mais explicações, NOTAS FINAIS, porque acredito que vocês estão mortas de saudades dessa história - assim como eu estava - e eu espero que vocês gostem.
Boa Leitura

Capítulo 16 - Papá


POV Júlia

Coloquei as fraudas dentro da bolsa conferindo tudo dentro dela, então fechei e deixei ela junto da outra bolsa. Hoje finalmente Justin conheceria o filho e como não éramos sequer amigos, longe disso, ele iria apenas pegar o filho, na verdade eu iria levar Bennet até Justin, já que era mais fácil eu entrar na casa dele em um carro com vidro fumê do que ele vir até minha casa e pegar Bennet.

Das vezes que ele tinha vindo aqui, não sei como, ele não tinha sido seguido por paparazzi e nenhuma foto minha tido saído na impressa, ainda. Mas eu sabia que era questão de tempo até isso acontecer, porém, eu queria que fosse no meu tempo e não era agora.

Peguei meu celular vendo as horas percebendo que era hora de ir. Peguei a chave do carro, as bolsas do Bem, coloquei meu celular na minha bolsa também pegando ela, então desci indo até a garagem. Destravei o carro e coloquei tudo dentro do porta-malas, já que Bem tinha que ir no bebê-conforto. Logo depois eu subi e segui para o quarto dele.

A babá estava com ele no colo e ele ria do barulho de carrinho que ela fazia.

– Bruuuuuu. – Ben deu uma risada gostosa – Bruuuuu. – ela fez de novo e ele riu mais ainda.

– Você está feliz meu amor? – falei com voz de criança ao me aproximar dele e pegar ele no colo. Ele fez o barulhinho que bebês fazem colocando a mão na boca – Ai você tá feliz, tá? – ele sorriu fazendo o barulhinho e eu beijei sua barriguinha – Nós vamos passear hoje, sabia.

O sorriso ainda no rosto dele. Ele não fazia ideia dos problemas que se passava entre mim e o pai dele, mas não mesmo, e era exatamente por isso que eu tinha permitido Justin ter contato com o filho, Bennet não tinha culpa de ter o pai que tinha.

– Eu já troquei a fralda dele e dei a mamadeira, precisa de mais alguma coisa? – a babá falou.

– Não, obrigada. Você pode ir, nos vemos na segunda.

– Até segunda Júlia, tchau.

– Tchau. – falei vendo ela sair do quarto enquanto eu voltava a olhar para Bennet.

Mesmo com três meses, ele tinha a cor dos olhos do pai. Bebês as vezes mudam a cor dos olhos quando vai crescendo, mas eu esperava que ele não mudasse. Eu amava a cor dos olhos do Justin e ter isso em Ben era maravilhoso.

– Você está pronto para conhecer seu pai Bennet? – ele estava sério e me olhava com atenção, até parecia entender o que eu falava – Você vai adorar ele, porque ele te ama muito, só não sabe disso ainda. – ele apenas piscava ainda me encarando – Eu espero um dia não sentir o que eu sinto por ele, porque esse sentimento é muito ruim meu amor, muito ruim. Você acha que algum dia eu vou perdoar seu papai? Hm. – ele fez um barulhinho sorrindo pra mim – É melhor eu te levar logo, antes que eu desista.

Ele sorriu de novo e eu segui para a garagem com ele nos braços. Assim que cheguei perto do carro, abri a porta e coloquei ele no bebê conforto deixando bem preso então fechei a porta dando a volta no carro e entrando nesse e ocupando o banco do motorista. Antes de ligar o carro, olhei para Ben pelo retrovisor vendo ele bem quietinho, como sempre e sorri. Ele sempre me fazia sorrir. Eu amava meu filho mais que tudo nessa vida e só queria o melhor para ele, Justin era só efeito disso.

Liguei o carro e dei partida saindo da garagem logo pegando a estrada seguindo para o meu destino final, que não demorou muito para que eu chegasse lá, já que o transito não estava tão ruim e também não era tão distante assim.

Assim que cheguei na entrada do condomínio me identifiquei logo tendo minha entrada liberada seguindo para a casa de Justin. Assim como da primeira vez que estive ali, estava nervosa. Eu não queria estar ali, eu não me sentia bem em me aproximar dali. É pelo bem do Bennet Júlia. Foco no Bennet, lembre-se sempre disso. Falei para mim mesma olhando para o retrovisor vendo Ben tranquilo no seu lugar. Entrei na propriedade de Bieber, pois o portão foi liberado e estacionei perto da casa.

Desliguei o carro já tirando o cinto e saindo desse, logo dando a volta no carro indo até o banco de trás para desprender o bebê conforto, que para meu azar estava emperrado.

– Parece que você não quer sair daqui, não é Ben. – puxei o cinto, mas ele mal saiu do canto e eu repeti a ação mais algumas vezes. E eu me vi quase ir ao chão do carro quando puxei com muita força perdendo o equilíbrio e quase caindo em cima do bebê conforto. E Bennet sorriu.

– Você acha muito enraçado não é, claro, você está lindo aí só me olhando, por isso é engraçado, não é.

Ele sorriu fazendo o barulhinho de bebê como se realmente estivesse caçoando de mim.

– Isso Bennet. Ri da mamãe que é uma desastrada que não sabe desprender isso!

Puxei o cinto mais uma vez não tendo nenhum sucesso e Bennet sorriu fazendo o barulhinho mais uma vez.

– Você não está rindo de mim, não é?

Olhei para ele sentindo um formigamento na nuca, e ele ainda sorria. E eu ouvi a voz confirmando que alguém realmente estava atrás de mim.

– Precisa de ajuda? – apoiei minha mão no banco da frente e virei minha cabeça vendo Justin com um sorriso no rosto e um olhar divertido. Ele com certeza estava ali há algum tempo.

Olhei para ele, mais especificamente para seu sorriso sapeca e para mim mesma, vendo que na posição que eu estava minha bunda estava empinada e por causa da calça branca colada que eu usava, Bieber tinha uma bela visão de mim.

– Claro. – falei seca levantando e saindo do carro e Justin entrou soltando o cinto num instante.

– Eu posso pegar ele? – ele perguntou e eu apenas assenti vendo ele tirar Bennet do bebê conforto.

E foi como se tudo acontecesse em câmera lenta. Justin segurava o filho como se fosse a coisa mais preciosa da vida dele e talvez fosse a partir dali. O sorriso nos seus lábios, o brilho do olhar e até os traços do seu rosto denunciavam como ele estava feliz.

Não pude evitar sorrir. Eu conseguia ver como aquilo era importante para ele, ele tinha errado, sim, mas estava tentando concertar isso desde o momento que percebeu seu erro e estar com o seu filho era um dos modos de demostrar isso.

– Ei garotão, como você vai? Hm. Você sabe quem eu sou? Não? – Justin negou com a cabeça – Eu sou o seu papai – Bennet sorriu como se entendesse o que Justin falava – É, eu sou o seu papai. – e ele fez o barulhinho que ultimamente ele fazia muito – Estou muito feliz em conhecer você, você também? – Ben sorriu mais uma vez.

Justin não parava de sorrir, parecia que tinha grudado os lábios naquela posição, ele estava encantado pelo filho, assim como eu fiquei quando o peguei nos meus braços pela primeira vez. Mesmo que eu não quisesse, ou não admitisse, aquele momento era mágico pra ele e não, eu não queria mais roubar isso dele, era injusto, mesmo apesar de tudo.

– Eu vou pegar as bolsas dele e te encontro lá dentro, pode ser? – falei interrompendo a deslumbração dele pelo filho e ele apenas assentiu indo com Bennet em direção a casa, mas sem parar de falar com o filho.

Aparentemente o amor dele por crianças era mesmo real.

Fui até o porta-malas destravando ele e pegando as duas bolsas, já voltando a fecha-lo e me direcionei a casa tendo uma surpresa assim que abri a porta. A casa estava cheia. Bem, não exatamente cheia, mas a mãe de Justin estava lá, Scooter e algumas pessoas que eu nunca tinha visto na vida. Doce ilusão achar que ele estaria ali sozinho com no máximo uma babá, honestamente era louco.

Fiquei parada no canto da sala olhando para toda aquela gente em volta do meu filho, sim, lembrava dos dias depois do nascimento dele, mas ainda assim era estranho.

Assim que me percebeu no canto da sala, Justin veio até mim, já que Bennet estava nos braços da mãe dele. Sorte a deles que ele não estranhava ninguém.

– Acho que ele gostou da avó. – Justin falou com um sorriso no rosto e eu apenas forcei um meio sorriso, querendo ou não eu não estava feliz por estar ali.

– As coisas dele estão aqui. – entreguei as bolsa para ele e continuei – Eu coloquei uma lista de coisas sobre ele que você precisa saber e você tem meu telefone, qualquer coisa é só me ligar. – olhei para a mãe de Justin que brincava com o neto – Acho que eu não preciso mais ficar aqui.

– Não, eu quero te apresentar a minha mãe e... – falou com falou com a voz manhosa querendo me convercer, mas não deixei.

– Justin! – falei cortando ele antes que se empolgasse – Eu não sou sua mulher. – meus olhos estavam bem abertos e o sorriso forçado nos meus lábios enquanto eu falava era evidente – Você não tem que me apresentar a ninguém. – neguei com a cabeça vendo em seus olhos toda a animação de antes se desfazer dando espaço a decepção? Talvez?! Enfim, não importava – Eu sou apenas a mãe do seu filho, mais nada. Não ache que pode passar disso porque não vai, eu só estou aqui por ele.

– Não precisa agir assim Júlia. – ele baixou a cabeça por alguns instantes logo voltando a me olhar.

– Eu não estou aqui por você Justin, estou aqui pelo Bennet. – eu não só queria como soei fria e seca, não, eu não tinha perdoado ele. Voltei a olhar para o grupo que quase babava em cima da criança – Como eu disse, acho que não preciso mais ficar aqui.

– Júlia... – ele ainda tentou, mas eu não deixei.

– Não precisa fingir que gosta de mim ou tentar seu meu amigo Justin. Eu não estou preocupada com isso ou quero isso, – não consegui evitar abrir um sorriso forçado – Você só precisa fazer uma coisa que é ser pai do Bennet, nada mais. Minha relação com você é apenas sobre ele, não tente forçar algo mais que isso porque não vai rolar. Se não tem mais nada para falar, eu estou indo.

Ele apenas me encarou por breves segundos negando com a cabeça e não falou mais nada. E eu me virei para ir embora atravessando a porta de entrada indo em direção ao meu carro e já estava abrindo a porta do motorista quando ouvi meu nome e me virei vendo Scooter correr na minha direção. O quê?

– Júlia. – ele falou meu nome tão embolado quanto Justin falava enquanto chegava próximo a mim – Posso falar com você? – ele perguntou e eu assenti.

– Claro. – sorri sendo educada e ele continuou.

– Júlia, eu queria agradecer você pela sua discrição com tudo e por não ter indo para a impressa. Acredito que você saiba a proporção que tudo isso causaria, e toda a dor de cabeça que seria. Eu sei que você passou por muita coisa e peço desculpas pelas atitudes do Justin, eu sei que ele estava passando por uma fase conturbada na época, mas os fins não justificam os meios nesse caso. Eu posso te garantir que se eu soubesse de tudo eu teria feito ele assumir suas responsabilidades muito antes e vocês não teriam passado por tanto.

Ele fez uma pausa, talvez esperando que eu falasse, mas como não o fiz, ele continuou. Honestamente estava surpresa com tudo que estava ouvindo.

– Eu sei que você está magoada agora e eu não tiro a sua razão, Justin me contou tudo e eu espero que vocês possam se acertar um dia, eu não estou dizendo que isso vai acontecer mais eu espero que aconteça. Vocês têm uma conexão agora e terão pelo resto da vida.

– Olha Scooter, eu agradeço pelas suas desculpas, mas você não tem culpa de nada disso e não tem que se desculpar. Quanto não ir a impressa não foi para não causar um escândalo para o seu queridinho amigo, eu estava preservando a imagem da minha família e a minha principalmente, já falei isso para ele e falo quantas vezes mais forem necessárias. – eu não saberia descrever a expressão dele, parecia com pena, dúvida, surpresa, eu não sabia ou queria saber, mas eu também não estava sendo grossa nem nada, até porque meu tom de voz era normal e minhas intenções não eram ser grossa, apenas sincera – Eu só não quero que Justin morra porque ele é o pai do meu filho, não me leve a mal, eu não tenho nada contra você, mas essa reconciliação que você espera que aconteça, não vai chegar perto nem dos seus sonhos. – talvez um pouco sincera demais, pois Scotter tinha as sobrancelhas arqueadas e os olhos quase fora da caixa, sim, ele estava surpreso.

– Do seu cliente, eu não quero ver nem a sombra. – continuei – E não ache que esse contato que tivemos hoje vai acontecer com frequência, isso só ocorreu porque não resolvemos a parte burocrática ainda, mas não vai acontecer de novo. Eu espero que você entenda a minha posição e faça-me o favor de repassar para ele cada palavra que eu falei, eu deixei ele ver o filho pra evitar um escândalo pros meus pais e uma enorme dor de cabeça para todos nós. Só pra deixar claro, estou fazendo isso pelo meu filho, não por ele. Por favor, sempre lembre ele disso.

Ele ficou me encarando por um tempo e parecia não saber o que fazer, então entrei no carro dando a partida deixando Scooter lá. Tudo que eu queria era me livrar desses dois, ok, Scooter não tinha culpa de nada e muito menos parecia uma pessoa ruim, mas ele era amigo de Justin e na melhor das hipóteses, ele ficaria ao lado dele e não do meu, eu não esperava mais que isso. Ele ter consideração por mim e não me tratar como a culpada da história era consideração suficiente, era grata por isso, mas não esperava ou queria mais. Ele era só o empresário de Justin e não tinha nada a ver com isso.

Dirigi até um posto de gasolina mais próximo, já que meu tanque estava quase no zero e parei para abastecer. Desci do carro e passei o meu cartão colocando gasolina no carro e esperei o tanque encher. Foi quando eu vi o flash na minha direção e quando olhei para a direção da luz, vi um cara com uma câmera apontada bem pra mim. Ah não... Merda. Não!

Cogitei a possibilidade de algum famoso estar no mesmo lugar que eu, mas além da loja de conveniência estar vazia, apenas eu abastecia ali. Mais.... que merda! Eles tinham começado a me seguir e isso só podia significar uma coisa: as especulações já tinham começado. Logo, logo tudo seria esclarecido na mídia por Justin e minha paz seria roubada. Eu tinha acabado de ser condenada a mesma vida de Justin: eles não me deixariam em paz. E eu só conseguia pensar em uma coisa: meeeeeeeeeeerda!


Notas Finais


Então, eu fiquei esse tempo todo sem postar porque:
primeiro porque eu me desconectei totalmente da história, eu simplesmente não conseguia escrever nela, mesmo tentando várias e várias vezes e quando fazia isso não saía nada que eu queria.
segundo que eu estava sem tempo pra tudo, tipo tudo mesmo, porque esse semestre tá um saco, mas a inspiração veio e aqui estoy yo, não sei quando volto, mas estou cheia de ideia e talvez a história se prolongue mais do que eu estava planejando.
Espero muitíssimo que tenhas gostado e, até loguinho.
Bei-jos!


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