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História One Night (imagine Bang Chan) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Bom, eu estou ao máximo tentando escrever aqui no Spirit.
Eu escrevi essa história em uma inspiração de música que vi a legenda, então se quiserem ver, o link está nas notas finais.

PERDOEM OS ERROA ORTOGRÁFICOS!
NÃO REVISADA.

Indicação de Música: rumors - neffex

Boa Leitura!♥️

Capítulo 1 - Only.


Fanfic / Fanfiction One Night (imagine Bang Chan) - Capítulo 1 - Only.

– Vamos cara! – Changbin insistia pela terceira vez no dia

– Eu não quero ir para a balada. Que saco!

– Desde quanto ficou assim? Foi por causa da sua ex namorada? Cara, se toca, já faz dois anos que vocês terminaram.

– Dane-se! Eu não quero ir para a balada.

– Você vai sim, puto! – Jisung apareceu dentro do vestiário da academia.

– Ouviu? 21:30 vamos passar em sua casa para te buscar. Esteja pronto.

E mais uma vez, Changbin e Jisung foram embora, me deixando falar sozinho. Nós três nos conhecemos na academia, quando havíamos nos matriculados à quatro anos atrás. Eu namorava com uma menina, Tessi. Mas quando completamos dois anos de namoro, Tessi havia me dito que queria terminar, Falava ela que, não dávamos certo.

Desde então, eu Não me aproximei de nenhuma garota, havia me isolado delas e do mundo. Sim, passei cinco meses dentro de meu apartamento, ignorando todos que batiam na porta, sorte minha, morar sozinho. Tessi nunca mais deu as caras, mas, fiquei sabendo por bocas de amigos, que ela havia se casado com um cara e então, foram para o Texas. Eu queria perguntar a ela, se ela havia me traído com esse homem, mas se perguntasse, poderia chorar feito um bebê. 

Me mudei para Washington quando a conheci e hoje em dia, sonho largar aqui, e ir de volta para minha casa, na Austrália, abraçar meus irmãos, fazer churrasco com meu pai, e chorar no colo de minha mãe.

(...)

Prestes à dar 20:30, meu celular vibrava várias vezes, e eu revirava meus olhos, parecia que iriam pular para fora, com o tanto de mensagens que Changbin e Jisung me mandavam.

"Jisung: Vai ir mesmo, né porra?" – Era o que Jisung dizia, diferente de Changbin .

" Changbin: Se arruma e vamos passar na sua casa. Hoje você tira as poeira do saco."

Eu ria alto com aquelas mensagens, era incrível como eles insistiam, mesmo sabendo que eu iria pra lá, só para olhar as pessoas. Mordi mais um pedaço da melancia cortada, e levei até a boca, degustando daquela fruta que fazia festa de sabores na boca. Respirei novamente, só que desta vez, mais intenso, sabendo que não iria convencer eles falando que não queria. Fui ao meu quarto e tomei um banho tão bom, que meus músculos se sentiram mais leves. Coloquei uma calça preta rasgada, uma blusa branca e um casaco jeans, o motivo era claro, lá fora, o frio era notável, nessa época chovia muito. Queria chorar por desejar ir de chinelo, mas a mensagem de Jisung me fazia resmungar.

"Nada de chinelo!"

Então calcei um tênis preto mesmo, dane-se. Pronto, me olhei no espelho e sorri com aquele look, antes de soltar um "gostoso " e sair de casa, esperando os meninos chegarem. Quando chegaram, abri a porta de passageiro e logo olhei para ambos, que estavam sorrindo para mim.

– Vocês são podres.

E então se abriram na risada, tão alta e exagerado, que dei um tapa na cabeça de ambos.

– Vamos logo, a princesa tem uma noite cheia pela frente.

Jisung se referiu a mim. Logo Changbin ligou o carro e saiu catando pneu, indo direto para a balada que os garotos estavam ansiosos para ir. Quer dizer, tirando Bang Chan, esse que rolava a tela de seu Twitter, vendo alguns memes. Minutos depois, de muito trânsito e birras (vindo por parte de Changbin, ele queria ter parado no Mcdonald) os rapazes chegaram a balada. No relógio, era visto ser 22:02, e o movimento estava bem agitado.

A balada havia sido inaugurada a poucos meses (2 no máximo) e já fazia muito sucesso, tanto que, ela poderia ser uma das mais movimentadas da cidade. Os garotos desceram do carro e logo caminharam até a fila, porém, Jisung conversou com o segurança, que rapidamente liberou a entrada dos três. Changbin e Chan se olharam, então deram de ombros, não estavam interessados em saber o porquê do segurança ter permitido a entrada sem nem precisar pagar.

– Aposto que Jisung tá pegando ele. – O menor disse e Chan riu, como se fosse uma piada, mas ele tinha dúvidas, Jisung faria qualquer coisa.

– Vamos beber! – Jisung empurrou eu e Chang para o barzinho que havia ali na balada e nos fez sentar nos banquinhos, comigo na ponta. Jisung e Chang insistiram em me fazer beber e depois de muitas reclamações, acabei aceitando. Nunca fui de beber muito, quer dizer, eu já cheguei em uma época de minha vida, que bebia pra caramba, mas depois que conheci Tessi, tudo mudou e ela me fez parar de beber. Droga, por que penso nela, ela nesse momento deveria estar sei lá, com outro. Changbin cutucou meu ombro e me fez olhar para o mesmo, ele fez um tipo de sinal, me pedindo para olhar para a entrada, onde estávamos a pouco tempo. Não entendi muito o que ele tentava mostrar, até olhar para lá e me surpreender um pouco.

Era uma garota, seus cabelos um pouco molhados mostrando que havia os lavado, trajetava uma saia de couro que ia até metade de seu joelho, uma blusa que tinha decote entre seus seios, uma bota até metade de sua canela, e uma jaqueta de couro. Usava maquiagem cor dourada um pouco chamativa e um batom clarinho, mas dava-se a ver que era da cor vermelho.

– Quem é ela? – Ainda chocado com a beleza da menina, perguntei aos meninos, desviando minha atenção dela, para eles.

– Essa, é ____. – Jisung disse.

– Eu quis ficar com ela… – Changbin comentou.

– E ela o ignorou.

Ri alto com isso, virando minha cabeça para trás, logo Revirei os olhos, voltando a olhar para o garçom, que havia preparado nossas bebidas.

– Um brinde, aos três patetas.

Os dois que estavam focados em ___, olharam para minha direção, me vendo beber um pouco daquele Whisky, sentindo a garganta arder com o líquido puro. Deveria ao menos ter pedido junto com Água de coco. ___, Mal havia sequer conversado com ela, mas já havia me atraído. Talvez devesse estar a flor da pele, já que não transava à mais de meses. Muitos homens da balada, falavam dela, enquanto ela estava no sofá com suas amigas. Ninguém reparava na conversa delas, apenas estavam focados no rosto de ___ e seu sorriso.

Seus pais não fizeram uma filha, fizeram uma Deusa.

Porra, que broxante Christopher.

Desde que a garota chegou na balada, ela era o assunto do "momento", muitos diziam que queiram que ela sentasse neles, ou que pagasse um boquete. Mas, ouvi dois bêbados que pararam ao meu lado, que, ___ ficava com apenas um garoto, a cada um mês na balada. Ou seja, eles diziam que so haveria "um sortudo". Para ser sincero, eu não sabia qual era a preocupação desses caras com ___. Mas isso é só assunto de bêbados que tem contas para pagar e estar gastando com bebidas, pé no saco. Jisung disse que iria ao banheiro, só que quando olhei em direção a ele estava indo, vi uma garota, que sorriu para ele. Changbin, disse que iria dançar um pouco e, quem sabe, encontrar uma garota. Enquanto eu, estava ainda sentado naquele banco, sem ao menos ter levantado a bunda da cadeira. Com um copo agora de Vodka, eu rodava com as pontas dos dedos na boca do copo e pensava, por que eu estava tão triste assim? Porra, Eu deveria superar essa garota, esquecer ela, qual é o meu problema? Eu deveria me levantar desse banquinho, ir dançar e ficar com alguém.

É, eu vou fazer isso!

Quando me ousei levantar, um barulho de pulseiras foi escutado ao meu lado. Era aquela garota. Ela estava olhando para baixo e colocou sua bolsa branca em cima do balcão, Suas unhas, pintadas de vermelho se destacavam em suas mãos. Seus cabelos, agora estavam secos, e ela mexia levemente, talvez, os arrumando.

– Oi. – Sua voz… Céus, como sua voz era linda.

– Oi

– Você nunca vem aqui, certo? – Ela rodou o banquinho um pouco para o lado em minha direção. Suas pernas estavam unidas, o que fez a saia de couro se levantar um pouco.

– Primeira vez.

– Uh, entendi. Bom, para dar boas vindas, o que acha dessa rodada ser por minha conta? – Eu sorri para ela e concordei com a cabeça – Duas Sex on the beach, por favor.

– Não está querendo me embebedar, certo?

– Droga! Descobriu o meu plano.

Ela disse sorrindo, mas fiquei assustado, não sabia se ela estava realmente falando a verdade ou não. O seu sorriso era lindo e eu podia ter certeza que queria ve-lo mais vezes. Estranhava algumas vezes, quando ela olhava para mim e mordia os lábios, soltava um sorriso e olhava para as mãos que estavam cercadas de anéis. Eu vou confessar, ela era uma pessoa realmente bonita e gentil, afinal, pagou a conta para mim.

– Veio falar comigo por que? Várias pessoas estão olhando. – Com um pouco do efeito do álcool sobre meu corpo, perguntei para a garota, que riu de canto e balançou a cabeça.

– Você foi o único que não falou algo ridículo para mim, desde que cheguei. — Ela disse e eu sentia que, não gostava dessa atenção toda, porém era inevitável entrar aqui, sem ser percebida, ela chamava a atenção de todos.

– Quer dançar? Vamos esquecer isso.

Ela riu novamente, jogando sua cabeça para trás, e eu logo ri junto também. Ela concordou com a cabeça e então se levantou, erguendo sua mão em minha direção, me fazendo pegar. Ela colocou a bolsa em seu ombro e logo fomos a pista de dança, dançar. A música era tão agitada e ao mesmo tempo tão sexy que todos dançavam naquele ritmo. A garota, sorriu para mim e então ficou de costas, mexendo de um lado para o outro, no ritmo da música. Oh Deus, ela se mexendo desse jeito era tão sensual e tão excitante. Todos da pista dançavam colados e então nem repararam em nós ali, parecia ser normal.

"Vai nessa"

O meu cérebro pediu. Então, aos poucos, fui me soltando em um ritmo lento, acompanhando a garota que mantia os olhos fechados, sentindo a música. E Então, por impulso talvez, levei a mão até sua cintura e fui q conduzindo do Jeito que queria. Ela encostou mais seu corpo ao meu e senti sua bunda se encostando em meu membro. Mordi os lábios me contendo à não gemer, claro, após dias, semanas, meses, alguém estava pressionando ali. ___ então, se virou sem sair de perto de mim, e ficamos cara a cara. Seu rosto estava um pouco suado, poderia ser por conta de tanta gente estar ali. Seu rosto parecia estar vidrado no meu e ela se aproximou. Havia alguns cochichos que podiam ser escutados.

" – Ela vai pegar ele? Terminou com bratt e já está com outro. "

" – As amigas dela à odeiam, todos os caras querem ela. "

" – Ela é muito fria."

" – Ela é tão jovem, mas age velha. "

" – Ela deve ser tão linda Núa, deve ficar fora do controle. "

A garota era tão falada por todos, que eu me levei por elas, queria experimentar o que todos diziam, se ela era aquele tipo de pessoa que todos dizem. Seus lábios encostaram aos meus e então nossos lábios foram para direções opostas, tendo a liberdade de explorar cada canto da boca. ___ desceu sua mão até meu abdômen e enfiou a mão, podendo encostar sua mão naquele lugar. Ela explorava cada canto e mexia nos gominhos de cada lado.

– Vamos ao banheiro.

Praticamente implorei e ela sorriu de lado, aprovando. Sua mão se afastou de meu corpo e desceu até minha mão a puxando, como ela sabia cada lugar daqui. Passamos em um corredor com luzes vermelhas e então abriu a porta de lá, entrando dentro. A menina olhava para baixo, para ver se tinha alguém lá dentro e enquanto eu, trancava a porta. Logo após, eu a olho e vejo ela por sua bolsa na pia e então, retirando suas roupas devagar, eu fiz o mesmo, aproveitando cada momento e vendo cada pedaço de seu corpo. Era incrível como em apenas horas, a menina me encantou, seu jeito, olhar e forma de andar, me atraíram facilmente, o que várias garotas pediam durante meses, ela conseguiu em menos de minutos. Eu saberia que para ela, seria apenas uma foda simples, mas para mim, iria ser especial, afinal, ela foi a primeira depois de tanto tempo.

– Vamos rápido.

Ela pediu e então andou até mim, que já estava completamente nú. Eu nunca tinha visto uma pessoa tão gostosa como ela e me sentia lisonjeado em ela ter "escolhido". Suas mãos desceram até meu abdômen, onde ela passou a língua tão devagar, que eu sentia como se estivesse tendo um sufoco. Sua língua quente fazia o comando sobre mim e ela percebeu isso. Uma de suas mãos foram até meu pau, onde ela o masturbou indo algumas vezes rápido, outras vezes, indo tão lento, que eu podia choramingar por ela me judiar assim. Segurei em seus ombros e a fiz olhar para mim, mordendo o lábio. Eu a empurrei sem a machucar para perto da pia, e antes de mais nada, ela esticou até a bolsa e pegou uma camisinha. Eu a tomei de sua mão e rasguei o pacote com os dentes, retirei o plástico de lá e coloquei em meu pau que já estava ereto.

– Por favor, enfie fundo em mim.

Seus suspiros começaram quando beijei seu ombro e aos poucos, fui me enterrando nela, vendo a garota fechar os olhos tão fortemente. Eu gemi com aquilo, fazia tanto tempo, que me sentia virgem de novo, mas com ela a garota que nem ao menos sabia meu nome, eu me senti no controle de tudo. Seus seios estavam encostando em meu peitoral enquanto eu investigava nela.

– Eu quero que você grite, faça todos dessa balada escutarem seus gemidos. – Eu havia falado, mesmo com a garota gemendo , aquilo não bastava para mim, eu a queria ver gritar.

– Céus… Oh. – Gemeu mais alto quando me movimentei mais rapido, poderia ter atingindo seu ponto sensível. Meu pau, saia e entrava dentro de sua boceta e eu tinha o grande prazer de ficar algumas vezes, olhando àquela cena. Talvez, a garota gostava de dominar também, pois meu corpo foi empurrado ao ponto de mim quase escorregar e para uma das cabines que por sorte estavam apertadas eu sentei no vaso (que estava com a tampa fechada e agradeci por isso) ___ abriu as pernas e as colocou de cada lado e sentou tão forte em meu pênis, que gemi alto e com a voz grossa. Ela me beijou e seus lábios desceram para o meu pescoço e logo ela fez questão de dar alguns chupões ali. Seus movimentos começaram e eu Revirei os olhos quando começou a ir tão lentamente que apertei sua cintura. Uma risada danada, saiu de seus lábios e ela foi os movimentando mais rápido. Parecia que eu estava no céu, era como se não nos importassemos com as pessoas que passavam e escutavam. Eu queria que todos soubessem, e ela também queria. Os pingos de suor escorriam pelo nosso corpo e eles deslizavam tanto um pelo outro, que levei minha mão até sua bunda a trazendo mais para mim. Suas mãos foram em cima de meus ombros e ela pegou impulso, eu a ajudava com o que podia.

– ___. – Gemi seu nome pela primeira vez e ela sorriu antes de gemer mais alto. Tinha certeza que sua garganta iria doer quando acordasse amanhã cedo. Eu podia jurar, ter escutado pessoas batendo na porta, querendo entrar e fiquei preocupado, tanto que, olhei para ___, que mantia os olhos fechados, cabeça virada para trás e mordia os lábios.

– Apenas não ligue. Somos só nós dois. E isso... está tão delicioso. – Ela tentava falar sem ser interrompido pelos gritos que soltava. Concordando, dei de ombros e a movimentei mais rápido dentro de mim. Seus seios pulavam e eu precisava os chupa-los. Não me importando nem um pouco, passei a colocar minha boca em seus bustos e os chupando, as vezes, fazendo caminhos de saliva os deixando mais lisos em minha boca.

– Eu estou quase...

Alertei e ___ concordou, logo passando a pular em meu pau, praticamente o esmagando, ela saia e voltava, rebolava e quando dava, se movimentava para frente e para trás. Um líquido foi soltado por mim e ele se melou no meu membro, por conta da camisinha. Eu me levantei ainda com a garota no colo, e senti ter atingido o seu limite, pois seu líquido saiu de dentro da mesma. Ela encostou a cabeça em meu peito e respirou ainda tentando controlar sua respiração. Sai da cabine e andei até deixá-la em cima da pia. Seu corpo foi um jogado para trás e bateu no espelho. Sai de dentro dela e escutei um gemido manhoso sair de sua boca, retirei a camisinha e a amarrei, jogando no lixo. Aproveitei e peguei um rolo de papel higiênico, voltando para onde a menina estava e entrei alguns papéis para ela se limpar, assim como eu fazia. Ela pulou da pia e vestiu sua roupa, eu aproveitei e vesti as minhas também, em silêncio.

– Pegue. – Depois de ter vestido as nossas roupas, estendeu um papel em minha direção, eu não havia entendido, mas aceitei, o abri e vi que era um número de telefone.

– Me ligue quando quiser transar de novo. – Ela andou até mim. – Posso perguntar seu nome?

– Christopher, ou Bang Chan se quiser me chamar assim. – Ela riu e então sussurou em meu ouvido, tão sensualmente, antes de abrir a porta e sair.

– Entre todos, você foi o melhor, Christopher.


Notas Finais


Tradução da musica:

https://youtu.be/4wCrkBk8dXs .



Até a próxima!♥️


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