História One Piece - Um Novo Rei - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias One Piece
Personagens Brook, Franky, Monkey D. Luffy, Nami, Nico Robin, Sabo, Shanks, Tony Tony Chopper, Usopp
Tags Ação, Aventura, Grand Line, Lucy, Luffy, Lunami, Mar, Nami, One Piece, Rei
Visualizações 102
Palavras 2.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Episódio IV - A promessa que nós uni


Fanfic / Fanfiction One Piece - Um Novo Rei - Capítulo 4 - Episódio IV - A promessa que nós uni

One Piece - Um Novo Rei

Episódio IV - A promessa que nós uni

"Não importa quem seja seu pai, todos nós somos filhos do mar"

— Shirohige — 

Quando finalmente Lucy saiu do bar, estava cansada. Haru havia lhe dito que tinha muita comida, mas, a pequena só pode comer depois que atendeu todas as mesas do bar. Não gostava de trabalhar, seu avô a obrigava a lhe servi chá todas as tardes. Era um pouco chato, mas, ele a convidava para saborear um pouco de biscoitos. Quando morava com seu avô, Lucy sempre era vista treinado com os marinheiros. A morena queria ser forte, e ter aventuras assim com seu pai. Coby lhe contou varias façanhas de Luffy, Garp sempre o reprendia por fazer isso, o velho queria que Lucy se tornasse uma marinheira é não um pirata. Mas o que Garp não sabia, era que, Lucy já havia feito sua escolha. Queria supera seu pai é se tornar o novo rei dos piratas. Queria ter um bando cheio de amizades onde pudesse confiar. Sim, era isso que Lucy queria.

Quando andava pelas ruas da vila Fuschia, avistou um tipo de barco no porto. A morena correu até o mesmo. Percebeu então que, na verdade era um submarino, com varias janelas circulares. Em seu emblema, a marca de Law. Sorriu subindo abordo. Parecia que não tinha ninguém, ou se tinha,  estava ainda no bar. Subiu no submarino, observando a água, depois olhou para a porta que dava acesso ao interior. Estava dando o primeiro passo em direção a porta quando algo lhe toca as costas. Automaticamente Lucy se vira assustada, e da de cara com um jovem com cabelos ruivos. 

Haru gargalhou com a reação da morena.

— Idiota. — resmungou acertando-lhe um cascudo. O que Haru não gostou, e lhe devolveu o cascudo. Lucy o fuzilou de raiva, mas antes que fizesse alguma coisa, ignorou-o. Aproximou-se do parapeito. — Haru, por que estar aqui? Não devia estar com sua mãe, ajudando-a?

— Ela me deixou sair.— respondeu calmamente, se aproximou de Lucy, a mesma que se virou para o mar. 

O mar tão azul é cintilantes. Extenso é sem fim. Lucy sai de seus devaneios quando algo atingiu a água fortemente, provocando ondas é fazendo o submarino balança violentamente. Lucy é Haru olharam para frente, e um pouco não distante estava o culpado. Um navio da marinha, estava atirando balas de canhões no submarino de Law. A morena ficou boquiaberta, olhou incrédula para Haru. O mesmo que estava espantado com o que via. Rapidamente Lucy pega no ombro de ruivo e o encara serio.

— Haru, vá para o bar chamar os piratas. — ordenou ela, com o olhar determinado.

— Mas, é você?

— Eu vou tentar parar as balas com o meu poder. Eu acho que consigo!

Haru hesitou em deixa-la, mas, se virou é saiu correndo em direção ao bar.

O submarino balançou violentamente outras vez, a pequena olhou para trais engolindo em seco. Sabia muito bem da armação de um navio da marinha, e o quanto eram cabeças duras é idiotas. Quando atiraram outra bala de canhão, Lucy ergueu as palmas das mãos na direção é fechou os olhos. Em alguns segundos uma forte rajada de vento saiu das mãos de menina. A rajada de vento envolveu a bola de canhão, a atirando para longe do submarino. Depois que aquela bola de canhão foi desviada, os marinheiros atiraram mais é mais. Lucy fazia de tudo para proteger o submarino, suas forças já estavam no fim.

Suas pernas bobearam, fazendo-a desabar no chão. Viu uma bola grande de ferro vindo em sua direção, fechou os olhos é esperou a morte ou alguma coisa do tipo. Mas não sentiu nada, estranhando, abriu os olhos. Foi então que viu Law em sua frente. Segurava sua espada em direção ao navio da marinha. Olhou para o lado, e encontrou Haru. Ele a ajudou a se levanta, depois lhe deu um sorriso. Lucy voltou seu olhar para o navio da marinha, e ficou incrédula. Ele havia partido no meio. Foi Law que havia feito aquilo. O moreno se voltou para a pequena.

— Você estar bem? — perguntou-lhe com a voz roca. Lucy afirmou com a cabeça. Mas novamente o submarino foi balançado violentamente, um Rei do Mar havia passado por baixo. O bicho tinha sido incomodado pelas bolas de ferro. O impacto fora tanto que, Lucy foi jogada para fora do submarino, caindo no mar. Haru correu até o parapeito, Lucy afundava. Não conseguia se mexer, era usuária de Akuma no mi. 

O ruivo ficou desesperado.

— Law-san, o Lucy caiu no mar!— gritou o pequeno. 

Law olhou incrédulo para a água, não podia pular.

— Moleque, pule é solve-o!—ordenou o moreno ao pequeno. Haru engoliu em seco, olhou para a água é pulou. 

Mergulhou, nadando para o fundo. Avistou Lucy descendo cada vez mais, paralisada é desacordada. Haru agarro-a pelo braço é a puxo-a até a superfície. Ao chegar ao topo, Law ordenou que seus companheiros os tirassem da água. Ao subirem no submarino, Haru sacudiu Lucy, mas a morena não acordou. Olhou para Law desesperado, pensará que ela tinha batido as botas. O moreno manda leva-a para dentro do seu transporte, e diz a Haru que, devia se acalmar. Law entrou, dizendo que iria cuidar de Lucy.

[-:-§-:-]

Alguns minutos depois O cirurgião da Morte sai de dentro do submarino, caminhando em direção ao pequeno ruivo. Sentou-se no parapeito.

— O Lucy vai ficar bem?— Haru perguntou preocupado.

O? Do que você tá falando? Lucy é uma garota! — exclamou Law encarando o garoto. O mesmo que ficou boquiaberto é incrédulo. O moreno percebeu a cara confusa do ruivo, suspirou fundo e olhou para o mar. — Ela vai ficar bem, só estar cansada.

— O QUÊ? LUCY É UMA GAROTA?! —Haru gritou espantado.

— Eu estou falando serio. — respondeu o moreno com a cara fechada. Haru ficou imóvel, se lembrando dos cascudos que dera em Lucy, do jeito que tratava como um garoto. Estava com a cara vermelha. — Eu falei para você descansar. Como você não tem costume de usar seu poder, estar desgastada é engoli-o muita água do mar. — Law falou para uma pequena pessoa que saia de dentro do transporte.

— Não quero ficar deitada. — resmungou. Olhou para Haru, o mesmo que virou o rosto evitando olha-la. — Haru, obrigado por me salvar. — Lucy agradeceu calmamente. Inclinou a cabeça para o lado confusa. — Ore, o que foi?

Haru ficou vermelho.

— Por quer não me contou que era u-uma ga-garota?—  ele gaguejava. 

— Ore, você não me perguntou?— respondeu calmamente, sem nem um traço de vergonha. O que fez Haru ficar com raiva. — Meu avô que me disse, que era melhor me vesti de menino.

— Mas por quê não me disse que era uma garota?

— Pra mim você tinha percebido que eu era uma garota, mas, parece que é muito burro! — indagou a morena saindo do submarino. Não importava se todos soubesse que ela era uma garota, isso Lucy não tinha a menor preocupação.

Saiu da vila é caminhou adentrando na floresta. A pouco conseguiu usar o seu poder, mas, era por que queria proteger o submarino de Tral. Quando iria consegui usar seu poder por completo? O fogo, a água é a terra? Quando conseguiria realmente proteger algo?

Com varias perguntas na cabeça, Lucy chegou a casa de madeira no meio da floresta. Entrou na mesma, se sentando ao lado de Dadan. A velha estranhou, mas não disse nada.

  "Eu sonhei que tinha um mapa,

de um tesouro assombroso,

em um lugar que pra mim,

era milagroso"  

Já havia se passado alguns meses desde que a morena chegou á ilha. Haru é Lucy já estavam se falando normalmente. Lucy agia como antes de ser descoberta, logo o ruivo viu que aquele era o seu jeitinho. Lucy contou a Haru, seus dias com seu avô é onde ela a levou. O ruivo sorria alegremente, as vezes ela era lerda é as vezes, era muito inteligente. Era fanática por comida é doida por dinheiro.

Depois de alguns dias em companhia da garota, Haru sentiu-se que, deveria estar apaixonado por Lucy. E isso começou a deixa-lo louco, toda vez que Lucy lhe dava um sorriso doce, o ruivo corava violentamente. Já tinha até perguntado para sua mãe se ele estava normal.

Trafalgar Law havia ido embora com sua tripulação. Mas antes de parti, Law entregou a Lucy um pedaço de papel. "Isso é um Vivre Card. Vai fazer nós nos encontra de novamente." Foram as suas últimas palavras, antes de zarpa da ilha. 

Lucy guardou o papel dentro do chapéu.

Nesse momento, Lucy é Haru estavam no esconderijo da casa da arvore. Ela contava o ouro que ganhará dos idiotas da casa de jogos, ele limpava sua Katana. A morena estava com um sorriso enorme no rosto, isso fazia o ruivo ficar observando-a constantemente. Gostava de vê-la, dar suas expressões é até do seu jeito meio esquisito. Todos os dias Haru a olhava com ternura, mas, Lucy nem suspeitava de nada. E com seu jeitinho lerdo de perceber os sentimentos dos outro, Haru deduziu que nunca saberia de nada.

— Ei, Lucy? — chamou-a, a morena olhou para o mesmo. — Por quê você quer tanto dinheiro? —  estava curioso. 

Lucy abriu um sorriso enorme.

— Para compra um navio, é parti para o mar!

— Barco? Mar? Você quer mesmo se torna um pirata? 

— Sim. Quero me torna um pirata, e encontra meu pai! — estava com um olhar determinado. Depois olhou confusa para Haru. — Ore, seu pai é um pirata. Por que você não quer ser um também?

Haru abaixa a cabeça.

— Apesar de meu pai ser um pirata, eu nunca pensei em me torna um. —  indagou ele, depois volta seu olhar para Lucy. A mesma que tinha se aproximado dele devagar, e havia um enorme sorriso em seu rosto. — O-o que?

— Você pode fazer parte da minha tripulação. Você será o meu espadachim! — decidiu ela alegre.

Haru estremeceu.

— Se for para ser pirata, eu prefiro ser o capitão do meu próprio navio! — retrucou ele indo para trais.

— Oh, um... isso não é justo. — a morena fez bico. Se sentou na frente do ruivo é cruzou os braços. — Se você tiver seu próprio navio, como que a gente vai ter aventuras juntos?— inflou as bochechas.

Haru passou a mão peso pescoço, fechou os olhos é suspirou fundo, após abri seus olhos encarou a morena a sua frente.

— Vamos fazer uma coisa.

— Que coisa?— perguntou curiosa. 

Haru fechou o punho é levantou o dedinho.

— De agora em diante, somos noivos. E vamos nos encontrar, sempre. Isso é uma promessa! — explicou Haru, com ternura em sua voz. Seu rosto estava rubro, mas havia um sorriso doce em sua boca.

— Noivos?— amorena olhou para ele confusa. Mas depois abriu um sorriso, ergueu seu dedinho e encachou no de Haru. — Noivos!

— Sim, essa é uma promessa que nós uni. — ele sorria alegremente, seu rosto estava totalmente corado, mas, não havia vestígio de vergonha no rosto de Lucy, isso o deixava intrigado.

Depois sonhei que pude alcançar,

o que eu procurava,

também sonhei que mais alguém

meu tesouro achava.

Eu quero encontra, quero encontra o que estou procurando.

Alguns dias depois. Lucy havia convidado Haru para comer na casa de Dadan, a velha não gostou muito da ideia. Mas deu de ombros. Todos na casa de madeira no meio da floresta, comiam é se entupiam de comida. Lucy era unas delas, mal engolia é já enfiava mais comida dentro da boca. Haru a admirava mas, a garota comia como um leão.

— Vejo que continua com um apetite grande, em Lucy! — soou uma voz roca. Todos tremeram enquanto olharam para a porta. E nela estava um homem já velho, vestia uma camisa vermelha florida é uma calça preta, causava sandálias de dedo. E seu olhar era intimidador. Ele olhou para Haru e o encarou, o mesmo que estremeceu é se encolheu. — Esse cabelo ruivo me é familiar.

— Ele é filhos do Shanks. — disse Lucy calmamente, ela ignorava Garp é comia ainda mais. O velho arregalou os olhos, assim como todos os outros na casa.

Akagami teve um filho? — perguntou-se surpreso

— Vovô o que faz aqui? — perguntou Lucy de boca cheia.

— Como assim "O que faz aqui?" Eu vim te vê. — disse indo em direção da morena. O velho acariciou a cabeça da garota. — E em tão? Desistiu de ser tonar um pirata?

— Vovô, você esta caducando? Não desistirei de me torna um pirata. — falou ela, mas, ao se dar contas de suas palavra, Lucy para de comer é se afasta do velho. O mesmo que estava com uma cara assustadora. A morena tentou fugi pela porta, mas, mãos grossas segurara-a bem forte. 

— Como e que é? 

Lucy engoliu em seco. Deveria escolher melhor suas palavras. Depois de alguns segundos, Lucy estava estirada no chão toda dolorida.

— Essa família tem algum tipo de maldição? — Garp se perguntou. — Eu não acredito, todos se voltam contra a marinha é o governo! — ele olhou para Haru. — Você também quer se tornar um pirata?

— Eu...er..ar...—Haru não conseguiu falar, o velho partiu pra cima dele

O ruivo se encontrava estirado no chão, ao lado de Lucy.

— Lucy por que não ficou calada?— o ruivo gemendo de dor.

— Estou me perguntando isso agora.

  Mas se o mundo mudar.

Leve-me para onde eu não fique sabendo

Para que a tristeza não me alcance.

Para que as memórias fiquem, não desapareçam.  

[-:-9 Anos depois-:-]

Um barco pesqueiro navegava tranquilamente pelo mar. As velas estavam amaradas, e não haviam vestígios de pessoas lá. Ao não ser, uma jovem, quem dormia no chão com os braços cruzados de baixo da cabeça. Vestia-se com uma blusa vermelha é um short jeans, causava um tipo de sapatilha preta. E seu rosto estava coberto por um chapéu de palha.

— — — — — —TO BE CONTINUED—— — — — —



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...