História One Piece 2 - Revolta Mortal - Capítulo 3


Escrita por: e Snowzin025

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Luta, Muito Foda, Shounen
Visualizações 6
Palavras 929
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Magia, Romance e Novela, Shounen
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Extenso e Emocionante - E.E

Capítulo 3 - Conflito


Fanfic / Fanfiction One Piece 2 - Revolta Mortal - Capítulo 3 - Conflito

“Fodeu” - Pensou o garoto. Seu chute não havia sido desviado, aquele homem apenas aguentou o impacto, como se o golpe o fizesse cócegas. Ele olhava com aqueles olhos de um laranja intenso no fundo dos olhos de Leo, devorando sua alma, parecendo ler o que se passava em sua mente. Um soco foi desferido na direção do garoto, o qual desvia e recua; seus movimentos eram ligeiramente mais rápidos que o do invasor, havia pelo menos uma vantagem. “Você não sabe com o que está brincando” - Disse o homem enquanto mandava uma sequência de socos - “Não sei nem o que você quer comigo, é óbvio que não sei com o que estou brincando!” - retrucou Leo, desviando com certa facilidade dos socos do invasor; ambos ainda estavam pegando leve. Leo decide sair da defensiva e arrisca um soco na têmpora daquele homem. Por um segundo, ele teve o vislumbre do seu soco se conectando com a cabeça do mesmo, mas logo voltou à realidade ao ter seu punho segurado e ouvir aquela voz imponente dizer “é só isso?”; um calafrio percorreu sua espinha. Podia ter sido apenas por causa do calor da batalha, mas Leo jurava ter sentido sua mão queimar com o toque do invasor, ele certamente havia algo que não estava nos planos do garoto.

“Então você percebeu hã?” - a confusão estampada em sua cara certamente evidenciava isso - “Não há motivos para esconder isso, afinal, não tenho muito tempo”. Ele então se posiciona, contraindo os músculos de seu corpo e ajeitando seus punhos, de modo que parecia estar canalizando sua força. Então, uma luz surge de suas mãos e um calor intenso começa a emanar daquele ponto. Fogo. Tinha fogo em suas mãos. O choque de Leo era tão grande que ficou paralisado ali, olhando o homem que vinha a todo vapor em sua direção. Ele olhava com, não só medo, mas uma ponta de interesse dentro de si. Sentia-se atraído por aquele fogo, como se aquele tipo de energia fosse, de certa forma, familiar. Ele não conseguia se mover, parecia ter aceitado a morte, mas algo dentro de si gritava para ele sair do lugar. Ou melhor, algo fora de si. Ele estava ouvindo ao longe a voz de Heitor.


“Onde é que eu vim me meter?” - Pensou Heitor. O garoto sentia seu estômago embrulhar com a ansiedade, esperando o momento certo para agir. Os barulhos vindos do cômodo ao lado o incomodavam tanto quando a cena, que era preocupante. Assistindo aquilo, via-se que o invasor estava num nível totalmente acima de Leo, era como um predador cansando sua presa lentamente. O pensamento mais constante em sua mente era fugir, mas algo o prendia ali. Talvez a lealdade mútua entre ele e seu amigo, não queria traí-lo, sentia a necessidade de ajudá-lo. De repente, o calor e a luz o tiraram de seus devaneios; ele lembrou de sua parte no plano: Estava na hora de chamar a polícia, a batalha estava esquentando.

Com a polícia já a caminho, Heitor arriscou um vislumbre da batalha e viu seu amigo paralisado, a ponto de receber um punho de fogo. Sem pensar, desatou a correr para defender o amigo, gritando para fazê-lo acordar. Ele sabia que Leo não conseguiria desviar a tempo e o inevitável teve de ser feito, sua lealdade não o deixaria tomar outra escolha. Confiando toda a sua vida a Leo, ele se atira na frente das chamas, levando o ataque no lugar do amigo. Ele sentia aquela dor intensa e cada vez mais estava ficando fraco, até que caiu no chão com seu peito em chamas, sentindo que seu dever estava feito.


“NÃO! SEU BASTARDO” - Leo sentiu uma chama queimar dentro de si, e não era a do invasor. Raiva e angústia explodiam em seu peito como labaredas, ele agora queria ver aquele homem destruído. Esqueceu completamente dos poderes do invasor e partiu irado para cima dele; desviando de todos os ataques flamejantes e conseguindo efetivamente passá-lo uma rasteira, fazendo-o cambalear e abrindo uma abertura para enforcá-lo com sua gravata, a qual foi desintegrada pelas chamas. Ambos estavam a mil, desferindo socos atrás de socos. Leo sentia como se energia estivesse pulsando dentro de si, como se a cada soco que levava e cada pancada que dava o deixassem mais forte. Canalizando toda essa energia, ele investiu um último soco na face do invasor, evocando as sábias palavras que Heitor sempre dizia: “E a fé sem atitude não te move nem nunca vai te mover. E o pior cego é aquele que escolhe não ver. É o querer que pinta a escada... PARA SUA GLÓRIA!”.

E então, fez-se luz. Quando o soco se conectou com a cara do invasor, ele podia jurar que viu uma luz intensa emanar de seus punhos - “talvez seja esse o meu poder?” - pensou esperançoso. Ambos caíram de joelhos. A batalha se encerrava a polícia tinha chegado. O invasor não fez o menor esforço para tentar escapar, apenas aceitou a sua derrota. Já algemado, antes de ser levado, olhou com aquele mesmo olhar de antes para Leo e disse “Eu vou voltar”. Leo não tinha mais forças para responder, mas pensou consigo: “Estarei aqui, no centro dessa sala novamente, te esperando”.

O garoto se sentia exausto e atordoado, como se um caminhão tivesse passado por cima dele. Antes de perder todas as suas forças, tinha que dar explicações para alguém. Pegou seu celular e mandou uma singela mensagem para aquela garota

"Venci, mas sinto que minha perda foi maior que a dele".


Notas Finais


Chorei 😔


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