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História One Piece : A filha de Roger. - Capítulo 2


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Notas do Autor


OI, GENTE !!! Espero que gostem, espero que vcs e entendam os motivos de eu usar as fotos da Rouge/Nami como forma de representar a SAYURY, acontece que eu gosto muito da aparências duas e decidi usá-la como base da minha personagem.

Capítulo 2 - A perda de tudo.


Fanfic / Fanfiction One Piece : A filha de Roger. - Capítulo 2 - A perda de tudo.

Vinte e três anos antes prónologo:  Reino  de Shikkearu.


- SAYURY-HIME!! - chamava Agatha enquanto corria atrás de mim - Parada!! sua criança insolente - ofegava - Como uma princesa pode correr assim de suas lições.

- Corra Agatha ! - respondi enquanto corria tentando não pisar no meu vestido - Nós vamos perder a apresentação. 

- Hime-sama ! Por favor espere ! - Disse Agatha ainda mais ofegante, afinal ela já tinha passado da idade de correr atrás de uma criança de 10 anos - O que a a rainha vai pensar dessa sua petulância - argumentou.

- Minha mãe não tem tempo suficiente para me punir Agatha - retruquei - Ela e meu pai estão ocupados de mais semeando guerras por ai - virei para ela e mostrei a língua - essa ameaça é inválida !

- Menina insolente !!  - gritou Agatha.

Mesmo como com os gritos e ameaçadas dela, eu continuei correndo até chegar na porta principal do palácio, com um único objetivo em mente : Ver a apresentação Anual da Floresta. Uma vez por ano as guerras civis do reino paravam totalmente e todos se reuniam para apreciar as danças, comidas e atrações do Reino Shikkearu. 

Espero que meu pai não tente me matar esse ano  - pensei comigo mesma - caso contrário ele vai ter sérios problemas com os deuses.

Havia um motivo pelo qual a guerra nunca acabava, meu pai o rei,  tentava constantemente assassinar minha mãe a rainha e conseguir o controle total do reino. Porém, ele sempre falhava e progressivamente começou a tentar me matar também na tentativa de abalar minha mãe. No entento essa rixa dividiu o reino em dois e uma guerra civil tomou conta de tudo.

 Apenas uma vez no ano a guerra cessava por completo e todos podiam festejar. Esse dia era o Festival da Floresta, onde guerrear era proibido pelos Deuses e ambos os meus pais não queria enfurecer as divindades.

- Vamos Agatha - disse irritada - Você é muito lenta, vamos nos atrasar !

- Hime-Sama! A senhorita sabe muito bem que eu nãonão posso ir !  - respondeu Agatha irritada. 

 Ignorando as palavras dela eu continuei correndo até  finalmente chegar na porta princesa, ela já estava aberta e lá fora uma carruagem com a rosa negra de minha mãe pintada na porta da carruagem, já  estava me esperando. Atravessei a porta e desci os enormes degraus ignorando os gritei e alertas de Agatha atrás de mim, indo de imediato para dentro da carruagem.

- Até mais tarde Agatha - disse dando tchau pela janela - Amanhã eu prometo que farei todas lições que você me passar.

A carruagem se dirigiu até o local do festival, onde tudo estava já montado  e as pessoas já estavam festando.Tudo estava  colorido de verde, enormes mastros estava enfeitados com fitas verdes, as pessoas estavam, vestidas de verde, as comidas eram verdes e também haviam moças dançando com seus vestidos esverdeados em volta de uma grande videira, era um habitante totalmente diferente, afinal sempre tudo era empoeirado fedia a pólvora.

Fui levada até uma construção reservada para os nobres com três andares, e no último onde eu ficaria  haviam três cadeiras muito enfeitadas que disponham da melhor visão do festival,  uma menor que claremente era para mim e as outras reservadas para meu pai e minha mãe :

- Incrível ! - Disse para mim mesma ao me sentar na cadeira menor que estava no meio das duas cadeiras maiores.

- Não é mesmo ? - a voz venenosa de meu pai tomou conta do local e meu corpo chegou a estremecer - sabia que vc ia gostar.

- Pa.. pa - comecei a gaguejar - Papai..

- Tudo bem Sayury - ele disse levando aquelas mãos nojentas na minha cabeça - Hoje vc está incenta da morte - deu uma risada maliciosa. 

-  TIRRE ESSAS MÃOS DA MINHA FILHA SEU CACHORRO ! - minha mãe gritava enquanto entrava no local - Você tem sorte de hoje ser um dia sagrado, caso contrário essa sua cabeça estaria no topo daquelas videiras - continuou soltando muitos insultos em direção à ele.

- Magnólia, sua maldita você deveria se por no seu lugar sua bruxa de cabelos de fogo - Rebateu enfurecido - Se não fosse esse seu gene demôniaco eu poderia reconhecer essa criança como minha filha - sua mão começou a apertar na minha cabeça - mas o demônio sempre se perpétua e ela nasceu amaldiçoada como você.

- Sayury ! - disse minha mãe - Saia de perto desse homem nojento e fique perto de mim - ordenou.

Rapidamente sai de perto dele e me escondi atrás de minha mãe, por mais que ela não me desse atenção casualmente, ela nunca tentaria me matar como meu pai o rei Calista.

Antes que eles dois tentassem se matar mais uma vez, a música que abriria há cerimônia de homenagem aos Deuses começou a tocar e todos nós nos sentamos em nossos respectivos lugares :

- Hoje você pode se divertir Sayury - disse minha mãe alegremente - Os Deuses não deixaram que nada de ruim nos aconteça - sorriu.

- Sim ! - sorri de volta para ela.

- Vocês tem certeza disso ? - Calista começou a rir descontroladamente - Magnólia, você realmente achou que eu iria deixar outra oportunidade dessa passar ? - começou a rir mais enlouquecidamente ainda - Eu esperei pacientemente, ano após anos  esperando tempo suficiente pra ganhar sua confiança - disse friamente - Mas agora é tarde de mais Magnólia, vc já caiu na minha armadilha.

Antes mesmo de eu conseguir reagir os gritos começaram a tomar conta do ar cada vez mais assustadores. Quando me levantei da cadeira e olhei para baixo os Humandrills que habitam a floresta, estavam atacando os cíveis sem piedade .

- Mamãe os macacos estão loucos - disse aterrorizanda já me virando e olhando pra ela - Mãe.. eles estão brandindo armas e escudos... -  foi então que finalmente percebi a faca que estava enfiada em seu peito e seu corpo estava estirado no chão.

- FUJA SAYURY!!! - ela disse enquanto cuspia uma enorme quantidade sangue - fuja pra o barco...

Tentei me virar para fugir mas foi tarde, o homem que eu um dia chamei de pai me pegou pelo pescoço e o apertava com tanta força ao ponto de eu sentir as juntas estalarem:

- Finalmente depois de tanto tempo, minha hora finalmente chegou!! - Calista disse olhando com seus terríveis olhos negros no fundo dos meus olhos verdes - Tantas batalhas que eu perdi pra ensinar aqueles macacos malditos há lutarem, tantas noites de sono perdidas treinando aqueles bichos nojentos para  entenderem o comando da música - a expressão dele era de nojo - AHHHH....- suspirou profundamente  - FINALMENTE depois de anos de esforços FINALMENTE EU POSSO DESFRUTAR DA VITÓRIA!!!  - ele virou meu corpo para frente deixando com que eu visse a situação da praça - OLHE SAYURY !!!  veja  o que a maldita da sua mãe me fez fazer - começou a rir novamente - agora tudo está em chamas - deu uma pausa - do jeitinho que ela queria.

- Me.. Me solte - tentei dizer da forma mais corajosa possível - Me solte papai.

- Soltar ? - Indagou ele - É isso que você quer ? - me virou de volta para ele - POIS BEM VOCÊ ESTÁ SOLTE MINHA QUERIDA FILHA!! .

Ele atendeu ao meu pedido inocente, porém de uma forma maligna. Calista o homem que um dia foi meu pai, me jogou de cima da contrução pra que eu morresse assim que chegasse ao chão.

******

 No entanto em vez de cair no chão me quebrar com o impacto, por sorte ou irônia do destino ,  meu vestido ficou preso em um dos mastros em que a flâmula bandeira da rainha Magnólia ostentava seu antigo poder.

- Mesmo indiretamente você ainda me protege mamãe - as lágrimas começaram a rolar pelo meu rosto - Seu eu cair daqui não vou morrer nessa situação - disse baixinho pra mim depois de analisar bem ao redor, comecei a me debater loucamente até que o vestido rasgoou e eu caí com tudo no chão.

- Viva!! - exclamei mesmo sentido meu corpo latejar por conta da queda.

Comecei a correr como se não ouvesse amanhã em direção a floresta me esgueirando pelas pessoas que corriam, os corpos mortos no chão , os Humandrills que tentavam  acertar freneticamente todos que passavam, até finalmente entrar bem dentro floresta e despistar tudo e todos.

Enquanto corria vários flash passagem em minha cabeça, e tudo pareciam não passar de um pesadelo, porém cada vez que um dos galhos me cortavam eu voltava para a minha cruel e maligna realidade.

Quando cheguei no barco, localizado na ponta da floresta,  me lancei nele sem pensar no que viria dali pra frente, pensando em como foi bom ter aprendido alguma coisa sobre navegar com a Agatha.

- Agatha... - me lembrei da minha fiel amiga -  Me perdoe... eu disse que ia voltar e fazer as lições - comecei a chorar mais ainda pensando em como ela ficaria triste sem mim -  Eu juro que  um dia eu voltarei pra te buscar... - fiz o sinal de juramento com os dedos - EU AMAY D. SAYURY JURO PELO D. DO MEU NOME QUE VOLTAREI AGATHA.







Notas Finais


Bom como eu precisava de um lugar pra iniciar a história, escolhi um lugar que é meio esquecido e pronto pra receber uma história melhor.
Kkkkk com isso já junto o útil ao agradável, espero que gostem.


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