História One reason why um crossover de Gravity Falls - Capítulo 1


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Dipper Pines
Tags Billdip, Bipper, Drama
Visualizações 19
Palavras 1.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Droubble, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


olá amores, não espero muitas visualizações nesta fanfic, até porque é droubble, mas para as pessoas que lerem, espero que gostem.

Boa leitura

Capítulo 1 - Carta 1, lado A


Fanfic / Fanfiction One reason why um crossover de Gravity Falls - Capítulo 1 - Carta 1, lado A

Oi, eu me chamo Dipper, tenho 14 anos e estou no terceiro ano, meu melhor amigo. Bill cipher está na mesma série que eu.

 

Ele é bastante divertido, vivo andando junto com ele, ele é como um irmão para mim.

 

 

O sinal acabou de tocar, Bill havia saído na frente então estava indo procura-lo. Logo o vejo sentado numa mesa no canto perto da janela do refeitório, e resolvo me sentar a sua frente.

 

Assim que me sento a sua frente um silencio constrangedor se instala, então resolvo quebra-lo inciando uma conversa.

 

_uh... Bill

_sim?

_quer ir jogar videogame na minha casa?

_tudo bem, vamos. Estava apenas terminando isso.

 

Ele joga a casca do pão de forma fora. Ele tinha essa mania estranha desde sempre, eu aprendi a me acostumar com isso.

 

Nós fomos até minha casa, estava tão frio aquele dia. Era um dia perfeito para sair e brincar na neve, mas nós dois nunca fomos muito de sair de casa então ficamos aqui.

 

Ficamos horas jogando ali, Bill tinha ganhado de mim umas cinco vezes seguidas e eu estava realmente ficando irritado com aquilo então larguei o controle e o deixei no chão.

 

_já cansou de perder?

_aaah não ferra Cipher!

 

Eu falei com irritação na voz e virei-me para o outro lado cruzando meus braços, logo ele me abraçou por trás e colocou o rosto sobre meu ombro.

 

_me desculpa...

 

Ele falou com a voz abafada pois estava com a cabeça abaixada

 

_não... tudo bem.

 

Eu me viro para ele e o abraço normalmente, uma de suas pernas fica sobre a minha e a outra por baixo, pois era uma posição confortável já que estávamos sentados. Eu conseguia escutar ele chorar, eu fiquei em silencio um pouco e afago seus cabelos que tinham um cheiro bom de lavanda.

 

_Bill... não está assim apenas por eu ficar estressado neh?

_ você sempre com razão não é?_ele levantou a cabeça dele e seu rosto estava um pouco vermelho assim como seu rosto, ele estava com uma expressão triste e seus cabelos estavam levemente bagunçados._meus pais brigaram de novo, e dessa vez foi algo feio, os dois repetiam varias vezes que não aguentavam mais o outro durante a discussão, hoje quando eu acordei minha mãe não estava mais lá... ela foi embora Dipper.

 

Eu fiquei em silencio por um momento, não sabia o que responder, só sabia que tinha que conforta-lo, então o abracei mais apertado, fazendo ele ficar com seu rosto em meu pescoço, o nosso abraço era quente e de certa forma espantava todo o frio que estava naquele dia.

 

_Bill... se ela teve a coragem de ir embora e deixar um filho maravilho, inteligente, engraçado e capaz de fazer qualquer um se sentir bem ela não te merecia...

 

Ele olha para mim e seu rosto estava um pouco inchado de chorar, em meio as finas lagrimas que escorriam ele solta um pequeno sorriso.

 

_obrigada, mas tem uma coisa que você não acertou._ele faz uma pausa e coloca os braços em torno de meu pescoço._você que é o especialista em fazer as pessoas se sentirem bem.

 

Naquele momento eu dei um pequeno sorriso, e comecei a aproximar meu rosto do seu, era como se eu estivesse hipnotizado e nem mesmo eu sabia o que eu estava fazendo. Nossos lábios se encontram, e ficamos por um tempo apenas com os lábios assim encostados. Até que começamos a nos beijar, era uma incrível sensação boa e também quente dentro da minha boca.

 

Logo se fez falta o ar e paramos o beijo.

 

_wow..._Bill fala, olhando para Dipper, e passa a mão do rosto do mais novo, sorrindo_ eu sempre tive vontade de fazer isso...

 

  Eu sorrio e dou um ultimo Celinho nele, logo lhe dando um abraço.

 

Logo se fez noite, Bill iria dormir em minha casa, e no dia seguinte iríamos para a escola juntos, eu coloquei um colchão no chão para Bill, mas como de madrugada estava frio, eu fui para lá, deitar com ele, ele me abraçou, como se amanhã fosse a ultima vez que ficaríamos juntos.

 

 

 

Pela manhã, quando acordei, Bill não estava lá, eu fiz a minha higiene matinal, tomei café, coloquei uma roupa de frio, pois ainda nevava do lado de fora.

 

Quando estava quase chegando na escola, vi Bill conversando com uma garota, ela estava gritando com ele, minha vontade de ir lá defende-lo era grande, mas a curiosidade foi maior.

 

Eu me aproximei, e fiquei escutando tudo atrás de uma árvore.

 

_você tem que contar para ele Bill!!! Você o beijou! Ele merece saber..._a garota estava tão irritada, era como se ela fosse pular para cima de Bill.

 

_NÃO! ELE FOI MEU AMIGO A VIDA TODA! OQUE QUER QUE EU CONTE??? AAH Dipper, DESCULPA POR TER TE ENGANADO A  SUA VIDA TODA, A VERDADE É QUE EU SOU UM DEMÔNIO, QUE MATOU TANTA GENTE QUE TEVE QUE SER PRESO NUMA FORMA HUMANA, E O QUE EU QUERIA COM VOCÊ, NÃO É SUA AMIZADE, MAS SIM TE MATAR PARA LEMBRAR A SENSAÇÃO..._ ele abaixa a cabeça, e a garota se aproxima dele, acariciando os cabelos dele.

 

_maninho... conta agora o resto da história...

 

Eu não aguentava mais ouvir aquela historia tosca, queria saber que merda era aquela que o Bill tinha me contado, demônio? Só podia estar de brincadeira...

 

 

Eu ando até Bill e a garota e logo pergunto;

 

_demônio? Que historia é essa Bill?

 

_aah Dipper..._ele estava com a cabeça abaixada, mas quando a levanta, pude ver seu rosto, seus olhos estavam da cor preta, minha vontade era de sair correndo._a verdade é que eu sou um demônio Dipper mas...

 

_não, não pode ser verdade... aquela historia de se aproximar de mim só para me matar, é verdade também?!!!

_sim mas deixa eu explicar!

_não! A partir de hoje eu quero que você fique longe de mim!!! Se você se aproximar, eu juro que conto para todos o que você é!!!

 

Eu saio correndo, e deixo os dois para trás. Bill fez o que pedi, manteve distancia de mim, eu as vezes via o mesmo sozinho no corredor, e por alguns cantos, mas depois de algumas semanas, eu passei a não vê-lo mais.

 

Eu tinha pensado nesse tempo que não falei com ele, se ele queria me matar, porque não o fez? E qual seria o resto da historia, e como ele não estava indo a aula, iria na casa dele depois.

 

E assim que a aula acabou, eu fui para minha casa, troquei de roupa e estava quase saindo, quando vi uma pequena carta, em cima da mesinha do meu quarto, logo vejo que o remetente era o Bill, eu me sento numa cadeira, e abro a carta, começando a ler.

 

 

   “ querido Dipper.

 

Saiba que essas semanas foram muito dolorosas para mim, queria que você soubesse de outro jeito, mas eu estraguei tudo.

 

   Aquele dia, o ultimo dia que nos falamos, eu me arrependo, de não ter ficado ali, te esperando, até você acordar, eu deveria ter aproveitado aquele tempo com você...

 

Eu sei que eu não estou no direito de pedir isso, mas me perdoa, eu queria te contar, mas tinha medo que você me odiasse como odeia agora, na verdade assim que eu te conheci, desisti daquela ideia idiota de te matar, pois me apaixonei por sua bondade e gentileza e também uma grande quantidade de marra.

 

Saiba que se hoje em dia, eu pudesse escolher em ter a forma de um demônio poderoso ou ter você perto de mim como antes, eu escolheria ter você, pena que agora é tarde.

 

   Te amo mais do que a existência de qualquer outra coisa.

 

Bill Cipher”

 

 

 

 

Depois de ler aquela carta, me deu mais vontade ainda, de encontrar Bill, eu também o amava, e queria o perdoar, e voltar a ser como era antes.

 

Sai correndo de casa, em direção a casa de Bill, mas quando chego, vejo que tinha um monte de gente em volta da casa, eu peço passagem, mas quando chego na porta, me deparo com uma cena, que me deu vontade de arrancar meus olhos, apenas para não ter visualizado aquilo.

 

Bill estava com os pulços cortados, e com uma corda enrrolada no pescoço e estava amarrada no teto, seus olhos estavam sem vida, e tudo que conseguia fazer, era observar a cena, com meus olhos cheios de lágrimas, eu achava que conseguiria concertar tudo, mas aquela carta, era uma carta de despedida, e aquela noite, que passamos juntos, de fato seria a ultima que poderíamos ficar daquele jeito, abraçados e sentindo a respiração um do outro, ele errou, mas eu também errei, e esse meu erro, custou a vida do homem que eu amava.



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