História One shot - malvie - dofia - Capítulo 6


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Categorias Booboo Stewart, Cameron Boyce, China Anne McClain, Descendentes, Dove Cameron, Sabrina Carpenter, Sarah Jeffery, Sofia Carson
Personagens Carlos de Vil, Doug, Dude, Evie, Harry Gancho, Jay, Mal, Personagens Originais, Princesa Audrey, Príncipe Ben, Uma
Tags Audrey, Bobo, Carlos, Descendentes, Dofia, Dovecameron, Evie, Jay, Mal, Malvie, Mevie, Sarahjeffery, Sofiacarson, Uma
Visualizações 125
Palavras 2.578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi gente, sou eu de novo.

eu não iria postar esse capítulo hoje mas como eu já tinha terminado ele ontem a tarde minha ansiedade mandou eu postar e eu sou super obediente, então tá ai.

qualquer erro ignorem.

boa leitura.

Capítulo 6 - Love is the name


Fanfic / Fanfiction One shot - malvie - dofia - Capítulo 6 - Love is the name

POV Dove


Hoje faz 3 anos que o amor da minha vida está em coma após sofrer um grave acidente de carro. Aconteceu tudo tão rápido, em um momento eu estava na cozinha da casa que eu dividia com minha esposa e no outro eu estava ao lado da mulher que eu mais amo no mundo em um hospital.


- Dove? Você precisa ir pra casa descansar um pouco - Paulina disse em meio a um suspiro - Eu fico aqui até você voltar. Eu prometo que qualquer novidade eu te ligo, mas por favor vá para casa.


- Tudo bem, mas qualquer coisa me liga. - Suspirei indo até a beirada da cama de Sofia e beijando sua testa, olhei uma última vez para minha esposa e sai do quarto.


Nossa casa nunca tinha ficado tão triste antes, a casa se tornou fria, se tornou mórbida. Era difícil entrar nessa casa e não ver Sofia correndo com um sorriso enorme por aí, era difícil entrar em cada cômodo dessa maldita casa e não ver a mulher que jurei amar, eu odiava ter que sair de perto de Sofia no hospital eu tinha fé que a qualquer momento ela acordaria e eu queria estar lá para ver seus lindos olhos castanhos novamente... Ah seu olhos, me fazem tanta falta, sua voz rouca ao acabar de acordar, tudo me faz falta. Droga! eu quero minha Sof de volta.


Descidi tomar uma banho para relaxar um pouco, mas quando eu estava prestes a entrar no banheiro meu celular tocou esteticamente, corri até o mesmo e quando vi o nome de Paulina na tela meu coração soltou um som oco dentro do peito. Com as mãos tremendo atendi o aparelho e o levei até o ouvido.


- DOVE? - Gritou com um tom de desespero e felicidade na voz.


- Aconteceu algo? Sofia está bem? - Disparei perguntas com um desespero notável na voz.


- ELA ACORDOU. - Gritou novamente mas eu não me importei se meus tímpanos explodiriam, eu estava muito feliz.


- E-estou i-ndo para aí. - Meu cérebro conseguiu finalmente processar uma frase coerente.


Desliguei o aparelho e corri pelo quarto procurando uma roupa qualquer, eu estava em euforia por finalmente poder olhar nos olhos castanhos que eu tanto amava. O sorriso idiota não saia do meu rosto quando eu finalmente achei uma roupa decente vesti a mesma super rápido e corri pela casa procurando a chave do carro, onde eu deixei aquela porcaria? Inferno. Achei a chave encima da mesinha de centro e corri para a garagem, liguei o carro super rápido e dirigi mais rápido ainda pelas ruas de Los Angeles com certeza eu levaria uma multa mais quem ligava? Eu não, o amor da minha vida tinha acordado novamente.


Quando cheguei no hospital corri pelos corredores até alcançar a porta do quarto de Sofia, quando abri a porta todos os nossos amigos estavam lá, ignorei cada um e me aproximei da cama de Sofia que sorria com alguma coisa que Cameron havia dito.


- Amor. - Me aproximei ainda mais pegando sua mão.


- Quem é você? - Me olhou confusa. - Você é uma amiga? - Perguntou com um sorriso no rosto.


- Pare de brincar Sofia, sou eu Dove sua esposa. - Disparei desesperada.


- Desculpa moça eu não me lembro de você. - Puxou sua mão envergonhada, a aquela altura o quarto estava em completo silêncio.


- Dove? podemos conversar? - Paulina colocou as mãos em meus ombros. Apenas concordei, a tristeza que se apossava de meu corpo não me deixava pensar em algo coerente, eu só queria correr e chorar, eu queria quem minha mulher se lembrasse de mim.


- Ela não se lembra de mim. - Sussurei.


- O médico disse que ela poderia ter perdido uma parte da memória com a pancada, mas não é permanente, ela pode se lembrar de tudo a qualquer momento. - Suspirou triste.


- Ela não se lembrou de mim. - Sussurrei novamente. - Ela se lembrou de todos, menos de mim. - Lágrimas rolavam pelos meu olhos sem controle nenhum.


- Eu sinto muito. - Me puxou para um abraço, aquilo doía como o inferno. Mas eu estava decidida a conquistar minha Sofia de novo, nem que para isso eu tenha que rodar o mundo em busca da flor mais rara para a fazer sorrir.


Voltamos para o quarto e dessa vez eu fiquei perto da porta vendo a interação de Sofia com os outros. Ela estava feliz, e se ela estava feliz eu também estava. Como ela não se lembra de mim decidi ir embora, não via sentido em ficar ali como uma completa estranha para ela, quando estava com a mão na maçaneta pronta para abrir a porta senti uma mão em meu ombro, me virei para constatar que era Cameron com um sorriso acolhedor e de braços abertos, não me segurei e me joguei em seus braços chorando tudo o que estava preso a 3 anos.


- Eles são namorados? Eles são fofos juntos. - Escutei o sussurro de Sofia para alguém, aquilo fez meu coração se quebrar ainda mais, me livrei dos braços de Cameron e corri para o estacionamento eu precisava sair daquele lugar. É eu estava correndo muito ultimamente.


No dia seguinte acordei com uma baita dor de cabeça, devido a noite mal dormida. Hoje eu iria ao hospital novamente, mesmo machucada eu não poderia desistir de Sofia eu a amo demais para isso. No caminho para o hospital passei em uma floricultura e comprei as flores favoritas de Sofia, comprei também o seu chocolate favorito.

Cheguei ao hospital com o buquê em uma mão e a caixa de chocolate em outra, rumei até o quarto de Sofia e respirei fundo antes de dar leves chutes na porta.

- Olá, como você está? - Paulina abriu a porta e me abraçou quando entrei no quarto.

- Mal, mas vou melhorar. - Sorri fraco. Direcionei meu olhar para a cama e vi Sofia me olhando. - Olá Sofia, como está? - Perguntei me aproximando da cama.

- Bem, essas flores são para mim? - Sorri com aquela fala.

- Sim, eu trouxe chocolate também. - Falei colocando as flores dentro de um vaso que tinha no móvel ao lado da cama, e estendi minha mão com a caixa de chocolate para ela e vi seus olhos brilharem.

- Oh meu Deus, são os meus favoritos. - Disse feliz pegando a caixa. - Obrigada. - Agradeceu com a boca suja de chocolate. Adorável!.

- Eu sei que são.

- Bom, já que a Dove está aqui eu vou na cafeteria do hospital pegar um café. - Paulina se levantou da poltrona que ficava perto da porta e saiu.

- Então, você é uma amiga minha? - Perguntou com a boca ainda mais suja de chocolate, aquela pergunta teria me machucado se a cena não fosse tão fofa.

- Tipo isso, nós éramos confidentes, nós éramos inseparáveis. - Me inclinei limpando sua boca com um lencinho.

- Eu sinto muito por não lembrar, mas podemos ser amigas de novo.

- Claro. - Falei triste, mas não deixei transparecer.

Ficamos conversando sobre assuntos variados até voltar. Quando Paulina retornou decidi que já era hora de ir. Levantei da cadeira que ficava ao lado da cama de Sofia e me inclinei para deixar um beijo em sua testa.

- Eu já vou.

- Fica mais um pouco. - Sofia suplicou com os olhos tristes.

- O horário de visita já está acabando, eu realmente tenho que ir. Mas amanhã eu volto. - Me inclinei novamente deixando um beijo em sua bochecha dessa vez.

- Tudo bem. - Suspirou.

Fui em direção a porta e antes de sair me virei acenando para Paulina. Eu estava feliz por poder passar um tempo com Sofia, mas ainda estava triste por ser esquecida. Okay que pode ser um pouco dramático mas a dor que eu senti quando Sofia não se lembrou do meu rosto eu não desejo a ninguém. 

(...)


Alguns dias se passaram e Sofia tinha sido liberada do hospital, a mesma está na casa de sua Irmã e eu estou indo para lá como todos os dias, mas hoje em específico teria um churrasco na casa da minha cunhada e todos os meus amigos estarão lá.


- Achei que não viria mais. - Paulina me disse assim que abriu a porta.


- O trânsito está péssimo hoje.


- Entre, estão todos na área da piscina.


Rumei em direção a área dos fundos e meus olhos se depararam com uma cena desagradável. Sofia estava sentada no colo de Sabrina e a loira acariciava as pernas de Sofia e distribui beijos por toda a extensão do pescoço da morena. Virei sobre meus calcanhares pronta para sair dali e dei de cara com Paulina que olhava a mesma cena que eu. Minha cunhada olhou em meus olhos que estavam lacrimejando e me abraçou, ficamos presas a esse abraço até eu me acalmar.


- Eu sinto muito. - Disse baixo. Essa é a frase que mais venho escutando ultimamente.


- Tudo bem. - Mas nada estava bem, eu vi minha esposa beijando outra.


Paulina me arrastou até onde o pessoal estava e me distraiu um pouco. Cameron e Boobo me faziam rir a todo momento, Sarah e Brenda me abraçavam quando Sabrina e Sofia estavam se beijando e Mitchell apenas cuidava da churrasqueira.


- Eu acho que já vou indo. - Falei me levantando, quando mais uma vez Sofia beijava Sabrina. Aquilo era torturante.


- Fica mais um pouco. - Brenda falou com sua voz doce.


- Não, eu realmente não aguento mais, preciso ir. - Todos se entreolharam e se levantaram para me abraçar.


Fui embora sem me despedir de Sofia, aliás a mesma estava bem ocupada, a morena não havia nem se quer trocado uma palavra comigo hoje e isso doeu, mas se Sabrina a faz feliz eu estou disposta a deixar Sofia livre. Acho que a melhor solução para agora é viajar para esfriar a cabeça.



POV Sofia


Quando todos foram embora ajudei Paulina a arrumar tudo, mas a mesma estava estranha comigo, me dizia palavras curtas e as vezes nem me respondia.


- O que está havendo? - Perguntei.


- Nada, eu só estou cansada. - Disse e saiu rumo ao seu quarto.


Haviam se passado 2 meses desde o dia do churrasco, Paulina continuava estranha comigo mas já me respondia normalmente. Nesses meses eu senti falta de Dove, ela vinha me visitar todos os dias e agora eu não tenho nem notícias dela.


- Você sabe da Dove? - Perguntei para a minha irmã que fazia o nosso almoço. A mesma levantou o olhar que estava nas panelas e me olhou profundamente.


- Não. - Disse curta. Okay aquilo estava estranho.


- Ela não veio mais me ver, sinto falta de conversar com ela. - Abaixei meu olhar para meus dedos que estavam encima da bancada.


- Se você tivesse dado atenção para ela envés de ficar beijando outras pessoas talvez ela estivesse aqui. - Disse baixo mas escutei tudo.


- O que quer dizer com isso? - Perguntei confusa.


- Nada.


- Olha, está impossível conversar com você - Sai da cozinha e fui para meu quarto. Peguei minha mala que estava no canto do quarto, aliás não sei porque minhas roupas ainda estão aqui. Puxei uma camiseta do fundo da mala e junto com a peça de roupa veio uma caixinha vermelha. Movida pela curiosidade abri a mesma e vi que tinha uma foto e um anel. Peguei a foto e me assustei quando vi que era Dove e eu sorrindo para a câmera, analisei a foto por incontáveis segundos, repousei a foto delicamente em minhas pernas e peguei o anel em minhas mãos, ele era lindo era feito de ouro e tinha delicadas pedrinhas azuis por toda sua volta. Minha cabeça começou a doer e tudo ficou escuro. Quando acordei me deparei com um teto branco, parece que eu estava no hospital novamente, olhei para o lado e vi Paulina dormindo toda torta na poltrona que tinha do lado da porta.


- Paulina. - Chamei fraco. A mesma despertou no mesmo instante e veio para o meu lado.


- Tá tudo bem?.


Apenas concordei, algumas horas haviam se passado e a porta se abriu, por lá passou Cameron com um urso enorme, Boobo com um buquê, Brenda e Sarah com uma cesta de chocolates, Mitchell com balões e Sabrina com um sorriso. Eu estava esperançosa, pois se todos os meus amigos estavam aqui para me ver Dove também apareceria não é? Não, ela não apareceu.


- Você gosta mesmo de hospitais né? - Perguntou Cameron com humor.


- É, parece que sim. - Respondi desanimada. Eu queria ver Dove.


- Você está se sentindo bem? - Perguntou Sarah.


- Sim. Vocês sabem se a Dove vem?


Eles se entreolharam e Paulina se aproximou da minha cama.


- Não, ela não vem. - Suspira.


Meus olhos se enchem de lágrimas, meu coração dói e eu não sei o motivo dele doer tanto, meu coração está vazio, eu só queria que Dove sorrisse para mim e me desse flores. Eu só queria sentir seu cheiro novamente. Todos os meus amigos parecem se comover e se aproximam para me abraçar, quando me acalmo Sabrina tenta me beijar nos lábios mas sinto que isso é errados e me afasto.


(...)


Meses se passam, e eu ainda sinto falta de Dove, choro todas as noites por não ter ela comigo. Eu não sei porque me sinto tão atraída por ela, mas essa distância está me causando feridas enormes e dolorosas.

Sou tirada de meu sofrimento por batidas na porta, me levanto sem nenhuma vontade e quando abro a porta me deparo com Dove e uma mala enorme. A mesma me analisa e eu não me aguento, pulo no colo da loira e loto seu rosto de beijos babados, eu sentia tanta falta dela.

- Sofia. - Tenta falar mas aperto ainda mais meus braços em seu pescoço. - Sofia, eu estou sem ar. - Quando finalmente a solto a mesma toma um longo suspiro.

- Eu senti sua falta, onde esteve? Você estava viajando? Aquela mala é sua? - Disparei

- Eu estava viajando e aquela mala é sua, vim trazê-la para você.

- Ah. Você quer jantar comigo hoje a noite? - Perguntei desesperada.

- Oh, claro.

Sorri ainda mais largo e pulei encima dela novamente distribuindo beijos molhados por todo o seu rosto. Quando já estava escurecendo Dove foi embora e eu fui me arrumar para o jantar, mal via a hora de encontrar a loira novamente. Estava terminando de passar o batom quando escuto batidas na porta, abro a mesma e me deparo com Dove em um vestido deslumbrante. Simplesmente linda!.

- Vamos? - Perguntou.

- Vamos.

O jantar estava super agradável, ela me fazia rir a todo o momento. Derrepente eu senti uma tontura e levei minha mão a cabeça. Memórias passadas retornaram a minha mente e com um piscar de olhos eu lembrava de tudo. Lembrava do dia em que conheci Dove, lembrava do dia em que eu a pedir em namoro, lembrava do dia do nosso casamento. Lembrava de tudo.

- Sofia? Está se sentindo bem? - Perguntou preocupada segurando minha mão por cima da mesa.

- Como eu pude esquecer do amor da minha vida? - Sorrio.


Notas Finais


espero que tenham gostado

se vocês tiverem ideias para os próximos capítulos da one shot deixem nos comentários por favor.

os comentários de vocês são muito importantes para mim.

beijos na bunda 💙💜


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