História One Shot Camren - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camila, Camren, Camreng!p, Lauren, Laurmila
Visualizações 579
Palavras 9.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


. Incesto
. Intersexualidade

Capítulo 1 - Acabei virando putinha da minha filha



Olá meu nome é Camila, venho a contar os fatos que aconteceram e mudaram minha vida para sempre. Me casei quando tinha vinte anos, nesta época estava grávida da minha filha Dianna, dois anos mais tarde tive outra filha, a Lauren.

Há três anos atrás, após um período muito difícil, com muitas brigas e discussões, me separei do meu marido e desde esta época não tenho relações com outras pessoas, dedico meu tempo completo ao meu trabalho e à educação das minhas filhas.

Muitas vezes uma amiga minha do trabalho me dizia que eu necessitava uma nova pessoa na minha vida, me dizia que muitas pessoas me desejariam, que eu tinha um lindo corpo, com uma bunda grande,

peso ideal, que tinha os seios médios e ainda durinhos e que uma mulher de apenas 35 anos não podia simplesmente esquecer que precisava de sexo.

Eu apenas ria do que ela me dizia, na verdade eu tinha muito medo de colocar outra pessoa entre eu e minhas filhas, tinha medo de que talvez essa pessoa pudesse fazer algum mal para elas, assim que me mantive só, tudo na minha vida era o trabalho e minha família.

Desde criança a Lauren sempre gostou de dormir no meu quarto, às vezes dizia que estava com medo de dormir sozinha, eu nunca me importei com isso e até gostava da sua companhia. Já a Dianna sempre preferiu dormir no quarto dela mesmo, eram raras as vezes que ela vinha dormir comigo e nunca sentiu ciúmes da irmã caçula. O pai deles se casou com outra mulher depois da nossa separação e foi morar em outro país, apenas se comunicava com as crianças através de cartas, desde que a Dianna tinha seis anos e a Lauren com quatro elas não viam o pai.

Apesar disso minha relação com minha família sempre foi muito saudável e sempre tive condições de dar uma excelente qualidade de vida para elas. Nos meus 35 anos de vida tudo caminhava muito bem, éramos a imagem da família perfeita, que superou a falta de um pai e vivíamos muito bem. Até que numa certa noite aconteceu uma coisa que eu nunca esperaria e que mudaria nossas vidas para sempre.

Eram dez da noite de uma terça-feira, o tempo estava muito ruim, chovia e trovejava muito. Depois de um bom banho eu vesti uma calcinha e minha camisola e deitei na minha cama para ler um pouco antes de dormir. Quando comecei ler o livro a porta do meu quarto se abriu, era a Lauren que estava com vontade de dormir comigo.

Ela vestia apenas uma cueca e uma camiseta. Claro que não neguei que minha querida filha dormisse ali comigo e cedi um lado da cama para ela. Após ela se ajeitar embaixo da coberta junto comigo eu apaguei a luz e deixei apenas o abajur aceso para continuar minha leitura.

Depois de um tempo lendo fui me sentindo sonolenta, a Lauren já dormia ao meu lado, então coloquei o livro em cima da mesinha de cabeceira, apaguei o abajur e em instantes já estava sonhando.

Não sei ao certo quanto tempo se passou, penso que pelo menos uma hora depois eu fui me despertando sentindo que algo me perturbava, logo percebi que meu corpo balançava e que alguém se esfregava em mim. O susto foi tão grande que logo eu já estava completamente acordada, só então fui perceber o que acontecia. Eu estava deitada de lado e a Lauren estava atrás de mim, com uma mão na minha cintura e seu pau colado na minha bunda, ela se esfregava em mim freneticamente e eu podia sentir seu pau por baixo da cueca roçando no meu traseiro.

Fiquei chocada com aquilo, petrificada, não sabia o que fazer, pensei que talvez ela estivesse dormindo e estivesse fazendo aquilo inconscientemente, mil coisas passavam por minha cabeça. Sem saber o que fazer, fiquei ali estática, não tinha coragem nem mesmo de olhar para trás e tinha medo de falar alguma coisa e piorar tudo. Meu corpo balançava muito e eu sentia a Lauren ali, colada em minhas costas e esfregando seu pau na minha bunda como se estivesse me comendo.

Algum tempo depois outro susto. A Lauren tirou sua mão da minha cintura e percebi ela mexendo atrás de mim, logo senti seu pau tocar minhas nádegas e percebi que ela havia tirado para fora da cueca. Eu não conseguia me mexer, estava imóvel e confusa, pensei comigo: "o que essa menina está fazendo meu deus?"

Em seguida senti ela abrindo minha bunda com as mãos e alojando seu pau ali no meio das minhas nádegas, tentei falar alguma coisa, mas não consegui dizer nada, achei que talvez ela pensasse que eu estivesse dormindo e falar alguma coisa só iria piorar a situação, assim que, sem saber lidar com aquilo, me calei e acabei permitindo o que acontecia.

Em instantes a Lauren já estocava seu pau no meio da minha bunda, eu sentia seu pau se esfregando na minha boceta por cima da calcinha, ela passou um braço por cima de mim e repousou sua mão na minha barriga por cima da camisola, me puxava junto a ela e metia seu pau no meio das minhas nádegas.

Assustada eu somente balançava no seu ritmo e esperava que aquilo terminasse logo, o que não aconteceu. Depois de uns 10 minutos ali me encoxando eu a senti acelerar seus movimentos, seu pau endureceu mais ainda e sua respiração estava ofegante, pensei comigo: meu deus, será que ela vai gozar? Antes de terminar meus pensamentos ouvi um leve gemido atrás de mim e em seguida uma enorme quantidade de porra foi caindo sobre minhas pernas e minha bunda, minha filha estava gozando em cima da sua própria mãe.

Eu estava aterrorizada, estática, com os olhos arregalados e não conseguia abrir a boca pra falar nada. Fui sentindo a porra jorrando na minha bunda na medida em que ela diminuía os movimentos. Logo seus movimentos cessaram e eu senti ela guardando o pau dentro da cueca ali atrás, achei que ela fosse se levantar ou algo, mas não, ficou ali agarrada em mim, sem saber o que fazer eu nada fiz. Se passou bastante tempo, não sei quanto, até que tive coragem de olhar rapidamente para trás e vi que ela estava dormindo de novo, então me afastei dela e fui pro banheiro limpar a porra que estava toda grudada no meio da minha bunda, voltei pra cama, mas não consegui dormir novamente, passei aquela noite em claro, chorei um pouco, estava assustada e não sabia como isso tinha acontecido.

No outro dia me levantei antes do horário delas acordarem para ir para a escola e fui preparar o café da manhã, depois chamei a Dianna e em seguida a Lauren. Enquanto elas tomavam o café eu olhava brava para a Lauren que fingia não perceber, agiu como se nada tivesse acontecido.

Depois de levá-las para a escola voltei para casa e liguei para o trabalho alegando que estava doente e que não iria ao trabalho naquele dia, precisava ficar em casa e pensar em tudo que tinha acontecido na noite anterior. Eu sentia que tinha que ter uma conversa com a Lauren sobre o ocorrido, mas não tinha coragem de encarar-la e falar sobre o assunto, realmente eu não sabia o que fazer, estava muito confusa e sem saber lidar com aquela situação, acabei me mantendo em silencio, como se nada daquilo tivesse acontecido.

Três dias depois, pela noite, eu estava no meu quarto me preparando para dormir quando a Lauren entrou pedindo para dormir comigo. Eu fitei-a nos olhos com uma cara brava e disse que não queria, acho que ela entendeu o recado, que não tinha sido legal o que ela tinha feito naquela noite, apenas se virou, fechou minha porta e foi dormir no quarto dela.

Na semana seguinte a mesma coisa, ela entrou pedindo para dormir comigo, eu olhei brava e novamente disse que não, seus olhos lacrimejaram na mesma hora, ela olhou pra baixo e falou baixinho: - Mas eu te amo mãe, imaginava poder ficar contigo, deixa vai mãe. Eu senti muita pena dela, afinal ainda era a minha filha querida, chamei-a para perto de mim, a abracei passando minhas mãos sobre seus cabelos e então eu disse:

- Tá bem minha filha, deita aqui do lado da mamãe, mas vê se vai ficar quietinha hoje querida.

Ela deu um sorrisinho lindo e se cobriu ao meu lado. Após um tempo depois que eu apaguei a luz eu ouvi ela me chamando:

- Mãe, mãe!

-Fala querida, o que foi?

- Vamos brincar com só um pouquinho?

- Como assim Lauren, brincar como? Já é tarde minha filha.

- Brincar que nem aquele dia, de fazer amor?

- Não minha filha, o que você fez aquele dia foi errado, isso não pode Lauren.

- Mas eu tô com vontade, deixa vai?

- Vai no banheiro filha, você não sabe fazer isso sozinha?

- Sei, mas com você é mais gostoso.

- Mas eu sou sua mãe Lauren, comigo não pode.

- Mas aquele dia foi tão bom, deixa vai mãe, só um pouquinho.

Eu não acreditava que minha filha estava me pedindo isso, estava completamente confusa e o pior, não sabia como lidar com aquela situação, depois de um tempo em silêncio, completamente indecisa, me virei de lado, de costas para a minha filha e nada falei.

Logo senti ela se aproximando, sua respiração na minha nuca e, antes que pudesse esperar, ela já estava abrindo minhas nádegas com suas mãos. Fui perceber que ela já estava com o pau para fora da cueca quando senti ela levantando minha camisola e seu pau tocando na minha bunda. Logo ela meteu seu pau no meio do meu rabo e começou a fazer um leve vai-e-vem. De novo eu estava petrificada, com uma enorme angustia e rezando para que aquilo logo acabasse. Outra vez minha filha socava seu pau no meio da minha bunda freneticamente, outra vez eu sentia seu pau roçando na minha boceta por cima da calcinha, na medida que ela ia intensificando suas estocadas, eu ia balançando cada vez mais, depois de um tempo eu sentia seu pélvis bater contra a minha bunda com violência, minhas coxas já estavam todas meladas com seus líquidos, e eu ali, de olhos arregalados, em silencio. Logo senti seus movimentos se intensificarem e em seguida uma imensa golfada de porra foi jorrada na minha calcinha na altura de minha boceta, ela gozou mais ainda dessa vez, melando todo meu traseiro. Quando parou de gozar tirou seu pau pra fora e se manteve ali, agarrada em mim, com seu pau pra fora da cueca. Pouco tempo depois ela dormiu, durante a noite eu tentei afasta-la para ir ao banheiro me limpar, mas ela não me soltou, estava firmemente agarrada, logo eu dormi também, assustada, com minha filha agarrada em mim, sentindo seu pau espremido atrás de mim e com a bunda toda encharcada de esperma.

Depois daquele dia a Lauren passou a me procurar durante a noite como ela se esfregava em mim, sem saber como lidar com aquela situação, fui deixando, permitindo que ela se divertisse comigo, cheguei ao ponto de permitir ela me beijar na boca e nessa mesma noite masturbei ela, foi estranho ver minha filha gozando no meio das minhas pernas, na minha calcinha, até na minha camisola, encharcando ela toda de esperma.

Eu me mantinha em silencio e esperava ela acabar com aquilo logo, angustiada, sentindo um tremendo remorso me comer por dentro.

Quando eu achava que a situação estava um absurdo as coisas tomaram um rumo que, para mim era impossível de acontecer, mas que talvez fosse inevitável.

Era um sábado pela noite, eu lia no meu quarto com apenas a luz do abajur acesa e a Lauren dormia coberta ali do meu lado. Logo ela repousou uma mão na minha barriga e começou a acariciar-me ali, quando olhei para ela vi que estava acordada e me olhava com uma cara de pidona como que me dizendo: Mãe, eu quero sexo com a senhora.

Em seguida começou a forçar meu ombro para eu virar de lado na cama. Olhei nos olhos dela um pouco contrariada mas logo me virei. Senti ela levantando minha camisola e passando a mão na minha bunda, logo senti ela abaixando sua cueca para em seguida abrir minha bunda com as duas mãos e se aproximando mais de mim, alojou seu pau no meio das minhas nádegas. Começou um leve movimento de vai-e-vem como se tivesse me comendo de verdade.

Eu ali como sempre, em silencio, balançando no seu ritmo. Depois de um tempo assim ela tirou seu pau do meio de minhas nádegas, estranhei isso por que ela ainda não tinha gozado. Logo senti seus dedos esfregando minha boceta por cima da calcinha, o que me assustou bastante já que nunca ela fazia isso. Ela retirou a mão de lá e agarrou nos meus seios por cima da camisola, depois passou a mão pelo decote da camisola apertando meus seios nus, eu estava pasma com sua ousada atitude, brincar nas minhas nádegas era uma coisa, agarrar nos meus seios e passar a mão na minha boceta era outra.

Depois que apertou um pouco meus seios, retirou a mão de lá e voltou a esfregar na minha boceta por trás por cima da calcinha, logo senti ela puxar minha calcinha de lado expondo minha bocetinha, em seguida senti seus dedos passando por toda a extensão da minha fenda, eu mais assustada que nunca apenas tremia.

Ela ficou com os dedos ali, brincando um pouco na minha boceta, manteve minha calcinha puxada de lado com a mão e foi colando seu corpo no meu. Eu gelei, meus olhos estavam esbugalhados, eu simplesmente não sabia o que fazer, o que falar, me sentia culpada e pensava que eu tinha sido a responsável por deixar aquilo chegar onde chegou, não me sentia na moral de impedir o que estava para acontecer, minha filha ia me comer, eu sabia que ela ia meter, ela sabia que eu ia dar para ela. Com muita coragem, criei forças e falei num tom de reprovação:

- Lauren, não faz isso não minha filha.

Parece que ela nem deu ouvidos à minha súplica, logo senti seu pau roçar na minha boceta, esfregando por toda extensão da minha fenda, em seguida ela colocou na entrada e foi colocando dentro de mim. Eu senti a cabecinha passar e o resto se alojando dentro de mim até sentir seu saco encostar na minha bunda, minha filha estava atolada na minha boceta.

Sem demora ela começou um vai-e-vem que logo se transformou em um vai-e-vem desesperado, ansiosa ela estocava com força na minha boceta me fazendo segurar para não gemer, ficando apenas respirando bem forte no ritmo das suas investidas.

Ela me comia com violência, o que me provocava uma imensa dor já que eu estava completamente seca, meu corpo balançava muito e meus olhos estavam todos lacrimejados, minha filha estava me comendo. Consegui juntar forças e disse em desespero:

- Lauren, goza logo goza, ta doendo minha filha, vai depressa.

Depois de uns dez minutos metendo em mim assim, feito uma desesperada minha filha foi aumentando a velocidade, pensei: "ela vai gozar dentro de mim."

Dito e feito, logo eu senti minha boceta alagando com a porra da minha filha, ela não parava de gozar, foi soltando todo seu esperma dentro de mim, me encharcando inteira. Depois que terminou ainda ficou fazendo um vai-e-vem de leve dentro de mim, com seu pau já mole, depois finalmente parou mas manteve seu pau ali, se agarrou em mim e ficou passando a mão nos meus cabelos.

Eu estava em choque, não conseguia falar nada e sentia um imenso remorso. Como muitas outras, passei essa noite em claro, só que desta vez sentia minha filha agarrada em mim com seu pau dentro da minha boceta que estava encharcada de porra. Confesso que me senti suja, era incesto entre mãe e filha, algo que eu não estava acreditando.

Depois desse dia ela passou a querer dormir comigo mais frequentemente e sempre que vinha, metia na minha boceta. Eu sentia muito remorso, mas depois de um tempo fui me acostumando com a situação, achei que talvez fosse coisa da idade, os hormonios e tal. Doía muito pois eu sempre ficava seca, já que nunca me excitaria com minha própria filha, mas mesmo assim deixava ela se divertir comigo, as vezes até facilitava o seu trabalho indo dormir sem calcinha, quando ela me olhava com aquela cara de safada eu já virava de ladinho e deixava ela se divertir comigo, afinal mãe é sempre mãe.

Muitas vezes eu ficava muito angustiada enquanto ela metia, mas nada dizia, apenas balançava no seu ritmo e esperava que ela terminasse logo, gozando tudo dentro de mim.

Com o tempo acabei me acostumando com isso, algumas vezes até dormia sem calcinha quando ela vinha dormir comigo pra facilitar o seu trabalho, logo que percebia o seu olhar safado já me virava de ladinho e logo ela vinha me encoxando, tirava seu pau pra fora da cueca e colocava no meio das minhas coxas, se esfregava um pouco em mim e depois enfiava na minha boceta, me comia freneticamente tirando e enfiando seu pau até o fundo, eu só balançava no seu ritmo e esperava ela gozar rápido por que sempre doía muito, já que eu nunca ficava excitada com minha própria filha.

Um tempo atrás aconteceu uma coisa que até então era incomum. Minha filha, a Dianna, foi dormir na casa de uma amiguinha dela da escola, minha filha já estava com 17 anos e minha filha com 18.

Já eram oito da noite quando eu saí do banho, vesti minha camisola, uma calcinha e fui pra sala para ver o jornal, como fazia muito frio eu me deitei no sofá e me cobri com uma manta. Pouco depois minha filha apareceu e deitou no mesmo sofá atrás de mim e também se cobriu com a mesma manta. O jornal começou e logo senti minha filha me encoxando e se esfregando no meu traseiro, achei estranho sua atitude pois ela nunca tinha tentado nada quando não fosse pelas noites que ela vinha dormir no meu quarto, mas nada falei, fingi que não estava percebendo nada.

Senti ela se movimentando atrás de mim e logo percebi que tinha tirado seu pau pra fora da cueca, em seguida alojou ele no meio das minhas nádegas e começou e se esfregar, eu fiquei perplexa com a ousadia dela ali na sala mas nada disse, continuava olhando pra televisão e fingia estar prestando atenção no jornal. Em seguida ela enfiou uma das mãos pelo decote da minha camisola e começou a apertar meus seios. Foi se esfregando cada vez mais rápido, agarrada em mim e apertando meus seios. Um tempo depois ela parou de se esfregar e começou a tentar baixar a minha calcinha, eu olhei para trás fitando-a nos olhos e então disse:

- Lauren, aqui não filha, espera mais tarde que antes de dormir a mamãe e você, vamos nos divertir lá no quarto.

- Mas se a Dianna não ta aqui, o que é que tem?

- Agora não filha, a mamãe quer ver o jornal.

- Mas eu quero agora, e você pode ver o jornal, eu não vou atrapalhar, deixa vai?

Sem saber o que fazer eu nada disse, apenas me virei e continuei olhando pra televisão. Ela agarrou na minha calcinha e abaixou ela até meus joelhos, pegou no seu pau e logo eu senti ela procurando a entrada da minha boceta, assim que encontrou começou a enfiar seu pau bem devagar, até alojar-lo inteiro dentro de mim, ficou parada um tempo e logo começou a se mexer entrando e saindo de mim. Como o sofá era um pouco estreito ela não conseguia se movimentar muito ali atrás, o que para mim era bom pois doía menos.

Mas logo senti ela pressionando seu peito contra minhas costas tentando fazer que eu ficasse de bruços no sofá, aquilo também era inédito pois ela nunca tinha me comido em outra posição que não fosse à de ladinho.

Confusa com aquilo fui cedendo até que ela conseguiu me por de bruços e ficou deitada em cima das minhas costas sem tirar seu pau de dentro de mim.

Como minha calcinha estava na altura dos meus joelhos eu me mantive com as pernas fechadinhas e ela com suas pernas abertas. Logo ela começou a socar o pau na minha boceta por trás, eu me mantinha estática olhando para a televisão, sentindo o peso do seu corpo sobre minhas costas e sua respiração na minha nuca. Um tempo depois ela começou a socar seu pau na minha boceta com toda sua velocidade e com muita força, o que me fez sentir bastante dor. Eu pedi:

- Fi-filha vai mais de-devagar .

Ela nada respondeu e começou a enfiar com mais força ainda, tamanha era sua excitação. Isso fez com que eu começasse a soltar gemidos curtos de dor no ritmo das suas estocadas. Acho que isso a excitou ainda mais pois ela aumentou mais sua velocidade. Sem saber o que fazer eu apenas enterrei minha cara no sofá para abafar meus gemidos.

Ela ficou socando seu pau em mim dessa forma por uns 15 minutos, até que acelerou um pouco mais e logo eu senti ela gozando no fundo da minha boceta, me inundando inteira com sua porra, se mexeu ainda um pouco mais dentro de mim e depois retirou seu pau já mole. Eu estava toda melada com o seu suor e com a cara toda vermelha, respirando ofegante tentando recuperar o ar, me virei para ela e disse:

- Você podia ter ido com mais calma né, assim você acaba com a mamãe.

- Desculpa mãe, é que eu tava tão excitada e ainda por cima a visão do seu bundão virado pra cima estava me matando de tesão. Eu ri e respondi:

- Olha o respeito com a mamãe, querida.

Cansada, logo ela adormeceu ali atrás, assim que terminou a novela eu a despertei e ela foi dormir no seu quarto, eu fui para o meu quarto e me deitei um pouco na cama antes de ir tomar outro banho, mas antes que eu percebesse já estava dormindo, exausta, dolorida e com a boceta cheia de porra.

Umas duas semanas depois desse ocorrido eu estava no meu quarto lendo um livro, já eram mais ou menos onze da noite, tanto a Dianna quanto a Lauren dormiam nos seus quartos, para minha sorte, já faziam pelos menos cinco ou seis dias que a Lauren não vinha dormir comigo, sempre que ela vinha eu sabia que iria querer me comer durante a noite.

Depois de ler um pouco minha vista se cansou e eu botei o livro na mesinha de cabeceira, acendi o abajur, apaguei a luz e fiquei ali pensando na vida, me lembrava do tampo em que era casada e de como era minha vida nessa época, pensei que talvez fosse hora de conhecer alguém novo, de me relacionar de novo, me sentia muito solitária.

No meio dessas divagações veio a imagem do meu ex-marido, da gente dormindo juntos, tomando banho juntos e finalmente, fazendo sexo. Senti que um calor tomou conta de mim e logo estava com uma mão acariciando meus seios por cima da camisola, abaixei a outra mão e comecei a passar na minha boceta por cima da calcinha, logo botei a mão que acariciava meus seios por dentro da camisola e apertei um dos seios acariciando com um dedo os biquinhos que já estavam pontudos e arrepiados, botei também a outra mão por dentro da calcinha e passei-a por toda a extensão da minha boceta, eu estava encharcada.

Finalmente levei dois dedos até meu clitóris e comecei a esfregar-los ali. Eu estava excitada, ofegante e me masturbava freneticamente. Com os olhos fechados fui curtindo aquela sensação, sem saber que aquilo iria mudar minha vida para sempre.

Depois de um tempo me masturbando já não podia mais parar, eu estava subindo pelas paredes, estava com muito tesão e tinha que gozar, mas meus dedos já não estavam sendo suficientes. Desde minha adolescência que eu não me masturbava, mas aquele momento estava delicioso. Fui imaginando muitas situações, meu ex me comendo, eu dando para estranhos até que imaginei minha filha ali em cima de mim, tentava pensar em outra coisa mais logo imaginava ela de novo ali socando seu pau na minha boceta, diminuí o ritmo e fiquei parada apenas acariciando meu clitóris, abri os olhos e pensei um pouco e então tomei uma decisão que nunca pensei que fosse tomar em toda minha vida.

Levantei-me, saí do meu quarto e caminhei até o quarto da minha filha, abri a porta e ela estava dormindo, caminhei até sua cama, me sentei ao seu lado e comecei a acariciar seus cabelos, logo ela acordou com uma cara de sono e ficou me olhando sem entender. Olhei nos olhos dela levei uma mão por baixo da coberta até seu pau, ela estava somente de camiseta e cueca, botei a mão encima do seu pau por cima da cueca e perguntei sem tirar os olhos dos olhos dela:

- Você não quer dormir com a mamãe hoje?

Ela me olhou um tempo sem entender e depois balançou a cabeça afirmativamente.

Peguei na sua mão e caminhei com ela até meu quarto. Deitamos na cama e eu me aproximei dela abraçando-a, sua cabeça ficou enterrada no meio dos meus seios por cima da camisola.

Logo abaixei minha mão e passei sobre seu pau por cima da cueca e em seguida enfiei dentro da cueca, segurando seu pau e iniciando uma leve punheta. Ela levantou sua cabeça e me olhou maravilhada, parecia não acreditar que aquilo estava acontecendo.

Depois de um tempo masturbando-a peguei sua cueca e baixei até retirá-la por completo, me livrei da minha camisola e da minha calcinha, tirei sua camiseta e me abaixei até o meio das suas pernas, peguei no seu pau e comecei a masturbá-la de novo, ela respirava forte e parecia estar adorando aquilo, logo ela me pediu:

- Mãe faz um pouco com a boca faz.

- Você quer?

- Quero mãe, põe a boca um pouquinho nele.

- Tá bom, mas não vai gozar na minha boca.

Em seguida fui abaixando meu rosto até me aproximar do seu pau, pus a língua pra fora e lambi a glande, lambi seu saco e fui lambendo até a cabeça novamente, botei a glande na boca e chupei um pouco, fui abaixando até colocar o pau inteiro na minha boca, senti a glande na minha garganta, fiquei um tempo assim parada e fui subindo para tomar ar, em seguida fui chupando, pondo e tirando da minha boca e sempre passando a língua sobre a glande, eu não podia acreditar que estava ali sugando e engolindo o pau da minha própria filha.

Logo senti que sua respiração se intensificou, ela iria gozar, parei na hora com a chupada e subi meu rosto até o rosto dela, olhei nos seus olhos e disse:

- Vem comer a mamãe vem querida, sobe aqui encima de mim.

Fui puxando-a para cima de mim enquanto ela sugava meus seios, assim que ela se posicionou no meio das minhas pernas eu levei uma mão até seu pau e fui guiando até a entrada da minha boceta, assim que a cabaça passou, eu a abracei forte, abri bem minhas pernas, levantei-as o mais que pude e passei por cima dela enlaçando sua cintura.

Ela me comia muito gostoso, beijando meu pescoço enquanto eu acariciava seus cabelos, eu sentia seu peito nu pressionando meus seios e isso me dava um tesão enorme, aproximei minha boca da sua orelha e disse baixinho:

- Vai filha, come a mamãe gostoso assim, enfia esse pau na minha boceta vai querida, ah assim filhoa, fode a mamãe, fode.

Isso deve ter excitado ela muito, pois em seguida ela começou a socar seu pau dentro de mim com força e velocidade, o que me fez gemer de prazer, peguei um pedaço do lençol e botei na boca, mordendo forte para abafar meus gemidos. Minha filha me comia alucinada e sugava meu pescoço, em seguida levou uma das mãos e colocou no meu seios apertando.

Depois retirou sua mão e levou suas duas mãos até minha cintura, me fazendo levantar um pouco a bunda para que ela pudesse colocar uma mão em cada parte da minha bunda apertando e abrindo minha bunda, esticando a pele do meu cuzinho, me levando a loucura.

Depois de um tempo assim senti suas investidas se intensificarem, ela começou a me comer com muita força, eu ouvia o barulho do seu pau melado invadindo minha boceta encharcada, estava muito bom, percebi que ela iria gozar logo e me preparei para gozar junto com ela, fui gemendo cada vez mais rápido na medida em que suas estocadas se intensificavam, aproximei novamente minha boca do seu ouvido e disse:

- Vai minha filha, fode com força minha boceta que eu vou gozar, vem querida, goza comigo goza, goza na minha bocetinha vai, goza tudo dentro de mim, acaba com essa boceta que você tanto adora comer.

- Vou gozar mãe, vou gozar dentro de você.

Em seguida eu comecei a gozar como uma louca, uma gozada maravilhosa e, segundos depois, senti minha filha despejando todo seu esperma dentro de mim, alagando minha bocetinha, eu dizia para ela:

- Isso filha, goza assim, isso, ah, goza na mamãe querida, ah que delicia minha filha, eu to gozando também minha linda, ah!

Depois que ela terminou de gozar ainda ficou um tempo em cima de mim mexendo seu pau já meio mole bem devagarinho dentro da minha boceta. Eu ficava rebolando suavemente embaixo dela e acariciando os seus cabelos, não podia acreditar que tinha gozado com minha filha me comendo e que além disso tinha sido uma transa maravilhosa. Depois de um tempo ela tirou seu pau de dentro de mim e se deitou ao meu lado, olhou pra mim e disse:

- Adorei isso mãe, foi muito bom, obrigada.

Eu sorri e respondi:

- Eu também adorei querida.

Ela veio e me abraçou colocando sua coxa no meio das minhas pernas, encostada na minha boceta encharcada de porra, eu a abracei também e assim ficamos, depois de um tempo eu disse:

- Tudo isso tem que ficar só entre a gente filha.

- Claro mãe, eu sei.

Nesse dia não somente ela dormiu agarrada em mim como eu também dormi agarrada nela, sentindo sua cara afundada nos meus seios.

No outro dia acordei e preparei o café da manhã, depois dela e da Dianna tomarem café, as levei para a escola.

Apesar de sentir um pouco de remorso depois desse dia minha vida mudou.

Passámos a transar em vários lugares e de diferentes formas, um dia a Dianna estava doente e não foi para a escola, eu fui busca-la na escola e no caminho para casa ela enfiou sua mão por debaixo da minha saia, colocou dentro da calcinha e foi me masturbando até chegar em casa, quando estacionei o carro, ainda na garagem, ela começou a beijar meu pescoço, transamos ali mesmo no carro, foi uma loucura.

Outra vez a Dianna estava estudando no quarto dela, era sábado pela manhã, eu estava na cozinha preparando o almoço e ela apareceu me encoxando. Eu disse para ela parar pois a Dianna poderia aparecer mas ela nem deu ouvidos, levantou minha saia, afastou minha calcinha de lado e meteu seu pau dentro da minha boceta. Me fodeu ali na cozinha comigo debruçada na pia como um animal e gozou no fundo na minha boceta.

Uma vez ela estava me comendo de quatro na minha cama e começou a passar um dedo no meu cuzinho, eu fiquei um pouco nervosa, logo ela me pediu para comer minha bunda mas eu não deixei, ela insistiu muito mas eu disse que tinha medo, que uma vez o pai dela tinha tentado e doeu muito e que eu não queria, ela entendeu mas fez uma carinha triste, quem sabe um dia eu tomo coragem e dou minha bunda para ela.

Eu passei a gozar varias vezes com a minha filha, algumas vezes me batia um grande remorso e eu ficava meio angustiada, mas depois passava, outras vezes eu não conseguia relaxar e não me excitava, mas mesmo assim deixava ela se divertir comigo, ela subia em cima de mim e me comia com vontade, nessas vezes doía um pouco pois eu ficava seca, mas eu mordia a coberta para não gritar e rebolava bastante falando coisas no seu ouvido com a intenção de fazê-la gozar rápido.

Um dia aconteceu uma coisa que me fez rever tudo que vinha acontecendo na minha vida, uma coisa que me fez temer pela minha família e pela relação entre eu e minhas filhas. Era um sábado por volta das duas da manhã, minha filha já tinha me comido no inicio da noite, a essa hora mais ou menos eu acordei com ela enfiando um dedo na minha bocetinha querendo me comer de novo, eu fiquei muito excitada e deixei, ela estava em cima de mim me fodendo com força e velocidade, com a cara afundada ao lado da minha beijando meu pescoço, eu estava tão excitada que gemia que nem uma vadia e falava coisas do tipo:

- Vai filha, fode a mamãe gostoso, arregaça minha bocetinha, vai querida.

Ela beijando meu pescoço, do lado oposto eu percebi a porta se abrindo e tomei um susto, logo vi minha filha que ficou ali parada, estática, com os olhos arregalados não acreditava no que estava vendo.

Minha filha com a cara enfiada no meu pescoço nem percebeu e continuou socando dentro de mim, eu gelei, perdi toda minha excitação na mesma hora e sequei por dentro, olhava minha filha e não sabia o que fazer, não conseguia falar nada, apenas balançava muito e gemia de dor a cada estocada que minha filha dava, logo ela aumentou a velocidade e começou a me comer violentamente, o que fez meus gemidos aumentarem ainda mais.

Em seguida senti ela despejando toda sua porra na minha boceta e foi parando os movimentos.

A Dianna deu meia volta e foi para o seu quarto deixando a porta do meu quarto aberta. Quando ela levantou a cabeça tomou um susto e perguntou por que a porta estava aberta, eu não consegui falar a verdade pra ela, estava com muito medo do que poderia acontecer, apenas disse que o vento tinha aberto a porta.

Ela se agarrou em mim, acariciou meus seios um pouco, falou algumas coisas que eu nem prestei atenção no que era e logo já estava dormindo de novo. Essa noite eu passei em claro, sem saber o que fazer e nem o que falar para a Dianna, no outro dia eu nem conseguia olhar na cara dela e nos dias seguintes não deixei a Lauren dormir no meu quarto, ela não entendeu a mudança e ficou bastante triste, eu sentia um enorme remorso por tudo e não sabia o que fazer.

Um dia ela tentou me comer no sofá da sala enquanto eu estava vendo televisão e a irmã estava no quarto dela e eu não deixei, briguei com ela como jamais havia brigado, disse que a irmã poderia aparecer e que isso tinha que acabar, ela foi pro quarto dela chorando.

Outro dia eu levei ela no dentista e quando voltamos ela tentou me comer na garagem de novo, eu briguei com ela e não deixei, mas ela insistiu tanto que eu tive que convence-la em aceitar apenas um boquete. Chupei ela ali no carro mesmo mas não conseguia me concentrar no que estava fazendo, pela minha cabeça passavam milhões de coisas.

Eu estava tão distraída que nem percebi quando ela estava prestes a gozar, logo senti uma enorme quantidade de esperma invadindo minha boca, quando ela parou de gozar eu levantei minha cabeça e fitei-a brava com a boca cheia de porra, ali no carro, sem saber o que fazer com toda aquela porra, tomei coragem e com muito nojo, engoli tudo, em seguida encarei-a muito brava e disse:

- Por que você não disse que ia gozar, não era pra gozar na minha boca minha filha.

Ela olhou pra baixo e disse baixinho:

- Desculpa mãe, é que tava tão gostoso que eu nem percebi que ia gozar, me desculpa.

Eu senti uma tremenda pena dela, passei a mão nos seus cabelos e disse:

- Tudo bem filha, eu que te devo desculpas, não devia ter ficado brava assim, afinal é apenas seu esperma, que mal tem né?

Ela deu um sorriso lindo e me abraçou. Subimos e eu fui preparar o almoço. Uns dias depois eu estava no meu quarto quando a Dianna veio me pedir ajuda para estudar para uma prova que ela ia ter na outra semana.

Desde que ela tinha flagrado eu e a Lauren transando ela não tinha quase falado nada comigo, me senti um pouco aliviada, sorri para ela e fui para o quarto dela ajudá-la.

[...]

Depois de que minha filha flagrou-me transando com meu filha minha vida se transformou completamente, comecei a temer que tivesse destruído minha família e minha relação com minhas filhas, todos os dias em que a Dianna se afastou de mim foi uma tortura dentro da minha cabeça, eu estava desorientada e não sabia o que fazer.

Isso durou até o dia em que a Dianna entrou no meu quarto pedindo para que eu a ajudasse em seus estudos, pois teria uma prova na semana seguinte. Neste dia passamos um bom tempo juntas e ela agiu normalmente, como se nada tivesse acontecido, nos dias seguintes o mesmo se repetiu e parecia que nossas vidas tinham voltado ao normal. Isso me tranquilizou bastante, mas outros dois assuntos ainda ficavam pendentes a resolver. O primeiro era que eu não sabia o que fazer com a Lauren e mais cedo ou mais tarde, eu sabia que ela tentaria me comer de novo.

O segundo é que eu tinha que conversar com a Dianna sobre o acontecido e não imaginava como tocar no assunto com minha filha e assim o tempo foi passando.

Num sábado pela manhã, eu estava lendo o jornal na sala quando minha filha apareceu me pedindo para ir num churrasco com suas amigas pela tarde, eu disse que ela podia ir com a condição de que eu a levasse e depois fosse buscá-la, ela me disse que a mãe de uma amiga dela iria levá-las, mas que eu podia buscá-las, eu não vi nenhum problema e concordei.

Nesta mesma manhã, depois de lavar a louça do café, fui para o meu quarto pra tomar um bom banho, tirei toda minha roupa e separei a roupa que iria colocar depois do banho deixando em cima da cama, quando ia caminhar ao banheiro senti dois braços me enlaçando pela cintura e alguém me encoxando, logo percebi que era a minha filha. Olhei pra trás com cara brava e disse:

- Lauren, não começa filha.

Ela nem me deu ouvidos, logo senti sua boca beijando meu pescoço e suas mãos apertando meus seios, eu tentei me afastar, mas ela me abraçou forte, em seguida tirou uma das mãos do meu seio, levou até minha boceta me penetrando com dois dedos e ficou mexendo lá dentro, desesperada eu exclamei:

- Para Lauren, por favor, filha.

- Por que você não gosta mais de fazer isso comigo, o que eu fiz?

- Você não fez nada filha, mas é que tua irmã ta em casa.

- Mas eu estou tão excitada, deixa vai, é rapidinho, ela não vai aparecer.

Sem saber o que fazer eu lhe disse que a Dianna iria a um churrasco pela tarde e ela podia fazer o que quisesse depois que ela saísse, ela sorriu e concordou ficando bastante contente com a notícia, então me soltou e foi para o seu quarto enquanto eu fui tomar meu banho.

Aquilo me aliviou um pouco, mas eu sabia que assim que a Dianna saísse, ela iria atrás de mim e desta vez eu não escaparia.

Eu pensava em acabar com tudo aquilo dizendo para ela que a Dianna tinha visto a gente transando e que isso não iria mais se repetir, mas não sabia como conversar sobre isso com ela, tinha medo do que isso fosse causar na mente dela.

As duas horas da tarde o interfone tocou, era a mãe da amiga da minha filha que iria levá-las ao churrasco. Acompanhei minha filha até o elevador dizendo para ela se cuidar, não abusar da bebida e tal.

Assim que entrei em casa e tranquei a porta a Lauren já apareceu com aquela cara de safada, eu fiquei um pouco nervosa e disse:

- Filha, você não quer deixar isso pra outro dia querida?

Ela fez uma cara triste e me respondeu olhando pro chão.

- Mas você disse que depois que a Dianna saísse, eu podia.

- Eu sei filha, mas não sei se é certo a gente continuar com isso, eu sou sua mãe.

- Você não gosta mais de fazer sexo comigo.

Ela disse essa última frase com cara de triste e foi para o seu quarto, eu fui atrás e quando entrei, ela estava sentada na cama de cabeça baixa, eu sentei ao seu lado e passei a mão sobre seus cabelos dizendo:

- Filha, não fica assim.

- Mas você não gosta mais de mim.

- Claro que gosto sua boba, eu sou sua mãe, como não iria gostar?

- Mas você não quer mais brincar comigo e eu to com tanta vontade.

- Vem aqui minha querida, deixa de ser boba, abraça a mamãe abraça.

Dizendo isso peguei no seu rosto e repousei sua cabeça sobre meus seios, em seguida peguei em sua mão e fui levando-a por baixo do vestido que eu estava usando até encostar-se à minha boceta por cima da calcinha, depois coloquei por dentro da calcinha pegando nos seus dedos e passando por toda a extensão dos lábios da minha boceta que a estas alturas já começava ficar um pouco molhada, afinal já fazia algum tempo que minha filha não me comia.

- É ela que você quer? É a bocetinha da mamãe que você quer foder é?

Ela deu um sorrisinho lindo e já foi logo metendo a cara no meio dos meus seios pelo decote do vestido enquanto enfiava dois dedos na minha boceta até onde conseguia chegar. Eu soltei um leve gemido, abri mais as pernas para facilitar seu trabalho e então disse:

- Vem Lauren, vem filha, vem que a mamãe vai cuidar de você.

- Sempre mãe?

- Sempre minha filha, não se preocupe, a mamãe vai dar pra você sempre filha.

- Tudo que eu quiser?

Ele disse isso passando a mão por toda a extensão da minha bunda.

- Sua safadinha, ta querendo a bunda da mamãe é?

- Sua bunda é bonita.

- Um dia a mamãe deixa você comer ela, um dia eu deixo.

- Promete?

- Prometo querida, um dia eu deixo você meter na minha bunda.

Em seguida fui deitando-a na cama enquanto passava minha mão sobre seu pau por cima do seu short, tirei sua camiseta, enfiei a mão dentro da sua cueca pegando no seu pau e punhetando de leve, ela fechou os olhos e ficou curtindo a sensação. Depois de um tempo assim minha boceta já estava completamente alagada, eu precisava de uma pica.

Nem perdi muito tempo com as preliminares, tirei seu short junto com a cueca a deixando nua, tirei minha calcinha, dei umas duas ou três chupadas no seu pau e fui me ajeitando encima dela, passei seu pau por toda a extensão da minha boceta encharcada para lubrificar-lo e fui sentando encima dela, engolindo centímetro a centímetro daquele pau maravilhoso, eu precisava dele todo dentro de mim.

Depois que engoli completamente aquela pau com minha boceta dei algumas reboladas encima dela para logo em seguida começar a cavalgar suavemente sobre ela, fazendo aquele pau entrar e sair em um vai-e-vem maravilhoso, olhando a cara de prazer que minha menina fazia embaixo de mim.

Logo ela segurou em cada alça do meu vestido, baixando-as e liberando meus fartos seios, para em seguida apertá-los com todo o tesão que estava sentindo. Aquilo me excitou muito, eu comecei a gemer no ritmo em que sentava no seu pau e disse:

- Isso filha, aperta os seios da mamãe, fode a boceta da mamãe querida, ah como isso é bom.

Logo eu já estava sentando no seu pau com toda minha força, engolindo aquele pau com fúria e muita velocidade. Tirei suas mãos dos meus seios e me inclinei sobre ela até sentir meus seios tocarem em seus seios nus e continuei a cavalgar dando leves beijos em seu pescoço.

Como suas mãos ficaram livres, ela as levou para trás de mim, puxando meu vestido para cima e apertando ambas as bandas da minha bunda com vontade, abrindo, fechando e passando o dedo na entrada do meu cuzinho. Aquilo me levou à loucura, não sei o que me deu, mas em seguida peguei em uma de suas mãos e trouxe até meu rosto, lambi bastante um dos seus dedos deixando-o bem lubrificado, o conduzi novamente até a entrada do meu cu e disse:

- Vai filha, eu sei que é isso que você quer, enfia esse dedo no cuzinho da mamãe enfia.

Os olhos dela brilharam e ela não perdeu tempo, relaxei bem minha bunda e logo senti a ponta do seu dedo penetrando meu ânus, aos poucos ela foi introduzindo aquele dedo todo dentro de mim. Parei um pouco sobre ela e me mantive apenas rebolando no seu pau, esperando para me acostumar com aquele dedo que estava entalado no meu rabo.

Pouco a pouco fui voltando a sentar no seu pau fazendo entrar e sair de mim num vai-e-vem que estava alucinante, em pouco tempo já estava sentando com vontade, seu pau entrava e saia de dentro de mim com muita violência, perdi completamente o controle sobre mim, cavalgava na minha filha e gemia como uma puta, nunca tinha ficado tão excitada desse jeito.

Com meus cotovelos apoiados em seu peito e passando minhas mãos sobre seu rosto, eu ia engolindo aquele pau com fúria até que senti algo mais pedindo passagem no meu cu, antes que eu pudesse raciocinar a Lauren enfiou mais dois dedos dentro da minha bunda, arregalei meus olhos e gritei:

- Lauren!

Aquilo feito assim de repente doeu um pouco, mas com aquele pau entrando e saindo da minha boceta o tesão foi muito maior. Fui gemendo cada vez mais alto, meus olhos reviravam e eu sentia meu corpo em brasa, gemia e gritava como uma vadia, nem parecia que era minha própria filha que estava ali me comendo com três dedos atolados no meu cu, em pouco tempo acelerei mais ainda a cavalgada e entre gemidos disse:

- Vou gozar, vai filha vem, enche minha boceta de porra enche querida, goza nessa boceta grande da sua mãe.

Ela atolou seus dedos até onde pode no meu cu e logo senti um rio de porra invadindo minha boceta, neste mesmo momento eu comecei a gozar gemendo como uma puta, enquanto eu ia diminuindo o ritmo das cavalgadas ainda sentia sua porra invadindo minha boceta, nunca tinha visto alguém gozar tanto assim, parecia que não ia acabar nunca. Depois que terminamos, com alguma dificuldade, ela tirou seus dedos de dentro do meu cu, em seguida retirei seu pau de dentro da minha boceta e deitei ao seu lado a abraçando.

-Lauren, você judiou do cu da mama filha.

- É que tava tão gostoso.

- Se dar o cu for bom assim, acho que vou querer dar todos os dias.

Ela sorriu pra mim e me abraçou também, estávamos tão cansadas que pouco tempo depois adormecemos.

Acordei sentindo um carinho no meu rosto e quando abri os olhos ali estava a minha filha, dei um sorrisinho para ela e um selinho nos seus lábios.

- O que minha menina ta querendo de novo com essa cara de safada hein?

Ela sorriu e abaixou seu rosto beijando meus seios e ali se manteve, eu fechei meus olhos e fiquei curtindo aquele carinho, quando abri os olhos, na mesinha de cabeceira do quarto da minha filha, dei de cara com o relógio, era hora de buscar sua irmã no churrasco, me afastei dela e disse:

- Filha tenho que ir buscar a Dianna no churrasco.

- Ah não mãe, vamos fazer de novo, bem rapidinho vai.

- Não posso querida, o que sua irmã vai pensar.

- Ah mama, inventa qualquer coisa.

- Não filha, não posso.

- Ah mama, da uma chupadinha então vai. - Pensei um pouco e então disse:

- Sua tarada, tá bom, a mama chupa, mas vê se não vai demorar pra gozar.

Posicionei-me no meio das suas pernas e abocanhei aquele pau, sugava com vontade enquanto passava a ponta da língua sobre a cabecinha na intenção de fazê-la gozar o mais rápido possível, após um bom tempo assim eu parei e disse:

- Filha, você precisa gozar rápido, eu já estou atrasada e minha boca já ta cansada querida.

- É que eu já gozei uma vez mama, assim eu vou demorar um pouco, me deixa ir por cima então.

- Ai Lauren, eu deixo, mas já vi que você vai foder a boca da mama.

Deitei-me de costas na cama e ela veio por cima de mim, abriu suas pernas envolta da minha cabeça e socou seu pau dentro da minha boca, em pouco tempo ela já comia minha boca como se fosse uma boceta, atolava seu pau dentro dela.

Eu respirava profundamente pelo meu nariz para tomar ar, sentia seu saco bater contra meu queixo e a cada enfiada sentia a cabeça do seu pau passar pela minha goela e invadir minha garganta. Em dado momento ela parou um pouco e me pediu:

- Mama, posso gozar na sua boca?

Com seu pau atolado na minha garganta, respondi meio entalada:

- Goza onde você quiser.

Ela acelerou os movimentos e pouco tempo depois atolou o seu pau até onde conseguiu na minha boca, senti seu saco se espremer no meu queixo e seu pau invadiu minha garganta com a glande e mais um pouco, logo senti uma enorme quantidade de porra invadindo minha garganta, mesmo que eu não quisesse teria engolido tudo, era tanta porra que eu sentia uma cachoeira descendo garganta abaixo. Quando ela tirou seu pau de dentro eu tomei um longo fôlego e disse:

- Sua tarada, abusou da bunda e da boca da mama hoje.

Ela só sorriu. Me vesti e fui buscar a Dianna no churrasco.

Depois que peguei minha filha voltamos conversando por todo o caminho para a casa, ela veio muito sorridente e contando como tinha sido o churrasco o tempo todo. Eu me sentia feliz por tudo estar normal novamente entre eu e minha família, bem, quase tudo normal né.

Quando chegámos em casa a Dianna disse que iria dormir pois estava cansada da festa, eu fui acompanhando-a até seu quarto e quando ela estava na porta eu disse:

- Fico muito contente que você se divertiu minha filha.

Ela me respondeu:

- É mãe, eu me diverti muito lá no churrasco e tenho certeza que você se divertiu aqui também né?

Me deu um sorriso malicioso e fechou a porta do seu quarto. Fiquei muito confusa com o que ela me disse e ao mesmo tempo um pouco aliviada, pois parecia que Dianna havia assimilado bem o fato da sua mãe fazer sexo com sua irmã.

Neste dia fui dormir um tanto preocupada com o que pudesse acontecer no futuro.

No domingo tudo transcorreu muito tranquilo pelo dia.

Pela noite resolvemos alugar um filme para vermos todos juntos. A Lauren tratou de pegar o colchão de casal do meu quarto e botar no chão da sala, na frente da TV para que pudessemos deitar ali, deitou a Dianna de um lado, eu no meio e a Lauren do outro lado, todos cobertos por um grande cobertor que eu tinha, já que fazia bastante frio naquele dia.

Eu estava deitada de costas, tudo estava normal, até que num determinado momento me senti incomoda naquela posição e me virei de lado ficando de costas para a Lauren, nunca devia ter feito isso.

Assim que me virei senti minha filha me abraçando por baixo do cobertor e colando seu corpo no meu pressionando seu pau na minha bunda.

Me assustei e a fitei rapidamente para não dar bandeira com cara de brava, o que essa menina estava pensando?

Ela fingiu que não era com ela, pois logo senti sua mão passar por baixo da minha camisola e apertar a minha bunda, fiquei muito puta com ela, pois ela não podia estar fazendo aquilo com a Dianna deitada ali do lado, pensei em tirar sua mão mas não podia dar bandeira para a Dianna não perceber o que estava acontecendo, assim que me mantive estática, mas com muito medo do que ela pudesse fazer ali.

Logo senti ela puxando minha calcinha de lado para em seguida enfiar um dedo na minha boceta por trás, eu tava muito puta e não podia falar nada, ela ficou ali me bolinando. Numa cena mais picante do filme, em que aparecia uma coroa fazendo sexo, a Dianna disse:

- Olha Lauren, você que gosta de comer mamãe deve estar adorando.

Ela riu bastante depois que terminou de falar. A Lauren me olhou um pouco assustada e surpresa, mas continuou ali me masturbando. Não sei porquê mas, o que a Dianna disse me descontraiu um pouco e eu comecei a sentir-me um pouco excitada com aquela situação.

Empinei um pouco minha bunda e dei uma suave rebolada na mão da minha filha, foi o sinal verde para ela, logo senti ela se movimentar um pouco ali atrás e em seguida senti seu pau encostar na entrada da minha boceta que já estava toda melada. Ela foi introduzindo tudo com muito cuidado e discrição até afunda-la toda na minha boceta e ali ficou, fazendo movimentos muito suaves, eu estava um tanto assustada mas ao mesmo tempo excitada e sentia minha boceta escorrendo de tanto tesão.

Quando o filme acabou a Dianna pegou o controle e mudou de canal para onde estava passando o Fantástico. Em um momento a Lauren pressionou forte sua cintura contra a minha bunda afundando seu pau até o fundo da minha boceta me fazendo soltar um leve gemido sem querer. A Dianna nos olhou um pouco espantada, depois abriu um sorriso e disse:

- O que vocês estão fazendo?

Sem que eu esperasse ela levou uma mão até minha boceta e me tocou ali, logo percebeu que minha calcinha estava puxada de lado e sentiu o pau de Lauren atolado dentro de mim, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa ela disse:

- Vocês não têm vergonha, trepando aqui na minha frente? Mas não se preocupem que eu já estou com sono mesmo e vou dormir, assim vocês podem ficar aqui e gozar a vontade suas taradas.

Sorriu pra gente e foi para o seu quarto dando gargalhadas. Eu olhei para trás e a Lauren estava completamente vermelha, quando ela já ia tirando o pau de dentro de mim eu passei meu braço para trás segurando sua bunda sem deixar que ela escapasse e disse:

- Você que começou com a merda, agora termina.

Ela pareceu se acalmar um pouco e logo já estava socando com vontade na minha boceta. Depois de um tempo assim, ela me deitou no colchão, arreganhou minhas pernas deixando meus joelhos praticamente ao lado da minha cabeça, subiu em cima de mim e socou novamente seu pau dentro da minha boceta, começou a me comer como um animal, tirando e botando seu pau dentro de mim com toda sua força. Eu fui à loucura e comecei a gemer alto feito uma vadia, e a Dianna escutando tudo do seu quarto, mas aquilo tava me excitando demais, eu queria que ela ouvisse, eu queria que ela soubesse que sua irmã estava ali na sala arregaçando a boceta da sua mãe. Logo Lauren acelerou as estocadas e disse:

- Mãe, eu não aguento mais, vou gozar.

- Isso filha, vem querida goza, enche minha boceta de porra, goza que a mama vai gozar também.

Logo senti minha boceta ser mais uma vez alagada com a porra da minha filha. Percebi a presença de Dianna na sala e ela disse:

- Mãe, você e a Lauren fazendo sexo feito dois animais no cio, vocês não tem vergonha disso? Podiam ser mais discretas e fazerem no quarto.

E saiu.

Quando terminamos me bateu um enorme remorso e uma imensa vergonha por ter feito isso dessa maneira, ao lado da minha filha. A Lauren me olhou e perguntou como ela ficou sabendo, eu respondi que não queria falar sobre isso aquela hora e mandei-a para seu quarto dormir que no outro dia ela tinha escola. Eu fui para meu quarto mas não consegui pegar no sono, fiquei pensando a noite toda no que eu tinha feito e imaginando o que poderia ocorrer nos dias seguintes.


Notas Finais


Essa one é uma adaptação de um texto da internet, créditos a autora.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...