História One-shot : Meu primeiro Amor. - Capítulo 1


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Categorias Undertale
Tags Asriel, Chara, Chara X Asriel, Chariel, Frans, Frisk, Frisk X Sans, Sans
Visualizações 342
Palavras 2.204
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem, eu estou muito viciada nesse shipp, então eu resolvi criar essa one-shot!

Eu escrevi esse Hentai e quase morri.

Desculpa se ficar uma merda, eu tentei.

Capítulo 1 - Capítulo único : Ele.


Fanfic / Fanfiction One-shot : Meu primeiro Amor. - Capítulo 1 - Capítulo único : Ele.

21 de Abril. 

Ha e aqui estou eu de novo, uma mulher de 19 anos escrevendo no diário depois de 5 anos, afinal ela queimou o seu antigo e veja só está escrevendo em outro!

Eu devo me apresentar não? Caso eu perca a memória eu deva lembrar quem sou eu. Eu me chamo Frisk Bonchiste, nasci na França, por isso do meu sobrenome ser meio estranho, tenho 19 anos de idade como citei acima e no momento eu sou. 

VAZIA. 

Sim vazia, eu devo dizer isso por causa da minha infância, digamos que eu não tive uma infância "normal", meus pais me batiam e diziam que eu não deveria ter nascido, isso deve ser pelo estranho fato de eu ter nascido com olhos dourados, as crianças da minha cidade também me maltratavam, jogavam pedra em mim e diziam que eu era um monstro, mas isso não durou muito tempo, o desgosto deveria ser demais que minha mãe se matou diante dos meus olhos, quando eu fiz 9 anos de idade, logo depois o meu pai fugiu de casa, isso deve ter durado uns noves dias. 

A notícia correu solta pela cidade e eu fui para um orfanato, foi a mesma coisa de sempre, eu era maltratada pelas crianças e nenhum adulto ou casal que passava por lá me adotava, eu fiquei naquele incerto até os meus 16 anos, foi quando eu resolvi fugir de lá, eu vaguei pelas ruas até uma boa senhora de idade me encontrar, ela se chamava Toriel. 

Eu fiquei sobre os cuidados de Toriel até completar 18 anos, assim eu comecei a trabalhar em um café e aluguei um apartamento. Bem essa é minha vida até agora, amanhã eu continuo a escrever. 

24 de Abril. 

Hoje eu fui traída pela terceira vez pelo meu namorado Asriel, eu não me importo com isso, afinal eu não gosto dele, eu nem sei porque namoro ele, acho que vou terminar com ele ainda hoje, assim ele pode viver a merda da vida dele com a puta da Chara, sim todas as vezes ele me traiu com ela, bem eu não me importo, afinal ele é um idiota. 

28 de Abril. 

Desde que terminei com o Asriel me sinto mais livre, parece que ele me prendia, eu posso a focar mais no trabalho e me divertir, ele era um pé no saco, hoje não aconteceu nada de importante, vários clientes, colegas de trabalhos e um chefe irritante, bem não posso reclamar do Grillby, ele não é um chefe tão ruim, ele só controla muito sabe? Para alguém que quase não fala é incrível que ele esteja namorando, parece que ele namora com a Muffet, ela é dona de uma confeitaria, isso é interessante, felicidades á eles. 

08 de Junho. 

Um cliente diferente veio ao café hoje, ele usava uma máscara de esqueleto com um terno, ele era forte e tinha os cabelos brancos, além de ter as mãos bastante pálidas, ele era albino, isso era óbvio assim que  ele tirou a máscara, ele deveria ser próximo do Grillby para o chamar com tanta intimidade, seus olhos eram azuis da cor do céu, ele tinha uma barba mal feita o que lhe dava um ar sexy, pelo o que pude ouvir sua voz era grave, eu gostei daquela voz, mas gostei mais ainda quando nossos olhos se encontravam, era uma sensação única, parecia que ele conseguia ver dentro de mim, isso me deixava estranha, podia ser por alguns segundos, mas para mim foram horas. 

14 de Julho. 

Aquele misterioso cliente havia voltado, com sua máscara de esqueleto chamando a atenção se todos no café, ele continuava com o seu terno preto e sua gravata azul, ele hoje havia se sentado em uma mesa do fundo perto da janela, hoje ele estava diferente do comum, ele tinha vindo ao café algumas vezes e em todas as vezes ele estava com um ar brincalhão, mas está tarde ele estava sério, mas isso não é da minha conta. 

(Autora: Bem, a partir de agora a Frisk não está escrevendo no diário okay? Estou avisando para não se confundirem. )

23 de Julho. 

Hoje o dia estava gelado, eu estava incomodada desde a última aparição do famoso cliente albino, eu não sabia o seu nome, nem nada ao seu respeito, mas gostaria de saber, então fui perguntar ao Grillby. 

- Hey Grillby, eu queria te perguntar sobre algo. 

- Frisk eu não irei lhe dar um aumento. 

- Não é isso. 

- Oh, então sobre o que é?

- Eu queria saber mais sobre o cliente da máscara de esqueleto. 

- Ah Sobre o Sans? Por quê quer saber sobre ele?

- Ele me chamou a atenção. 

- Sans Skeleton, ele é um empresário famoso pela sua inteligência e aparência, mas ele a esconde com a sua máscara, não se engane pelas aparências ele é bem preguiçoso. 

- Obrigada Grill. 

Sans Skeleton. 

Oh por isso da máscara de esqueleto, deve ter conexão com o seu sobrenome. Falando nesse cliente ele passa pela porta, mas ele estava sem a sua máscara, ele se sentou no mesmo lugar que dá última vez e continuava com o seu olhar sério, depois de alguns minutos ele chama alguma garçonete, mas eu fui atende-lo. 

- Qual o seu pedido senhor?

Sua voz soou mais grave que o normal e ela estava seria. 

- Eu gostaria de um café expresso. 

Concordei e mandei fazer o seu pedido, quando estava pronto fui leva-lo, ele estava admirando a paisagem, tinha alguns pássaros nas árvores, ele estava mais bonito que o normal. 

- Aqui está senhor. 

Ele parou de observar e me olhou, nossos olhos se encontram de novo, mas desta vez foi diferente, um choque passou por todo o meu corpo e minhas pernas fraquejaram, como aquele homem podia mexer comigo de tal forma?

Ele sussurrou um obrigado, que eu podi ouvir, não sei como, mas meu corpo agiu sozinho e eu pude perguntar algo. 

- Desculpe me intrometer senhor, mas algo está te incomodando?

- Ao que se refere?

Agora ele me encarava com certa curiosidade?

- O senhor parece preocupado, das últimas vezes você estava com um ar brincalhão, mas agora está sério. 

Eu esperava uma reação severa e com uma reposta brava, mas ele começou a rir chamando a atenção para ele. 

- Você é estranha, hum...... Frisk. 

Ele Havia lido o meu nome no crachá, todo aquele clima pesado em volta dele havia sumido, isso me deixava de alguma forma feliz? 

- Eu gostei de você Frisk, que tal me visitar, tome o meu cartão. 

Depois de fazer isso ele foi embora, deixando comigo um cartão deveria ser da sua empresa. 

26 de Julho. 

Eu havia tomado coragem e ido a empresa do Sans, hoje era meu dia de folga, então eu pensei seriamente em ir naquela empresa. Quando entrei fui falar com a recepcionista. 

- Han..... Olá, eu vim falar com o Sans Skeleton. 

- Tem hora marcada senhorita. 

- Hm, não. 

- Lamento, mas terá que vim outra hora. 

- Oh okay, poderia falar que a Frisk disse um "olá"?

- Não precisa. 

Uma voz soa muito perto de mim, eu sabia quem era, só aquela voz me causa estranhas sensações. 

- Senhor Sans, o que faz fora da sua sala você tem uma reunião importante em duas horas. 

- Mande desmarca-la, eu tenho algo mais interessante para fazer. 

Aquele homem me olhou com um olhar sedutor o que fez com que eu desse uma leve corada, para disfarçar olhei para o lado. 

- Bem, vamos senhorita Frisk até a minha sala. 

Minha mente dizia não, mas eu não conseguia mais ouvi-la, quando me dei conta eu já estava em sua sala. 

- Sente- se. 

Ele apontou para uma cadeira em frente a sua mesa, eu estava tensa. 

- Fico feliz que tenha vindo me ver Frisk, eu estava ansioso pela sua visita. 

Okay, eu realmente estava nervosa, ele estava diferente do normal, seus olhos me forçavam a corar. 

- Eu estava curiosa quanto ao senhor. 

- Oh por favor sem formalidades Frisk, me chame de Sans. 

Meu coração começou a acelerar, eu nunca tinha sentindo isso, o que era isso? Ele podia ouvir o meu coração?

- Okay Sans. 

- Oh, você é mesmo interessante Frisk, deve ser por ser o meu tipo. 

- Lamento Sans, mas você não é o meu. 

Ele deu um sorriso de canto e se levantou da mesa ficando de frente comigo. 

- Mas você é o meu Frisk. 

De alguma forma eu o achei bonito e atraente daquela forma, escorado na mesa e com um sorriso descontraído, mas os seus olhos estavam me seduzindo, eu me perdia facilmente em seus olhos, de novo meu corpo se move sozinho, eu havia puxado sua gravata o colocando bastante perto do meu rosto. 

- Está tentando me seduzir Frisk?

Eu estava fora de mim, algum demônio do prazer ou algo do tipo havia me possuído, mas com toda certeza aquela não era eu. 

- Talvez, está funcionando?

- Sim. 

Então me beijou, não era um beijo calmo ou doce, era um beijo ardente e apimentado, ele estava esperando por isso e eu também, aquele homem a minha frente havia mexido comigo de tal forma que eu não podia acreditar, sua língua pediu por passagem a qual eu concedi, uma batalha por espaço começou, meu estômago estava cheio de borboletas e minha mente em branco, Sans cada vez mais se apoiava na cadeira, logo eu iria cair, sem quebrar o beijo eu me levantei dando mais liberdade para Sans, logo ele me virou e eu fui posta sentada na mesa, suas mãos passavam pela minhas costas parando na minha cintura. 

Calor. 

Onde suas mãos passavam eu ficava em chamas, estava quente, não demorou muito para tirar minhas peças de roupas, eu não iria ficar para trás, tirei o seu paletó o jogando em qualquer lugar daquela enorme sala, um novo beijo se iniciou mais ardente que o primeiro, eu tentava abrir os botões da sua camisa, aquele beijo me deixava catatônica, suas mãos desceram para o meu quadril me arrancando leves suspiros, eu arranhei o abdômen definido de Sans o fazendo dar um sorriso de canto entre o beijo, sua boca se moveu até o meu pescoço dando fortes chupões no mesmo, isso iria ficar roxo, mais uma vez sua boca se moveu indo ao meu ouvido sussurrando palavras de pura luxúria. 

- Frisk, eu quero te foder nessa sala aqui e agora. 

Aquelas palavras tiraram a única sanidade que tinha dentro de mim, rapidamente empurrei o Sans fazendo com que ele caísse no chão, sua cara de dor foi fascinante, eu sentei em cima do seu membro, enquanto arrancava sua camisa, podia sentir o seu membro rígido pedindo para sair daquela calça, tirei o seu cinto enquanto Sans me olhava com uma olhar safado, ele me comia com os olhos, após arrancar sua calça o deixando apenas de cueca box cinza, eu podia ver um volume e não vou mentir era grande. 

- Apressada você Frisk. 

Ele me pegou no seu colo me colocando na Mesa, sem se importar com os papéis, logo depois fechando as curtinas com um controlo. 

- Pode gemer o quanto quiser Frisk, as paredes são aprova de sons. 

Sans tirou o resto das roupas que faltavam, me deixando nua, eu estava corada, essa seria a minha primeira vez, iria doer?

- Belo corpo Frisk. 

Sans tirou sua última peça de roupa mostrando o seu membro, logo depois ele colocou uma camisinha, óbvio ele não queria ter filhos. 

- Han, Frisk você é virgem?

Eu cores com aquela pergunta, Asriel já tentou transar comigo, mas eu não aceitei e o tirei para fora de casa, concordei com a cabeça eu deveria estar a cinquenta tons de vermelhidão. 

- Eu tentarei ser o mais cuidadoso possível okay?

- S-Sim. 

Minha voz saia trêmula, Sans posicionou seu membro na entrada da minha intimidade e o foi enfiando, estava doendo, Sans apertou a minha mão com força e socou tudo de uma vez, fazendo sair sangue da minha intimidade, um gemido misturado com dor e prazer escapou da minha boca, Sans me deu um beijo calmo e gentil me fazendo esquecer a dor. Quando eu me acostumei com o seu membro dentro de mim dei uma leve sacudida, o que fez Sans entender muito bem, começando a se mover lentamente, logo aumentando o ritmo, me fazendo gemer loucamente, eu chamava por seu nome, implorando por mais, o sorriso daquele homem crescia a cada segundo, enquanto nossos corpos suavam e faziam barulhos indecentes. 

- S-Sans ah eu v-vou..... 

Tarde de mais, eu havia chegado ao meu clímax, Sans não demorou muito, duas estocadas e ele também chegou ao seu. 

- Sans, eu acho que te amo. 

Eu falei isso ofegante, meu corpo estava suado e tendo leves espasmos de prazer, Sans me olhou e sorriu, vindo até mim e me dando um beijo carinhoso. 

- Acho que isso corresponde ao seu sentimento, acho que foi amor a primeira vista. 

- Eu também acho, mas você foi e sempre será o meu primeiro amor. 

Eu falei enquanto o abraçava, acho que depois teríamos que arrumar essa bagunça, mas eu irei guardar como uma ótima lembrança. 

Esse foi o meu primeiro e único amor. 


 




Notas Finais


Yey esse foi meu primeiro hentai e umas amigas me ajudaram.

Tecnicamente não foi o primeiro, eu já escrevi um, mas ficou meia boca e eu não gostei.

Espero que gostem.

Bye-Bye.


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