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História One-shot: Pecado Eminente - HarMione - Capítulo 1



Notas do Autor


Oiii gente... Então, mesmo que nós tenhamos uma fanfic de DraMione, não me segurei e comecei a escrever essa one-shot, Gaby quase teve um troço quando viu que era do Harry com a Hermione, hehe...
Mas enfim, foi uma ideia que surgiu na minha cabeça do nada de madrugada e não descansei até conseguir finalizá-la, e a Gaby, claro, deu aqueles toques mágicos que só ela sabe dar.
Espero que gostem...
Bjoos 💕

Capítulo 1 - Ninguém Precisa Saber


Fanfic / Fanfiction One-shot: Pecado Eminente - HarMione - Capítulo 1 - Ninguém Precisa Saber

— EXPECTO PATRONUM! — tento lançar pela milésima vez, mas sem sucesso.

Rony é o primeiro a rir de meu fracasso.

— Olha só, a Senhorita Eu-Sei-de-Tudo não consegue conjurar seu patrono? — ele diz exibindo novamente seu cachorro da raça Jack Russell Terrier cintilante.

— Não enche, Ronald! — digo já sem paciência.

— Isso se chama V-I-N-G-A-N-Ç-A, minha cara. Lembra do Leviooosa? — o ruivo tem um sorriso sarcástico estampado em seu rosto.

Como eu o odeio.

Fecho a cara para ele e ameaço lançar-lhe um crucio.

— Desculpe Mione, mas é realmente raro de se acontecer uma coisa dessas... Eu, Ronald Weasley, sou capaz de produzir um patrono e HERMIONE GRANGER, NÃO. — ele cai na risada de novo.

Como ele é infantil!

— Deixe ela, cara. Não se esqueça que você também treinou feito um louco até conseguir conjurar o seu. — Harry se intromete na conversa surgindo bem atrás do ruivo, que engole em seco.

Agora ele fixa seus hipnotizantes olhos azuis nos castanhos de Rony, o mesmo se cala rapidamente.

— A aula já acabou pessoal, vamos voltar para os nossos dormitórios! — Harry dispensa toda a A.D. depois de ter reservado esse tempo para tentarmos produzir os nossos patronos.

Estamos todos saindo quando ouço meu amigo me chamar:

— Hermione! — me viro para ele. — Por favor, fique.

Paraliso e penso um pouco no que ele disse. Por que ele quer que eu fique?

— Não ligue para o Rony, ele é um idiota! — Harry diz e eu tomo um susto por ter me perdido em meus devaneios.

E então, eu entendo tudo.

— Ah, Harry, muito legal da sua parte, mas eu não quero fazer você perder o seu tempo... Sou uma causa perdida!

— Deixe-me ao menos tentar. É um pouco difícil focar em um só aluno quando se tem outros vinte e seis na sala... — ele se explica. — Por favor, te garanto que não sairá daqui até conseguir conjurar o seu patrono!

Acabo cedendo ao seu pedido. Largo o meu casaco no chão e vou até ele.

— O seu erro é achar que o "Expecto Patronum" é um feitiço como qualquer outro, é necessário muito mais do seu mental do que do seu físico.

Puxo a minha varinha e entro em posição.

— Agora, feche os olhos.

Faço o que ele mandou e deixo sua voz penetrante me guiar.

[...]

Estamos treinando faz um tempo e não tenho nenhum progresso. Estou pensando em desistir.

Harry nota meu desânimo e fala:

— É preciso ter uma memória feliz em mente, lembre-se de qualquer coisa que tenha marcado muito a sua vida.

Eu me esforço ao máximo para tentar atingir meu objetivo. Começo a pensar em diversas fases da minha vida que tenham, de certa forma, me marcado.

Lembro-me de quando descobri que era uma bruxa e que iria para Hogwarts!

Uma hora eu era uma garotinha comum, e depois, meus pais me contaram que eu tinha dons especiais e que fui convidada a estudar numa escola que iria me ajudar a controlar e aprender mais sobre isso.

Fiquei super animada com a ideia e pesquisei tudo sobre, não descansei até conseguir ler: Hogwarts, uma história.

— EXPECTO PATRONUM! — falo bem alto com esta lembrança na cabeça.

Mas a única coisa que aparece é uma espécie de fumaça prateada.

— Não é necessário gritar, mas você tem que dizer com convicção. — a paciência de Harry me encanta. — Vamos, pense em algo que você ame de verdade.

Suas palavras ecoam na minha mente, e não sei porque, mas a lembrança de Harry me salvando do Trasgo Montanhês me vem a cabeça. Por mais que já estejamos no Quinto Ano e eu já tenta lá meus dezesseis anos, aquilo ainda atinge o meu coração de forma terna, jamais me esquecerei de quando ele pulou em cima daquele monstro para tentar me salvar... Reconheço que Rony também ajudou, mas a bravura de Harry fez com que eu me simpatizasse mais com ele.

— É um tipo de energia positiva, uma projeção das próprias coisas de que o dementador se alimenta: esperança, felicidade, desejo de sobrevivência... — ele diz. — Agora vá em frente, está na hora de descobrirmos qual é o seu.

Com Harry sendo minha principal fonte de boas lembranças, lanço:

— Expecto Patronum! — digo em tom suficientemente claro e com determinação.

É quando uma fumaça prateada sai de minha varinha, fico triste, não deu certo.

Mas para a minha surpresa, esta mesma fumaça toma a forma de uma lontra.

Uma Lontra!

— Harry! Eu consegui! — eu o olho com um enorme sorriso.

— Sabia que você conseguiria, Mione! Meus parabéns.

Assim que o ser de cor prata some, eu o abraço com todas as minhas forças. Sou imensamente grata por ele.

— Obrigada! Ah, Harry, eu te amo tanto...— acabo soltando.

— Eu também te amo muito, Hermione. — ele diz e meu corpo todo se arrepia com a sua voz.

Tenho medo de meu coração estar reagindo por algo bem mais profundo e além do amor fraternal.

— Bem... Vamos? — ele propõe.

— Vamos. — digo contente.

E saímos da Sala Precisa em direção a nossa Sala Comunal.

[...]

— Agora vai poder esfregar na cara de Ronald que é capaz de produzir seu patrono. É uma bela lontra!

Rio.

— Sim, devo uma a você, Harry.

— Você não me deve nada, Hermione. Somos amigos, não somos?

Somos...

Fecho um pouco o meu semblante alegre.

Chegamos na Sala Comunal da Grifinória e falamos em uníssono a senha para a Mulher Gorda:

— Mimbulus Mimbletonia. — e o retrato libera passagem para adentrarmos.

Entramos sorrateiramente a fim de não sermos pegos, e é quando chega a hora de cada um seguir o seu caminho.

— É-ér... Tchau, Mione. — ele sussurra no meu ouvido para não fazer muito barulho.

Isso faz até o meu último fio de cabelo se arrepiar.

Por favor, pare antes que meus hormônios vociferem!

— Tchau Harry, — falo tão baixo quanto ele. — e obrigada novamente.

Vou andando rumo ao dormitório feminino, mas sou impedida por uma mão que se envolve em meu pulso.

Era ele.

Me viro e nossos olhos se encontram, sentia que estávamos conectados e que nada nem ninguém poderia romper isso.

— Espere... — Harry congela assim que fala. — Se não for muita invasão de privacidade, eu gostaria de saber o que você pensou para conseguir conjurar...

Sinto que não era isso o que ele realmente queria me dizer.

O que é que eu devo dizer?

— Ah... Meus pais! — falo um pouco alto. — tenho lembranças boas de quando eu ainda não sabia que era uma bruxa.

Não queria mentir para o meu melhor amigo, mas só Merlim sabe o quão mal pegaria se eu contasse o meu verdadeiro incentivo para chegar ao meu patrono.

— Entendo. Também pensei em meus pais, mesmo não tendo chance de conhecê-los melhor... — suas feições se mostram entristecidas.

— Ah, Harry... — fico sentida por ele. — Eles te amavam muito, pode ter certeza. Se orgulhariam muito ao ver quem você se tornou.

Seguro suas bochechas com minhas duas mãos e faço um leve carinho com meus polegares.

Ele sorri tristemente enquanto ainda segura meu pulso.

— Obrigada pelas palavras, Hermione. — Harry chega ainda mais perto de mim para poder ser ouvido.

Até posso sentir sua respiração descompassada.

— Harry... — o chamo com um tom de voz mais alto.

— Shhh... Só deixe levar, Hermione...

É quando nossos lábios se chocam.

Sua língua pede entrada em minha boca e eu lhe concedo. Nosso beijo é ardente, como se precisássemos um do outro, como se houvesse muito desejo reprimido que finalmente foi liberto.

Não consigo pensar em nada, a única coisa que quero é tê-lo só para mim, bem, pelo menos por agora.

Suas mãos pousam em minha cintura e eu coloco meus braços em volta de seu pescoço.

No momento, só existe ele e eu.

A maldita falta de ar nos impede de continuar e eu encaro seus olhos que são da cor do pecado.

Sorrimos um para o outro e ficar envergonhada se torna inevitável.

Minhas bochechas estão ruborizadas.

— Harry, não podemos... É arriscado. — tento convencer mais a mim do que ao Potter.

— Vem. — ele me puxa até a poltrona que há sala comunal.

Eu o quero, eu o desejo, meu corpo pede por ele.

O jogo na poltrona e me sento de frente e sobre sobre ele, não consigo raciocinar.

Harry me puxa para outro beijo e eu o retribuo enquanto me mexo a fim de brincar com seu membro.

A luxúria predomina neste ambiente e, sinceramente, não quero que ela vá embora.

Seu amiguinho ganha vida e eu rapidamente paro o beijo para abrir a sua calça.

Isso não é uma coisa repentina, é algo que venho tentando negar a mim mesma há tempos. Não vou perder essa oportunidade, mesmo que isso seja completamente imprudente.

Estou de saia, então não será tão difícil assim de me livrar dela.

Harry também se mantém ativo, o mesmo tira a minha blusa, afrouxa sua gravata e se livra de seus óculos.

Eu não aguento mais. Saio de seu colo, coloco o seu pau para fora e o chupo com vontade enquanto repito os movimentos com a mão. Ele segura meu cabelo armado e me guia.

— Pare... não quero... gozar assim. — Harry diz ofegante.

O mesmo me puxa para cima e me leva até o sofá, fazendo eu ficar de quatro empinada para ele.

Sinto minha saia sendo levantada e a minha calcinha sendo afastada.

E então sou invadida. Como isso é bom!

A sensação do proibido só deixam as coisas ainda mais excitantes.

Uma das mãos de Harry está segurando firme a minha cintura enquanto a outra puxa o meu cabelo para trás.

Ele intensifica as estocadas e sem querer solto um gemido.

— Não faça nenhum barulho! — rosna. — Não queremos que ninguém nos pegue, não é? Já sei o que fazer com você.

Sinto um pouco de medo.

Harry tira de seu pau de dentro de mim e me vira, ficando de frente para ele. Seus olhos emanam desejo.

Ele amarra sua gravata na minha boca, me impedindo de produzir qualquer som alto. E eu permito tudo isso.

Quando penso que Harry iria meter seu pau, sou surpreendida quando ele se abaixa e enfia um dedo em mim.

Meu Merlim! Isso é errado de tantas formas...

Não satisfeito, Harry coloca o seu outro dedo enquanto cai de boca no meu clitóris.

Se ele continuar assim, vou gozar logo...

— Goza para mim, Mione. Não vou parar até sentir seu líquido entre os meus dedos. — porra, assim não dá.

Sinto meus músculos contraindo e aquela sensação deliciosa me invadir enquanto Harry não para com seus movimentos intensos.

Ele sorri e sobe, me beijando e fazendo com que eu sinta meu próprio gosto.

— Veja como você é deliciosa, Hermione. — seus sussurros quentes só melhoram a situação.

E então, sou penetrada novemente, só que desta vez, com o seu pau. Eu fecho meus olhos, incapaz de permanecer com eles abertos por tamanho prazer.

Ele vai fundo, rápido e intenso. Perfeito para mim.

Isso é bom pra caralho.

— Era isso o que você queria, não era? Que eu te comesse assim, não é?

Esse, com certeza, é um momento digno para eu me lembrar quando for produzir meu patrono.

Eu já não era mais virgem, e essa, de longe, é a melhor foda da minha vida.

Chega uma hora que nem Harry aguenta, ele geme com aquela sua voz grossa gostosa de se ouvir e não se segura, goza dentro de mim.

Sinto o jato de líquido quente me preencher toda.

Somos uns loucos.

Ele cai por cima de mim, esgotado.

— Não sei se vou conseguir te ver amanhã e não lembrar do quanto você é gostosa e do quão bom é estar dentro de você.

— O que diremos ao Rony? Ele percebeu que ficamos na Sala Precisa.

— Ora, se ele perguntar, dizemos que fomos treinar.

O que não é uma mentira.

— Ninguém precisa saber, Hermione. — ele sussurra tão gostoso no meu ouvido que não resisto em beijá-lo de novo.

Cientes que precisamos voltar para os nossos respectivos dormitórios, nos levantamos e nos encaramos novamente.

Começamos a rir como dois idiotas. Que loucura!

— Bem... Então é isso... — digo meia envergonhada.

— É- ér... Bem, foi bom te ver, Hermione, até mais!

Nos despedimos sem antes nos beijarmos de novo.

Você não pode ficar viciada nele, Hermione!

Nos separamos e seguimos cada um para o seu lado.

Mas antes...

— Harry! — o chamo enquanto o mesmo já havia começado a subir as escadas.

Ele se vira.

— Foi em você. — digo.

De primeira, ele não entende. Mas depois sorri de lado.

— Boa noite, Hermione.

— Boa noite, Harry.

Graças a você, Harry, vou ter a melhor noite de todas.

Subo as escadas pensando em tudo o que aconteceu, e Harry tem razão:

Ninguém precisa saber.


Notas Finais




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