História One Shots - Capítulo 2


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Categorias Alice In Chains, Audioslave, Nirvana, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Eddie Vedder, Jeff Ament, Jerry Cantrell, Kurt Cobain, Layne Staley, Mike Inez, Mike Starr, Personagens Originais, Sean Kinney, Stone Gossard, William DuVall
Tags Aliceinchains, Grunge, Pearljam, Soundgarden
Visualizações 19
Palavras 3.569
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, demorei um pouquinho pra postar de novo mas está aqui mais oneshot sobre esse casalzão que a gente tá aprendendo a amar. E sim, eu irei postar historias com outros personagens qualquer dia, mas no momento só consegui pensar nessa historia com o Jerry e a Katy, que já estava quase pronta a um tempinho e só hoje consegui finalmente finaliza-la. Espero que gostem ;)
Obs: essa mulher da foto não tem nada a ver com a descrição de como a Katy é, eu só usei porque achei engraçada e descreve mais ou menos a situação de como tava o clima da festa.

Capítulo 2 - Jerry e Katy (Efeitos da Festa)


Fanfic / Fanfiction One Shots - Capítulo 2 - Jerry e Katy (Efeitos da Festa)

POV JERRY 

Era madrugada de um sábado, eu e os caras do AIC acabávamos de fazer um show. Como tradição da banda, sempre íamos a alguma festa depois de um show, pois precisávamos "extravasar" toda aquela animação de fim de show. Nesse dia tinha uma festa para ir e la íamos encontrar nossos outros amigos de outras bandas, algumas pessoas desconhecidas (incluindo groupies). Além de toda essa gente, Katy minha namorada, e as meninas da sua banda também estavam lá. Era, mais ou menos, mais de 2h da manhã e a festa continuava rolando, já tinha rolado muito besteira e todo mundo já estava doido no álcool, tinha vários tipos de bebida e estava rolando competição de quem bebia mais. Eu sempre gostava de ultrapassar dos limites nas bebidas, principalmente em festas pós-shows, mas Katy estava o tempo todo controlando minha quantidade de bebida desde o começo da festa e eu estava ficando agoniado, mas relevei, pois ela sempre se preocupava comigo e minha saúde, ela não gostava de me ver bebendo tanto ao ponto de eu passar mal no outro dia.

Porém nesse dia os papéis se inverteram, Katy estava se afogando em bebidas e eu estava começando a ficar preocupado com ela e com as loucuras que ela poderia fazer, mesmo estando entre amigos tinha algumas pessoas desconhecidas por lá que poderiam tirar proveito de seu estado de embriaguez, então eu comecei a tomar conta dela. Parece que o jogo virou...

Depois que dançamos muito, Katy bebeu mais ainda, cantamos muito, fizemos muitas loucura com os nossos amigos, eu vi que já estava na hora de leva-la para tomar um banho e deitar, pois sua embriaguez estava ficando cada vez mais pesada e ela já estava querendo beijar todo mundo dali, tirar a roupa, estava me beijando querendo transar comigo ali mesmo e eu tive que dar um basta nisso. Então resolvi leva-la para o nosso quarto no hotel onde estávamos hospedados.

- Ah nãao, a festa ainda está tão boa - diz Katy altamente embriagada enquanto me olhava com aquele olhar pesado e sua maquiagem borrada.

- Amor, olha o seu estado, já chega de festa por hoje – falei em seu ouvido por conta som alto da festa.

-So mais 10 minutos por favoor? – ela envolveu seus braços pelo meu pescoço enquanto dava selinhos em minha boca e eu a segurava pela sua cintura.

-Não, já chega de mais 10 minutos, você precisa descansar- falei a olhando – vem, eu fico com você la no quarto, eu não vou mais voltar pra cá, já estou cansado.

-Que saaaco Jerry! – ela revirou os olhos e franziu as sobrancelhas em seguida – deixa eu me divertir mais um pouco, para de ser tão estraga prazeres, desde quando você fez 34 que você começou a ter esses pensamentos de idoso... – ela olhou para a mulher que estava passando do nosso lado segurando um copo de Vodka e pegou o copo de sua mão, virando em sua boca e bebendo de uma vez a bebida enquanto a mulher reclamava.

-Ei, ei, ei, ei, ei... já chega – tiro o copo de sua mão e devolvo pra mulher enquanto Katy limpa a boca com a costa de sua mão e me olha sorrindo achando graça – você já ta ultrapassando dos limites, seu fígado não vai te deixar em paz amanhã.

-Ssshhh foda-se o meu fígado, agora me beija – ela lambe meus lábios rindo e eu rio de sua atitude, a beijando de volta. Eu estava me sentindo um “babá” da Katy, ou melhor, um "babámorado" porque a situação tava complicada.

Enfim, depois daquele rodeio todo de eu tentar convencer Katy a parar de beber e ir dormir eu finalmente consegui convencer a onça. Nos despedimos da galera e fomos andando para o hotel. Enquanto estávamos andando para o nosso quarto, Katy ainda ficou mexendo com as pessoas que passavam por nós, querendo abraçar e dançar, eu estava me segurando para não rir de suas idiotices. Enquanto estávamos dentro do elevador subindo para o nosso andar, havia uma senhora junto a nós esperando chegar em seu andar, quando Katy olhou para ela e falou – Awn, ela parece a sua avó, Jer, aquela que faleceu... – ela ficou encarando a mulher enquanto a mesma arregalou os olhos com o que ela tinha acabado de falar e negou com a cabeça reprovando sua atitude e seu estado. Eu só consegui ouvir a senhora resmungando um "odeio jovens". 

- Katy... – falei a trazendo para perto de mim e colocando minha mao em sua boca antes que ela falasse mais merda – fica caladinha ok? – sussurrei em seu ouvido.

- Mmmm – Katy tirou minha mão de sua boca pra poder falar - mas eu só falei que...- a interrompi de dono tapando sua boca com a mão.

- Só fica caladinha, ok? - acariciei seu cabelo a trazendo para perto de mim desejando que o elevador chegasse logo no nosso andar, e parecia que estava demorando uma eternidade, aquele hotel tinha vários andares, era o hotel mais bem conhecido da cidade, quase todos os famosos se hospedavam lá. E então finalmente as portas abriram parando em nosso andar.

- Vamos – tirei minha mão de sua boca e a conduzi ao nosso quarto, abrindo a porta com a chave e fechando assim que entramos no quarto.

- Caralho tá tudo rodando... – Katy se encostou na parede colocando a mão na cabeça e quase caindo quando se desequilibrou a tempo de eu conseguir segura-la.

- Consegue tomar banho? – perguntei a conduzindo para a cama e ela sentou.

- Não, eu quero dormir assim mesmo – ela apoiou as mãos no colchão enquanto me olhava com um olhar malicioso – você é tão gostoso... – ela mordia os lábios enquanto me olhava.

- Posso dizer o mesmo de você – sorri com o seu comentário e passei a mão em seu cabelo. Infelizmente não era assim que eu queria passar o fim da festa com a Katy, meus planos era nós dois ficarmos “animados” com o efeito do álcool e transar no nosso quarto do hotel. Seria uma aventura, pois transar com Katy enquanto estamos bêbados juntos fazia o nosso sexo ficar mais intenso ao ponto de transar em todos os cantos do quarto, mas eu não podia fazer isso com ela naquela noite, ela estava completamente fora de si e eu não aproveitaria dela nesse estado – vem, deixa eu tirar essa sua roupa, você derramou bebida na sua blusa. 

- Hmmm voce é tão safado – ela fala com malicia enquanto levanta a minha camisa.

- Não amor, vou so trocar sua roupa – tiro sua camisa e ela deita na cama acariciando minha barriga com os dedos do pé. Aproveito que ela deitou e desabotoo o botão de sua calca porém sou interrompido por Katy me puxando pelo braço me fazendo ficar por cima dela.

- Mmmm vamos transar!! – ela fala animada pensando que estou com outras intenções, abre o zíper da minha calca enquanto enrola suas pernas ao redor do meu quadril me prendendo contra o seu corpo e eu tento evita-la, até que ela consegue abaixar um pouco a minha calça junto com a cueca deixando minha bunda a mostra.

- N-Não amor, hoje não... - tento sair de cima dela mas sem sucesso, ela continua me prendendo com suas pernas e beijando meu rosto – n-não... amor... – falei tirando suas pernas do meu quadril porém ela me agarrava mais ainda enquanto ria da minha cara – amor... eu... - tento fazer alguma coisa pra ela me larga mas agora ela agarrava meus cabelos me trazendo de novo pra baixo - Katy!! - com muita dificuldade eu tiro seus dedos do meu cabelo e finalmente consigo me desgrudar de seus braços e pernas. Meu Deus! como era um saco cuidar de pessoas bêbadas, principalmente quando essa pessoa é sua namorada e está com um tesão enorme por você. Percebi que o tesão de Katy triplica quando ela bebe e isso era um saco porque eu estava a evitando o tempo todo e eu não sabia como lidar com isso. Antigamente o AIC costumava a ter uma senhora que era a nossa babá, ela tomava conta da gente em casos como esse e eu posso entender o que ela passava conosco bêbados fazendo merda, coitada...

- Que porra Jerry! – Katy gritou furiosa com o tom de voz embriagado e choroso, batendo as mãos no colchão igual uma criança fazendo birra quando não consegue algo, enquanto senta na cama quando viu que eu estava a evitando – Você não me ama mais? É isso? Pode me dizer, quem é a sua nova vadia? Eu mato ela e corto seu pinto fora! – ela começa a falar mais alto que o normal por conta da embriaguez.

- É... - franzi a testa e coloquei as mãos no meio da minha calça quando ela falou que ia cortar meu amigão fora, eu sei que ela não faria isso mas eu imaginei a cena - Amor, olha, eu não estou com ninguém além de você, você é minha namorada e a única mulher na minha vida, ok? Eu sou inteiramente só seu. Eu só não vou transar com você estando assim nesse estado, tenta me entender. Eu prometo pra você que amanhã a gente transa o dia todo – sorrio levantando as minhas calças enquanto olho pra ela que se deita e afunda o travesseiro no rosto – isso se você não acordar com uma ressaca horrível e ficar com dor de cabeça o dia todo... – sussurro.

- Eu não quero transar amanhã, eu quero transar agora!!! – ela grita abafando o grito no travesseiro que ela segura contra o rosto, me fazendo soltar uma risada piedosa. Ver ela naquele estado era engraçado apesar da sua embriaguez.

- Katy, amor, vamos dormir, ta bom? Acalma a sua “amiguinha” aí em baixo e diz pra ela que amanhã tem visita – falo rindo esperando a reação dela e ao mesmo tempo pensando "que merda eu acabei de dizer?".

- Você merece um premio de O maior pateta do mundo – ela joga o travesseiro na minha cara e eu seguro no mesmo instante.

Assim que ela se acalma ela veste sua camisola e eu visto minha roupa de dormir, que é a minha camisa larga e um calção samba-canção, e me deito na cama com Katy deitada sobre o meu peito me abraçando e aos poucos caindo no sono. Enquanto isso eu permaneço acordado a observando e acariciando sua cabeça, e pensando como eu posso ser tão sortudo em ter essa mulher na minha vida? Ela é tão linda enquanto dorme, mesmo embriagada. Sua respiração fica mais pesada e sua expressão facial muda pra uma mais calma e doce, suas bochechas um pouco avermelhadas e posso sentir o cheiro de morango que seus cabelos exalam. Depois de um bom tempo pensando e a observando eu finalmente caio no sono com ela em meus braços.

 

POV KATY

Acordei, estava de conchinha com o Jerry, eu podia sentir sua respiração quente no meu pescoço e sua mão na minha barriga a acariciando de leve com as pontas dos dedos por cima do tecido da minha camisola. Sem abrir os olhos, já deduzi que era de manhã por conta da claridade da luz do sol que já iluminava o quarto pela porta de vidro que divide o quarto da varanda, esquecemos de fechar as cortinas, pensei. Assim que abro os olhos já sinto uma dor horrível por conta da luminosidade do quarto, logo me dei conta de que era a maldita da ressaca, e uma grande dor de cabeça começa a me perturbar, parecia que alguém estava furando minha cabeça com uma furadeira. Me sento na cama com a mão na cabeça e franzindo a testa por conta da dor, me viro e me deparo com o Jerry já acordado me observando, deitado de lado, com o braço direito deitado sobre a cama. Ele sorri de leve pra mim ao ver minha expressão e acaricia delicadamente minhas costas com os dedos.

- Bom dia, Bela Adormecida Embriagada – ele diz tirando sarro da na minha situação.

- Cala a boca, Jerry. – respondo ainda passando a mão na testa e fechando os olhos, eu não me lembrava de nada do que tinha acontecido ontem, só lembro que estávamos na festa e que eu comecei a beber uma cerveja, depois disso foi como se eu tivesse apagado. – o que aconteceu ontem?

- Eu esperava que você fosse me fazer essa pergunta – ele riu – bom, você bebeu, bebeu, bebeu mais, bebeu mais um pouco, virou mais uma garrafa e depois começou a ficar muito bêbada querendo beijar todo mundo. Quando eu vi que você estava naquele estado e eu sabia que a qualquer momento você ia passar vergonha eu vi que era hora de parar e te trazer pro quarto, e foi isso que eu fiz. Ta vendo? Eu sou um namorado super preocupado com você  - ele me dá uma piscadela assim que termina de falar, se ajustando na cama e colocando as duas mão atras da cabeça enquanto me olhava.

- Meu Deus, eu não lembro de nada disso – escondo meu rosto com as mãos negando com a cabeça – obrigada por me tirar dessa, amor. – volto a deitar junto a ele e dou um selinho em seus lábios e ele retribui.

- Você tá com um bafo maravilhoso de álcool – ele fala me acolhendo em seus braços, nos embrulhando com o edredom e me olhando, tirando umas mechas de cabelo do meu rosto e colocando atrás da minha orelha. – não posso deixar de comentar também em como sua vontade de transar triplica quando você está bêbada, hein amor? Eu tive que dar um de bombeiro pra apagar esse teu fogo, mas não foi do jeito que você queria e sim te colocando pra dormir – eu sinto meu rosto esquentar e com certeza minhas bochechas estavam vermelhas de vergonha, eu não gostava de dar trabalho pra ninguém quando eu fico bêbada porque eu sei que é constrangedor cuidar de um bêbado, principalmente de mim que além de passar vergonha eu faço todo mundo passar vergonha junto comigo. Eu solto uma risada com o que ele me contou e escondo meu rosto em seu peito ainda rindo.

- Desculpa amor, deve ter sido horrível isso.

- Chegou a ser engraçado até, você ficava irritada quando eu dizia "não", você ficou querendo chorar pensando que eu não te amava mais, me ameaçou a cortar meu amigão fora se eu tivesse outra, eu cheguei a ficar com medo mesmo não tendo motivos nenhum, você sabe muito bem como ameaçar alguém. - rio mais ainda com vergonha do que ele tava me contando -  eu senti pena mas não pude deixar você me vencer, então te convenci a ir dormir e te prometi que hoje a gente podia passar o dia todo transando.

- Ah, sério? E eu concordei? – eu o olhei e ele assentiu com a cabeça.

- Bom, então eu tenho que cumprir o que eu prometi porque eu sou um homem de palavras – Jerry falou com um sorriso safado no rosto e eu revirei os olhos rindo da sua cara de palhaço.

-Você é um pervertido, Jerry Cantrell - comentei mordiscando sua bochecha.

- Olha quem fala, senhorita “eu não quero transar amanhã, eu quero transar agora!!” – disse ele bagunçando e imitando a possível expressão que eu devo ter feito quando falei isso ontem, e isso me fez cair na gargalhada.

- Eu te amo, sabia? Eu não poderia ter pedido por um namorado melhor e tão pateta assim – dei um beijo suave em seus lábios, um pouco demorado e Jerry agarrou minha coxa a colocando em cima do quadril dele e quebrou o beijo.

- Eu também te amo, Katy. Amo cada detalhe seu, até seu jeito de ficar embriagada, que me dá um pouco de trabalho, eu confesso – ele solta uma risadinha – mas eu não vejo problema nenhum em cuidar de você nessas horas, porque namoro é isso, é companheirismo, é um se importando com o outro, cuidando um e do outro – ele me olha com ternura, eu amava aquele lado Jerry, apesar de ele parecer ser safado e palhaço as vezes, ele também tem seu lado sério, responsável, cuidadoso, carinhoso, romântico que me derretia toda. Então não resisti e beijei seus lábios mais uma vez, só que dessa vez mais preciso, ele agarrava minha coxa com firmeza e eu pude sentir o volume da sua ereção contra a minha calcinha. Ele acariciava meu bumbum, subindo sua grande mão pro meu quadril e puxando minha calcinha e tirando em seguida. Aprofundamos o beijo entrelaçando nossas línguas e soltamos gemidos sem quebrar o beijo, nossa respiração começou a ficar mais pesada. Ele subiu a mão pelo meu quadril agarrando minha cintura e em seguida levantando minha camisola, levantando mais a minha perna em cima do seu quadril e finalmente tocando em minha intimidade, ele esfregou seu dedo em meu clitóris em movimentos circulares, me fazendo soltar um pequeno gemido entre o beijo, agarrando seu braço com força.

- Você gosta disso? – ele perguntou em um sussurro enquanto observava minha reação e eu assenti com a cabeça – E disso? – ele me perguntou me provocando, colocando dois dedos dentro de mim, me fazendo gemer um pouco mais alto. Ele pode sentir o quanto molhada eu estava por ele e como ele me enlouquecia fazendo aquilo – Tão molhada... – ele comentou, abaixando a cabeça e beijando meu pescoço, deixando seus beijos molhados e suas mordidas doídas em minha pele.

- J-Jerry, por favor, eu te quero tanto agora – falei entre gemidos, o desejando logo dentro de mim, aquilo estava sendo uma tortura e eu queria mais, Jerry sabia muito bem como me provocar e parece que ele se divertia me assistindo naquele estado. Então ele voltou a beijar meus lábios, um beijo com mais vontade e sem fôlego, me virando e ficando em cima de mim, ele quebrou o beijo me olhando e ficando de joelhos na cama em cima de mim enquanto ele tira a camisa sem quebrar o contato visual comigo. Eu o olhava já com a respiração pesada, Jerry era tão sexy e parecia que tudo o que ele fazia me hipnotizava, eu não conseguia tirar meus olhos dos seus, mas quando ele tirou a camisa eu não pude deixar de observar seu peitoral e seu cabelo loiro caindo pelos seus ombros depois que ele tirou a camisa a jogando longe. Ele continuava olhando pra mim com desejo e luxúria, e agora ele puxava as alças da minha camisola descendo meus ombros a puxando pra baixo e a peça foi deslizando para fora do meu corpo, me deixando completamente nua. Imediatamente Jerry apertou meus seios e se abaixou pra beijar meus lábios, eu não aguentava mais e puxei sua calça junto com a sua cueca pra baixo e ele a tirou, se posicionando entre as minhas pernas e esfregando seu membro com a mão que já estava super rígido o preparando para entrar em minha intimidade, e ele o fez em um empurrão de leve, e eu apertava mais as pernas ao redor de sua cintura e Jerry foi aumentando os movimentos. Nossos gemidos já estavam ficando cada vez mais altos cada vez que ele acelerava, era 8h da manhã mas não ligamos se tinha alguém dormindo, o nosso sexo tava tão bom que pouco importava esse detalhe naquela hora. Depois Jerry foi acelerando cada vez mais seus movimentos e batendo contra a minha intimidade bruscamente, uma mão ele segurava um seio meu e a outra ele segurava firmemente a minha nuca enquanto nos beijávamos calorosamente. Eu arranhava suas costas de prazer, alguns minutos depois chegamos ao nosso orgasmo juntos, já sem fôlego e Jerry se apoiou com os dois braços na cama colando nossas testas, eu pude sentir sua respiração contra a minha e soltamos um sorriso olhando um para o outro.

- Valeu a pena esperar, não foi? – ele me perguntou com a respiração ofegante.

- Claro que valeu – revirei os olhos rindo, dando tapa em seu bumbum, lembrando da historia que ele me contou do que aconteceu na noite passada. Ficamos naquela posição por alguns minutos, trocando olhares e nos beijando, eu acariciava suas costas que estavam molhadas de suor, tirando algumas mechas do seu cabelo loiro que estavam grudadas em sua pele por conta do suor. Jerry deitou-se em cima de mim, apoiando a cabeça no meu ombro ainda buscando seu fôlego e tentando se acalmar.

Passamos meia hora daquele jeito, foi tempo o suficiente pra gente voltar ao nosso estado normal de respiração e nos tranquilizarmos, ficamos conversando e curtindo o momento daquele jeito quando Jerry me faz uma pergunta - Você ainda aguenta um segundo round? – dando vários beijinhos em meu pescoço.

- Mas já? – perguntei rindo da sua pergunta e passando a mão em seu braço observando sua tatuagem.

- Eu te prometi ontem que a gente ia transar hoje o dia todo, eu te falei - respondeu acariciando minha barriga.

- Pelo menos vamos mudar de lugar, já fizemos em cima da cama... – o olho com o canto dos olhos e mordo os lábios e ele me olhava, levantei da cama o puxando pela mão e indo em direção a mesinha do telefone que fica do outro lado do quarto perto da porta do banheiro.

- Humm, boa idéia... – ele foi em minha direção e começamos tudo de novo...

 

FIM


Notas Finais


Espero que tenham gostado :) Deixem seus comentários dizendo se gostaram ou não.
Até a próxima ;)


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