História One Shot's - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Caminhoneiras, Camren, Homossexual, Lgbtq, One-shot, Orange, Overwatch, Sapatosas, Sex, Yuri
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Palavras 3.347
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi menines ninguém pediu mas eu postei a continuação do rala e rola do capítulo anterior rsrs

Capítulo 10 - Dix


Era noite de um sábado. O irmão de Hana estava dando uma festa, ele conhece muita gente então a casa encheu. Até o quintal estava com pessoas conversando e brincando. Conta-se na mão quantas ainda estão sóbrias. Hana estava bêbada, mas não maluca. Apenas no estado onde não sabe o significado da palavra timidez. Foi por isso que ela se aproximou de sua vizinha, Angela, quando teve certeza de que iria dar certo. 

Angela também estava bêbada e fumava quando a mais nova se aproximou. O resultou foi que nem rolou um "Oi, tudo bem?" decente e as duas começaram a se beijar. Angela prenssou a garota na parede e ficaram mais ou menos quatro músicas se beijando.

— Eu preciso comer...— Hana resmunga tentando se afastar, mas Angela aperta a cintura da garota que amolece e geme.

— Me deixa comer você. — sussurra e arrasta a ponta da língua pela orelha da mais nova. 

— Quê? — Hana ouviu bem, mas começou a rir de nervoso. Claro, a mulher que é o motivo das suas autofodas estava querendo fazer sexo com ela? Seu coração estava prestes a explodir.

— Deixa, vai. — sussurrou de forma provocante. — Eu te vejo na sua janela me olhando e já ouvi um gemido seu. Você não é nem um pouco silenciosa. 

Hana geme ao sentir uma mordida seguida de uma chupada em seu pescoço pelos lábios macios e molhados.

— Angela... — ofega e se apoia nos ombros dela ou então cairia no chão.

A mais velha cola seu corpo inteiro em Hana e sente a menina se arrepiando, leva as mãos até as coxas dela e agradece por estar meio escuro e por ela estar de saia.

— Eu quero te levar pra minha casa, porque o que eu quero fazer, aqui não da.

— E... — Hana fecha os olhos e abaixa a cabeça ao sentir Angela enfiar o rosto no seu pescoço. Ela se perde ao sentir uma mão indo até sua bunda e a outra massageando sua coxa com precisão. — E o que você quer fazer?

Angela umedece a boca e chupa o pescoço da menina com vontade, aperta a coxa dela com mais força dessa vez e com a outra mão ela começa a brincar com a barra da calcinha de Hana. 

— Eu amo quando você usa essas saias curtas, consigo ver essas suas coxas que eu tanto babo em assistir balançando pra lá e pra cá e eu quero enfiar meu rosto no meio delas e te deixar tão molhada que meu queixo vai pingar de tanto te chupar. — disse aos sussurros, com dois dedos por cima da calcinha, massageando o clitóris de Hana que abriu a boca para gemer, mas nada saiu porque ela estava muito surpresa. — Vamos?

— Vamos. 

••

Hana abre a boca e geme arrastado quando se senta na pequena mesa do computador e Angela ataca seu pescoço mais uma vez. As mãos ágeis da loira abrem suas pernas e tiram sua calcinha, Hana morde a boca e sorri ao sentir os dedos da outra lhe tocando e acelerando cada vez mais, até que ela para de sorrir e joga a cabeça pra trás gemendo. Angela assiste aquilo tudo com um brilho nos olhos e aquilo se intensifica quando ela enfia dois dedos em Hana.

Dez minutos depois e suas bocas já estavam inchadas de tanto se beijar. Angela havia subido a saia de Hana e seus dedos estavam encharcados depois de tanto enfiar seus dedos na buceta quente da mais nova. 

— Angie... — a mais nova geme e Angela jura que aquilo soou como um filme pornográfico e foi o melhor gemido que já ouviu. Ela começa a foder Hana com seus dedos e sorri ao ver a mais nova ficando sem ar, arqueando a coluna e mordendo tanto a boca que já já começaria a sair sangue. Hana se sentia quente e mais ainda onde estava sendo fodida tão bem, mas ela queria mais. 

Por isso, com toda a força do mundo ela desce da mesa e se afasta. Hana ama sentir prazer e sua timidez havia sumido um pouco, por isso ela tira sua blusa e sutiã e se joga na cama de Angela, começando a se masturbar para ela, deitada de barriga para cima, como fazia quase sempre, mas agora com a loira assistindo. Ela geme e sorri ao ver Angela piscar assustada com a iniciativa da menor. A mais nova solta mais um gemido por entre os dentes que mordem seu lábio inferior enquanto abre mais as pernas e olha para a mulher de pé na sua frente.

— Me fode, Angie. Por favor. — Hana geme quando volta a esfregar seus dedos em seu clitóris. Ela sente tanto prazer que sente espasmos em seu quadril e ela acaba rebolando involuntariamente. 

Uma parte do seu cérebro dizia "caralho eu to abrindo as pernas e me masturbando pra Angela, qual o meu problema, preciso sair daqui", mas a que falava mais alto era a que dizia que ela estava morrendo de tesão. Hana estava muito excitada porque seu sonho iria se realizar. Finalmente.

Angela não quis mais se controlar porque lembrou que Hana é maior de idade e não teria problemas depois. Na verdade ela não sabe se iria se controlar mesmo se Hana fosse menor de idade, porque caralho, ela estava se masturbando toda aberta e olhando para ela. Por isso Angela subiu na cama, arrancando a mão da garota dali e enfiou a língua com tudo na buceta molhada dela. Sua língua pressionou e massageou indo para todos os lados devagar, pôde assistir de camarote Hana se arquear e gemer sem pudor algum. 

Esperou muito por isso.

Angela se sentia desesperada para chupar aquela garota e precisava se controlar ou a machucaria.  A loira passou a esfregar a língua de cima a baixo, podia sentir sua boca e queixo molhados porque Hana agora é um misto de rebolar e gemer. Sua língua sugou tudo aquilo aos poucos e ela passou a chupar, vendo Hana tremer. Tremer de verdade.    

— Fala comigo. — Angela sussurrou brevemente, logo voltando a lamber Hana todinha e logo chupar. Ela não é adolescente, ela não conta com quantas pessoas já transou, mas é experiente o suficiente pra curtir um sexo onde ambos se provocam e ela gosta disso. É por isso que ela se senta e sem preparar a mais nova, enfia dois dedos e já começa fodendo a buceta dela e sorriu quanto ao grito que recebeu. Seus olhos azuis descem pelo corpo de Hana. — Eu quero que você diga se está bom, se quer que eu acelere assim... — e Hana grita quando os dedos de Angela aumentaram de ritmo tornando-se quentes. — Ou se quer que eu vá devagar. — Angela para tudo e faz o vai e vem mais lento do mundo. 

Hana volta a respirar como gente, recupera o fôlego, mas suas bochechas continuam extremamente avermelhadas. Ela solta o lábio inferior e abre os olhos encarando a mais velha, as duas mantém esse olhar sedutor, mas Angela provoca levando o polegar até o clitóris da menina e massageia enquanto continua enfiando dois dedos devagar nela. Hana abre a boca para gemer e se aperta em torno dos dedos da loira.  

— Fala comigo, porra!

Hana geme pelo xingando e Angela percebe, logo dando o sorriso cafajeste que faz a mais nova rebolar.

— Ta... Ta uma delícia, Angie. — ela geme envergonhada e contorce o quadril involuntariamente. A mais velha sorri porque sente que vai destruir a menina em um segundo se não se controlar. Ela se posiciona melhor entre as pernas e ouve mais gemidos conforme seu polegar pressiona mais o clitóris molhado de Hana.   

— Você gosta que eu vá devagar, então? — sussurrou e foi só a menina confirmar que curvou os dois dedos. Passou a enfiar e curvar os dedos dentro dela e assistir as reações da menina eram a melhor parte. Hana gemeu e arqueou a coluna mais uma vez, mas Angela quer respostas. Por isso ela leva a mão esquerda até a parte de dentro da coxa da menina e a acaricia, vendo que Hana gostou daquilo, mas logo desfere um tapa e acelera com os dedos entro dela. — Me responde, sua cachorra.

— Merda, Angela, Angela, caralho... — ela gritou enquanto era fodida cada vez mais. Abriu os olhos e circulou os bracos em torno do pescoço de Angela, pedindo que ela se aproximasse. Com a mais velha se deitando sobre si, sem diminuir as estocadas, Hana aproxima a boca da orelha dela e geme. — E-eu sonhei tanto com... Hmm... Esse momento. Me fode como você quiser.  

Angela gemeu alto e esfregou seus seios em Hana, enfiando o rosto no pescoço dela e lambeu.

Quando você está com muito frio, seus dentes acabam se chocando com o céu da boca repetidas vezes e se você tenta falar, acaba soltando um som sôfrego. É esse mesmo ato que Hana faz quando Angela acelera os dedos dentro de mim. Ela treme, seus dentes batem dentro da boca e ela suga o ar fazendo esse som. Angela se debruça sobre a menina mais uma vez e deixa beijos lentos por todo o pescoço claro, vez ou outra morde e arrasta a língua por sobre a marca que deixou alguns minutos antes, sabendo que Hana geme cada vez mais por isso. 

— Merda de buceta gostosa. Era isso o que você queria? Meus dedos enxarcados dentro de você te fodendo e nao deixando nem você falar? Minha língua te chupando como se fosse a porra de um pirulito? Queria que eu sussurrasse no seu ouvido o quanto eu te acho gostosa o dia inteiro naquele seu uniforme do trabalho? — ela sussurra no pé do ouvido de Hana que morde a boca e geme manhosa enquanto assente. As mãos apertando os cabelos da nuca da loira enquanto rebola contra os dedos dela. — Eu vou te chupar de novo, até você gozar.

Hana geme em protesto porque ela esta amando ser fodida daquele jeito. Mas todo o exctasy some quando os dedos saem de dentro dela e seus olhos percebem que Angela saiu da cama.

— Angela... Angela... — ela chama desesperada. Hana precisava gozar, ela estava sendo impedida disso e já não aguentava mais. Ela sobe os olhos e morde a boca enquanto assiste Angela tirando aquela regata fina, revelando seus seios lindos demais para uma pessoa qualquer. A mais nova leva a mão direita até seu seio e a outra até sua buceta. Ela se massageia no seio e aperta seu músculo quente no meio das pernas e geme abrindo as pernas o máximo que pode. Impaciente, ela enfia dois dedos e tenta se foder no mesmo ritmo que Angela fazia, mas era impossível. Não era a mesma coisa. Hana já estava viciada.

Então ela choraminga e volta a encarar a loira que sorri com aquilo e volta a tirar seu short jeans. Hana sentia seu coração rasgando o peito. Angela estava sem calcinha. Ver aquela mulher nua, com aquelas tatuagens pelos braços e aquele olhar faminto era o fim.   

— Angie... — ela geme acelerando seus dedos em seu clitóris. Angela sobe na cama e se debruça sobre o corpo de Hana, sem tocar nela, apenas apoia as mãos ao lado de sua cabeça e se aproxima do ouvido dela. 

— você quer me tocar? — sussurra e lambe todo o contorno de sua orelha, vendo uma lágrima cai pela lateral do rosto de Hana, que assente tão rápido que faz Angela rir, causando um rosto corado de Hana. — quer me chupar também?   

Ela ri porque Hana fica descontrolada.  

— Não precisa fazer, se não quiser. — ela diz e beija a bochecha da mais nova.  

— Eu quero, eu quero. — ela sussurra afobada.   

— Ok baby. — angela beija seu maxilar. — eu vou me deitar e você vai por essa buceta gostosa no meu rosto e vai me deixar te foder com a minha língua, você quer isso? — ela lambe seu pescoço, deixando um chupão mais forte que os outros pelo corpo da menina. Hana estava ficando mais nervosa porque Angela não estava lhe tocando, em nenhuma parte.  

— Quero. — ela murmura e se inclina afim de beijar o ombro e pescoço da loira.  

— Tudo bem, eu vou me deitar, você vai sentar na minha cara e se quiser pode me chupar, ok?  

Hana não sabia dizer, mas o fato de Angela ter ficado cuidadosa agora só lhe deixa mais carente e segura também. Ela não sabe quanto tempo passou, mas quando abriu os olhos viu que Angela já estava deitada e que seu corpo ia na sede para encaixar a cabeça dela entre suas pernas. Olhou para baixo quando sentiu as mãos grandes de Hana acariciando suas coxas e bunda.  

— Pode descer mais, baby. — Angela diz com uma voz sensual que encoraja a mais nova. Hana abre mais os joelhos e escorrega devagar, põe as mãos na cama, ao lado dos quadris da loira e empina o quadril, sorrindo ao ouvir a risada da mais velha. Hana lembrou que Angie gosta que ela fale e se esforça um pouco.   

— Me lambe, Angie, eu quero gozar pra você. — ela diz enquanto balança o quadril de um lado para o outro e no mesmo instante as mãos antes carinhosas, apertaram a pele de sua bunda tão forte que Hana precisou descer e morder a lateral da cintura de Angela para reprimir a dor e o grito. No mesmo segundo ela sentiu sua buceta ficando mais úmida e gemeu com a língua macia e molhada de Angela massageando seu clitóris. Aquilo era a melhor coisa para ela. Estava amando a língua de Angela, era quente e macia demais, massageava e abria sua buceta de uma forma tão boa... Hana só sabia morder a boca e gemer alto enquanto rebolava na língua da vizinha.

— Angie... — ela recebe um tapa na bunda e sorri, rebolando mais forte. Angela volta a passar as mãos pelo corpo da garota e aperta sua cintura enquanto lambe e chupa Hana com toda a vontade. Suas mãos sobem para o quadril e bunda e ela nem percebe que está a apertando com muita força. Angela está perdida em seu própria prazer. Ela geme só por poder apertar as coxas da garota, por sentir que ela está rebolando na sua língua e por deixar tapas fortes nas coxas de Hana. 

Por isso ela enfiou as unhas na pele da mais nova e deitou a cabeça no travesseiro para gemer sem pudor algum quando sentiu uma língua descendo primeiro pela sua virilha e depois deixando uma mordida ali. Seu corpo arrepiou por inteiro ao sentir a língua tímida de Hana encostar no seu clitóris e mexer para os lados. Foi só então que sentiu o quão excitada estava. Voltou a chupar Hana e sentiu que aos poucos ela ia perdendo a vergonha, encostando toda a língua em si e gemeu quando Hana massageou seu clitóris igual como fazia nela. Hana copiava tudo o que a loira havia feito e apertava seus seios. Angela gemia e a vibração ia direto para a buceta de Hana que literalmente se esfregava em Angela. A mais velha viu que ela não iria aguentar mais, seu corpo tremia e ela já estava ficando cansada. Então ela arrasta a língua pela buceta uma última vez e enfia a língua o máximo que consegue, ouvindo Hana reprimir um grito. 

Angela tira a língua e põe mais uma vez, sentindo Hana gemer descontroladamente agora. Ela repete de novo e de novo e acelera, com o dedão massageando o clitóris de forma rápido. Ela age no automático, na sede, chupa, enfia a língua, desfere tapas fortes e repete tudo sem nem piscar. Sem perder nada daquilo. Ela fode Hana com a língua e querendo que ela goze, seu polegar e indicador apertam só um pouco seu clitóris, cada vez mais até que Hana grita e perde o ar enquanto goza.   

Angela chupa tudo e volta a raciocinar, vendo que deixou a pele de Hana marcada. Ela vê a menina acabada em cima de si e com cuidado sai de baixo dela, a menina fica deitada na cama enquanto recupera o fôlego e Angela vai até o guarda roupa, caçando alguma blusa. Ela pega qualquer uma e veste em Hana, vendo que a blusa ficou grande dela.  

— Vem, babe. — ela coloca a menina na direção certa da cama e puxa o edredom porque agora o frio estava voltando. Hana pisca devagar e passa um braço embaixo da nuca de Angela, com o outro ela passa pelo pescoço de novo em uma espécie de abraço. 

— Você é maluca.  — Hana sorri, mas sente seu rosto corar. Angela se deixa ser abraçada e vira seu corpo de frente para Hana, com uma mão ela toca onde marcou a bunda da mais nova.  

— Desculpa, eu te machuquei. — ela diz ao ver os olhos escuros de Hana cheios de lágrimas.  

— Ta brincando? — ela pisca afastando as lágrimas e ri, encostando seus narizes e entrelaçando suas pernas. — Angie, eu chorei porque você me deu o melhor orgasmo da minha vida. Não é muito bom só gozar depois de me tocar, é sem graça até.  

— Você era virgem? — ela pisca os olhos azuis arregalados. Hana quer rir.  

— Biologicamente, não. Na experiência, sim. — ela viu que a loira não entendeu. — Eu já transei com um garoto, só pra saber como era. Foi uma merda, mas eu precisava saber.  

— Hmmm — ela ergue as sobrancelhas e sorri com malicia, lhe puxado pela cintura enquanto enfia o rosto no pescoço dela, beijando ali várias vezes. Angela diz uma coisa que Hana não entende nada e não foi por a voz sair abafada.  

— O que disse? — perguntou quando Angela volta a deitar a cabeça no travesseiro.  

— Quando você cora, o formato vermelho no seu rosto parece com o de um morango. — ela leva uma mão até o rosto de Hana. — Então eu disse que você é gostosa como um morango. 

Hana leva alguns segundos para gargalhar e Angela fica rindo.  

— Que idiota.  

— Yeah, mas não tinha nada de idiota enquanto eu te chupava. — sussurrou roçando seus lábios nos de Hana. — Você é gostosa em toda a parte do corpo.   

Hana parou de rir e se arrepiou. Ficou parada, sentindo seu estômago frio e abraçou a loira mais um pouco. Só com aquelas palavras ela se sentia excitada mais uma vez, podia sentir um incômodo no meio de suas pernas e sabia que estava molhada. Ela umedeceu os lábios e fechou os olhos, lembrando do quão bom foi fazer sexo com Angie e sorriu.   

— Hana.   

Ela sorriu porque estar ali, com ela, abraçadas depois do que fizeram. Era o seu maior desejo do momento sendo realizado. Não poderia estar mais feliz.

— Hana! 

Foi tao bom poder gemer e gritar e por pra fora tudo o que ela reprimia porque não podia se masturbar do jeito que queria em sua casa porque nunca estava vazia e quando estava precisava ir rápido porque seria por pouco tempo. Mas ela conseguiu conquistar Angela e agora as duas estão abraçadas debaixo do edredom enquanto chove lá fora.  

— Hana, acorda! Anda! Vai se atrasar pro trabalho!  

Ela abriu os olhos assustada quando ouviu aquilo. Viu tudo bagunçado ao seu redor e as paredes num tom fraco de rosa. Arregalou os olhos ao ver seu pai ali, a sacudindo e lhe chamando. Ela levantou num pulo e seu pai achou que ela tinha notado estar atrasada e a ajudou a escolher uma roupa. Mas Hana estava chocada que tinha tudo sido um sonho. Estava mais para decepcionada. A porra de um sonho. Foi tão real! Ela está sim molhada, pode sentir em sua calcinha, mas não gozou e nem foi fodida por Angie. Nem foi comparada a um morango, mesmo aquilo sendo besta, ela queria que fosse real. Queria estar gemendo na cama de sua vizinha e queria ter gozado para ela. 

 — Caralho... — murmurou com vontade de chorar.  


— Já disse que não quero palavrão nessa casa, por Deus, nem sete da manhã são. — seu pai taca uma almofada no rosto dela e Hana quer grunhir ainda mais. Não foi de verdade? 

Hana trabalhou muito puta naquele dia e assustou todas as criancinhas que se aproximavam de si na loja.


Notas Finais


se alguém quiser pedir alguma sugestão de qualquer shipp, fique avontade babys.

espero que tenham gostado xx.


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