História One Shot's Norminah 1.0 - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Dinah, Fifth Harmony, Normani, Norminah
Visualizações 159
Palavras 1.210
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pessoinhas perdidas que leem isso aqui...

... Voltei

Depois de algumas décadas, tomei vergonha na cara e voltei com mais uma história

Espero que vocês gostem

E muito obrigada por acompanharem

Capítulo 9 - Boate - Parte 1


Fanfic / Fanfiction One Shot's Norminah 1.0 - Capítulo 9 - Boate - Parte 1

POV Dinah

 

Pumps and a bump, pumps and a bump

I be that girl with the pumps and a bump

 

“Casar de novo?! Qual a necessidade disso?!”

É só o que eu venho pensando desde que minha mãe me contou que irá se casar novamente. Nunca tive problema algum que minha mãe namorasse, mas casar já é um nível elevado demais para mim. Sei que meu pai faleceu tem quase três anos e que ela se encontra em total direito de querer arrumar alguém, mas eu simplesmente não consigo ficar tranquila sobre isso.

Para piorar minha situação, amanhã terá um almoço de apresentação, já que eu nunca quis conhecer o “felizardo” antes. Tentei fugir de todas as formas possíveis, mas minha mãe não permitiu. E o bendito ainda vai trazer uma filha a tira-colo. Feliz estou por ganhar uma irmã que eu nunca quis.

Resolvi que não vou ficar em casa remoendo isso, então liguei para Lauren e Allyson e decidimos que a boate Luminus merece nossa presença hoje.

Infelizmente, minha mãe parece que resolveu não colaborar comigo, pois foi só eu colocar a mão na maçaneta que ela aparece:

– Vai sair, Dinah?! – não, mãe, só vou me arrumei toda para ficar sentada na varanda.

– Sim – por mais tentador que fosse sair sem dizer mais nada, conclui – Vou para uma boate com a Ally e a Lauren.

– Por favor, tomem cuidado. Cada história que ouvimos sobre esses lugares – mães, porque sempre tão exageradas?! – E não beba demais pois quero você com sua melhor cara nesse almoço amanhã.

– Eu realmente preciso estar presente – com o olhar que eu recebi, já sei a resposta – Tudo bem, estarei aqui na melhor forma possível.

Antes que ela pudesse falar mais alguma coisa, dei um beijo estalado na bochecha dela e sai porta afora entrando logo no meu carro.

Dirigi até a casa da Ally, onde Lauren já estava, e de lá pegamos um táxi para a boate, afinal nenhuma de nós três queríamos ficar responsável por dirigir de volta no final da noite.

– Se lá dentro for tão bonito quanto aqui fora, esse lugar super merece a nossa presença.

E Lauren deu a deixa da nossa entrada. Maravilhosa, é a palavra que me vem à cabeça assim que entrei. Tive duas visões espetaculares. A primeira foi a do interior da boate. Toda forrada com carpete preto, e o jogo de luz que mesmo sendo difícil, permite que consigamos ver bastante bem. A segunda coisa maravilhosa que eu vi, foi uma beldade negra que estava dançando na pista.

Que mulher é aquela. A pele escura que faz minhas mãos coçarem para sentir a maciez, o cabelo preto e liso emoldurando o rosto e o corpo... Santo cristo, que corpo é aquele. O vestido preto justo foi a escolha perfeita já que ele emoldura todas as curvas do corpo da mulher.

Não sei quanto tempo fiquei parada encarando a mulher dançar, só me liguei quando percebi Allyson balançando a mão na minha frente e Lauren cochichando em meu ouvido.

– Parece que alguém já te conquistou. Por que não vai lá dançar com ela?

– Só achei que ela dança muito bem, nada de mais. E vamos beber que estou seca.

– Vamos fingir que você nos engana – dessa vez foi a baixinha com seu tom mais sarcástico.

Banquei a egípcia, ignorei as duas e caminhei até o bar já pedindo uma bebida não muito recomendada para primeira dose. Logo que as meninas pediram suas bebidas também, começamos uma conversa aleatória, mas estava difícil para eu acompanhar já que várias vezes me peguei desviando o olhar para a desconhecida.

– Não vim para ficar parada, vou pra pista, vocês vem? – Ally é a primeira a querer se mexer.

– Eu vou, também não quero ficar sentada a noite toda. Você vem, Dinah?

– Vou ficar aqui mais um pouco, vão lá que já chego.

Dando de ombros elas me deixam só com minha bebida. Dou mais um gole e assim que ergo o olhar para a pista, vejo Allyson e Lauren, mas não consigo encontrar a desconhecida. Me pergunto se ela já foi embora, até que escuto uma voz ao meu lado pedindo uma bebida e quando me viro me deparo com a beldade que também levanta o olhar para mim.

Essa mulher é ainda mais linda de perto. Acho que fiquei alguns segundos de boca aberta, até que escuto a voz dela agradecendo a bebida e logo depois se dirigindo a mim.

– Por que uma mulher tão bonita está bebendo sozinha? – ela está mesmo me cantando?!

– Talvez porque ainda não encontrei ninguém digno da minha companhia – faço minha melhor imitação de cara esnobe, e como recompensa pela graça recebo uma gargalhada, que soa como música aos meus ouvidos.

– Será que sou digna o suficiente para ao menos sentar aqui ao seu lado?

– Sente-se e analisarei isso.

– Me chamo Normani e qual seria o nome da dona de tanta beleza?

– Galante demais você, não?! – dou risada – Prazer Normani, me chamo Dinah.

“Prazer seria na cama”. Ainda bem que consigo refrear a língua.

Ficamos alguns minutos bebendo e conversando em meio a olhares e flertes aleatórias, até que ela me chama para dançar. Só a simples idéia de ficar próxima a ela em um lugar onde o corpo dela estará seduzindo o meu, já faz com que meu corpo se excite.

Estava tocando uma música agitada e não foi difícil para nenhuma das duas entrar no ritmo. Para minha tristeza e, de certa forma, alívio, dançamos com alguma distância entre nossos corpos.

Com a bebida fazendo efeito e a intimidade na dança crescendo, começamos a nos aproximar, e quando percebo, Mani já está de costas com o corpo colado ao meu e minhas mãos tomam posse de sua cintura.

A cada esfregada do corpo dela no meu, mais forte se torna a pressão das minhas mãos no corpo dela e por mais lugares elas começam a passear. O corpo dela é maravilhoso de apalpar.

Essa mulher está me deixando louca com essas esfregadas. Sem que conseguisse me controlar, puxo mais seu corpo de encontro ao meu e levo meu lábios para seu pescoço. Como se desse consentimento, ela inclina a cabeça para o lado, me dando mais acesso.

Ainda dançando, Normani se vira e enlaça meus pescoço com os braços e sem pedir permissão cola a boca na minha já me invadindo com sua língua. Demoro alguns segundos para corresponder, mas logo já estamos em uma briga por dominância. Não é um beijo calmo. É um beijo sedento, cheio de desejo. Nossos corpos estão quase se fundindo e com os movimentos causados pela dança, é extremamente impossível não ficar excitada. O beijo de Normani, assim como todo o resto, é maravilhoso.

Por falta de ar, terminamos o beijo com selinhos. Logo levo meus lábios ao pescoço dela distribuindo beijos. Quando chego na orelha dou uma pequena mordida em seu lóbulo, sentindo que ela se arrepia e consigo ouvir, mesmo com a música alta, um pequeno gemido.

– Vamos sair daqui. Eu preciso de você – ela concorda com a cabeça e eu peço que ela me espere na saída enquanto vou avisar as meninas.

 

Give it to me, I'm worth it

Baby, I'm worth it

Uh, huh, I'm worth it

Gimme, gimme, I'm worth it


Notas Finais


E então, continua?!

Na minha próxima folga, se quiserem, eu posto o final.

PS.: A parte 2 vai ser o último capítulo dessa OneShot
PS².: Pretendo fazer uma One Shot's Norminah 2.0


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