História One Shot's Norminah 2.0 - Capítulo 1


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Dinah, Fifth Harmony, Normani, Norminah
Visualizações 262
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Harem, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey hey hey...

Cheguei...

Primeiro, quero esclarecer porque eu não continuei a 1.0 ao invés de fazer a 2.0.
Porque eu tenho TOC (bem leve kkk) e eu tive que encerrar com 10 capítulos

Segundo, espero que gostem.

Boa leitura, té mais

Xoxo, my dears

Capítulo 1 - A Ginecologista


Fanfic / Fanfiction One Shot's Norminah 2.0 - Capítulo 1 - A Ginecologista

POV Normani

 

I wanna flex with you baby

I'm tryna chill with you

 

Depois de muito tempo, de muito adiar, eu finalmente marquei uma consulta com a ginecologista que Ally me indicou, mas para variar um pouco, eu estou atrasada. Em minha defesa, dessa vez não foi culpa minha. Acabei ficando presa em uma reunião e não consegui sair.

Entrei no elevador verificando o relógio mais uma vez só para constatar que sim, eu estava a mais de uma hora e meia atrasada. A única coisa que posso fazer é torcer fortemente para que alguma paciente tenha atrasado ou que pelo menos a doutora ainda esteja em seu escritório.

– Certo. Então você está liberada, Camila. Obrigada – foi a primeira coisa que ouvi assim que o elevador abriu suas portas no 5º andar.

– Por favor, me diga que ainda não estão indo embora – digo um tanto quanto esbaforida – Sou Normani e tinha um horário marcado, mas peço desculpas porque acabei me atrasando. Sei que estou um pouco atrasada demais, mas poderia me atender ainda hoje, por favor.

Fiquei me sentindo uma alienígena estúpida já que as duas mulheres ficaram me encarando completamente sem expressão durante alguns segundos. Até que a maior – acredito que seja a doutora – resolveu se pronunciar.

– Camila, você está mesmo liberada. Vejo você amanhã – ela vai mesmo me ignorar?! – Eu atendo ela e qualquer coisa vejo você amanhã.

– Tudo bem, Dinah, até amanhã. Boa noite para as duas – Camila deu um abraço na loira e dirigiu um sorriso a mim antes de finalmente se encaminhar ao elevador e me deixar sozinha com a loira que logo se aproximou sorrindo e me estendendo a mão.

– Normani, muito prazer. Sou Dinah, sua ginecologista. Venha, vamos até o consultório que vou examinar você.

– Me desculpe novamente, surgiu um imprevisto que acabou me atrasando muito.

– Não precisa se desculpar. Entre – ela abriu a porta do escritório perfeitamente decorado – Sente-se na maca, por favor.

Fiz o que ela mandou enquanto a mesma ia até suas coisas para pegar seu jaleco.

– Então, por que marcou consulta?

– Na verdade é só para ter certeza que está tudo bem. Faz um tempo que não faço uma consulta.

Ela somente concordou com a cabeça e se aproximou de mim já tirando minha jaqueta e puxando meu vestido para cima tirando do meu corpo e jogando em qualquer canto do consultório, logo depois se abaixa e tira meu salto me deixando somente com meu conjunto preto de lingerie.

– Vou fazer uma pequena inspeção para ver se você está com algum problema. Mas, quero te ouvir, não fique calada, pois preciso saber o que sente em cada toque, está certo?! – só acenei com a cabeça – Não fique calada.

– Tudo bem.

– Ótimo.

Com essa palavra ela não disse mais nada, ficou com o semblante concentrado, chegou mais perto de mim e com uma mão em cada coxa minha, fez com que eu me abrisse e logo em seguida ela levou uma mão para meu clitóris fazendo uma leve massagem por cima da minha calcinha. Nessa hora mordi meu lábio inferior para refrear um gemido.

– Não faça isso. Quero ouvir sua voz, ou pelo menos algum som.Dói quando eu faço isso? – e para demonstrar ela fez uma pressão ainda maior sobre meu ponto de prazer me fazendo soltar um gemido antes que pudesse segurá-lo – É, parece que não.

Ela continuou dando atenção aquele local fazendo com que meus gemidos aumentassem o tom. Quando achei que gozaria somente com aquela “massagem”, ela parou os movimentos e em um só puxão fez com que minha calcinha fosse retirada do meu corpo me deixando ali, exposta para ela.

– Vou continuar o exame e, só para lembrar, não reprima sons. Para que dê certo preciso saber tudo que sente – o tom de voz dela está sério, concentrado, e isso só serviu para me deixar mais molhada e eu sentisse uma fisgada logo abaixo do meu ventre.

Então, ela continuou com seu “exame do toque”. Com dois dedos ela começou a esfregar cada parte da minha vagina. Subia e apertava meu clitóris entre os dedos. Descia e ameaçava me penetrar. E ficava nesse vai e vem, quase me levando a loucura.

Sem que eu percebesse, meus gemidos estavam saindo com uma freqüência cada vez maior e num tom mais sofrido.

– Por favor... – saiu antes que eu conseguisse refrear e isso fez com que ela parasse os movimentos, me fazendo resmungar em protesto.

– O que foi? Está sentindo alguma dor? – fez a melhor cara de doutora preocupada.

– Não. Por favor, só termine logo com isso – esse pedido saiu mais como um gemido.

– Você deveria saber esperar. Afinal, sou eu quem estou fazendo o exame – enquanto falava ela não retornou os movimentos e isso só me fez retorcer na maca. Precisava muito dos dedos dela em mim.

– Eu sei, me desculpe. Mas, pode por favor, continuar?

Pela primeira vez na noite ela deu um sorriso, como se estivesse se divertindo com minha situação de agonia. Não liguei à mínima, contando que ela terminasse logo.

– Parece tudo bem a parte exterior da sua vagina – sem nenhum aviso prévio ela me penetrou com dois dedos de uma vez, me fazendo soltar um grito de surpresa – Vamos ver se por dentro também está tudo bem.

Antes que eu pudesse raciocinar ou falar qualquer coisa que fosse, ela curvou levemente os dedos dentro de mim e começou um vai e vem frenético. Nada de algo delicado, foi logo para movimento rápidos e precisos, ora ou outra girando os dedos dentro de mim. A única coisa que pude fazer foi gemer e sem que eu tivesse controle sobre meu corpo, comecei a rebolar sobre seus dedos pedindo por mais.

Comecei a sentir minhas paredes vaginais se contraindo e apertando os dedos dentro de mim, anunciando o gozo que viria. Com a outra mão livre, Dinah começou a massagear meu clitóris novamente. Com isso não demorou muito e cheguei ao ápice, gritando e apertando a maca onde estava sentada.

Quando me acalmei e consegui abrir meus olhos, a primeira coisa que vi foi ela chupando os dois dedos que estavam dentro de mim. Aquilo fez com que meu corpo reacendesse novamente.

– Está tudo maravilhosamente bem com você, Normani. Mas não se esqueça de, de vez em quando, fazer um checape, para se manter sempre em perfeito estado – enquanto falava, ela recolhia minhas roupas e me entregava.

– Pode ter certeza que não me esquecerei, doutora – devidamente vestida me dirigi novamente para a recepção – Então, quanto te devo pela consulta?

– Essa fica por conta da casa, só para que você retorne novamente. Foi um prazer atendê-la, Normani.

– O prazer foi todo meu, Dinah.

 

***

 

Cheguei em casa, subi para meu quarto e fui direto para o banho. Estava com os olhos fechados aproveitando a água que caia sobre mim, quando senti dois braços me rodeando e me puxando de encontro ao corpo que eu conhecia bem, me fazendo abrir um largo sorriso.

– Achei que demoraria mais.

– Minha última paciente me deixou muito excitada, então dirigi o mais rápido possível para que pudesse apagar meu fogo junto com minha esposa – disse me virando de frente para ela.

– Então, essa paciente era muito boa, não?!

– A melhor de todas – gargalhei da cara que ela fez – Sério amor, você não sabe o quando gosto quando você me visita no trabalho e eu posso fazer um exame minucioso em você naquela maca.

– Tenho certeza que eu gosto mais do que você, doutora Dinah – com essa última frase, puxei ela para um beijo que deu inicio a uma continuidade do que começou na clínica da minha ginecologista particular.

 

I wanna feel you un, feel you under my body

I wanna feel you un, feel you un


Notas Finais


Y entonces? Bueno?

Qualquer erro, me avisem, por favor. Eu não revisei.

Sim, não deixem de dar sugestões. É ótimo quando fazem isso.

Xoxo

Ei, twitter para contato (isso ficou engraçado)
• @Fanficstr


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