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História One step away from death - KIM TAEHYUNG - BTS - Capítulo 4


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Notas do Autor


Capítulo quente, logo avisando!

Capítulo 4 - CAPÍTULO QUATRO


Na sacada de meu quarto estava sentada em uma barra de segurança observando as luzes da cidade e o clima fechado. O vento batia em mim já me acalmando após o leve surto. 

Pego meu celular e nele via fotos minhas e de meu irmão de quando pequenos. Todos os dias me pergunto. Como ele está. Com quem ele está. E se ele estava ainda vivo.

Não queria saber dos planos de meu pai. Eu só estaria os ajudando nesta missão sem sentido por um motivo. Saber para quem meu pai havia vendido meu irmão.  

E para isso eu precisava me envolver em seus negócios, e ficar mais próxima de seus papéis. Ele tem um cofre, por impressão do olho, então tinha que descobrir uma outra forma de abri-lo. Vendo um dias desses no dia em que invadi a sala onde estava havendo a reunião pensei, se uma ilusão do olho de meu pai em HD funcionava.

Precisava primeiramente de uma foto. De óculos. Seus olhos ficavam em mais detalhes por conta dos graus do mesmo. E eu tinha isso. Havia pedido para minha mãe uma foto de seu álbum. 

Eu só precisava estar na sala de pesquisa e fazer todo o processo sem que ninguém saiba. 

Eu estou determinada a saber sobre meu irmão. Não importa se esteja sido tudo em vão. Eu iria fazer isso.

Ao escultar um barulho de tranca escondo meu celular limpando algumas lágrimas que desciam.

- Não tem medo de altura? - Taehyung se aproximava.

- Por que? Se eu cair vou jogar sua missão no lixo? - Reviro os olhos e o mesmo se sentava ao meu lado.

- Não. Porque se você cair, eu não iria me perdoar. - O olho confusa. 

- Francamente. - Dizia por achar que o mesmo estava sendo sarcástico.

- Estou falando sério. - Olhava para a paisagem. 

- Por que? - ergo uma sombrancelha o olhando.

- Não irá saber. - E quando acho que ao menos uma vez ele está sendo sincero volta novamente Kim Taehyung ignorante.

- Por que se importa tanto com essa missão? - Olho para a paisagem assim como o mesmo. - Ninguém nem sabe o que o senhor Min trama.

- Eu não estou indo por seu pai. - Me olha. - Estou indo por uma pessoa. - O olho e o mesmo suspira abaixando a cabeça. - Eu já tive uma outra parceira.... Jennie, a mulher da minha vida, ela era minha parceira, a única... minha namorada... já estivemos em uma missão, com esse mesmo cara, falhamos miseravelmente, e eu perdi Jennie... O homem, aquele homem que acompanha Yang Han a matou, o tal homem que você fala que sempre está ao lado dele e que cuida dele.... - Levanta a cabeça. - Eu zelo por Jennie e jurei matar aquele homem, e precisava estar nessa missão novamente, por mais que eu me lembre de Jennie precisava honrar sua morte.... - Suspira. Seus cabelos eram levados com o vento que batia contra sua face. O mesmo fecha os olhos de vagar. - Desde então, nunca mais me apaixonei por ninguém. Ou ao menos tenho medo...

- De quê? - Ele abre seus olhos me olhando.

- De sofrer caso algo a aconteça. Medo de perde-la....

Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela. Não pode ficar preso em uma só pessoa. Não deveria ter se apegado tanto a ela. Olhe só para você. Um idiota preso em seu próprio passado. - Ele bufa. - Não deixe que as pessoas te façam desistir daquilo que você mais quer na vida. Amar. Acredite. Lute. Conquiste. E acima de tudo, seja feliz! - Ele me olha. - Conserve os olhos fixos num ideal sublime, e lute sempre pelo que deseja, pois só os fracos desistem e só quem luta é digno de vida. Jennie pode ter sido parte de seu coração, ou talvez tenha o preenchido com tudo de si, mas porque você permitiu, você pode simplesmente deixar outra pessoa preencher esse lugar... dar chances a outras pessoas que querem você....

- Você... - Desvio o olhar olhando a paisagem.

Eu acredito no amor. Eu creio que pode existir alguma chance e eu sempre acho que pode ser diferente. Talvez essa seja a explicação de todas decepções. - Fico pensativa. - Todos acham que a filha de um cara altamente requisitado que veste roupas atraentes é sempre puta. Eu tive sim caras. Eu tive casos, mas nenhum com que  me faça sentir feliz. Eu acredito no amor. Eu creio que pode existir alguma chance e eu sempre acho que pode ser diferente. Talvez essa seja a explicação de todas decepções. Por isso eu sempre tento.... Eu sou sozinha no mundo e não acredito em ninguém; todos mentem, às vezes até na hora do amor, eu não acho que um ser fale com o outro, a verdade só me vem quando estou sozinha. Não existe amor à primeira vista. O que existe é a pessoa certa no momento certo. Você por acaso estava lá. - O olho. Taehyung permanecia intacto. - Não estou te forçando a nada. Nem a esquecer seus momentos com Jennie. Apenas estou lhe pedindo uma oportunidade de fazer você acreditar de novo... acreditar que aquela pessoa não era a razão de você viver.... - Acaricio seu rosto. - Mas eu só posso fazer isso... se você deixar....

Eu e Taehyung nos olhamos profundamente. Ele acaricia meu cabelo solto e seus dedos penetram cada vez mais fundo nele até que tocam o meu pescoço. Então ele vira meu rosto para beijá-lo.  Ele se atira para cima de mim, empurrando-me para trás e caímos em um sofá que tinha logo ali em baixo da sacada. Quando me dou conta, uma das mãos dele já está apertando com força minhas mãos acima da minha cabeça. Puta merda. Sua outra mão agarrar meu cabelo e o puxa para baixo, deixando –me com o rosto virado para cima, e seus lábios colam nos meus. Não é exatamente doloroso. Solto um gemido em sua boca, proporcionando uma abertura para sua língua. Ele aproveita inteiramente o espaço, a língua explorando habilmente a minha boca. Nunca fui beijada assim. 

Taehyung me olhou com atenção. E como não mostrei sinal de histeria ou de que ia me retirar, inclinou-se e me deu novamente um longo beijo na boca. Quando se recompôs, seus olhos estavam mais enfumaçados que de costume. 

Troco as posições desta vez me coloco a cima dele. Tiro a camisa que eu usava e Taehyung cerra os olhos sobre meu corpo. Desabutuo sua camisa me dando a vista um definido abdômen. Passo minhas unhas levemente sobre seus músculos definidos o fazendo arrepiar. Taehyung em um movimento rápido me põe a cima de sua cintura se levantando comigo. 

Volto a beijar o mesmo e paramos na cama onde o mesmo me deita ali. Nossos lábios já não se desgrudavam. Enquanto ambos tiravam as roupas tentávamos ao máximo manter nossos lábios juntos.

Após nos despir, agarro o pescoço de Taehyung o beijando ferozmente, e por fim mordo levemente seus lábios.

- Muito bom. - Sussurrava ele em um tom de aprovação, e meus mamilos ficam mais duros ainda. Ele desce os beijos sobre meu pescoço e logo chupa  delicadamente um enquanto sua mão vai para o outro seio e, com o polegar rodeia a ponta do mamilo. Gemo uma sensação doce dentro de mim. Estou muito molhada. Ah, por favor. Imploro silenciosamente, agarrando-me com mais força no lençol. Seus lábios se fecham ao redor do meu outro mamilo, e, quando ele puxa quase tenho espasmos.

Estava conhecendo um outro lado de Taehyung. Um lado que permitia prazer a cada ato, por pequeno que seja. A aquela altura estava sedenta pelo mesmo e dava a perceber que para o mesmo não era diferente.

Ele desce a cabeça, até cobri-la, fazendo-me perder a postura ao sentir sua respiração contra minha intimidade já umida. Perdia o controle a cada lambida lenta de cada vez. Dessa vez eu deveria estar preparada para o clímax, deveria saber que ele me deixaria com a cabeça girando, deveria ter sido capaz de absover tudo e me agarrar as sensações de puro prazer para, mais tarde, traze-las a memória. Mas não tive a menor chance quando a pele macia do mesmo se esfregou em minhas bordas internas. Taehyung me chupou entre a minha pele exitada, e, concentrou-se naquele ponto cheio de nervos até meu corpo tremer e gozar para ele. Meu coração acelerou quase ao ponto de sair do peito. Meu grito de prazer ecoou pelo quarto, ressoando pelo teto alto e as janelas de vidro. 

Taehyung sobe seus beijos desta vez me dando selares molhados por toda a região do pescoço. E ali mesmo já estava certa que chegou a hora de assumir por um momento e troco as posições pela segunda vez. 

Desta vez eu beijava o pescoço do mesmo enquanto minhas unhas rastejavam sobre seu corpo lhe causando contorcimentos e logo minha mão pousa em seu membro latejado e ereto, começo a trilhar beijos pelo seu corpo do mesmo o deixando arrepiado enquanto minha mão direta já fazia movimentos prazerosos em seu membro fazendo assim Taehyung soltar gemidos roucos e mais excitantes. Assim que meus lábios se encontram com seu membro dou selares no mesmo fazendo o maior jogar sua cabeça para trás. Por vez coloco o membro do mesmo em minha boca, fazendo assim movimentos de vai e vem, o mesmo crava suas mãos em meus cabelos impulsionando mais. Tentava ao máximo por tudo na boca enquanto minha mão cuidava do resto de seu membro em que eu não conseguia ainda alcançar, mas que aos poucos vou me acostumando por tal tamanho já chegando a por tudo em minha boca quente. 

Taehyung arqueava suas costas com a voz rouca e ofegante, seus cabelos já grudados em sua testa me deixavam ainda mais entusiasmada a fazê-lo gozar. Deixo lambidas por seu membro, ouvindo mais gemidos de Taehyung, e sem aviso algum abocanho novamente seu membro desta vez com movimentos mais rápidos fazendo assim a mão do mesmo em meu cabelo apertar mais, mas não tanto para que não me machucasse. Seus gemidos ficam mais altos avisando seu orgasmo que chega logo em seguida enchendo minha boca por inteiro e logo engulo tudo com facilidade. 

Taehyung se recuperava enquanto eu deixava selares molhados por sua face. O mesmo sai de sua passividade assim que se recompõe. Segurou-me pela cintura e tombou-me contra o colchão, posicionando-me de baixo de seu corpo, trocando as posições. Então, penetrou-me lentamente, com paixão, demorando-se nos pontos em que percebia despertar maior respostas. Foi acelerando os movimentos aos poucos, até ouvir gritos vindos de mim, que enfatizavam o auge da relação. Então deixou sua seiva vital jorrar na cavidade úmida. Por fim, deitou-se ao meu lado, atordoado. Abraçada a ele, ergo meu queixo. Então solto uma risada junto ao mesmo.









Pela manhã o sol refletia pela janela batendo contra minha me fazendo virar ao outro lado já percebendo Taehyung se recompondo, seus cabelos estavam molhados e já estava se vestindo, terminando de por sua camisa. Assim que o mesmo percebe que acordei sorri ladino.

- Acordado tão cedo? - Levanto segurando o lençol ao peito.

- Seu pai comunicou que irá fazer uma breve reunião, eu devo ir, você deveria se aprontar para escultar o que ele tem a dizer e sobre o quê. - Arruma seu cabelo no espelho e vem até mim.

Comunicado de meu pai? Todos devem estar no local. Me dando oportunidade para poder abrir o cofre de meu pai.

- Deveria, mas não estou disposta. - Sorrio e selo seus lábios.

- Está bem. Estou indo. - Se afasta já saindo. Assim que percebo certa distância me levanto rapidamente indo ao banheiro me aprontar.









Olho para o andar de baixo passando discretamente enquanto via todos ali à escultar meu pai. Eu escultava de longe o que meu pai falava no microfone e caminho até a sala de pesquisas. 

Sento-me em uma das cadeiras. Impressionando a foto para o computador. Faço uma discagem rápida, esperando o computador processar tudo. 

- Há muito tempo, tinha um filho, e fiz um grande desastre, uma decepção a minha vida. Perdi as duas mulheres mais preciosas de minha vida por deslize, completamente não pensados, pois a glória me possuía na época. - Escultava meu pai falar. 

"- Processo concluído"

Da máquina saia um botão que me proporcionava um holograma do olho de meu pai. Vou até o escritório do mesmo e a porta estava trancada.

- Droga. - Resmungo baixo. Olho ao redor da porta e logo acima dela havia uma pequena janela aberta. Estou pensando em exatamente passar por essa minúscula janela. Eu não consigo. Ou consigo? 

Ponho o botão entre os seios e subo ali me impulsionando sobre a maçaneta da porta passando pela janela pequena ultrapassando o local. Olho para trás e fico em silêncio conferindo que não havia ninguém. 

- Há muitos mistérios, que todos aqui perguntam, pq eu quero tanto o cofre de Yang Han? Eu vou lhes contar. - Min continuava a falar. Tiro um quadro do lugar me dando a vista o cofre do mesmo. Aperto em um dos botões deixando as impressivas do olho de meu pai através do holograma.

Torcia para que funcionace e finalmente funciona. O cofre logo e aberto e pego os papéis ali dentro os vendo.

- Não..... - falava ao ler o que estava escrito. - Não pode ser.... - Meus olhos se umedecem.

- Eu vendi meu filho para Yang Han, e em seu cofre está o papel cujo se eu destrui-lo me permitirá recuperar meu filho, e é por isso que escolhi somente os melhores para esta missão, inclusive minha própria filha. E quero que ela saiba, que estou fazendo sim, de tudo para ela e sua mãe me perdoem.... 










Notas Finais


Tudo roubo kkkkkkk pego frases e cenas já feitas e aproprio para a fanfic gente, não é atoa que fica bom kkkk

Peguei cenas de filmes, que já assisti :) kkkkkk


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