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História One's and shortfics: Selections Dofia - Capítulo 4


Escrita por: fckszombie

Capítulo 4 - Hawái - Part III Final | 18+


Sofia’s Pov 



Por alguns segundos o tempo parou para mim, e eu não pude fazer nada além de ficar presa no magnetismo de Dove Cameron.


A mulher caminhava graciosamente sobre o tapete vermelho, em minha direção.


Mais perto.


Mais perto…


Cada vez mais perto.


E meus olhos não conseguiam largar dos seus, tudo ao redor parecia ter paralisado, num loop em slow motion, como se apenas a loira fosse capaz de se mover, exatamente como num filme de super-herói. 


Em seguida, tudo desmoronou.


– Mas o que significa isso? Quem é essa mulher? — ouvi a voz da mãe de Sabrina e sai de meu transe, Dove simplesmente a ignorou, como parecia ignorar qualquer pessoa além de mim naquele lugar.


 Quando estava perto o bastante, eu fui a primeira a falar.


– O que está fazendo Dove? 


– Minha última tentativa, por favor não faça isso — a intensidade de seu olhar me deixava acuada.


– Sofia… ela é…? — Sabrina começou já com lágrimas nos olhos e a voz quebrada 


– É — foi tudo o que consegui dizer


– Sabe que não vai ser feliz assim, sabe que não vai ser feliz com ela… –– A voz suave de Dove era melodiosa ainda que estivesse claramente quebrada


– Mas que palhaçada é essa? — Elizabeth — Carson o que está fazendo? Mande tirarem-a já daqui!


– Me desculpe — Dove pediu olhando Sabrina nos olhos antes de voltar sua atenção a mim, novamente ignorando minha futura sogra — Talvez eu tenha feito uma abordagem equivocada esse tempo todo, talvez ter pedido aquele tempo tenha sido a pior decisão da minha vida, talvez eu estivesse errada, e nós pudéssemos ter encontrado juntas uma forma de superar os problemas. Eu sei de tudo isso Sofi, mas você não me afastou completamente esse tempo que estamos separadas, quer dizer, não bloqueou meu número, não trocou o seu, não deixou de ler minhas mensagens apesar de nunca respondê-las, me barrou da empresa mas trocou vários seguranças, você me deu brechas, e não se afastou quando eu beijei você aquele dia no escritório… você sabe, no mais profundo de ti, que nenhuma de nós queria parar 


– Mas isso é um ultraje! Seguranças, tirem essa mulher daqui agora! — Elizabeth gritou e não demorou para dois deles cercar Dove e começar a puxá-la pelo braço, contra sua vontade. Eu estava atônita, não sabia o que fazer, Sabrina estava aos prantos mas foi dela que partiu a ordem.


– Deixem-me falar inferno, por favor não me interrompam! — Dove pedia 


– Larguem-na — Sabrina pediu num fio de voz 


– Mas …


– Deixem-na! — ela repetiu firme e alguns tons mais altos e os homens se afastaram , Dove voltou para perto de nós 


– Não sei se uma de nós teve culpa, às vezes os problemas só acontecem e não podemos resolver, eu falo com toda a sinceridade do meu ser Sofi, me perdoe se te fiz algo ruim! Jamais foi minha intenção, você sabe disso! Sofia você me conhece, sabe que para que eu esteja disposta a fazer algo assim, é porque eu estou desesperada… Eu amo você, e não estou disposta a abrir mão de absolutamente nada que tenhamos sonhado, planejado ou desejado, você atua bem baby, mas essa guerra está fadada a derrota por ambos os lados desde que se iniciara, você sabe disso, você sente isso eu sei — um silêncio ensurdecedor se instalara ali, a única coisa que ouvíamos, eram os soluços de Sabrina 


– Sabs… eu- — meu olhar alternava entre as duas 


– Olhe pra mim Sofia — Dove pediu e hesitando eu a atendi — diga-me que é realmente isso que você quer e eu vou embora da sua vida pra sempre, mas esteja certa de sua resposta. 


Eu não fui capaz de responder.


Não por covardia, medo ou falta de vontade, mas por vergonha. 


Dove era a mulher que eu amava, apesar de por tanto tempo eu ter tentado me convencer do contrário. 


Sabrina era uma mulher espetacular, qualquer pessoa teria sorte de tê-la ao seu lado e exatamente por isso que eu não hesitei ao pedi-la para tornar-se minha esposa, mas eu só enxergava um futuro com ela ignorando a existência daquela que me tirava o sono e me fazia tomar doses matinais de uísque tentando entorpecer a falta que eu sentia de tê-la. 


Não era justo, com nenhuma de nós três. Mas eu era uma idiota. 


– Já basta, eu contratei vocês, tirem essa mulher daqui agora! — Elizabeth tornou a exaltar e tudo virou uma bagunça, os seguranças puxando Dove para a saída, a mãe de Sabrina aos berros para que meus pais fizessem algo, Tanya e Paulina me olhando em busca de respostas, eu paralisada olhando Dove se afastar e Sabrina ao meu lado tentando conter-se 


– Sof… — sua voz não passava de sussurros 


– Oi Sabs, me perdoe por isso… eu não sei o que dizer 


– Não diga nada, tome — ela tirou de seu anelar o anel de noivado que eu a presenteei no dia que a pedi em casamento, era uma joia de família, importante demais para mim e toda a geração anterior pelas quais ela passou — não pertence a mim 


– Sabrina...


– Não Sofia, seu medo de me magoar vai tirar de você a mulher que você ama — eu engoli a seco — se você olhasse pra mim como olha para ela, eu te daria minha vida! Mas não posso dividir todos os meus dias com quem não estará tão entregue quanto eu estou, pegue — ela segurou minha palma e deixou o anel ali antes de fechar meus dedos em torno dele — não deixe-a ir 


Suspirei com dor.


– Me perdoe … 


– Vá Sofi, e por favor, seja feliz! 


Deixei um casto beijo na testa da mulher antes de deixar o altar, sem olhar para trás. Ignorando seus soluços por mais que me doessem. Ignorando os chamados de sua família. Ignorando o cochicho dos convidados. Ignorando qualquer coisa que pudesse comprometer meu foco de uma só coisa: Dove Cameron.


Correndo até o estacionamento, não encontrei mais a mulher, mas vi seu carro de longe. Eu não estava dirigindo naquele dia! Mas antes que eu me desesperasse, Paulina e Tanya apareceram


– Você tinha que fazer cena, não é? Largar a garota no altar pra perceber a burrada que ia fazer? Sofia eu deveria te quebrar em duas — Paulina 


– Eu tenho que concordar, tanto que foi avisada Carson! — Tanya


– Alguma das duas está de carro? Me encham a paciência depois! –– Revirei os olhos 


– Aqui, pegue o meu! –– Tanya –– faz ideia de para onde ela foi?


– Não! Mas eu vou encontrá-la


– Ela com certeza está indo buscar as coisas dela para ir embora… –– Paulina 


– Embora? Embora para onde? –– perguntei sentindo o desespero tomar conta de mim


– Ela disse que se não conseguisse nada com você dessa vez não ficaria na cidade!


– E agora que você me diz?


– E você não disse que não queria mais ouvir uma só palavra sobre a Dove sua idiota? –– Paulina retrucou irritada


– E para que você me deu ouvidos? Você sempre foi a mais sensata Paulina!


– Vão ficar nesse lengalenga? –– Tanya –– Sai logo daqui ou vai perder a chance, Sofia!


Assenti e não falei mais nada, dei as costas às minhas irmãs e corri em direção ao carro de Tanya! Dando partida e agradecendo aos céus pela loira ter bom gosto para carros, ele tinha cavalos o suficiente para me fazer cruzar a cidade na velocidade necessária, o que eu não contava era com o trânsito ruim. Precisei pegar vários desvios que me deixariam presa atrás daquele volante muito mais tempo do que eu previa.


Cheguei à porta da casa onde Dove vivia, e respirei aliviada quando vi o carro da loira estacionado na entrada da garagem. 


Caminhei até a entrada principal depois de estacionar o carro de qualquer forma atrás do dela, e quando ia tocar a campainha, a loira abriu a porta para sair, se assustando ao me ver parada ali, seus olhos estavam muito vermelhos e levemente inchados, entregando o quanto a mulher havia chorado, atrás dela algumas malas estavam empoleiradas próximas ao degrau do armário do hall de entrada, eu ainda me sentia mal por toda a situação, mas tentei pensar o mínimo possível em tudo aquilo no momento.


– Sofi… O que está fazendo aqui?


– Eu não pude fazer aquilo, tive medo de machucar a Sabrina, e fui estúpida demais para tomar alguma atitude justa para nós três, mas Dovey… eu não podia me casar! 


– Pelos céus, e só agora que percebeu idiota? –– eu pude ver novamente lágrimas se formarem nos olhos da mulher.


Dei alguns passos para a frente, forçando Dove a dar alguns para trás. Fechei a porta atrás de mim e voltei a encarar a mulher de frente, levando as mãos até seu rosto e secando suas lágrimas com as pontas de meus dedos.


– Nós ainda temos tanto a acertar, pequena , mas eu farei tudo certo dessa vez! Meus pais adoram você, aqueles velhos babões dos acionistas que se fodam, aquela empresa jamais lucrou tanto quanto enquanto está sob meu comando, os números e as estatísticas não me deixam mentir, eles vão ter que respeitar qualquer decisão que eu tome e eu quero você de volta na minha equipe, você é brilhante! E nós trabalhamos muito bem juntas, eu não irei interferir em uma palha de sua carreira meu amor, mas não esconderei mais que estou com você! Nós acertamos todo o resto depois mas, por favor, dê-me mais uma chance!?


Ela pareceu ponderar por um instante, e ainda que breve, fez meu coração errar as batidas.


– Então quer dizer que eu vou poder transar com a estúpida e arrogante CEO daquela empresinha meia boca de novo? –– eu não pude deixar de gargalhar de seu tom e suas palavras, Dove não tomava jeito mesmo.


– E eu com a minha diretora de pesquisas? –– ergui a sobrancelha em sua direção, pousando as duas mãos em sua cintura e trazendo seu corpo junto ao meu.


– Hum, então eu sequer voltei e já fui promovida?


– Eu quero que você não hesite em largar minha concorrente…


– Eu posso pensar no seu caso.


– Bem, pense com carinho sim?


Largando mão daquele joguinho de gato e rato, a loira largou as chaves que ainda estavam em sua mão de qualquer jeito em cima do sofá e eu avancei em seus lábios num beijo urgente e cheio de saudade, Dove retribuiu na mesma intensidade, e não demorou para que nossas mãos tomassem para si o corpo da outra, passeando e explorando como se fosse a primeira vez, os corpos que já nos eram tão familiares. 


Aos beijos e aos tombos, nós cambaleamos até as escadas, subindo os degraus com cuidado à medida que nos livramos de nossas peças de roupas pelo caminho. 


Quando passamos pela porta do quarto da mulher, eu já estava descalça, já havia me livrado das três peças que compunham aquele terninho, incluindo meu sutiã no processo, provavelmente descabelada pelas mãos urgentes de Dove em meu cabelo enquanto eu atacava seu pescoço. Suas pernas cercavam minha cintura e a loira não usava mais nada além de seu conjunto de lingerie verde musgo que contrastava perfeitamente bem com sua pele alva e fazia uma referência quase poética à seus belos olhos escurecidos por sua clara excitação. 


Com cuidado deitei Dove no centro de sua enorme cama, pairando sobre seu corpo, encarando-a com uma paixão quase devota, retirando as últimas peças de roupas de seu corpo, tais como as minhas, prendendo meu cabelo todo num coque e lançando um sorriso satisfeitíssimo ao perceber o olhar faminto da loira sobre meu corpo.


Engatinhando em sua direção novamente, deixando meu rosto na altura do seu eu lhe beijei com volúpia antes de descer os beijos até seu ponto de pulso, tomando cuidado onde mordiscava e deixava leves chupões, eu sabia que Dove não gostava de ser marcada, pelo menos não onde pudesse ser visto, e antes que esquecesse desse detalhe, me atrevi a descer os lábios por sua clavícula, pelo vale entre seus seios,  salivando e não contendo o impulso de tomar um deles entre meus lábios enquanto tinha o outro sobre a palma ágil de minha mão. 


Eu sabia os exatos pontos sensíveis do corpo daquela mulher, eu sabia exatamente onde tocá-la e como fazê-lo para levá-la às alturas, e não fiz a menor cerimônia para excitá-la cada vez mais. Me demorei numa tortura prazeirosa em seus seios, sentindo seus mamilos cada vez mais rígidos enquanto suas expressões começavam a denunciar o quanto eu estava conseguindo mexer com ela. 


Os suspiros pesados, os olhos intensos, as mordidas nos lábios enquanto tentava conter os baixos gemidos sempre que eu pressionava minha coxa num atrito provocante em seu sexo úmido, céus, Dove Cameron excitada daquele jeito abaixo de mim era definitivamente a primeira maravilha do mundo. 


Eu senti quando seu quadril se moveu em minha coxa a procura de mais contato e sorri entre o beijo intenso que trocávamos, pressionando ainda mais minha perna em sua intimidade. 


Me atrevi a passar os dedos entre os lábios de seu sexo e uma corrente elétrica poderosíssima correu por cada centímetro de meu corpo ao constatar o quão molhada Dove já estava. Com um sorriso sacana nos lábios, eu trouxe os próprios dedos até minha boca, chupando um a um lentamente sentindo seu gosto neles, senti a loira tremer abaixo de mim e sorri ainda mais largo antes de sem aviso descer os beijos por seu torso desnudo. Deixando que meus lábios explorassem cada centímetro de pele que encontrava enquanto muito lentamente eu descia cada vez mais por seu abdômen, ela já começara a se mexer impaciente, me arrancando sorrisinhos convencidos. 


Me encaixei entre suas pernas e por alguns instantes seu cheiro inebriou-me, tudo que eu queria era realmente atacar sua intimidade com fome, mas eu sabia que Dove era tão fã das preliminares quanto eu. A mulher estava tão sensível que minha respiração pesada na altura de sua virilha a deixou completamente arrepiada, gostando daquele feito, eu comecei a distribuir beijos e mordidas no interior de suas coxas, provocando-a cada vez mais, sentindo sua impaciência sobrepor-se à sua excitação, seus dedos emaranharam-se em meus cabelos e puxando minha cabeça para trás a mulher me forçou a olhar pra ela 


– Use essa maldita boca onde eu quero que você use, Carson! — sua voz estava completamente rouca e a mulher quase rosnou, arrancando de mim um sorriso largo 


– E o que exatamente você quer, huh?


– Você sabe… — falou num fio de voz, puxando-me mais em direção ao seu sexo, obviamente eu resisti 


– Eu sei, mas quero que diga… 


– Sofia, por favor — implorou sôfrega, eu estava adorando vê-la daquela forma 


– Fala baby… — deixei uma trilha de beijos molhados cada vez mais perto de onde a loira queria que eu estivesse e onde eu definitivamente estava ansiando para estar — diz pra mim, huh? — suas mãos estavam ainda mais embrenhadas em meus fios, eu sentia suas unhas em meu couro cabeludo, num fio de dor até prazeirosa até então — fala comigo amor — deslizei a ponta da língua sob toda a extensão de seu sexo molhado, pressionando com mais volúpia sob seu clítoris, fazendo a mulher se remexer impaciente, voltei a me afastar e logo senti minha cabeça ser puxada de volta com mais força


– Eu juro Carson, se você não me chupar agora eu não respondo por mim — e não foi como se eu tivesse muita escolha já que a mulher puxou-me até colar meu rosto em seu sexo 


Cansada de jogar com ela, deixei que minha língua fizesse o bom trabalho de sempre, gemendo de satisfação ao penetrá-la o mais fundo que conseguia, sentindo agora suas duas mãos em meus cabelos, ditando exatamente onde ela me queria. Tudo o que se ouvia naquele cômodo eram os gemidos cada vez mais descontrolados de Dove e os ruídos de sucção de minha boca sobre o ponto mais sensível de seu corpo. 


Eu não sei exatamente por quanto tempo eu estava enfurnada entre suas pernas, mas quando eu senti que ela estava perto de seu ápice só com aquilo eu parei imediatamente, pairando sobre ela e antes que ela pudesse questionar meus lábios cobriam os seus, fazendo a mulher sentir seu próprio gosto naquele beijo feroz, e se aviso algum meus dedos a invadiram, o que rendeu um longo gemido e seus dentes cravados entre a curva de meu pescoço e meu ombro. 


Sorri satisfeita enquanto sentia as paredes internas de Dove abraçarem perfeitamente meus dedos, investi por algum tempo até finalmente conseguir achar seu ponto mais sensível, aumentando gradativamente a intensidade das estocadas, ouvindo os gemidos dela ficarem cada vez mais descontrolados, suas unhas castigarem minhas costas enquanto seu quadril se mexia em sincronia com minha mão, aquele quarto estava quente como um inferno! 


Nós já estávamos suadas àquela altura, alguns fios dourados da mulher já estavam grudados em seu rosto e pescoço, seus lábios vinham sendo castigados de tanto que ela os mordia na tentativa falha de conter seus gemidos. Sempre que eu a sentia perto de um orgasmo eu parava e mudava a posição, apenas para adiar o que eu sabia que viria, até que ela me ameaçou que tomaria providências se eu não a deixasse gozar daquela vez. 


Dove rebolava num ritmo frenético sobre minha língua enquanto eu me virava para chupa-la ao mesmo tempo em que a invadia rápido e fundo com meus dedos. Senti suas paredes internas apertarem meus dedos e arrisquei penetra-la mais um, somando três às minhas estocadas precisas, ouvindo ela soltar um grito surpresa e proferir uma sequência de xingamentos desconexos enquanto sua cabeça pendia para trás, eu sorri e segurei seu clítoris entre minha língua e meus dentes, numa pressão gostosa sem diminuir o ritmo de minha mão, não demorou para que o orgasmo avassalador fizesse a loira jogar-se na cama de qualquer jeito, completamente trêmula e sem forças, depois de lamber toda a bagunça que eu fizera, joguei-me ao seu lado, recebendo-a em meus braços, eu me sentia extasiada e podia jurar ter chegado ao meu próprio ápice sem sequer ser tocada no exato momento em que Dove desmanchou-se. 


– Você consegue se superar, Carson — ela disse quase rendendo-se a inconsciência 


– Você não tem noção do quanto eu senti falta disso, falta de você, porra mulher você está certa, eu jamais acharia isso em outra pessoa, me sinto fraca 


Erguendo a cabeça para me encarar, com um sorriso largo que evidenciava suas covinhas, num perfeito contraste a mulher fodidamente sexy que instantes atrás, ela parecia inocente como um anjo 


– Eu espero que faça as coisas certas dessa vez, idiota 


– Eu farei, meu amor… Eu prometo! 


– Seu amor é? — ela ergueu a sobrancelha em desafio é eu suspirei 


– Eu amo você Dove, e nunca tive dúvida disso. Não vou te perder de novo, isso é uma promessa. 


Sua resposta foi um beijo intenso e devoto, que durou o quanto conseguimos lutar contra nossos próprios pulmões. Ela também me amava, e esse fato era claro como o dia.


– Só me de alguns minutos, e você tocará os céus mulher — ela sussurrou se enfiando em meu pescoço, me arrancando um sorriso bobo


– Ah meu amor, eu já toquei — sorri abafado, fazendo carinho em seus cabelos desgrenhados, pelo ritmo calmo de sua respiração certamente a mulher já dormira — temos muito o que alinhar meu anjo, mas você certamente será minha esposa em pouco tempo, você verá.


Puxando o lençol até a altura de nossas cinturas, eu não demorei para também render-me a inconsciência, não pensando em nada além do quanto eu amava aquela mulher, e em como ela foi, é e sempre seria, o melhor investimento da minha vida. 


(…)




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