História Only 2.0 - Capítulo 15


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Categorias The Maze Runner
Tags Ação, Amizade, Aventura, Elizabeth, Labirinto, Maze Runner, Minho, Newt, Romance, Teresa, Thomas
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Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiieeeeeeeeeee
Gente fiquei muito feliz com todos esses comentários que apareceram, então como prometido, aqui está o próximo capítuloooooo, espero que gostem de coração, já que começamos a temp 2!!!!!!!!♥♥♥
Boa leitura, não tenho mais nada a dizer (o que é raro então enjoy!)

Capítulo 15 - S02 Capítulo 1


Elizabeth on

Não consegui vê-lo daquele jeito, ver meu irmão ser morto com aquela lança, e apesar de tudo, não culpo Minho, afinal, ele fez o que precisava fazer, e eu não conseguiria salvar Gally, Thomas e Chuck ao mesmo tempo. Só sei agora que, ao ver aquele labirinto de cima, ver tudo o que fizeram com  a gente e não saber o porquê, a razão, me fez querer chorar mais ainda. Cansei de ser forte, cansei de sempre ter de ser aquela que será cabeça dura, eu só quero chorar, ser acolhida, e finalmente colocar na cabeça que acabou.

Assim que passamos por cima de uma cidade coberta de areia, encostei minha cabeça no ombro de Newt e adormeci, enquanto que Newt passou seu braço por mim me abraçando de lado, logo ele também adormeceu, encostando sua cabeça no vidro da janela. Foi a última coisa a qual me lembro, só então imagens começaram a se passar na minha cabeça, sonhos...

Pessoas, rostos, por quês. Laboratórios, cobaias, médicos. Objetos. Uma mulher loira me fazendo perguntas e um homem que me lembro de ser chamado de Homem Rato. Várias crianças em um refeitório, e os treinamentos. Me lembro de ter sido colocada em uma sala onde treinavam crianças vestidas de preto, sinto os movimentos de meu corpo, mas não consigo ver claramente o porquê de eu estar naquela sala.

Foi então que acordei com um barulho, pisquei várias vezes os olhos antes de entender onde estava e  o que estava acontecendo. O helicóptero estava pousando e eu estava jogada sobre ele, deitada em cima do corpo de Newt, enquanto dormíamos de conchinha, sinto minhas bochechas se esquentarem, minha sorte foi a de todos ainda estarem dormindo. O helicóptero começou a fazer um enorme barulho devido a estar quase no chão, foi aí que toda muvuca começou. Os homens que nos "ajudaram"—mas estava mais para um sequestro mesmo— nos acordaram rapidamente, peguei minha mochila e encarei Teresa, ela e eu saímos de lá e trocamos olhares, enquanto olhávamos em volta, querendo saber onde estávamos. Juntas esperamos os outros e, confusas, começamos a correr em direção à enorme instalação que ali estava.

Era um enorme prédio iluminado—parecia ser bem protegido—, seguido de montanhas de areia aos redores, e na areia, coisas, pareciam pessoas, mas andavam torto, se fizeram presentes, andando à nossa direção. Os homens que nos ajudaram começaram a atirar neles, mais e mais homens na verdade, começaram a sair do prédio para ajudar a atirar no que eles gritavam ser cranks. Minha cabeça parecia prestes a explodir. Dei graças a Deus quando adentramos aquela instalação. Thomas foi o último a nos alcançar, não sei porquê demorou tanto, assim que adentramos o lugar, permaneci ao lado de Teresa enquanto Thomas tomou a liderança, notando que era um enorme hangar e que estavam aumentando, reconstruindo ou deixando mais protegido, algo assim. Eram várias pessoas trabalhando, e eu estava tão entretida olhando em volta que nem percebi quando alguns daqueles homens nos puxaram, mandando-nos para uma espécie de sala.

Eu iria me irritar a qualquer momento, afinal quem eram eles? O que queriam? Onde nós estávamos? Iria acabar batendo forte em alguém se não nos respondessem logo, assim como fiz no meu primeiro dia na clareira.

—Entrei aí, rápido, rápido!—o homem nos mandou e entramos em uma sala escura.       

—Espera o que ta acontecendo?—um dos garotos perguntou, Thomas, eu tinha quase certeza.

—Nada com que não possamos lidar.—foi a última coisa que disseram antes de fechar a porta, nos deixando num completo escuro.

Minha cabeça estava tão confusa que nem me dei o trabalho de soar a porta como Thomas fez.

—Ei, ei!—ele bateu na porta.—Deixa a gente sair!

E então, as luzes começaram a se acender, mostrando-nos uma mesa com muito mais do que um jantar, e sim um banquete. Meus olhos se arregalaram de primeira ao ver tanta comida. Fiquei estática enquanto Caçarola disse algo sobre o arroz e de repente todos estavam comendo, menos eu. Andei até um dos acentos e fiquei lá enquanto eles comiam.

—Aí, Liza!—olhei rapidamente para Minho e ele me lançou uma maçã, ah, como eu amo maçãs.

Logo o japinha, nada educado enfiou uma jarra na boca, admito que todos deviam estar famintos, mas depois do que aconteceu com Gally e Chuck, meu estômago estava sem apetite alguma, a única coisa que eu quero agora é um banho, e maçãs, óbvio. Meus amigos começaram uma guerra de arroz enquanto brincavam, eu dava altas risadas do que eles falavam sobre Caçarola, mas por dentro, só queria poder respirar fundo e poder dizer que acabou.

Quando todos ficaram fartos, se juntaram a mim, sentando-se em uma roda enquanto descansavam e conversavam.

—Eu não sei quem são esses caras, mas eles sabem cozinhar.—Caçarola falou, soltando uma risadinha.

—Mas o que eles realmente fazem?—Teresa soltou tudo o que eu queria dizer.—Quero dizer, nós não sabemos nada sobre eles.

—Bem, nós sabemos que não são amigos do CRUEL.

—Ah, isso é o suficiente pra mim, vocês pensam demais!—Minho falou se levantando para nos encarar.—Estamos livres, aproveitem!

—Mas eles não pareciam nos dar opção de vir com eles ou não, Minho, pra mim isso não é liberdade.—

Falei, por mais que grunhindo de dor de cabeça, colocando minha mão na mesma enquanto não consegui evitar fazer cara feia.

—Ei, você ta bem?—Newt perguntou abaixando o olhar para me encarar, já que eu estava deitada com a cabeça no colo de Teresa.

—To, é só... dor de cabeça.—tentei sorrir, mas franzi o cenho, tentando jogar longe essa mértila de dor.

Logo mais a porta por onde entramos se abriu, meus amigos se levantaram indo até lá, mas eu precisei de uma mão de ajuda vindo de Newt para conseguir fazer o mesmo. Thomas tomou a frente, mas eu fiquei atrás para que não me perguntassem mais se eu estava bem, só queria dormir para que essa dor passasse. Porém, o que eu vi logo em seguida, mudou as coisas.

Um homem adentrou a sala, o mesmo homem de meus flashes de memória, o Homem Rato, mas eu não lembrava o nome verdadeiro dele.

—Vocês estão bem?—ele perguntou.—Peço desculpas pela confusão, enfrentamos um enxame.

Assim que ficamos todos em frente a ele, Thomas perguntou:

—Quem é você?

Ele sorriu antes de responder, esse sorriso me fez desconfiar mais ainda desse lugar, não me sentia segura, muito menos confortável.

—É por minha causa que estão vivos e eu pretendo mantê-los assim agora, venham comigo.—andou um pouco para trás, abrindo os braços para que o seguíssemos.—Nós vamos ajeitar vocês.

Nos entreolhamos antes de ir com ele, mas por mais que tenha ido junto aos outros, eu estava desconfiada demais desse lugar.

—Podem me chamar de senhor Janson.—disse ele, prefiro Homem Rato.—Sou o administrador, pra nós isto é um santuário, a salvo dos horrores do mundo lá fora, vocês devem vê-lo como um abrigo, como uma... casa entre casas, cuidado aí.—avisou apontando para faíscas de fogo que saíam das ferramentas, já que os trabalhadores cortavam ferro.

—Vai levar a gente pra casa?—Thomas perguntou, tomando a dianteira.

Jansou se virou para encará-lo.

—Por assim dizer.—respondeu ele e então se virou para frente novamente, guiando o caminho.—Pena não ter sobrado muito de onde tenham vindo, mas nós temos um lugar pra vocês, um refúgio, fora do deserto... onde o CRUEL nunca mais vá achá-los, gostam da idéia?

Minho e Newt se entreolharam, eu conheço esse olhar deles.

—Por quê você ta ajudando?—Minho perguntou.

Bom, pelo visto não sou a única desconfiada.

—Digamos que o mundo lá fora está numa situação muito precária, estamos todo pendurados por um fio muito fino, o fato de crianças serem imunes àquele vírus maldito faz de vocês a maior chance de sobrevivência da humanidade, infelizmente isso torna vocês alvos... como sem dúvida já notaram.

Paramos em frente à uma porta nada discreta, onde haviam seguranças em ambos os lados a guardando.

—Atrás dessa porta, está o começo das novas vidas de vocês.—ele inseriu um cartão em uma trava, a mesma trava deixou de ser vermelha e passou a ser verde, então, a porta se abriu.—Mas pra iniciar,—Janson juntos as mãos, parando de frente para nós.—Vamos dar um jeito nesse cheiro, hm?

Admito, por mais desconfiada que eu estivesse, tudo o que eu queria agora era um banho quentinho.   


Notas Finais


O que acharam genteeee? Aí, amei escrever este aqui (pra variar, né, como sempre kakakaka) mas amooo muito essa fic galera, AMO MAZE RUNNER DEMAAAAAAAAAIS, tão ligadas (os)? Mano, amo, amo, amo! E amei essa fofura do nosso Newt, #melhorpersonagemdouniversogaláxiasetudomais!
Enfim, quero saber de vocês! O que vocês acharam? O que vocês acham que vai acontecer? Quero sabeeer!
Agora é com vcs! kakakaka Aguardo ansiosamente! Até breve!


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