História Only Human. - Capítulo 1


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Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Chris Argent, Claudia Stilinski, Cora Hale, Derek Hale, Erica Reyes, Ethan, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Kate Argent, Laura Hale, Liam Dunbar, Melissa McCall, Paige, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Talia Hale, Theo Raeken, Vernon Boyd
Tags Drama, Jethan, Pisaac, Romance, Scallison, Sterek, Thiam
Visualizações 478
Palavras 3.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HISTÓRIA NOVA COMEÇANDO...
Era um projeto de história para o próximo ano, mas não aguentei e estou postando para ver se vocês gostam e espero que alcance leitores 💜
Vai ser minha primeira história no universo sobrenatural, mas nada parecido com a série Teen Wolf.
Realmente espero que gostem e deixem comentários para incentivar com os demais capítulos...

Aviso: O personagem "Stiles" será chamado em diversos capítulos pelo nome verdadeiro "Mieczyslaw"... Para alguns pode ser estranho, mas tudo tem um contexto e vocês vão entender no decorrer dos capítulos.
Os demais capítulos serão maiores que esse e espero que isso não dificulte a leitura.

Capítulo 1 - Capítulo Um: Recomeço.


Fanfic / Fanfiction Only Human. - Capítulo 1 - Capítulo Um: Recomeço.

 

Recomeço.

 

Histórias antigas eram contadas ao redor de uma fogueira com troncos de árvores envelhecidos espalhando todo o seu esplendor em chamas vermelhas fazendo um grupo de anciões sentarem sobre as pontas do círculo com seus ares de superiores e adapto aos relatos que faziam adultos e crianças sonharem com suas histórias e lendas antigas. A exploração da crepitação do fogo como se pudessem ver e identificar as imagens do que estava sendo contada fazia homens e mulheres atônitos e contemplativos com cada narração e palavras que os velhos circundavam.

As risadas de uma comemoração da colheita reinavam como mágica diante daqueles que entendiam o quanto era precioso o tempo e a oferta de estarem bem alimentados por todo o inverno. A festa na colônia era um dos momentos mais preciosos que todo o trabalhador exausto de seus afazeres poderiam desfrutar com um bom cumbuco de vinho e variados alimentos feito pelas mulheres prendadas do local.  

O trabalho era divisório para que a convivência na colônia fosse adepta a todos e circunstancialmente propicio a cada humano do local. Serviam também de abrigo e proteção para enfrentar os perigos iminentes das florestas que os rodeavam consequentemente de pessoas que pudessem os atacar para conseguirem o alimento trabalhoso que cada um havia conseguido. E também haviam o referimento as lendas que eram contadas sobre a forte animação e risadas de crianças correndo e se embalando na noite iluminada por constelações de estrelas.

Noah seguia os passos com sua juventude alcançada sendo um dos novos participantes da colônia notando com animação o almejar de mais um dia vitorioso se orgulhando de ser pertencente querido daquele lugar. Alguns homens batiam em seu ombro e entregavam vinho para a comemoração habitual e instigando a felicidade renascente do momento.

 Havia conseguido um belo posto ao lado de pessoas importantes por conseguir manter-se fortemente na colheita os auxiliando e conseguindo assim fazer amizades necessárias para permanecer. O jovem havia perdido seus pais desafortunamente quando haviam acabado de conseguir permanecer com avinco na colônia Llum e estabelecido afeições de suas permanências e os corpos exaustos pela doença que abrangeu seus corações haviam os enlaçados em derrota para a morte sendo enterrados com toda a divindade que a alma merecia para o encontro de sua paz. Noah se orgulhava em tê-los feito ter um fim necessário em um ambiente sem ser hostil e deixar que a tristeza mesmo que estivesse sozinho no mundo fosse passageira.

Deixou que a dor fosse embora para que tentasse manter seus passos em proteção diante de um dos melhores locais alcançando assim uma estima de alimentar seu coração para a glória, pois não era facilmente ser aceito nas diversas colônias espalhados pelo sul proeminente na proteção dos perigos na floresta que os rodeava, contudo com o trabalho árduo em equipe para conseguirem se alimentar e construindo famílias e as protegendo as colônias eram um bom lugar para cultivar sua vida e sentir-se em estado de lar.

 Ao conseguir se estabelecer como um jovem forte e com bons atributos Noah escutava as histórias do outro lado da fogueira com orgulho refletido em seus olhos. Os anciões haviam começado a relatar sobre as alcateias de lobos e suas lendas, mas o jovem Stilinski não conseguia prestar as suas singelas atenções pois seu olhar percorria com afeição desmedida a bela jovem do outro lado com suas madeixas caindo em seus ombros e seu sorriso contido em sua beleza exótica fazendo o suspirar desde o primeiro momento que havia colocado seus olhos nela.

Quando havia chegado a colônia com seus fracos ossos e pele com a fome sendo esmagadora em cada passo de um jovem envergonhado por seu estado e de seus pais que começavam a definhar. Os olhos doces e ingênuos da menina lhe lançou uma quentura em seu peito o fazendo sorrir mesmo que sua expressão tivesse derrotada e quando lhe ofereceu o líquido salvador de sua garganta a fitou com afeição começando a nascer rapidamente dentro do seu coração.

Estava apaixonado e a aceitação em seu coração havia lançado nele o maior feitiço de todos e sorriu afetado por cada gesto daquela linda moça fazendo seu coração bater mais rapidamente por estar ao seu lado.  

Cláudia era seu nome, bela e formosa que encantava qualquer jovem rapaz que estivesse em seus dezoito anos completos. Sua graça havia chamado a atenção de Noah desde o primeiro dia que se conheceram e alimentava todos os dias as doces ilusões de permanecer ao seu lado. Queria casar-se com ela e fazer família dando a sua menina a proteção que merecia e o amor que nutria em seu peito e colocando a felicidade em cada passo que haveria de dar juntos.

E apenas a iluminação da fogueira os separavam quando Noah a observava com seus olhos brilhantes de colocar em sua cabeça que começaria a realizar seus sonhos juntamente com Cláudia.

Sendo um feitiço sem escapatório que seu coração ritmava para ser alcançado por ela mesmo que soubesse que teria que ir com calma desmedida para cortejar uma das filhas dos principais integrantes da colônia antes que pudesse ser expulso sem conseguir fazer com que acreditasse que era um dos melhores homens para dar a jovem moça uma vida feliz. Lá estava ela iluminando mais que as estrelas do céu e deixando Noah sem conseguir desviar o olhar mesmo que movesse cuidadosamente para não deixar demasiado afoito o pai que protegia sua filha de homens que queriam as usar, mas era diferente e seu coração compreendia o amor crescendo e se alastrando por seu corpo.

Sentiu o sorriso se espalhando em seu rosto por ter a convicção que daria o mundo para ficar perto de Cláudia e fazer com que fosse sua esposa.

Estava esperando afoito que os anciões começassem a deixar que a festa começasse e a dança fosse realmente um passo para que conseguisse equilibrar seu coração ao dela. Sorriu ainda mais abertamente quando percebeu que Cláudia com descuido de ser percebida o observava com suas bochechas coradas e fazendo seu coração bater por ela ainda mais. Noah soube no exato momento da cruzada de olhares que Cláudia também sentia a mudança de seus corações enlaçados.

Eles seriam um do outro não havia dúvidas em Noah quando deixou que o sorriso daquela mulher o guiasse.

 

O chocalhar da carroça tilintava pela estrada em meio a escuridão de um céu sem nenhuma aparente estrelas para conseguir iluminar o caminho fazendo a neblina encobrir toda a visão e era impossível distinguir entre as fileiras de terra e o barranco do barro mole para a trilha do caminho que os levaria para longe. Em meio ao caminho rochoso onde as rodas de madeira passavam faziam com que a carroça se desfilhasse de seu caminho como algo perigoso, mas era mantida firmemente por mãos ágeis.

Noah estava cansado com seus olhos pequenos tencionando seu corpo a manter os cavalos em guiam a sua frente e com destreza desmedida conseguia com olhos firmes diante da estrada manter-se seus caminhos em uma onda de um dever a ser cumprido. E por mais que sentisse dores em suas mãos sendo pressionadas com aflição sobre as rédeas ásperas e o puxar cauteloso em conseguir colocar cavalos medianos em ordem para suprir a necessidade de chegar ao seu destino em segurança mantendo sua calmaria intacta mesmo que as lembranças de dias melhores o culminavam a sentir-se exausto.

O vento soprava ao norte trazendo uma frente fria e deixando seus ossos congelados. Não era necessário pensar que apenas insanos saírem nessa caminhada de restrições no meio da madrugada para o ciclo sem volta, mas não poderia sequer pensar em voltar atrás não havendo meios e condições para isso e era pensante demais para coloca-los em riscos. Não existia mais nada para trás para ter volta e determinante o homem mesmo que assustado com a possibilidade alarmante mantinha-se em seu caminho.

Olhou para o lado com seus olhos cansados e avermelhados pelo cortante vento frio e ao pensar que sua criança tinha os mesmos olhos em cima de si como se quisesse por algum segundo ajuda-lo de alguma maneira fazia com que a bile em sua garganta se afundasse em um engulo sôfrego.

Os olhos âmbar daquela criança com algum resíduo de esperanças malfeitas faziam seu coração se despedaçar um pouco mais e com isso as esperanças de um recomeço positivo se alastrava em uma mistura insana em seus sentimentos dolorosos. Seu pequeno menino não tinha culpa de nada e aquele coração honesto estava sofrendo também sem entender os verdadeiros motivos. Era realmente difícil todas aqueles sentimentos dentro de si e os mesmos pareciam que tinha criado raiz em sua vida.

Imaginando afoito que tudo seria uma questão de recomeçar do zero fazia Noah ter esse pensamento em sua mente, porém seu coração lhe pregava as mais ardilosas peças pois a contradição vinha com uma rajada de realidade fazendo perceber que não era fácil esquecer do que tinha acabado de presenciar e não era nada fácil ter que mudar-se em meio ao caos que tinha se instalado em sua pequena família.

Havia começado a ser tudo retirado com todas as forças de suas mãos com uma sensação agonizante e extremamente pungente em sentimento da perda ao ter que deixar em meio a fuga o lugar onde cresceu e conviveu durante anos sendo a tarefa mais concreta e deliberadamente agonizante que já tinha presenciado. Passou as mãos pelo rosto tentando mais uma vez em vão não deixar que a máscara que tinha colocado desde que decidiu fazer com que seu pequeno menino não sofresse caísse em suas mãos.

Seu filho ainda era tão jovem para enfrentar as dores daquele mundo e tão pequeno para compreender a realidade que Noah achava injusto ter que conduzir o seu único ao imposto destino que não poderia controlar, porém evitaria que um deles pudessem ter o mesmo fim que os demais daquela colônia. Poderia ter lutado para ficar onde havia crescido e manter seu pequeno filho em segurança com a proteção imposta, mas havia falhado e não importava quantas vezes fosse um homem corajoso seu destino seria traçado negativamente e jamais colocaria sua família em risco. Eram apenas humanos para que conseguisse enfrentar o fogo cruzado que haviam deixado marcas sangrentas em suas vidas e posicionados seus poucos pertences para que envolvessem a noite em uma caminhada para o salvamento antes que as chamas os encobrissem e levasse o existente fim.

Ainda podia escutar os gritos altos por todos os lados enquanto observava as pequenas tralhas de seus pertences espalhados de qualquer modo na parte traseira da velha carroça. Era como se a musicalidade sonora daquele terrível som pudesse estar em suas orelhas por onde fosse sendo levada uma luta feroz para tentar esquecer-se de tudo. Os grunhidos selvagens e os passos rápidos daquelas feras com seu tamanho redobrado impedindo qualquer humano de tentar fugir espalhando terror e arrepios em todos que tentavam em vão se defenderem e as armas de fogo em disparos atravessados deixando a agonia se alastrar em cada canto da colônia e as fumaças se levantando fazendo a pacifica localidade se expandir em dor e sofrimento.

A sua dor sendo atravessada em seu peito quando notou que no meio daquele caos estava começando a perder tudo que havia conseguido alcançar.

Voltou seus olhos para seu filho enquanto o mesmo começava a tremer sentindo o frio daquela madrugada esfriar seus ossos. Com uma das mãos nas rédeas quase rasgando a pele conseguiu pegar uma manta rasgada, porém quente e deu ao menino para que se encobrisse.

— Durma um pouco Mieczyslaw... – pediu Noah observando os olhos do garotinho se fechar —  Estamos quase lá...

A criança sussurrou abafada enquanto não conseguia realmente permanecer com os olhos avermelhados abertos. Mieczyslaw havia chorado todas as lágrimas possíveis para um garoto de dez anos como se algo dentro dele tivesse partido ao meio e seu coração tão cedo havia conhecido a dor da tristeza. Com os olhos fechados deixou que sua mente descansasse das imagens que o atormentava e enlaçou a manta em seu corpo para que dissipasse a sensação aterrorizante de estar congelando e suspirou cansado se perdendo cada vez em seus próprios sonhos conducentes aos pesadelos que ainda teria.  

O mais velho daria qualquer certeza para que seu único filho não tivesse que passar por isso, mas era impossível fazer com que os acontecimentos voltassem atrás e enquanto notava seu menino mergulhar em seu descanso deixou a tristeza começar a lhe fincar.  Fechou os olhos meramente por segundos tentando não perder o controle daquela carroça voando para a seguridade de outra colônia.

Seria um recomeço e conseguiria dar a seu filho a felicidade roubada de maneira cruel e fazer com que Mieczyslaw pudesse superar a morte prematura de sua mãe.

Ao lembrar-se de sua dor sendo recuperada de dentro do seu coração para fora pode escutar seu próprio soluço alto agonizante em meio ao escuro de diversas árvores ao seu redor. As lágrimas grossas rolando em sua face avermelhada e retumbando nos batimentos acelerados pois havia perdido seu mundo quando viu sua linda e amada esposa sendo levada as estrelas. A má sorte redobrando e se estabelecendo em sua vida como se fosse predestinado a acontecer com a perda da família que havia construído e o amor idealizado pela jovem mulher que havia se apaixonado loucamente.

Deixou que as lágrimas pudesse ser algum refúgio enquanto Mieczyslaw dormia para finalmente conseguir recomeçar com gratidão e fé por ainda conseguir proteger seu filho.

Passou uma das mãos no rosto enquanto adentrava ainda mais pela estrada lamacenta e rezando mentalmente para que nenhum invasor ousasse pará-lo ou atacar aquela velha carroça que não tinha nada de valor a oferecer. Ainda sentia em suas velhas vestimentas os resíduos da ferrugem do sangue juntamente com o pó da viagem exaustiva e levando consigo as imagens de Cláudia caída sufocando um apelo que Noah pudesse fugir com seu menino antes que fosse tarde demais.

O choro de Noah se firmou mais forte em perceber que não tinha escolhas e tomar a decisão de deixa-la para trás sem conseguir dar a sua esposa um adeus definitivo e uma entrega leal para sua alma aos céus, contudo se ficasse para tentar lutar daria mais entregas de vida e impedindo assim de cumprisse sua promessa a Cláudia no salvamento de seu único filho. Não conseguiria lutar sozinho mesmo que fosse tentasse e seria assassinado junto com sua esposa e filho.

— Fique calmo Noah... – repetia apreensivo para si mesmo enquanto sentia suas mãos tremendo – Você precisa ficar calmo...

As lembranças ainda cortavam como brasa seu coração e não adiantava se remoer o que havia acontecido alguns momentos atrás porque havia conseguido com rapidez fugir e deixar o carma destinado a morte em desvantagem. Nenhuma fera conseguiu o seguir e apesar do sofrimento conseguia distinguir que era juntamente com seu filho um dos sobreviventes dos ataques.

Depois de vários quilômetros correndo a pleno vapor sem parar e conseguindo notar que os cavalos já pareciam cansado demais, Noah percebeu que chegaria ao amanhecer em uma das colônias do sul habitada por um velho amigo e conhecido. Rafael veio ao seu casamento quando a alegria abateu em seu coração ao conhecer Cláudia como sua futura esposa fazendo a felicidade tão repentina ser tão temporária. Agradecia aos céus por tê-la conhecida e dado a ele dias de felicidades e amor ainda que poderia a ver refletida nos olhos de seu garotinho. As saudades era uma flecha direcionada que muitas vezes doeria, contudo seria uma lembrança memorável quando conseguiu a fazer feliz e pudesse tentar com desvantagem superar sua perda.

Imaginava que não seria tão fácil ser aceito em outra colônia para um início de vida, mas havia a existência da colônia ter sido atacada e mantê-lo como um dos únicos que conseguiram fugir com vida e enquanto não conseguisse deixar que Mieczyslaw encontrasse refúgio e seguridade não descansaria.

Mesmo com as pernas doloridas de ficar sentado por todo aquele tempo mantendo as rédeas duras e pesadas a frente ainda mantinha a esperança de conseguir levantar-se do imenso buraco que havia metaforicamente caído.

Respirou fundo passando as mãos sujas de pó da estrada em seu rosto assustando-se quando os cavalos começaram a ficar agitados.

Parou bruscamente em meio ao caminho tentando os acalmar sentindo seu coração começar a bater aceleradamente de um instinto de medo. Observou Mieczyslaw retorcido no pequeno assento de madeira em seu sono pesado e tentado a acordá-lo para que pudesse se embrenhar nas matas em busca de refúgio e aterrorizado demais em questionar se havia sido seguido sem a percepção dos atos e com o olhar angustiado virava sua cabeça para toda a escuridão e tentava com destreza fazer com que os cavalos se acalmassem para retornarem em seu caminho.

A lama no chão cobria os cascos dos cavalos enquanto relinchavam e estava assustado em uma concepção de que Noah estava perto do perigo.

 Se acalmou enquanto os cavalos iam ficando mais quietos e só se poderiam escutar os barulhos da noite do meio da floresta.

Observou atentamente ao seu redor quando pode distinguir um pequeno clarão em meio as árvores grandes parecidas como fogueiras no meio da densa selvageria. Noah engoliu em seco quando percebeu que deveria estar em meio ao bando que estivesse localizado bem naquela região e a mentalidade daquelas bestas não eram pacificas para que o homem ficasse esperando seu destino ser traçado por eles. O medo começou a se espalhar lentamente por seu estômago fazendo recordar que as lendas diziam que as bestas selvagens conseguiam percebe-los como batidas de seu coração a metros de distância quando havia alguma pessoa se aproximando.

Naquele momento trágico o homem tentou não pensar que pudessem serem mortos ao meio de seu caminho para a proteção da colônia e faltava pouco para que conseguissem finalmente estarem salvos ou a tentativa de conseguir manter-se distante daqueles seres que estavam começando a conseguir povoar o que os humanos tendiam a chamar de lar.

Ao pensar que deveria ir e não ficar esperando que fosse seu fim Noah chocalhou as rédeas quando os cavalos começaram a correr rapidamente mais uma vez. E quando passava por aquela região lembrava-se dos rugidos ferozes dos homens-lobos sobre a sua antiga colônia trazendo medo e assombro para todos os moradores e as armas de tiros ricocheteando o ar.

A morte sangrenta dos humanos sem conseguir distinguir propriamente o que estavam os atacando. Uma lembrança que Noah queria ter o poder de dissipar de seu cérebro e amortece-lo para a realidade avante, mas o uivo que se espalhou diante da negra floresta congelou em um momento seu coração e naquele instante o homem sabia que nada seria como antes.



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