História Only mine - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers
Tags Irmã, Irmã Dos Sakamakis, Irmãos, Kino Sakamaki, Vampiros
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Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá de novo ou pra quem é novo. Eu sei que foi rápido mais já tava em mente como seria esse primeiro, espero assim que gostem porque eu não sei o que fazer..


É o seguinte pra que não sabe eu apaguei Only Mine e decidi reescreve-la, aquela versão já não tava mais me agradando e eu não consegui mais continuar com ela por isso eu tô aqui reescrevendo, peço a compreensão de vocês e realmente espero que gostem dessa nova aqui :3

Eu não vou mudar muita coisa, mais também não vai continuar sendo a mesmice

Capítulo 1 - Sakamakis, é?


Fanfic / Fanfiction Only mine - Capítulo 1 - Sakamakis, é?

Se algum dia me perguntassem como me tornei melhor amiga da pessoa a minha frente, eu não saberia responder!

 

—  Akira, eu já entendi! – resmunguei levantando da carteira ajeitando meu uniforme que estava um belo de um caco consegui dormir a aula inteira e acordei com ela tagarelando sobre aqueles garotos novamente. Os Sakamakis. Vai por mim, é um saco.

 

— Vamos nos atrasar e você sabe que eu não quero perder aquela visão dos Deuses!

 

Deuses?

 

Revirei os olhos.

 

É sério, já estava pê da vida com ela falando sobre aqueles garotos, os Sakamakis. Tudo bem, eles são muito gatos e misteriosos, confesso..

 

Mas porra

 

Todo santo fucking dia. E, eu tinha falado ''misteriosos'' mas abra uma exceção para Laito Sakamaki, o cara já tinha pegado toda a escola e se duvidar garotas de outras escolas, é o maior cafajeste.

 

— Aki, você vê eles todos os dias! Hoje não faz falta vai, por favor! – supliquei com as mãos fazendo uma cara pidona que eu sei que é fofa e se ela resistir eu me mato.

 

A verdade era que eu queria dormir em paz, SEM Sakamakis, sem professores ou barulho de refeitório. Ontem tinha passado a madrugada e manhã fazendo um trabalho que deixei de última hora, culpa daquele professor desgraçado e como boa melhor amiga que eu tenho ela disse:

 

''Bem feito, quem mandou fazer de última hora. Você teve duas semanas''

 

Quem se importa? Se não for assim não tem nem graça

 

— Nã, nã, ni, nã, não. Sabemos que eu não vejo eles há um semana, e estou com saudades.

 

Uma nota: Os Sakamakis faltam tipo, todos eles, mas infelizmente é só as vezes para minha infelicidade.

 

— Então, sabe aquele Shake? Que tá vendendo perto da cantina.. queria um daquele. – posso aguentar Sakamakis, seja quem for mais só de pensar naquela delícia que é o paraíso mudo rapidinho, e nada que uma chantagem ajude eu ganhar de graça. Akira me olhou tipo ''não vai dá não''

 — Sinto muito, então estamos sem negócio feito. – dei de ombros ameaçando voltar pra cadeira mas a resposta seguinte fez meu sorriso alargar. Eu sabia que ela tava juntando dinheiro pros gibi's dela e veja só, se ela gasta ela não tem o dinheiro completo para comprar.

 

Isso soa mais como uma vingança! Talvez porquê seja.

 

— Tá boom – falou emburrada fazendo bico e eu alarguei meu sorriso ainda mais.

 

— Nem vem com esses bicos, porque veneno de cobra não me engana.

 

Nossa... pra quê inimigos se eu tenho você?!

 

— Eu sei que seu amor por mim é incondicional – mandei beijos e ri saindo da sala. É, ainda é hoje

 

★ഠ ๓ ℓ ყ ★ ണ ¡ ๓ ε ★

 

Tô aguentando pregando os olhos no refeitório, estamos aqui a mais de dez minutos? Vinte? E os filhos d' uma mãe ainda não apareceram, vamos considerar um fato que eu poderia estar fazendo agora:

 

1 – Curtindo um bom sono e somente isso.

 

Mas, nããão, eu estou esperando um bando de retardados que ainda não apareceram. Sorry aí, Sakamakis só que se vocês ficassem fora de cena por um tempo eu iria agradecer. E rituais não estão fora de moda.

 

Mentira.

 

— Akira, se eles não aparecerem eu vou te fazer pagar mais um – claro, minha presença aqui é preciosa e requintada não é pra todos. Risos. Eu na verdade estava adorando isso tudo.

 

— Eles vão aparecer – disse confiante com os olhos mirados na entrada. Tomara que não!

 

Revirei os olhos e encostei a cabeça na mesa mas meu tímpanos faltaram explodir quando uma garota começou a gritar e depois mais uma dúzia enchendo o refeitório

 

Puta que pariu!

 

Levantei os olhos encarando de forma tediosa a atração do dia desfilando como se fossem os donos da porra toda. Eles sempre se mostram sérios – menos Laito, porque, né – E mesmo assim eu tenho total certeza que por trás daquela máscara séria havia um sorriso debochado se achando os mais fodas.

 

Me poupe. Podem tirando os cavalinhos da chuva.

 

Eu encara mesmo era Yui Komori que não se parecia em nada com eles e sim uma ''subordinada'' que seguia-os por todos os lugares. Ela também morava com eles só que não tinha nada de seus ''espíritos soberanos'', sempre tímida e sozinha.

 

Acabei pensando como seria morar com os Sakamakis...

 

Deus me livre, amém.

 

Talvez ela fosse uma parente distante? Então por que tratá-la assim, como se não fosse nada? Hm, então uma empregada?

 

Nada a ver, Akane

 

Tá, era estranho só que não pensei mais nisso.

 

— Satisfeita? – e fui ignorada. Decidi que não preciso mais olhar pra cara deles, já deu. Levantei atraindo olhares indevidos de quem eu não queria, ou quem não gosto mesmo.

 

Por que diabos os Sakamakis estão olhando nessa direção? Ah, quem liga!

 

Fiz minha melhor cara de carranca e soltei um sorriso debochado me mandando daquele lugar. Como eu deixo de ir pro intervalo para ir pra outro lugar onde eu tenho paz, sempre bibliotecas ou algum lugar vazio pra ouvir minha boa playlist, mais hoje eu estava indecisa, biblioteca ou térreo?

 

Térreo, a brisa do vento era o quê eu precisava. Definitivamente aquele ventinho e o céu estrelado não estava ajudando com meu sono, vontade de colocar um colchão aqui. Passei um tempo focada na lua que nem vi Shu Sakamaki do meu lado, não exatamente ao meu lado mais perto, beem perto e esse menino não tava ai alguns segundo atrás.

 

Demônio

 

Como eu sou uma pessoa que não gosta deles me mantive passiva ignorando aquele ser ali, mas parece que a vida me odeia e faz questão de jogar isso na minha cara.

 

— Por que nos odeia? – perguntou olhando na mesma direção que a minha. E que pergunta foi essa?

 

O.K, assim não dá vida.

 

— Eu nunca disse isso – retruquei agora olhando pra ele pra depois me pendurar no ferro que me separava de cair lá embaixo, ou seja mais ou menos uns quinze metros de altura no máximo. Menina aventureira que eu sou.

 

— Não parece..

 

Eu até riria nessas horas mas.. e eu nunca tinha dito que não gostava os Sakamakis a ponto de odiá-los, essas coisas são bem distintas e eu não os odeio. Agradeci internamente quando o sinal de encerramento das aulas tocou e sai da vista dele, próxima vez vou pra um lugar mais calmo. Infelizmente esse era, não é mais.

 

Como eu já tinha guardado meus materiais só desci e fui em direção ao armário da Akira, os outros alunos guardavam as coisas e quando Aki fechou o armário meu olhou me amaldiçoando. Creio em Deus pai todo poderoso

 

— Hellou – sabia que eu tinha deixado ela sozinha só que ela tava tão focada nos seus ''gostosos, lindos e perfeitos'' que nem ligou.

 

— Nem me chamou pra ir também, eu fiquei sozinha naquele aula chata – se emburrou e eu fiz uma pose sarcástica.

 

— Oh! Desculpe pra você ficar falando dos Sakamakis e como eles estavam lindo hoje? Não, muito obrigada!

 

Deu de ombros ainda emburrada

 

— Mas eles estavam! — reclamou

 

— Eu não ligo, eu quero meu shake — dei de ombros não ligando pra o muxoxo dela.

 

— Égua. Eu te odeio muito sabia? Pensava que iria esquecer disso disso daí

 

— Você sabe que nunca esqueço comida e seu amor por mim é considerável. Vamos logo pro dormitório preciso te contar uma coisa – disse séria só pra fazer hora mesmo. Outra coisa, dividimos o mesmo quarto.

 


Notas Finais


Aprova?


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