História Only My Fairy Tale - Capítulo 34


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Categorias Haikyuu!!
Personagens Shouyou Hinata, Tobio Kageyama
Tags Aventura, Haikyuu, Kagehina, Lemon, Menção Abo, Romance, Tragedia, Yaoi
Visualizações 117
Palavras 1.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoas!!
Tudo Bom?
Espero que gostem!!!

Capítulo 34 - "It Will Do You Good."


Fanfic / Fanfiction Only My Fairy Tale - Capítulo 34 - "It Will Do You Good."

                           ▪❁▪

              Povs Kageyama On...

Quando acordo sinto como se milhões de toneladas de areia estivessem sobre minhas costas, meus calcanhares pareciam estar sobre a brasa de tão ardidos e doloridos, minhas pernas pareciam que iriam me jogar ao chão a qualquer instante, minhas mãos? Hunf eu quase não as sentia inclusas no meu corpo.

Abro meus olhos devagar e pisco simultâneamente tentando me acostumar com a claridade local que eu desconhecia no momento, o local que eu estava preso não tinha um pingo de luz, e agora parecia haver um sol em frente aos meus olhos, ou havia me movido de lugar enquanto eu estava desacordado ou eu morri e estou a caminho do céu.

Depois de me acostumar com a claridade do ambiente noto que eu não estava acorrentado, que não estava preso em uma máquina, eu não era um preso da Tamako, eu estava livre, será que isso tudo foi só um pesadelo? Hmm, claro que não, se fosse só um pesadelo a dor não seria só emocional.

Olho para o chão e percebo ser de uma areia fina e branca, olho para os lados e vejo que estou em uma praia, mas não em qualquer praia, me levanto do chão e começo a andar sem rumo, se eu estava certo o lugar me era familiar, talvez não fosse o que eu esperava mas ainda sim algo dentro de mim me dizia que eu já conhecia tal lugar, continuei andando seguindo uma especie de trilha de pedras na areia,  a cada passo eu sentia uma ligação extremamente forte aumentando,  e minhas expectativas começavam a aumentar, eu queria que fosse o meu lugar.

Continuo andando e não sei porque em certo momento eu começo a correr, agora sem nenhuma duvida algo dentro de mim sabia aonde estava, era a casa de praia da família, na verdade a casa de praia que foi abandonada pela minha família e eu transformei no meu cantinho, aos poucos vejo a silhueta das grandes pedras que delimitavam a área da casa, procuro em meio as pedras a pequena entrada com uma escada de madeira, a casa ficava em uma parte um pouco mais alta do que a praia, sigo a escada e logo a casa aparece a minha visão.

Estava exatamente como eu deixei a treze anos atrás, as madeiras eram claras dando um toque meio rustico/aconchegante, havia uma enorme varanda com uma mesa no canto junto a dois sofás, no meio tinha uma porta com entrada para cachorro, e do outro lado uma rede, mais a frente no quintal era uma pequena parte de grama com algumas árvores e uma mesa de piquenique, logo mais a frente era a praia, do outro lado era a entrada principal da casa vindo pela rua, essa entrada que eu descrevi, era só a entrada alternativa que eu criei pra fugir da minha família e dos meus problemas de adolescente da época, começo a me aproximar da casa e sinto um aroma familiar, alguém estava cozinhando?

Chego a varanda e abaixo para retirar meus sapatos, e só ai noto que estava descalço o caminho todo, me levanto e sigo até a porta, giro a maçaneta e tenho a visão do meu esconderijo do jeitinho que minha mae deixava depois de descobrir que eu me escondia ali.

O andar de baixo da casa era simples, tinha uma porta embaixo das escada que dava pra área de serviço, obviamente as escadas, a sala e a cozinha no estilo americana, o andar de cima também não tinha muita coisa, só dois quartos com cama, e um cômodo vazio, sigo para a cozinha de onde vinha o cheiro tão conhecido por mim, e lá a encontro como eu esperava.

Mãe?- chamo baixo, ainda tentando assimilar cada detalhe dela em minha mente de novo, a mais velha se vira e sorri fazendo seus olhos se fecharem.

Yoko- Querido, que bom que conseguiu chegar aqui.- diz sorrindo.

Eu não entendo o que está acontecendo..- digo e mordo o meu lábio em uma amostra de desconforto.- Você, o papai, o nosso mundo, o que aconteceu?

Yoko- Sem dúvidas tudo foi uma tragédia, pelo menos você está realmente vivo, queria poder dizer que está seguro também.- diz suspirando- Tudo aconteceu muito rápido, três dias depois que você foi embora, uma mulher estranha apareceu na cidade, um dia depois foi como se o apocalipse tivesse chegado, tudo acabou em meio a fogo e cinzas, ninguém conseguiu escapar nem mesmo aquela mulher desconhecida.

Então vocês estão mortos? Eu estou louco só pode.- digo me alterando.

Yoko- Primeiro se acalme, segundo você não está louco, mas acho que preferia estar, aquela mulher, Tamako.- fala com desgosto.- Ela fez isso tudo, ela é como uma necromante, controla os mortos por puro prazer, mas eu não sei como ela faz isso, eu só lembro de tudo queimando, seu pai tentando me salvar, e no final a casa desabando, morremos juntos e era pra continuar assim.- disse suspirando.

A Tamako é uma necromante? Eu não consigo entender nada.- digo alto.

Yoko- Filho, eu também não entendo direito, só sei que eu acordei nesse mundo, pressa a uma mulher que queria que eu matasse meu filho, seu pai não me ouve tão pouco sabe meu nome.- diz.- mas o a algo que eu preciso dizer, algo que pode definir o seu "felizes para sempre".- diz baixo se sentando ao meu lado.

O que quer dizer com isso?- pergunto enquanto procurava sua mão para segurar.

Yoko- Eu tive que usar um restinho de poder pra conseguir trazer nos dois aqui, então ouça com atenção, você vai ter que escolher entre as pessoas que ama, entre morrer e viver, entre o certo e o errado, no final isso pode destrui-lo ou ajuda-lo.- Ela diz calmamente.

Sobre o que eu vou ter que escolher?- pergunto.

Yoko- Eu não sei meu amor, mas sei que vai fazer o certo.- diz calma.

Mãe, e se eu perder vocês de novo?- pergunto baixo.

Yoko- Não vai nos perder de verdade, o destino quis assim, se ele escolher nos tirar de você de novo, assim deve ser, no final vamos continuar todos juntos aqui.- disse apontando para o coração.

Eu não quero perde-los.- digo me levantando e a abraçando forte, sinto seus braços envolta do meu pescoço e suas mãos acariciando meus cabelos.

Yoko- Você não quer perder o que teve, mas quer perder o que conquistou? Meu amor pense, nós passamos pouco tempo juntos, mas você é um adulto construindo sua vida, não pode perder o que conquistou.- diz baixo.

Mas..- acabado sendo interrompido.

Yoko- Você perdeu alguém importante no passado, mas arriscaria perder alguém importante no futuro? Filho pense bem, meu tempo nesse mundo acabou, o seu só está começando.- diz de maneira calma.- Agora sente e coma, eu fiz seus biscoitos preferidos.

Mãe, eu não quero perder ninguém.- digo baixo.

Yoko- Eu sei disso, mas se acalme e pense em tudo, no final vai descobrir o que vai fazer bem.- diz sorrindo.

Espero que eu consiga decidir o que é o melhor, também espero não perder ninguém, minhas escolhas no momento vão definir o meu futuro, isso é óbvio, mas se eu escolher errado ou certo qual o risco que vou correr?

                             ▪❁▪


Notas Finais


Até o próximo fim de semana!!!


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