História Only one King - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eijirou Kirishima, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Shouto Todoroki
Tags Bakugou Katsuki, Fluffly, Kiribaku(menções), Kirideku(menções), Lemon, Pwp, Shouto X Katsuki, Todobaku, Todoroki Shouto, Todoroki X Bakugou
Visualizações 320
Palavras 11.715
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, cá estou eu estreando nessa categoria apos ter entrado no projeto que eu tanto queria entrar aka QUIRKFICS;

Bom, como eu amo muito TodoBaku resolvi estrear nessa categoria com esse casal maravilhoso que eu tanto amo. De inicio seria apenas um KiriBaku, mas, após ouvir muitas músicas e me aventurar no pinterest, eu simplesmente não resisti e me cedi ao meu casalzão...

Antes de tudo, lá vai alguns avisos:
[♠] Primeiro, as imagens da capa da fanfic foram retiradas do Pinterest, assim como minhas ideias também foram.

[♠] Apesar de ter ouvido as músicas e me inspirado em: Only one king ( Tommee Profitt) & You should see me in a crown (Billie Eilish), a fanfic não é uma SONGFIC!

[♠]Tentei ser o mais fiel possível ao universo original de Bnha, mas, apesar disso tudo devido aos acontecimentos da fanfic acabou se tornando um A.U.

É isso, espero que gostem da fanfic tanto quanto gostei de escreve-la♥

Capítulo 1 - Você aceita ser meu rei?


 Bakugou Katsuki queria ser rei, apesar de todos desaprovarem a sua decisão, pelo simples fato de possuir uma personalidade um tanto quanto explosiva, assim como sua individualidade. Um rei não deveria emitir tanto ódio, ou muito menos possuir uma personalidade explosiva e imparcial, deveria ser calmo, astuto, e transmitir confiança ao seu povo.

Mas, desde quando alguém devia ter o ‘’poder’’ de julgar como deveriam ser as atitudes de um rei? Para o jovem Bakugou, ser forte como um guerreiro, ser temido ao invés de amado, era mais do que necessário para governar. Afinal de tudo, não era com palavras dóceis e chulas que venceriam uma guerra, nada se resolveria com um aperto de mãos ou muito menos com promessas fajutas a seu povo, então, porque precisavam de outro rei naquela historia?  Porque tinham que escolher mais alguém para governar aquele cenário fictício? Apenas um rei bastava, mas, devido à personalidade consideravelmente forte do jovem, o povo lhe temia. Ele não era confiante o bastante para assumir tamanha responsabilidade, por isso precisava de alguém que tinham as qualidades ideias para aquele papel tão importante. Todoroki Shouto nem ao menos fora consultado se realmente queria aquilo, e agora, liderava outro reino naquela história. 

Emitido pela traição de seu povo, Bakugou declarou guerra ao bicolor, que em poucos segundos de reinado já havia conquistado milhares naquele minúsculo e fictício reino, todos haviam lhe enganado e armado perante as suas costas quando anunciaram que Todoroki também seria rei, mas, de uma forma ou de outra, não deveria existir dois reinados — dois reis — naquela ficção. 

— Inacreditável! — exaltou seu tom de voz, fazendo com que todas aquelas pessoas daquele teatro pararem o que estavam fazendo para então prestarem atenção no loiro. A raiva escancarada em sua fala estava tão nítida quanto sua expressão nem um pouco desgostosa. — Eu serei rei. Eu! Enquanto eu estiver vivo, jamais existiram dois reis nessa droga! — praticamente gritou, enquanto era possuído pelo seu próprio ódio descendo daquele palco e pisando forte ate a saída daquele teatro repleto de ignorantes.

— Me espere! — gritava correndo logo atrás do loiro, Ejiro Kirishima, seu melhor amigo, e seu coadjuvante nessa jornada até o trono em busca da coroa de rei. O loiro estava tão enfezado que nem ao menos conseguiu abrir a porta daquele teatro como uma pessoa descente este a chutou até a maldita se abrir. Estava tão corrompido pelo seu próprio ódio que nem ao menos esperou o ruivo lhe alcançar. — Me espera!! — gritou novamente, logo atrás do enfezado, devido aos gritos do amigo, o loiro acabou por lhe esperar um pouco mais adiante naquele corredor que dava para fora do teatro, juntamente dos troféus que a escola teria recebido.

Eles não tinham aquele direito, não depois de tudo o que Katsuki teria feito para tornar-se rei, de toda aquela campanha que teria feito para assumir tal cargo, ser rei estava no papo, mas, agora estava uma tarefa quase que inalcançável graças aquele que seus colegas elegeram ao cargo. O rapaz se sentiu injustiçado, e por se sentir assim, não queria perder para o bicolor. 

— A onde que você vai? — perguntava o rapaz do cabelo espetado, enquanto encarava os olhos avermelhados do loiro, que a essa altura estavam enfezados. O loiro estava com as mãos nos bolsos de sua calça escolar quando o amigo se aproximou de si. 

— Eu vou achar esse pavê maldito! — declarou retirando as mãos dos bolsos encarando de volta o amigo, seus olhos ardiam em chamas, Bakugou não estava em boas condições para assumir uma atitude precipitada como aquelas. — E nem tente me impedir! — emergiu um tom de voz ainda mais feroz que aquele que teria lançado no teatro, o ruivo lhe encarou por alguns segundos sem saber ao certo o que dizer para toda aquela fúria do amigo. 

— Eu não vou lhe impedir eu só... — o ruivo levou uma de suas mãos para seus cabelos, bagunçando-os ainda mais enquanto via que os olhos avermelhados enfurecidos do amigo ainda lhe fitavam. — Eu só acho que não seria tão ruim existir dois reis na peça, tipo, quanto mais gente melhor, não é? — entreabriu um sorriso repleto de dentes espetados semelhantes à de um tubarão, o sorriso do ruivo era tão belo quanto o mesmo, este ficou encarando o amigo com aquele seu sorriso escancarado à face por um bom tempo, na esperança que a fúria do outro sumisse, mas, nada adiantou. Bakugou virou as costas para seu melhor amigo enquanto bufava de raiva pelo seu comentário. 

— Está vendo essa coroa, idiota? — perguntou apontando para uma coroa brilhante que estava presa em um vidro, juntamente com alguns troféus que a escola teria recebido, aquela seria a coroa que o rei usaria na peça. O ruivo fez que sim com a cabeça, ignorando totalmente o fato de ter sido chamado de idiota pelo nervosinho. — Não existem duas coroas, só existe uma! — falou enquanto apontava para o objeto, a vidraça estava com uma placa escrita para não tocar. — Viu essa merda? Só tem uma! Não tem duas, ou três, apenas uma. Porque só um pode ser o rei. — o loiro ainda estava enfezado, mas, seu tom de voz agora estava mais calmo que antes, Kirishima quase conseguia acreditar que o amigo já havia se acalmado.

 A ideia de ser rei e de possuir aquele objeto brilhante havia subido totalmente a cabeça do rapaz, em partes, o ruivo até que concordava com as atitudes do amigo, afinal, este teria dado duro na campanha para rei, o ruivo sabia disso, pois havia ajudado o rapaz durante todo aquele tempo. E também não tinha nada mais másculo para ele do que lutar como um homem para se obtiver o titulo de algo. Admirava Katsuki nesse aspecto. 

— E esse rei, serei eu! — declarou fechando a cara em seguida e cruzando os braços. —Posso não ser o favorito de todo mundo, igual o meio-a-meio bastardo é, mas não deixarei esse pedaço de estrume tocar nessa coroa. Eu não deixarei! — o nervosismo a sua voz havia voltado, e suas ultimas palavras saíram como um destaque de seus lábios enquanto andava para fora dali.

— Eu disse que te ajudaria, porque você é meu amigo, mas... —disse enquanto via o rapaz loiro andar furiosamente em direção à saída daquele local, ignorando totalmente suas palavras. Não tinha o que fazer, quando Bakugou colocava algo em sua mente, era bem difícil de ser retirado, bem, Kirishima não tinha muito que fazer ao não ser observar a figura enfezada espantar todos aqueles que passavam por ali com sua raiva. 

Suspirou após ver que Bakugou já estava bastante longe de si, o ruivo estava tão focado no amigo que nem ao menos havia notado que agora, havia companhia. 

— Não faz essa cara. — disse a voz meiga de Izuku, o ruivo olhou para o garoto que estava com a fantasia que usaria na peça, uma fantasia de camponês. O garoto carregava uma caixa às mãos. — Quando ele coloca algo em sua cabeça, fica bem difícil de se retirar depois, não é sua culpa você fez tudo o que estava ao seu alcance, agora é com ele. — esboçou um sorriso amistoso para o colega de classe, que logo abriu outro para as palavras de seu amigo.

— Você quer ajuda com isso ai?— perguntou referindo-se a caixa que o garoto carregava.

X

Bakugou já teria expulsado mais pessoas do que teria planejado enquanto revirava a escola atrás do bicolor, que provavelmente estaria se escondendo, pois o loiro não lhe encontrava em lugar algum. O rapaz já estava quase que perdendo a paciência de tanto procurar aquele garoto, só faltava dois lugares para este procurar, seu quarto no dormitório e o vestiário masculino. O loiro estava a caminho do quarto do bicolor quando encontra este saindo do mesmo.

‘’Finalmente!!’’ — berrou em sua mente. 

— EI! — gritou, chamando a atenção do bicolor que o encarou por alguns instantes antes de soltar um suspiro. — Parado ai seu merda a gente vai conversar! — a raiva estava mais do que escarada na face do loiro, que agora pisava forte na direção de Todoroki que tinha uma de suas mãos apoiadas na maçaneta da porta. O rapaz dos olhos heterocromáticos esperou o loiro aproximar-se de si para abrir a porte de seu quarto. — Nem pense em fugir de mim! — franziu o cenho e cerrou os punhos enquanto entrava bufando de raiva dentro do quarto do bicolor. 

— Eu não irei fugir não se preocupe. — falou o bicolor em um tom calmo, entrando logo após o loiro, fechando a porta em seguida, seu quarto era daqueles bem tradicionais japoneses, Katsuki fingiu não estar impressionado com o estilo de seu quarto, ignorando tudo o que estava ali, cruzando os braços a frente do maior. — O que quer conversar? — perguntou ainda no seu ‘’controle’’ o loiro odiava aquilo, como o bicolor podia estar tão calmo com aquilo? O meio-a-meio encarou por alguns segundos a expressão irritadiça a face do loiro. — E sobre ser rei, não é? — desembuchou após encara-lo por um curto período. 

— O que mais seria? — respondeu rudemente descruzando os braços, o estilo de seu quarto lhe incomodava um pouco, não se sentia muito à-vontade naquele lugar, não queria ficar mais nem um segundo dentro daquele ambiente esquisitão. — Eu não deixarei você ficar com aquela c... — fora interrompido por Todoroki, que cortou sua fala:

— Não tenho intenções em ser ‘’rei’’ dessa peça. — confessou, enquanto observava agora a expressão confusa da face de Bakugou transforma-se em uma mistura bem esquisita de raiva e confusão, este soltou um sorriso para a expressão que o loiro fazia e em resultado daquilo, as bochechas deste coraram. — Eu nunca quis ser escolhido, na verdade... Até prefiro que você se torne rei, apesar não entender o motivo de você querer tanto isso. — admitiu, olhando nos olhos enfurecidos do rapaz que aos poucos cediam aos do outro, logo, este desfranzi o cenho tentando escapar dos olhos do rapaz. 

— Eu não vou acreditar nessas suas mentiras, eu não sou a porra do Deku que você consegue persuadir com esse seu jeitinho calmo ridículo sem noção. — disse quase como um instinto de defesa, apesar de discordar de suas palavras por alguns instantes, o loiro permaneceu firme em relação as suas palavras duras, caminhando em direção do bicolor que estava escorado na porta de seu quarto. — Sai! — exigiu a saída deste, o bicolor suspirou e cruzou os braços, negando a saída do rapaz. 

— Eu não estou mentindo, eu realmente não tenho interesses em ser rei de nada, Bakugou. — os olhos heterocromáticos do garoto encaravam fortemente os do loiro, mas, Bakugou parecia firme demais com suas acusações para acreditar nas palavras do rapaz. Todoroki não estava mentido, seus olhos transmitiam a verdade, mas, devido ao calor do momento o loiro não havia prestado atenção nisso.  — Eu...

— Sai dessa porra se não eu te explodo! — ameaçou ainda firmemente, o bicolor parecia um tanto triste com as palavras do rapaz, mas, não podia mantê-lo naquele quarto para sempre, afastou-se da porta abrindo-a. — Essa conversa ainda não acabou! — afirmou enquanto caminhava irritado para fora daquele lugar.

Durante a caminhada em direção ao seu quarto, Katsuki não conseguia parara de pensar nas palavras de Shouto, desde seus olhares para ele, quanto tudo aquilo que o rapaz julgou ser uma mentira. Suas palavras, elas não eram nem um pouco mentirosas, o bicolor estava falando a verdade em relação a não querer ser rei de absolutamente nada, mas, então porque todos seus colegas o elegeram para concorrer consigo? Era de fato algo muito suspeito vendo assim de passagem. Por algum motivo desconhecido o loiro passou o resto da tarde pensando nas palavras de seu colega, em seu sorriso, em tudo. Todoroki era lindo, Katsuki admitia isso com clareza, não era atoa que todas as garotas de sua escola aparentavam gostar dele, ele também havia entrado no colégio com as melhores notas... 

Não tinha motivo para o jovem loiro estar pensando no bicolor, até porque havia praticamente declarado guerra a este— mentalmente—, mas, porque se sentia tão mal em relação a isso? Não era um habito seu ficar triste após a declaração de uma guerra, normalmente, após isso o garoto ficava até meio que empolgado e exaltado para ganhar, mas dessa vez havia sido diferente. Tudo o que o garoto loiro conseguia sentir era culpa de ter acusado suas palavras de mentirosas quando este estava lhe dizendo a verdade, o rapaz não tinha o menor interesse naquilo e também, se sentia péssimo por ter cortado sua fala e rudemente ter saído de seu quarto. Eram poucas as coisas que lhe fazia remoer seus pensamentos naquela cama, bagunçando-a inteira, o loiro não dava muita importância para isso, só queria tirar Shouto de sua mente para poder dormir em paz.

Mas, ele não conseguia parar de pensar nele... 

Levantou-se de sua cama, já estava de noite quando fez isso, por estar de noite, o jovem também não estava mais com seu uniforme escolar, estava de pijama. Seu pijama era composto por uma camiseta regata, e um short um pouco mais curto em relação aos que o rapaz costumava a usar, que assim como a regata, também era da cor preta. Seus cabelos loiros estavam bagunçados, devido ao fato deste ter se remexido na cama tentando encontrar uma posição agradável para dormir. Deu alguns paços ate a porta de seu quarto, abrindo-o em questão de segundos. O rapaz começou a caminhar em direção ao andar comunitário — salão de descanso — do prédio; passando diretamente por este indo em rumo para a única entrada e saída do lugar, afinal, precisava de ar puro e ate mesmo um lugar calmo para manter seus pensamentos em ordens.  

Tinha acabado de colocar os pés para fora do prédio do dormitório quando fora surpreendido por um barulho que era bastante semelhante à de um celular caindo no chão. O barulho do impacto não estava muito longe de si, mas, preocupado com o próprio celular o rapaz resolveu conferir seus bolsos para saber se o aparelho ainda se encontrava lá, e por sorte, ele se encontrava. Suspirou aliviado por não ter sido o seu celular que havia caído, afinal, se o rapaz quebrasse o celular sua mãe lhe daria tanto sermão que faria o garoto nunca mais ter um aparelho destes em toda sua vida.

Devido ao barulho do impacto não muito longe de si, o garoto voltou para dentro do salão comunitário em busca do som que teria ouvido. Já se passava das duas da manhã e todos os seus colegas de classe estavam dormindo, não era possível que mais alguém estivesse acordado há essa hora, então, o rapaz resolveu investigar. Com a ajuda de seu celular, o rapaz procurava em meio aquela escuridão absurda que se encontrava o local algo que explicasse o som que teria ouvido segundos antes.  Mas, não havia nem um vestígio e absolutamente ninguém — além dele — naquele ambiente, logo, saiu do salão comunitário e seguiu para fora — mais uma vez — do prédio que dava diretamente a uma escadaria e ao seu fim, um gramado.  

Descendo as escadas, mais a baixo, lá perante aos últimos degraus daquela escadaria, estava Todoroki Shouto, o culpado de sua insônia estava bem a sua frente. Assim que o bicolor sentiu a presença do outro, virou-se para encara-lo, havia lágrimas em seus olhos heterocromáticos, acompanhado de uma expressão entristecida, por algum motivo, o peito de Katsuki ardeu ao ver as lágrimas nos olhos daquele que deveria ‘’eliminar’’.  Sem saber ao certo o que fazer, o loiro aproximou-se do bicolor, que não se afastou de si e permitiu que o rapaz se aproximasse. 

— O que aconteceu? — perguntou enquanto olhava para o rapaz, que assim como ele, também estava de pijama, o bicolor limpou as lágrimas que caiam de seus lindos olhos com as costas de suas mãos. Em todo aquele período estudando ao lado de Todoroki, aquela era a primeira vez que Katsuki lhe via chorar; e a primeira vez que sentia uma forte sensação de querer proteger alguém.

— Não é nada. — disse em seguida, sua voz ainda encontrava-se calma, mesmo com todas aquelas lágrimas caindo de seus olhos, o rapaz ainda emitia calmaria a sua voz. Katsuki aproximou-se um pouco mais do rapaz sentando-se ao seu lado. — Estou bem. — disse ao loiro que agora estava sentado ao sue lado. O alheiro só se sentiria bem consigo mesmo se fizesse o meio-a-meio parar de chorar.

— Você não está bem.  — o loiro afirmou enquanto fitava seus olhos nos do bicolor, que ainda tentava limpar suas lágrimas, Bakugou não tinha lá uma relação muito amistosa com o meio-a-meio, na verdade, fora Kirishima o loiro não tinha uma boa relação com quase ninguém.  Mas, não queria mais ver o bicolor chorar, então, respirou fundo — Tudo bem não estar bem, se está chorando por algo que eu lhe disse... M-me — o loiro engoliu todo o seu orgulho neste momento, literalmente todo ele, e prosseguiu: — Me desculpa. — o pedido de desculpa soou de uma forma baixa, mas, fora o suficiente para o bicolor encarar o loiro após aquilo sem reação.  — N-NÃO ME OLHE ASSIM! — gritou em forma de gaguejo virando o rosto em milésimos de segundos depois corando após aquela baita encarada que o colega lhe deu.

— Não estou chorando por algo que você disse, mas, o pedido de desculpas foi cômico. — disse esboçando um sorriso com os lábios ao rapaz, aquela teria sido a segunda vez que o bicolor havia sorrido para si, seu sorriso era tão belo que fazia Katsuki se sentir bem consigo mesmo. Mas, aos poucos seu sorriso se desmanchava para continuar a falar: — Me perdoe por chorar dessa maneira, e por não conseguir parar eu só... Não quero me tornar o que todos esperem que eu me torne. — confessou enquanto voltava a limpar suas lágrimas com as costas de suas mãos, afastando-a em seguida. — Não quero ser o que o meu pai quer que eu me torne, e também, não quero me tornar o protagonista, sendo re... — fora interrompido por Bakugou em seguida:

— Dane-se o que a porra do seu pai quer que você seja. Você não precisa se forçar a fazer o que não quer, e caralho como você pode ter tanta certeza que não quer ser rei? Você já olhou pra bosta daquela coroa? — disse em um tom rude, enquanto encarava os olhos heterocromáticos que se encontravam arregalados agora devido às palavras de Katsuki. — Você não precisa se desculpar por estar chorando, você tinha que ‘’ta se desculpando com o pessoal babaca que te elegeu a essa merda sem te consultar! Você nem ao menos fez o teste para esse papel. — as lágrimas dos olhos do bicolor começaram a cair mais e mais; Bakugou começou há ficar um pouco desesperado em relação a isso, não sabia como confortar alguém que estava chorando daquela forma, seu peito doía tanto, não gostava nem um pouco de ver o bicolor chorar. — E-ei, não chora! — gaguejou enquanto corava, este aproximou suas mãos ao rosto do colega, e limpou suas lágrimas com seus polegares. Seus dedos, enquanto acariciava a face esbranquiçada do rapaz, distribuindo caricias pela face do bicolor.

Durante todo o ato de Katsuki limpando suas lágrimas, Todoroki permaneceu a encarar os olhos avermelhados do loiro durante as caricias que recebia, suas bochechas estavam coradas, e Todoroki já sabia mais ou menos o motivo disso. Retirou as mãos do garoto de sua face, vendo-o fazer uma expressão confusa logo em seguida, em meros segundos depois puxou o loiro para um abraço, que fora bem recebido pelo mesmo. Os garotos ficaram se abraçando por um bom tempo, durante o abraço o jovem de cabelos loiros permanecia corado enquanto o outro aproveitava cada segundo aos braços do menor com os olhos fechados. 

— Obrigado. — agradeceu enquanto afastava-se dos braços do loiro, a essa altura, o bicolor já havia parado de chorar, mas, o loirinho ainda permanecia envergonhado com o gesto repentino do outro, Katsuki ficava extremamente fofo quando estava envergonhado, quase nem parecia o rapaz explosivo que era quando suas bochechas tornaram-se avermelhadas. — Já que você está aqui, eu queria aproveitar para lhe dizer que... — puxou o queixo do rapaz um pouco mais para frente, fazendo este aproximar-se ainda mais de si. O loiro estava tão próximo, que podia até mesmo sentir a respiração do outro. — Eu sempre nutri uma paixão por você — confessou, sua boca estava a pequenos centímetros de distancia da de Bakugou, que assim que ouviu a confissão, corou-se mais ainda, agora, estava mais vermelho que um pimentão devido à declaração repentina de Shouto. 

Bakugou não sabia ao certo o que dizer ao bicolor depois daquela sua declaração, então, apenas selou os lábios do outro aos teus — timidamente — em um selinho gentil. Com o ato inesperado, o bicolor permaneceu chocado, mas, logo cedeu totalmente aquele beijo simples que o loiro teria lhe dado. Logo, o selo fora rompido, mas, a aproximação do casal ainda permanecia. 

— Me diz que isso foi um sonho. — desembuchou Todoroki após os lábios serem selados, encarava o loiro com desconfiança, tinha medo que este estivesse zombando de seus sentimentos.

— Não foi um sonho, bastardo... — disse, prendendo mais uma vez o meio-a-meio em um longo e demorado selinho, que logo deu espaço para um beijo de verdade comandado pelo bicolor. O loiro entrelaçava os braços ao redor do pescoço alheiro, enquanto o outro persuadia sua língua, guiando esta a todo o momento, o rapaz apenas lhe acompanhava, enquanto enroscava os dedos nos cabelos do bicolor os bagunçando levemente, fazendo com que o seu lado branco misturasse com o vermelho. O beijo apesar de tudo era lento, e mais parecia um simples gesto de carinho, era totalmente diferente dos beijos que Katsuki já havia ganhado em torno de sua vida; que sempre foi beijos extravagantes e cheios de movimentos bruscos, a língua do meio-a-meio por sua vez, transmitia um beijo calmo e sereno nada muito desgastante, era exatamente igual a ele. Logo, devido à falta de ar, os rapazes se separam, quebrando o filete de saliva que ligava as línguas e as caricias que Katsuki distribuía aos cabelos do outro. 

— Você beija muito bem — elogiou, enquanto recuperava todo o ar que havia perdido, soltando um sorriso para o loiro.

— Cala a boca... — disse, dando outro selinho no bicolor que riu nasalmente com aquilo.

Beijar o bicolor era como estar preso em um lindo sonho. 

— Vamos para outro lugar, alguém pode nos ver aqui. — disse se levantando em seguida, enquanto encarava o amado que após ouvir aquelas palavras ficou com as bochechas coradas, de fato, estes não podiam ser vistos trocando esse tipo de carias, ainda mais na escadaria que dava direto ao dormitório. Seria um tremendo caos se algum professor passasse por ali e vissem que os rapazes estão fora da cama após o toque de recolher. 

— Vamos para o meu quarto. — disse se levantando logo em seguida, este esticou a mão para que o bicolor a pegasse, e então os rapazes voltaram para dentro do salão comunitário, atravessaram o mesmo sem muitas enrolações, afinal, ambos estavam loucos de vontade para chegarem ao quarto do loiro, que por sua vez, não demorou tanto assim para chegar. Katsuki solta à mão do bicolor por alguns instantes para poder abrir a porta de seu quarto, esperou o rapaz entrar para que pudesse fechar a porta e trancar o quarto logo em seguida.  

Assim que fechou a porta, Katsuki nem dera muito tempo para o bicolor fuçar o lugar e já teria empurrado o garoto com as pontas de seus dígitos para que este caísse sob a cama, sentando no final de seu abdômen em meros segundos depois. Selou os lábios do bicolor aos teus mais uma vez naquela noite enquanto era preso pelos braços do mesmo que agora, estavam em sua cintura. Após o selar dos lábios desfeito, Katsuki se deita sob o peito do amado que entrelaçava seus dedos às mechas de seus cabelos, acariciando seus fios dourados, enquanto fechava os olhos para aproveitar-se melhor das caricias de Shouto.

— Estamos indo rápido demais.. — anunciou o bicolor enquanto afagava os cabelos do outro, que ainda aproveitava muito bem de suas caricias.

— Eu gosto das coisas assim. — confessou, enquanto levantava o rosto para encarar os olhos heterocromáticos de Shouto, selou os lábios do garoto mais uma vez, havia se tornado viciado naquilo.

— Entendi. — sorriu para o rapaz após este lhe beijar, de uma forma ou de outra, estava começando a se acostumar com os beijos de Katsuki.  — Então, o que quer fazer agora? — perguntou parando de afagar os cabelos dourados do amado, que corou por alguns instantes antes de virar o rosto com aquela pergunta embaraçosa, que Katsuki não sabia ao certo como lhe responder.  

— Eu quero você, agora. — falou de forma tímida enquanto desviava o olhar do bicolor que abriu um sorriso após ouvir aquelas palavras de Katsuki, abraçou o rapaz mais uma vez, não queria sair daquela posição tão confortável tão cedo. 

— Você já me tem bem aqui, Bakugou. — o rapaz entreabriu um sorriso ladino, Shouto aparentemente não teria entendido o que o rapaz queria dizer, e aquilo, por alguns poucos segundos deixou o loiro um tanto frustrado, tanto que sem avisos prevês depositou um beijo a bochecha do rapaz, e traçou um caminho de beijos até o pescoço do outro.  Todorki assim como o amado estava de pijama, seu pijama era semelhante ao do loiro, porem, de cores diferentes. O Rapaz usava uma camiseta branca e shorts pretos como pijama.

Mordeu a região — não muito forte — e depositou um beijinho no local em seguida, vendo que o bicolor havia soltado um pequeno grunhido de dor devido ao ato, como Bakugou não teria mordido a região muito forte, logo, aquela mordida sumiria de seu pescoço. Após depositar aquela mordia o rapaz voltava a encarar os olhos do amado, que lhe deu um beijinho a ponta de seu nariz antes de forçar a troca de posição ficando agora encima do loiro. 

— Bem melhor. — falou, enquanto aproximava-se dos lábios do loiro novamente para prendê-lo em outro beijo, desta vez o beijo fora um tanto feroz quanto o primeiro, um beijo cheio de desejo e bastante desgastante, fazendo ambos os rapazes ofegantes após o mesmo. Enquanto Katsuki se recuperava do beijo desgastante, Todoroki traçava um caminho de beijos desde os cantos de seus lábios até seu trapézio, onde afastou a alça de sua regata e depositou uma mordida um tanto forte no local, fazendo este grunhir de dor enquanto levava suas mãos a sua boca, para amenizar o som de seus grunhidos. Após a mordida o rapaz começou a chupar a região que teria marcado, fazendo com a esta se tornasse vermelha perante as suas chupadas fortes, que até mesmo faziam barulho, o loiro grunhia com tamanha dor que sentia.   

Todoroki estava louco, todos veriam aquela marca!

Afastou seus lábios da região que havia chupado, esta havia ficado tão vermelhinha que provavelmente seria um daqueles chupões difíceis de sair. Todoroki havia lhe marcado desta forma de propósito. O bicolor não sabia ao certo como se controlar, sempre teve muita vontade de fazer isso ao colega de classe, e agora, se sentia finalmente realizado. Sentou-se no final do abdômen do outro, e levantou em meros segundos depois a regata do rapaz.

— Droga, isso vai ficar marcado... — reclamou enquanto passava mão na região que Shouto havia marcado. O loiro de fato havia ficado irritado com aquilo, não queria ser marcado daquela forma, queria marcar a pele esbranquiçada de Shouto, não ser marcado! O outro riu das reclamações do amado, enquanto admirava a visão que era o corpo do parceiro, seus mamilos eram rosinhas e fofos, Shouto sentia uma enorme vontade de enfia-los na boca.

E sem perder a vontade, o bicolor apertou os mamilos do rapaz, fazendo este contorcer-se de dor enquanto soltava um grunhido, as reações de Katsuki a cada toque seu eram de fato surreais, pois, com apenas um beliscão em ambos os mamilos já foram mais do que o suficiente para deixa-los eretos.  Abocanhou o seu mamilo direito rapidamente, chupando-o e mordendo um pouquinho, o bicolor distribuía caricias ao amado enquanto fitava suas expressões de dor, seu rosto a essa altura já estava mais vermelho do que quando os rapazes haviam se beijado. Sorriu com os olhos perante os gemidos que o loiro dava devido as suas caricias ali. Enquanto chupava e passava a língua ao redor do mamilo direito de Bakugou, o rapaz apenas apertava o esquerdo. 

Mordia o pequeno mamilo do outro com tanta vontade, que quase se sentia um profissional naquilo, estava gostando de ver as expressões de Katsuki que mantinha as mãos tampadas a boca na tentativa de reprimir seus gemidos, aquilo estava excitando tanto Todoroki que este já ate mesmo sentia seu pênis ficar ereto. Judiava ainda mais de seu mamilo, passando a língua ao redor do mesmo agora, afastando-se deste em meros segundos depois para fazer o mesmo procedimento com aquele que Shouto apenas judiava. Fez o mesmo procedimento, porém, com um pouco mais de vontade, sugou o mamilo esquerdo do rapaz e lhe mordeu logo em seguida; o loiro grunhiu de dor com aquilo, e logo, uma de suas mãos — que prendiam sua boca — foram parar nos cabelos de Shouto, onde os agarrou firmemente fazendo Shouto grunhir de dor durante as caricias aos mamilos do outro. Dando-se por satisfeito Todoroki se afasta dos mamilos do rapaz para depositar um beijo na mão que ainda estava em sua boca, após o beijo, o rapaz retirou sua mão dali para se perder — mais uma vez — aos lábios do bicolor. Durante o beijo, Todoroki retirava a regata do rapaz, e em seguida retirava a sua, deixando ambos os peitorais de fora, voltando a todo o vapor para o beijo que teriam começado.

Enquanto era guiada pela língua do amado, Katsuki puxava de vagar os fios de cabelo do rapaz, desarrumando-os e deixando os lados se misturarem, estava começando a gostar da desordem de seus cabelos, que sempre pareceram tão bem alinhados. Afastou-se dos lábios do bicolor após ficar sem ar, encarou seus olhos heterocromáticos após isso, e então, o rapaz saiu de cima de seu corpo e consequentemente de sua cama também, abaixou seus shorts de forma rápida, ficando apenas de cueca. Para a surpresa de Katsuki, Shouto usava uma cueca preta, normal, daquelas que aparentemente todos os homens do universo têm uma cueca boxer. Agora, o bicolor ia a seu encontro na cama, para não ficar para trás, Katsuki acabou retirando seus shorts também, e devido ao nervosismo, acabou jogando-os para o alto não se importando a onde a peça teria caído. Após o ato libertador de ter retirado seus shorts, estava apenas de cueca. Sua cueca por sinal era vermelha, e também era a típica boxer. Sua cueca mostrava o seu pênis ereto, este havia ficado um pouco envergonhado por somente com aquelas caricias de Shouto em seu mamilo terem lhe deixado desta maneira, mas, não era somente ele que estava com uma ereção na cueca, seu parceiro também estava, e suas bochechas estavam coradas por conta disso.

— E-eu nunca fiz isso antes... — confessou o bicolor enquanto olhava para os olhos de Katsuki, o mesmo fazia o maior esforço possível para não encarar o membro ereto do amado. A essa altura ambos estavam sentados na cama de frente um para o outro totalmente envergonhado, não era de se esperar que nem um dos dois havia feito isso, afinal, tinham ambos dezesseis anos. — Em pornô parece tudo tão fácil... — confessou novamente enquanto olhava para Katsuki, que também aparentava estar tão envergonhado quanto ele. 

— Você assiste pornô gay?  — surpreendeu-se olhando para os olhos heterocromáticos que agora se desviavam de seus olhos. O rapaz riu de desespero em seguida, Bakugou também assistia pornô gay, mas, confessar essas coisas de uma hora para outra era difícil, mas, para não deixar o bicolor se sentir mal com a confissão, o rapaz continuou: — E-eu assisto também. — confessou de volta, desviando os olhos do bicolor, que assim que ouviu a confissão entreabriu um sorriso gigantesco aos lábios, Katsuki ignorou o sorriso do outro e passou a encarar qualquer coisa naquele quarto que não fosse os olhos do parceiro. 

— Então tudo fica mais fácil, eu achei que você não consumia esse tipo de conteúdo. — falou encarando as bochechas rosadas do rosto do parceiro, que quase não estava acreditando que estava seminu em sua cama com Todoroki confessando o tipo de pornô que consumia; gay. — Então... Você não teria em seu quarto lubrificante ou algo assim? — perguntou tentando disfarçar a vergonha que sentia por estar falando aquelas palavras, mas, o que de fato falaria para Katsuki em uma hora destas? 

— Obvio que não! — falou em um tom de voz quase que irritado pela pergunta feita a si. — ‘’Ta achando que eu sou a porra do Mineta pra ter essas coisas no meu quarto? — Todoroki riu com o comentário de Bakugou, o rapaz loiro ficava tão bonito quando estava irritado, ficava mais ainda seminu na sua frente. — O que vamos fazer? — perguntou após corar-se com a risada do bicolor, sua risada era tão bonita, de alguma forma fazia o loiro querer ouvir o som dela mais vezes. 

— Eu já sei. — falou enquanto desmanchava seu sorriso, Katsuki passou a lhe encarar após isso. O rapaz pegou o único travesseiro daquela cama de solteiro e colocou-o próximo da cabeceira, o loiro encarava Todoroki com incerteza aos olhos, não fazia a mínima ideia do que o bicolor faria com aquilo. — Você poderia se sentar nesse travesseiro? — perguntou de uma forma calma, e ate mesmo gentil, o rapaz fez que sim concordando com a cabeça sentando-se no travesseiro, enquanto apoiava as costas na cabeceira de sua cama. — Agora abre as pernas... — Bakugou obedeceu ao bicolor, que se aproximava de si sentando-se no meio de suas pernas abertas, naquela posição que o loiro estava não tinha como não reparar em seu membro ereto, ou muito menos em sua cueca que tampava o mesmo. — Eu vou tirar tudo bem? — perguntou ao rapaz antes de levar suas duas mãos ao elástico da cueca avermelhada do loiro, que assentiu com a cabeça permitindo que o rapaz retirasse o tecido que tampava sua visão de seu membro. Bakugou levantou um pouco os quadris para ajudar o bicolor a abaixar sua cueca. Logo, Shouto havia retirado o tecido que tampava as partes intimas do rapaz, que agora estava envergonhado. 

— Para de me encarar! — pedia enquanto desviava o olhar de Shouto que agora colocava a cueca do loiro ao seu lado na cama. Shouto não conseguia parara de encarar Bakugou, estava tão surpreso por este ser tão lindo, Bakugou era um rapaz extremamente lindo aos olhos heterocromáticos de Shouto, era loiro, forte, era o pacote completo. — Tsc, eu achei que você que seria o passivo...  — falou sem esconder o seu tom irritadiço por estar naquela posição tão vergonhosa, o bicolor sorriu para o parceiro na tentativa de acalma-lo. — Depois a gente vai trocar e eu v-v — o bicolor interrompeu o parceiro, colocando um de seus dedos os lábios do rapaz, fazendo um sinal de ‘’xiu’’ com os lábios em seguida. — Xiu o cara... — foi interrompido novamente, desta vez por sentir as mãos do bicolor em seu pau, este soltou um pequeno gemido ao sentir as mãos do rapaz em seu membro ereto. 

— Desse jeito você vai acordar a todos, Bakugou. — disse o rapaz enquanto agora começava a masturbar o pênis do loiro com uma de suas mãos, fazendo movimentos de vai-e-vem pela extensão do corpo peniano do outro, suas mãos se moviam com facilidade, mas, seus movimentos estes eram lentos, e iam desde a coroa peniana ate a base do corpo. Bakugou durante todo o ato gemia de forma baixa, levando uma de suas mãos ate a sua boca enquanto a outra agarrava firmemente a fronha do travesseiro na qual estava sentado. Todoroki reagia consideravelmente bem aos gemidos do parceiro, queria lhe dar mais prazer do que já lhe estava lhe dando.

Masturbar alguém não era tão difícil quanto se masturbar sozinho, tudo bem, era um pouco mais complicado, pois não conhecia o jeito que o loiro gostava de se masturbado, mas, ao vê-lo gemer com a masturbação que lhe fornecia, este ate mesmo sorria.  Estava indo no caminho certo, e apesar de no começo de seus atos com o loiro terem sido um poucos dolorosos para o outro, o bicolor estava disposto a dar prazer ao jovem que amava, ate mesmo mais do que já estava lhe dando. Os gemidos de Bakugou eram baixos e abafados pela sua mão, mas já eram mais do que o suficiente para tirar as inseguranças que o bicolor sentia ao fazer aquilo. 

— Eu vou aumentar um pouco a velocidade, está bem?— perguntava enquanto parava aos poucos de movimentar sua mão, levando a sua outra mão ate a cintura do loiro, Todoroki esperava ser o mais gentil possível com o loiro nesse momento. O rapaz não lhe respondeu, apenas fez que sim com a cabeça, e então, o bicolor aumentou um pouco mais a velocidade daquela masturbação. Seus movimentos de vai-e-vem a essa altura já estavam um pouco mais aperfeiçoados em relação aos primeiros movimentos que foram dados com insegurança de seus atos, mas, agora, Todoroki já estava bem seguro e mais à-vontade a fazer aquilo, por tanto, precisava se empenhar. 

Todoroki sabia que estava se saindo bem naquilo à medida que Bakugou começava a gemer um pouco mais alto, este tentava a todo custo reprimir seus gemidos, mas, havia se tornando uma tarefa quase que impossível com o bicolor lhe masturbando daquela forma tão empenhada; este fazia o máximo para não revirar seus olhos e aproveitar ainda mais daquela masturbação. Os garotos não podiam fazer muito barulho, ate porque havia outras pessoas dormindo nos quartos adiante.  Como qualquer outro garoto com os hormônios a flor da pele, Katsuki se masturbava, — não tanto quanto deveria — mas, vez ou outra ele realizava o ato e por conta disso, sabia que para fazê-lo gozar, este tinha que aplicar um pouco mais de velocidade em seus atos. 

Não precisava ser um gênio, ou muito muito esperto para notar que Bakugou estava quase próximo ao seu ápice, o mesmo já havia começado a produzir o liquido transparente viscosos de sua uretra — pré-gozo — devido à estimulação de Todoroki em seu membro, por tanto sabia que o parceiro estava quase chegando ao seu ápice.  Mas, não podia deixar o garoto chegar lá, pelo menos não agora, e por conta disso seu movimento aos poucos ficava mais lento até que finalmente parou de movimentar sua mão.

— Ainda não. — disse, após retirar sua mão do pênis do amado, que agora lhe olhava com uma cara de quem não havia gostado nem um pouco de suas palavras. Katsuki retira a mão de sua boca; segundos depois após o rapaz lhe dizer aquilo, e puxa-o para outro beijo, que fora muito bem recebido pelo bicolor que lhe beijava com a mesma vontade que o loiro de querer dominar os lábios do parceiro.  Afastando de seus lábios minutos depois de persuadir a língua do alheiro, que se soltou de seus lábios com um sorriso a face.  Tocou pela ultima vez o pênis do loiro, que apenas com o toque já teria soltado um gemido para aquilo. 

— E agora? — perguntava o loiro um pouco depois de ter soltado um gemido, suas bochechas estavam avermelhadas devido ao calor do momento, mas especificamente porque havia acabado de receber uma estimulação em seu membro. 

— Agora? Bom... — Todoroki havia ficado corado após aquelas perguntas, não sabia ao fato como dizer a Katsuki que agora teria que estimular seu ânus e alarga-lo com seus dedos para poder enfiar seu pau dentro dele. Respirou fundo, nunca havia feito nada assim antes, a experiência era algo novo para ambos os garotos. Levou dois dedos a sua boca, lambeu-os enquanto Bakugou lhe encarava com seus olhos avermelhados observando cada movimento do rapaz. Lambeu seus dedos até deixa-los bem babados, e então, os retirou da boca quebrando um filete de saliva que ligava seus dedos a sua baba, aquilo era meio nojento, mas, como não tinha lubrificante teria que ser assim. Aproximou seus dedos babados ate a entrada do loiro. — Desculpa por fazer essa nojeira. — desculpava-se em relação ao ter babado em seus dedos, o pedido de desculpas havia sido sincero, e havia deixado o bicolor corado com aquilo. 

Aproximou seus dedos da entrada do loiro, que agora tinha as duas mãos firmemente agarradas ao travesseiro, o rapaz passou um de seus dedos babados em volta do orifício anal do rapaz, que soltou um grunhido ao sentir a aproximação tão repentina dos dedos de Todoroki naquela região.

— Pode doer um pouco agora, mas prometo que serei gentil consigo. — falava a voz calmante do bicolor, apesar de emitir um tom de voz calmo este estava um pouco nervosos em relação aquilo, estava com medo de machucar o rapaz que amava, mas, se este não confiasse em si naquele momento e relaxasse; os próximos momentos não seriam muito agradáveis. 

— Vai logo com isso, bastardo... — xingou o parceiro, Katsuki estava nervoso com aquilo não tanto quanto gostaria, mas, não aguentava mais esperar, queria sentir logo o pau do bicolor em seu orifício anal. Todoroki resolveu ignorar o xingamento do parceiro para então enfiar o seu dedo na cavidade anal de Katsuki. — Ahn.. I-isso. — gemeu de dor com a invasão do dedo em sua entrada, levou uma de suas mãos novamente ao encontro de sua boca, para reprimir seus gemidos doloridos; serrou os olhos fortemente em seguida. Apreciava o fato de o bicolor estar querendo ser gentil consigo, afinal, aquela era sua primeira vez, mas, Katsuki sempre fora muito ansioso e apresado, aquela demora toda estava lhe enlouquecendo! Apesar de ter sentido dor com a inserida do dedo do parceiro, Todoroki fora paciente, e esperou o tempo de Bakugou para terminar de encaixar seu dedo ali dentro. — C-contínua... — disse em meio a um gaguejo dando sinal para que o meio-a-meio enfiasse ainda mais seu dedo ali dentro.

Já havia enfiado todo seu dedo dentro da cavidade anal do amado, que ainda mantinha os olhos fechados enquanto tentava reprimir seus grunhidos de dor. Logo, o loiro teria se acostumado com o invasor e abria os olhos para encarar o bicolor, que entendeu aquilo como um sinal para começar a mover seu dedo ali dentro. A baba não era tão eficiente quanto era um lubrificante afinal de contas, esta já teria secado quando Shouto começou a movimentar seu dedo — com cuidado — dentro do parceiro, fazendo simples movimentações de vai-e-vem da mesma forma que estava fazendo com seu pau, porem, de um jeito ainda mais cuidadoso. Bakugou emitia sons de prazer na medida em que o rapaz movimentava seus dedos na entrada do parceiro, antes seus gemidos eram uma mistura de dor com prazer — ainda estavam sendo uma mistura de dor com prazer—, mas, logo fora diminuindo a dor quando se alto permitiu se acostumar com a invasão.   

Os gemidos de Bakugou agora se tornavam gemidos de prazer, Shouto quase que se sentia realizado com os sons que Bakugou emitia gostando daquilo. Apesar de estar penetrando o rapaz com apenas um dedo, sua movimentação não era tão boa, não era tão boa quanto dois dedos, e apesar do loiro estar gostando daquilo, não era com apenas um dedo que se preparava o ânus para receber um pinto.  Sabendo disso, Todoroki retirou o seu dedo de dentro do orifício anal alheiro, enquanto ouvia os gemidos manhosos de Katsuki em reclamação por ter tirado seu dedo dali tão cedo. Levou seu dedo médio e o indicador a sua boca, babando-os mais ainda em seguida, Bakugou por sua vez após emitir um gemido manhoso de seus lábios em reclamação ao rapaz ter tirado seu dedo dali; retirou a mão que tampava sua boca e retirou os dedos — lambuzados de saliva — da boca de Todoroki em um ato rápido, colocou-os em sua boca. 

Bakugou de uma forma desajeitada, e até mesmo sexy levou os dedos do meio-a-meio ao encontro de sua boca, este passou a língua ao redor dos dedos já lambuzados de saliva, chupando-os e lambuzando-os ainda mais. Este não estava nem um pouco preocupado ou tímido em saber que estava fazendo aqueles gestos — obviamente obscenos — nos dedos do bicolor que mordiscava os lábios enquanto Bakugou tratava-se de lambuzar ainda mais aqueles dedos. Por uns instantes, Todoroki imaginou o loiro lhe pagando um boquete, ah, de fato, aquela imagem era muito libidinosa para o rapaz, que quase não estava se aguentando com aquilo. Katsuki durante todo o momento fitava os olhos do parceiro, com um olhar que este julgou ser pervertido, Shouto estava morrendo de vontade de fode-lo. 

Retirou os dedos da boca do outro logo após sentir que já estavam muito bem lubrificados, separando seus dedos da boca do loiro que tinha os dedos ligados a um filete de saliva que logo fora quebrado à medida que Shouto afastava seus dedos da boca do outro. Agora, o rapaz aproximava seus dois dígitos ao encontro da entrada do outro impaciente. Devido a sua impaciência não esperou muito ou muito menos deu tempo para o rapaz se acostumar e enfiou-os de uma vez; fazendo o loiro soltar um gemido dolorido por conta da brutalidade que o meio-a-meio teria aplicado enquanto levava as duas mãos ao encontro de sua boca, para reprimir os próximos gemidos.

Shouto depositou um beijinho na glande do pau alheiro como um pedido de desculpas por ter enfiado seus dedos de uma tão bruta em sua entrada. Permaneceu com os dedos parados ali ate que começou a movimenta-los devagar em um ritmo de vai-e-vem, logo, o rapaz começava a gemer novamente, seus gemidos agora eram de prazer; não eram mais um grunhido dolorido como foram os primeiros. Seus dedos movimentavam-se muito bem na entrada do rapaz, a penetração com dois dedos era simplesmente muito mais fácil de ser manuseada em comparação a uma penetração com apenas um dígito. Agora não havia mais desculpas para Shouto acelerara e desacelerar seus movimentos, pois agora o meio-a-meio podia se movimentar livremente. 

Começou com uma penetração lenta de vai-e-vem no inicio, da mesma forma que teria feito quando inseriu o primeiro digito; que aos poucos pegavam um pouco mais de velocidade e iam ainda mais rápido ali, indo para frente e para trás freneticamente, fazendo o loiro revirar os olhos à medida que Shouto aplicava ainda mais velocidade naquilo. Aquilo estava sendo tão bom para Bakugou, tão prazeroso, que o rapaz simplesmente não conseguia conter seus gemidos manhosos clamando por mais daquilo, os gemidos de Bakugou — manhosos — eram muito bem aceitos pelo parceiro, que agora, queria ouvi-los ainda mais. A sensação de estar transando em seu quarto, a sensação de estar fazendo o máximo de força possível para não sibilar o nome do outro em meio a tudo aquilo, estava sendo bastante estimulante para Katsuki. Ele queria gemer mais alto, queria, mas, não podia. Não queria acordar a todos e também não queria que ninguém soubesse ou lhe visse nessa posição que se encontrava.  

— Ahn.. P-porra... — gemia em meio a um palavrão abafado pela sua mão, o rapaz mordiscava seus lábios para não gemer alto. — E-eu quero s-seu ...ahnn.. — o loiro afasta suas mãos de sua boca, para agarrar mais uma vez a fronha do travesseiro, suas falas já estavam incompreensíveis para Shouto, que apenas escutava os gemidos do parceiro com um sorriso prazeroso.  — T-Todorki...agh... — gemeu o sobrenome do alheiro enquanto dava o seu máximo para não gemer ainda mais alto, após chamar pelo outro, o rapaz prende fortemente seus lábios com os dentes. 

Aquilo havia lhe excitado, e por conta disso, ia ainda mais fundo com aquela penetração, fazendo seus dígitos movimentarem-se ainda mais rápido dentro da cavidade anal do outro, que agora, quase não se aguentava de tanto gemer, tinha suas bochechas coradas, — até demais — o loiro estava parecendo um tomate agora. Ele não estava conseguindo se controlar, sua individualidade se manifestava nesse momento, explodindo um pouco a fronha de seu travesseiro, Katsuki estava em seu limite, não sabia como reagir a tamanho prazer que sentia, ele gostava daquilo, essa sensação era nova para o loiro. Shouto também quase não estava se aguentando, este queria ignorar os sinais de seu membro latejando naquela cueca, pedindo para ser tocando, mas, não podia.

— Katsuki. — chamou o outro pelo seu nome, este até mesmo lhe olhou de forma desconfiada, o bicolor jamais teria lhe chamado pelo nome, e por algum motivo aquilo lhe excitava. — Eu não estou aguentando, eu vou enfiar. — anunciou, parando de movimentar seus dedos dentro do amado, desacelerando a velocidade de sua penetração, Katsuki não estava totalmente preparado para receber o pau do amado, ainda precisava de mais um digito, precisava de seu dedo anelar para enfim concluir perfeitamente o período de alargamento da entrada, mas, Shouto não estava mais aguentando. Não podia ignorar seu membro por tanto tempo. 

Afastou seus dedos da entrada do rapaz, logo, levantou-se da cama em seguida, o loiro lhe seguia com os olhos. Estava quase retirando sua cueca quando o loiro — um pouco ofegante — suspirou e lhe disse:

— Tem camisinha na gaveta... — disse emitindo timidez a sua voz, Todoroki lhe encarou por alguns instantes, não lhe perguntou ao certo o motivo deste ter camisinha em seu quarto, afinal, o amado era um jovem de dezesseis anos com os hormônios a flor da pele, obviamente tinha camisinha em seu quarto.  Abriu a gaveta que fora indicado ao loiro, que era a gaveta do criado mudo ao lado da cama, o rapaz abriu a gaveta de uma maneira afobada, não tinha nada ali ao não ser cartelas de camisinhas, o meio-a-meio pegou uma delas e em seguida abaixou sua cueca, liberando o seu membro perfeitamente excitado.

Katsuki fitou o membro do bicolor por uns instantes, este achou que seu pênis fosse algo meio-a-meio também, mas, não, estava longe de ser aquilo, o órgão era perfeitamente normal. O bicolor — ainda afobado — abriu a camisinha com os dentes, apesar de o correto ser com as mãos, o jovem estava pouco se fodendo para os ensinamentos de educação sexual. E em meros segundos depois encaixou a mesma em seu pênis, voltando ao encontro de Bakugou naquela cama, o jovem voltou a se sentar a onde estava antes de se levantar. O casal se fitou por alguns segundos, com ambas as bochechas coradas, havia finalmente chegado o tão aclamado momento, agora não tinha mais volta, iriam até o final com aquilo. Todoroki passou a glande de seu membro ao redor da entrada rosada de Bakugou, que soltou um gemido de seus lábios baixo, devido a caricia que o meio-a-meio lhe dava. 

— Eu vou ser gentil, eu prometo. — falou um pouco nervoso enquanto segurava seu pênis próximo da entrada do amado, Todoroki sabia que aquilo iria doer, mas, faria o máximo para não machucar Bakugou.

— Só enfia logo isso! — reclamou, levando mais uma vez uma de suas mãos a sua boca, a outra ainda permanecia na fronha queimada. Shouto encaixou seu membro no orifício anal do rapaz, que gemia com a dor, apesar de ter reclamado, Bakugou estava começando a ficar nervosos com aquilo. Na verdade, atualmente se encontrava em estado de nervosismo e ansiedade, queria muito que o meio-a-meio lhe penetrasse. Shouto havia enfiado a glande na cavidade anal do parceiro, que soltou um grunhido de dor logo após isso, deixando o rapaz preocupado, este fitou os olhos de Bakugou que praticamente lutavam com aquela dor. — C-contínua! — disse vendo a preocupação no rosto do parceiro, que assentiu e continuou enfiando ainda mais o seu membro ali dentro, agora, estava com a metade deste dentro do loiro.

O bicolor só havia colocado a metade de seu pau dentro da cavidade anal do loiro, e este, já emita sons de dor, assim como uma expressão dolorosa nítida a face. Bakugou sentia sua entrada arder na medida em que pressionava o pau alheiro em seu interior a dor era tão forte que mesmo com sua entrada lambuzada de baba, mesmo sendo preparado para receber o membro do bicolor, este sentiu sim muita dor. A dor era tanta que não podia impedir que seu corpo se contraísse, esmagando o invasor com força, fazendo ambos os rapazes gemerem em reprovação daquilo. Shouto havia falhado em não querer que Bakugou sentisse dor, devia ter preparado mais a entrada do outro e enfiado mais um dedo antes de partir para a entrada principal — que no caso seria seu pênis —. O rapaz vendo que o loiro estava sentido dor permaneceu ali, sem se mover por alguns instantes, este apenas retirou sua mão de seu membro e pousou a mesma no do pênis do loiro, na tentativa de amenizar a dor, acariciando a glande deste. Katsuki estava tão sensível naquela região, que soltava gemidos de dor misturados com o prazer que sentia pelo bicolor estar acariciando sua glande, seu membro estava bastante sensível a essa altura. O bicolor permaneceu acariciando a glande deste por mais alguns segundos até que o rapaz começou a gemer em aprovação a seus atos, esquecendo-se totalmente da dor que sentia.

— Desculpa. — desculpou-se com o loiro que afastava a mão de sua boca a pousava a mesma encima da mão do bicolor que acariciava sua glande. —Prometo que agora... — fora interrompido pelo parceiro:

— Não precisa se desculpar, apenas continue. — pediu; logo o bicolor afastou sua mão da do loiro, e consequentemente de sua glande, voltando a pousar suas mãos a cintura do rapaz. Continuou a enfiar o resto de seu membro dentro do rapaz, que ainda emitia alguns gemidos doloridos por conta disso. Agora, Shouto já estava com todo seu membro dentro do rapaz, esperou por alguns poucos segundos ate o loiro se acostumar com a nova invasão para começar a se mover dentro do mesmo. A sensação de ter seu membro no interior do loiro era boa, e apertada, sentia como que seu pau não fosse conseguir se mover ali por conta da apertura que se encontrava. 

Começou a mover seu pau ali dentro após alguns segundos de espera, seus movimentos — assim como a primeira vez que teria penetrado o loiro — eram lentos, eram apenas para que o loiro se acostumasse ainda mais com aquela invasão. Mesmo se movimentando pouco, o loiro ainda emitia grunhidos e gemidos de dor, mas, sabia que assim que o rapaz se acostumasse com aquilo, sentiria um prazer gigantesco.  Começou a se mover agora um pouco mais devagar, afinal, também sentia um pouco de dor. Logo, Bakugou aos poucos se acostumava com aquela invasão, seus gemidos já estavam se transformando em gemidos de prazer à medida que Shouto movimentava seu membro dentro do mesmo.  A essa altura, Todoroki também havia se acostumado com a entrada do mesmo, estava começando a emitir gemidos um tanto roucos em aprovação de seus próprios movimentos ali dentro. Agora, o rapaz começava a dar estocadas lentas e curtas, apenas para que Katsuki se acostumasse ainda mais. As estocadas — lentas — de Shouto faziam o loiro soltar ainda mais gemidos em aprovação aquilo tudo. Logo, o rapaz começava com a movimentação de vai-e-vem de seu membro, este reprima seus gemidos mordendo os seus lábios, e aparentemente Katsuki fazia o mesmo.

Após a movimentação de vai-e-vem o rapaz agora começava a pegar o jeito das coisas, tanto que acelerava pouco a pouco estas, fazendo estocadas agora longas e precisas, levando Katsuki — e ele mesmo — às alturas com seus movimentos. Havia pegado um pouco de firmeza naquilo que fazia, tanto que agora agarrava firmemente a cintura do loiro enquanto lhe penetrava com um pouco mais de ritmo que antes. Sentia o interior de o parceiro sugar o seu pau e aperta-lo, aquilo estava lhe levando a loucura, e Katsuki quase que não conseguia mais aguentar tudo aquilo reprimindo seus gemidos. Suas estocadas eram um pouco mais rápidas que antes, afinal, o bicolor havia se tornado experiente naquilo em poucos segundos, afinal, era um garoto prodígio. Suas estocadas eram um pouco mais fortes que as anteriores, assim como os gemidos do loiro que se tornavam um pouco estridentes enquanto levava as mãos mais uma vez a boca para reprimir tudo àquilo novamente. Seus olhos reviravam de tanto prazer e Shouto permanecia firme naquilo, dando estocadas ainda mais precisas e movimentando mais seus quadris, ate o momento em que seus quadris se chocavam com o do loiro, emitindo sons obscenos pelo quarto. 

O rapaz continuou com aquilo, acelerando um pouco mais seus movimentos, Shouto já teria pegado o jeito da coisa, enquanto isso Bakugou tentava lidar com seus gemidos e com aquela sensação prazerosa que sentia revirando os olhos e clamando por mais;

—M-mais rápido... ahn.. — pedia Bakugou entre gemidos abafados que soltava vez ou outra durante as estocadas fortes que Shouto dava. Obedecendo aos pedidos de Bakugou, este fora ainda mais rápido com seus movimentos de vai-e-vem dentro do loiro, chocando ainda mais os quadris com o mesmo, gemendo logo em seguida com o loiro; aquilo era tão bom.— Seu agh... E-eu... — Seus gemidos atrapalhavam suas falas. Seus gemidos estavam ficando um pouco fora de controle, já não conseguiria prende-los por tanto tempo. O rapaz mordia os lábios fortemente para reprender aquela louca vontade de suplicar o nome do bicolor que lhe fodida tão bem e retirava sua virgindade anal, mas, infelizmente não podia; se fizesse isso acordaria a todos naquele andar. Os gemidos de Todoroki, assim como o som dos quadris se chocando ecoavam pelo local, seus gemidos eram roucos, sutis e baixos, mas, não deixavam de ser deliciosos de ser ouvir. Katsuki a essa altura já não estava aguentando mais reprimir tudo aquilo que sentia, sua individualidade explosiva começava a agir à medida que o rapaz afastava suas mãos de sua boca e iam ao encontro da fronha daquele travesseiro, explodindo a mesma. 

Pobre travesseiro estava sendo estraçalhado à medida que Todoroki continuava com aquela penetração rápida. Katsuki já não aguentando mais aquela louca vontade que sentia, parou de estragar o travesseiro e puxou o meio-a-meio a mais um beijo. Surpreso com o ato, o bicolor apenas assentiu e permitiu que o loiro continuasse com aquilo, comando o beijo destes, o rapaz soltava alguns gemidos perante o percurso, pois Todoroki continuava a lhe dar fortes estocadas, apesar de agora serem lentas devido ao fato o meio-a-meio estar se concentrando no beijo que lhe era dado. Durante o beijo, Katsuki assumia o controle e guiava a língua do bicolor, fazendo ambos gemerem. Na medida em que o beijo continuava o loiro por livre árbitro instantâneo resolveu mudar de posição, empurrando o meio-a-meio para que que caísse a cama, o loiro agora estava por cima.

As costas de Todoroki se chocaram com o colchão devido à brutalidade do loiro, este soltou um grunhido de dor enquanto o rapaz ainda prendia seus lábios naquele beijo repleto de desejos carnais. Durante o ato, Bakugou rebolava sob o membro do bicolor, já que estava por cima, o rapaz não poderia continuar com aquelas estocadas que dava ao rapaz segundos atrás. Gemeu em aprovação destas, afastando-se dos lábios do loiro para respirar e gemer baixinho perante as reboladas do loiro, que apesar de não saber de fato o que estava fazendo, fazia aquilo muito bem. 

— Eu vi essa posição em um ahn... Filme. — confessou da onde havia surgido a inspiração para aquela posição que os rapazes se encontravam. Todoroki agarrou fortemente a cintura do amado enquanto este rebolava e gemia conforme fazia aquilo. Shouto soltava pequenos gemidos rouco de prazer enquanto o rapaz passava a rebolar com certa dificuldade em seu membro, aos poucos o rapaz ia pegando o jeito e fazia as reboladas em sentido anti-horário que era como havia pegado o jeito. Shouto a fim de continuar ainda mais com aquela sensação que sentia, pressionou os quadris do amado para sentarem-se mais em seu pau, depois os levantou um pouco em seguida. Bakugou soltou um gemido ainda maior com aquilo. — O que v-você ahn... — o rapaz quase nem conseguia comunicar-se com o parceiro por culpa de seus gemidos. 

— Eu vi isso em u-um pornô — confessou com dificuldade enquanto continuava com aqueles movimentos fazendo Bakugou gemer enquanto rebolava; os gemidos de ambos os garotos acabaram entrando em sincronia. À medida que Todoroki continuava com aquilo, começava a sentir uma estranha sensação em seu corpo que indicava que estava quase chegando ao seu ápice. Parou de movimentar os quadris de Katsuki e deixou este dar conta do recado. Após Todoroki parar de pressionar seu corpo ainda mais contra o pau do mesmo, Bakugou acabou gostando da sensação, e agora, começava a quicar no membro do bicolor fazendo ambos gemer na medida em que Bakugou quicava.  

Apesar de Bakugou não saber ao certo o que estava fazendo, continuava com aquilo, quicava no pau alheiro e depois rebolava em sentindo anti-horário, a sensação era tão gostosa, tão boa e prazerosa que o loiro não conseguia mais esconder seus gemidos, este gemia enquanto realizava o ato, e Todoroki também, que apertava fortemente a cintura do parceiro durante aquilo. Durante suas quicadas, o rapaz acabava acertando um ‘’pontinho’’ especial em seu corpo que o fazia gemer um pouco mais alto com aquilo e assim como Todoroki, este também sentia estar quase chegando a seu ápice a cada quicada e rebolada que dava. 

— E-eu v-vou ahn... — a essa altura Todoroki não conseguia nem falar direito, mas, após Bakugou ouvir aquela tentativa de fala do bicolor, indicando que estava prestes a gozar, o rapaz continuou. Shouto encontrava-se um pouco descontrolado em relação à sensação estranha que sentia, mas, gostava daquilo. E em meio à sensação prazerosa que sentia, acabou liberando sua individualidade de gelo, congelando um pouco a cintura do namorado que emitia gemidos de dor por conta daquilo. Logo, o rapaz apertou fortemente a cintura do outro e finalmente gozou.  

Ofegante após o gozo, Todoroki Shouto encontrava-se coma respiração desregulada e ate meemos um pouco suado com aquilo, suas mãos afastavam-se aos poucos da cintura do amado, que se encontrava com um dos lados um pouco marcado— devido a sua individualidade de gelo —. Vendo o estado que o bicolor se encontrava, Katsuki tentou tirar o membro deste de sua entrada, levantando-se aos poucos retirando o membro dali, sentando-se próximo a cabeceira da cama segundos depois, este também estava ofegante, mas, não tanto quando estava Todorki em seu estado de pós-orgasmo. Após Katsuki sair de seu pau, Shouto retira a camisinha de seu pênis com um pouco de dificuldade, e se levanta em seguida, saindo da cama para jogar a mesma em um cesto de lixo que não estava muito longe dali. Voltando logo em seguida para a cama do rapaz, Shouto se senta a sua frente, sabia que o rapaz estava próximo de gozar também, então precisava agir.

Sentando-se na frente de Katsuki, Todoroki ainda em seu estado de pós-orgasmo, fitou o membro do alheiro por meros pequenos segundos antes de prendê-lo com suas mãos para masturba-lo mais uma vez naquela noite.  Bakugou estava tão sensível que apenas com o toque do bicolor, e com pequenos movimentos de vai-e-vem já sentia que iria gozar, e por conta disso, seu corpo contorcia-se perante os atos do meio-a-meio. Agarrou fortemente o lençol de sua cama enquanto seu corpo se contorcia com os movimentos agora um pouco mais rápidos. 

— E-eu v-vou... — fora interrompido pelos seus próprios gemidos, este nem ao menos conseguiu terminar de falar e agora agarrava fortemente os lençóis enquanto gozava na mão do bicolor, que desacelerava seus movimentos agora, e aos poucos parava sua mão, retirando esta do pênis do amado. Bakugou havia ejaculado em sua mão, e agora, encontrava-se cansado e ofegante e se juntava a Shouto naquela respiração desorientada. Shouto agora limpava a sua mão nos lençóis da cama do loiro, que o encarava enquanto fazia aquilo. — E agora? — dizia em seu estado de pós-orgasmo, enquanto Todoroki terminava de limpar suas mãos. 

— Eu não sei... — confessou para o loiro enquanto passava uma de suas mãos aos cabelos dourados bagunçada do mesmo, afagando-os um pouco. Satisfeito com as caricias que recebia, Katsuki depositou um selinho aos lábios do bicolor, que sorriu após separar-se dos lábios ofegantes do loiro. — Vamos vestir nossas cuecas e dormir?... Eu não sei normalmente essa hora é quando o pornô acaba. — questionou com incerteza parando de afagar os cabelos dourados de Bakugou que passou a lhe fitar com uma expressão preocupada. Logo, o rapaz não só retirou a mão de seus cabelos quanto também se levantou e pegou sua cueca, colocou a mesma em seguida. Bakugou acabou fazendo o mesmo. Logo Shouto já estava de volta à cama; sentando-se a beirada desta. — Eu tenho que ir embora agora? — questionou, enquanto Katsuki ainda permanecia a lhe olhar com preocupação. 

— Não! — disse de uma forma alta e estridente, fazendo o meio-a-meio arregalar os olhos perante o quase grito de Katsuki, que logo lhe abraçou fortemente e derrubou-o mais uma vez na cama. — Não vai embora, fique aqui. — disse em meio a um sibilo de palavras desesperadas, o garoto a essa altura não estava dando a mínima para as outras pessoas que estavam querendo dormir-nos outros quartos. Todoroki na tentativa de acalmar a pessoa amada passou a domar seus cabelos mais uma vez, afagando-os. —Durma aqui. — insistiu, enquanto levantava o rosto para encarar os olhos heterocromáticos de Shouto, que suspirou e afastou suas mãos de seus cabelos, levando-os logo em seguida para as costas do loiro, abraçando este fortemente.

— Está bem. — disse enquanto abraçava o rapaz, que ainda fitava seus olhos desesperadamente, este soltou um sorriso de seus lábios logo após isso, na humilde tentativa de acalmar o loiro, que encostou a cabeça no peito do bicolor em seguida.  — Ei... — disse, interrompendo o silencio formado pelos rapazes segundos depois. Bakugou levantou a cabeça do peito do bicolor para encara-lo. — Você gosta de mim? — perguntou ao rapaz, que corou e desviou os olhos do meio-a-meio.

— O que você acha, idiota? — disse emitindo fúria as suas palavras, enquanto voltava aos poucos a encara os olhos do outro que estavam confusos. Mas, parando para analisar a situação, aquela teria sido a primeira vez de ambos, se Katsuki não amasse o meio-a-meio, não daria o direito tão importante de tirar sua virgindade anal, e pensando nisso, o bicolor sorriu.

Seu amor era recíproco. 

— Naquela hora, quando eu vi você chorando... — começou, enquanto encarava firmemente os olhos de Shouto. O bicolor afagava os cabelos do loiro agora, que ate mesmo fechava os olhos para apreciar o carinho. — Naquela hora — repetiu, o meio-a-meio voltou a abraçar o parceiro. — Eu senti uma coisa muito esquisita dentro de mim, a sensação de querer proteger alguém.— enfatizou suas ultimas palavras, enquanto ainda encarava os olhos do bicolor, que agora, também lhe encarava. — Eu nunca senti um sentimento assim, eu nunca senti nada parecido com isso. Mesmo querendo ser um herói, eu nunca senti a necessidade querer proteger alguém, até vê-lo chorando naquela escada, Todoroki. — suas palavras emitiam um som de seriedade, Todoroki estava prestes a interromper o loiro quando este continuou: — Vê-lo daquela forma me fez pensar por alguns instantes, eu não posso ser rei. Porque eu quero que você se torne rei, Todoroki. — terminou. Shouto a essa altura não sabia ao certo o que responder ao garoto, depois de todas aquelas coisas que ele fez para assumir tal cargo, tal papel naquela peça, ele estava desistindo de tudo isso para fazer de Todoroki rei. 

— Mas eu não quero ser rei. — disse, fazendo o garoto se lembrar do que este teria lhe dito naquela escada.  De fato, estava confuso, não conseguia entender o motivo de Bakugou estar lhe dizendo aquilo, afinal, ele queria tanto isso...

— Mas eu quero que você se torne rei. — desembuchou em seguida após ouvir as palavras de Shouto. O loiro suspirou em seguida e voltou a colocar sua cabeça no peito do bicolor. — Eu quero que você se torne rei, porque eu quero lhe proteger, Todoroki. Eu nunca mais quero vê-lo chorar, também. — confessou um pouco tímido, sua voz ainda emitia toda aquela seriedade, mas, agora estava um pouco diferente. Voltou a encarar o bicolor. 

— Bakugou.... —sibilou o nome do amado enquanto este ainda lhe encarava, sua voz estava um pouco mais seria que antes, admirava as reais intenções do garoto, de verdade, jamais imaginou que este desistiria assim do papel por um motivo assim. Apesar do meio-a-meio não estar interessado no papel, sabia o quanto aquilo significava para o loiro, então, acabou cedendo em meio a um suspiro. — Está bem, se você quer tanto quer tanto isso, eu serei rei. Mas e você? — perguntou, o rapaz abriu um sorriso após ouvir aquilo, o sorriso de Bakugou era tão bonito quanto o mesmo. Seu sorriso demonstrava a empolgação que o garoto sentia no momento.

— Eu serei seu guarda-costas, líder do exercito real, um guerreiro. — disse em meio a um sorriso, apesar de este não ser o papel que o rapaz tanto almejava aquele papel lhe caia bem, afinal, o dever de um guerreiro era proteger o seu rei, e aquilo acabou encaixando-se como uma luva. — Pois tudo o que eu mais almejo agora, e a sua proteção, Shouto. — o bicolor não conseguia esconder o enorme sorriso em seu rosto pelo loiro estar lhe chamando finalmente pelo seu primeiro nome, aquilo lhe enchia de felicidade. Abraçou Bakugou fortemente após este dizer aquilo, estava tão feliz que quase nem sabia reagir à tamanha felicidade. — Então... — suas bochechas começaram a emitir uma coloração avermelhada, o rapaz estava ficando envergonhado. — Você aceita ser meu rei? 

— perguntou um pouco tímido, fazendo o meio-a-meio abrir um sorriso ainda maior após aquele pedido. — N-não me olhe assim, porra! — dizia envergonhado pela maneira que Shouto lhe encarava nesse momento, fazendo o mesmo rir com aquilo. — Não ri! — repreendeu a risada do outro, que continuou rindo por mais alguns instantes deixando o loiro ainda mais vergonhado. — Você aceita? — perguntou novamente agora com as bochechas coradas.

— Com uma condição. — disse, parando de rir em seguida para continuar fitando os olhos vermelhos do amado.

— Qual? — desembuchou em seguida.

— Que você também me deixe te proteger, meu nobre guerreiro. — falou sorrindo, suas ultimas palavras literalmente soavam como palavras de um rei, e aquilo acabou deixando Katsuki um pouco mais envergonhado. 

— Está bem. — disse envergonhado, aproveitando-se mais do abraço que Shouto lhe dava. O meio-a-meio abriu outro sorriso com aquele ato, e abraçou um pouco mais forte o loirinho. Aquele papel encaixava-se perfeitamente no bicolor, era como se o rapaz tivesse nascido apenas para realiza-lo.

Então eu aceito ser seu rei, meu nobre guerreiro.


Notas Finais


Eu achei essa fanfic muito neném e muito gostosinha de ser escrever. Eu nunca tinha escrito um Lemon Fluffy, espero que tenham gostado tanto quanto eu gostei♥


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