História Explosions-(HIATUS) - Capítulo 1


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Categorias Lucifer, Quem é você, Alasca?, Shadowhunters, Teen Wolf
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Stiles Stilinski
Visualizações 64
Palavras 2.465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oooooooeeeeeeeee
Todos os cap foram apagados pq eu quero começa com 2 mil palavras não me julguem
Finalmente decidi dar as caras depois de um longo tempo.
Mas como eu disse to tentando fazer mais de 2 mil palavras.
Então relevem erros
Favoriten e comentem o q acharam
Até lá em baixo

Capítulo 1 - RECOMEÇANDO



"Eu me esforcei tanto para acertar"

(Últimas palavras do presidente norte-americano Grover Cleveland)



ANTES 

CENTO E TRINTA E SEIS DIAS ANTES

♤~Pov.Stiles~♤

Uma semana antes de eu deixar minha família,a Flórida e o resto de minha vida sem graça e ir para um colégio interno no Alabama,minha mãe insistiu em fazer uma festa de despedida.Dizer que minhas espectativas não eram as melhores seria subestimar dramaticamente  a situação.Apesar de ter sido mais ou menos forçado a convidar todos os meus"amigos de escola"-ou seja o grupo de esquisitões do teatro e nerds de literatura com quem eu me sentava no refeitório cavernoso da minha escola pública por pura necessidade social-,eu sabia que eles não iriam.Mesmo assim,minha mãe insistiu,tomada pela ilusão de que eu tinha mantido minha popularidade em segredo por todo esses anos.Ela preparou uma pequena montanha de pasta de alcachofra.Decorou nossa sala com fitas verdes e amarelas,as cores de minha nova escola.Comprou duas dúzias de lançadores de confetes e os colocou em volta da mesa de centro.

E naquela última sexta-feira,quando minhas malas estavam quase prontas,ela sentou comigo e com meu pai no sofá da sala às dezesseis horas e cinquenta e seis minutos e aguardou pacientemente a chegada da tropa de despedida do Stiles,que consistia exatamente em duas pessoas:Scott McCall,um cara alto,moreno e com o queixo um pouco torto e sua namorada:Alisson Argent, uma morena baixinha(para ser bondoso).

-Oi,stiles-disse Scott em quando se sentava 

-oi-respondi

-como foi seu verão?-perguntou Alisson 

-legal.e o seu?-

-foi bom.Fizemos Jesus Cristo supertaça.Eu ajudei com os cenários.Scott fez a iluminação-acrescentou Alisson 

-legal-acentiu, como se soubesse bem do que estavam falando,e depois nosso assunto praticamente se esgotou.

Eu poderia ter perguntado mais alguma coisa sobre Jesus Cristo superstar,mas infelizmente:1)eu não sabia do que se tratava;2)não estava interessado em descobrir,e 3)nunca fui muito bom em jogar conversa fora.Minha mãe,no entanto,pode ficar batendo papo por horas,e por isso ela prolongou o desconforto perguntando sobre os horários de ensaios deles,como foi a peça é se fes sucesso.

-acho que fez-comentou Scott-muita gente foi ver acho-Scott era o tipo de pessoa que achava o tempo todo.

-Bem,nós passamos para nos despedir -disse Alisson,por fim-preciso deixar Scott casa antes das seis.Divirta-se no colégio interno,Stiles.

-obrigado-respondi com alívio.

A única coisa pior que dar uma festa a que ninguém vai e dar uma festa onde apenas 2 pessoas extrema e profundamente desinteressantes.

Eles foram embora.fiquei sentado com meus pais vendo tv desligada.Queria liga-lá,mas sabia que não devia.Podia sentir os dois me olhando,esperando eu começar a chorar ou algo assim,como se não soubessem o tempo todo que seria exatamente assim,daquele jeito.Mas eu sabia.Podia sentir a pena deles em quanto cava vam a pasta de alcachofra com os salgados feitos para meus amigos imaginários,mas eles eram mais dignos de pena que eu:eu não estava desapontado.Nada daquilo fugia a minhas expectativas.

-é por isso que quer ir embora,Stiles?-perguntou minha mãe.

Refleti por um instante,tomando o cuidado pra não olhar ela.

-hum...não.

-então por quê?-insistiu.

Não era a primeira vez que ela levantava essa questão.Minha mãe não estava muito intusiasmada com a minha ida pro colégio interno e não escondia isso.

-e por minha causa?-perguntou meu pai.

Ele tinha estudado em Culver Creek,o mesmo colégio interno que eu estava indo,assim como os dois irmãos de seu pai e filhos  deles.Acho que meu pai estava gostando de mim estar seguindo os passos dele.Meus tios contaram o sucesso que ele faziano Campus por se meter nas maiores confusões e ainda simser um ótimo aluno.Aquela vida me pareceu melhor do que a que eu levava na Flórida.Mas não,não era por causa de meu pai.Não exatamente.

-esperam aí-pedi.

Fui até o escritório do meu pai e peguei a biografia que ele tinha de François Rabelais.Eu gostava de ler as biografias de escritores,mesmo que nunca tenha lido uma obra se quer deles.Folheei até o fim e encontrei a citação destacada

"Nunca use marca-textos nos meus livros"

Meu pai já me disse mil vezes.Mas de que outro jeito,depois,você acha o que está procurando?.

-então,esse cara...-disse eu parando na porta da sala-François Rabelais.Ele era poeta.E suas últimas palavras foram:"Vou em busca de um grande talvez".Por isso estou indo.Pra não ter que esperar até o dia de minha morte para Ir atrás dese talvez. 

E isso os acalmou.Eu estava atrás de um grande talvez,e eles sabiam tão bem quanto eu qué não iria encontra-lo ali.Eu me sentei de novo no sofá, entre minha mãe e meu pai,e ele pós o braço em meus ombros,e ficamos juntos ali,em silêncio,por um bom tempo,até que não pareceu mais um problema ligar a tv,e em seguida jantamos pasta de alcachofra e assistimos ao History Channel,e,para uma festa de despedida,com certeza poderia ser pior.

########################

A Flórida era muito quente,sem dúvida,é umida também.Quente o suficiente para as roupas grudaren em você como fita adesiva,e o suor escorrer da testa para os olhos como se fossem lágrimas.Mas só era quente ao ar livre,e em geral só andava na rua apenas para ir de um local refrigerado para outro.

Isso não me preparou para o calor fora do comum que encontrei vinte e cinco quilómetros ao Sul de Birmingham,no Alabama,na escola Culver Creek.O SUV dos meus pais estava estacionado a pouco mais de um metro do alojamento que eu ficaria,quarto 43.Mas cada vez que eu dava aqueles poucos passos indo e vindo do carro para descarregar as coisas,que pareciam infinitas,o sol atravessava minhas roupas e queimava minha pele com uma intensidade tão feroz que me fazia temer o fogo do inferno.

Com a ajuda de meus pais,levou apenas alguns minutos para descarregar as coisas do carro.Porém,o meu quarto sem ar-condicionado,apesar de felizmente protegido do sol,era só um pouco mais fresco que lá fora.O lugar me surpreendeu:eu imaginava carpete grosso,paredes com revestimento de madeira e móveis vitotorianos.Tirando o luxo de ter um banheiro só para mim,àquilo era uma caixa.Com paredes de concreto com várias camadas grossas de tinta branca e um piso linóleo quadriculado verde e branco,o lugar parecia mais um quarto de hospital,não o alojamento que eu tinha em mente.Havia um beliche de madeira crua com colchões de vinil que bloqueava a janela dos fundos.As escrivaninhas,comodas e estantes eram todas imbutidas para evitar arumações diferentes.E nada de ar-condicionado.

Sentei na cama de baixo do beliche em quanto minha mãe abria uma das malas,pegou algumas biografias que meu pai avia concordado em deixar comigo e arumou-as na estante.

-eu posso fazer isso,mãe.

Meu pai estava em pé,pronto para ir embora.

-então me deixe pelo menos arrumar sua cama.

-não,sério.eu posso fazer isso.tá tudo bem.

Não dá para simplesmente ficar prolongado certas coisas para sempre.Chego o momento que o melhor a se fazer é arrancar o Band-Aiden.Isso dói,mas depois passa,e então vem o alívio.

-Meu Deus,vamos sentir saudades de você-disse minha mãe de repente,atravessando o campo minado de malas pra chegar até à cama.

Eu me levantei e a abracei.Meu pai se juntou a nós e ficamos lá amontoados.Estava quente demais e estávamos suados demais para nos abraçarmos por muito tempo.Eu sabia que devia chorar,mais já tinha vivido com eles por dezesseis anos e pasavá a hora de ensaiarmos a separação.

-não se preocupem-sorri-vou aprender a falar com o sotaque sulista-minha mãe riu.

-não vá fazer nenhuma bobagem-disse meu pai 

-está bem

-nada de drogas.Nem bebida.Nem cigarros 

Quando meu pai estudou em Culver Creek,fes coisas sobre as quais eu só avia ouvido falar:as festas escondidas,as corridas sem roupa pelas plantações de feno (ele sempre levantou que na época fossem só rapazes),drogas,bebidas e cigarros.Ele levou um tempo para parar de fumar,mas o seus duas de bad boy tinham ficado para trás.

-amo você-os dois deixaram escapar ao mesmo tempo.

Era impossível não dizer essas palavras,mas elas se tornaram coisas extremamente desconfortável,como ver seus avós se beijando.

-também amo vocês.vou ligar todo domingo 

Os alojamentos não tinham telefone,mas meus pais solicitaram que eu ficasse em um dos quartos próximos ao cinco telefones públicos do colégio.

Eles me abraçaram de novo,primeiro minha mãe depois meu pai,e então terminou.Pela janela dos fundos,vi o carro deles sair pela rua sinuosa do Campus,talvez eu devesse ficar triste e sensibilizado,mas naquele momento só pensava em tomar um ar.Peguei uma cadeira e me sentei do ladode fora,à sombra do longo beiral,esperando uma brisa que nunca chegava.O ar ali estava tão agressivo e parado quanto no quarto.Fiquei observando meu novo lar:seis construções de um andar só,cada uma com dezesseis quartos,organizada em forma de hexágono ao redor de um grande círculo de grama.Parecia um motel antigo muito grande.por todos os lados garotos e garotas se abraçavam,sorriam e caminhavam juntos.Eu tinha a vaga esperança que alguém viesse falar contigo.Até imaginei como seria a conversa:

"-Oi,você é novo aqui?"

"-sou,sim...Vim da Flórida"

"-que legal!então está acostumado com o calor"

"-eu não estaria acostumado com esse calor nem se viesse de Hades",eu brincaria.E causaria uma boa primeira impressão."aí,ele é engraçado.Aquele Stiles é uma figura."

Isso não aconteceu,é claro.As coisas nunca aconteciam do modo que eu imaginava.

Sem mais nada pra faser,voltei para o quarto,tirei a camisa,deitei no colchão quente da cama de baixo do beliche e fechei os olhos.Nunca tive a sensação de ser batizado e "nascer de novo",com o choro e tudo mais,mas não seria de tudo mau renascer e como alguém sem passado.

Pensei nas pessoas sobre asquais eu lera (John F.Kennedy,James Joyce,Humphrey Bogart)que adorava pregar peças.Pensei no grande talvez,e nas coisas que poderiam acontecer e nas pessoas que eu poderia conhecer e em quem poderia ser meu colega de quarto(avia recebido uma carta a algumas semanas,avisando que o nome dele era,Jace Wayland,e mais nada).Quem quer que fosse Jace Wayland,eu pedia a deus que chegasse com um arcenal de ventiladores superpoderosos,porque eu não tinha levado nenhum e já podia sentir o meu suor fazendo uma poça no colchão de vinil,o qué me irritou tanto que parei de pensar na vida e me levantei para procurar uma toalha e secar o suor.E então pensei:bem,antes da aventura,é preciso desfazer as malas.

Colei o mapa-múndi na parede,coloquei a maior parte das roupas nas gavetas,então só aí notei que o ar quente e umido fazia até as paredes transpirarem.Resouvi que aquela não era uma boa hora para trabalhar.Era hora de um banho magnífico e bem gelado.

O banheiro era pequeno e tinha um espelho enorme atrás da porta,o que tornou imposivel ignorara imagem do meu corpo nu quando me inclinei  para ligar a torneira.Minha magreza sempre me intrigava.Meus braços finos não pareciam emgrossar muito mais até os ombros,e meu peito não tinha nenhum traço de gordura nem musculo.Aquela visão me envergonhava ,e me perguntava se havia algo que eu pudesse fazer em relação ao espelho.Abri a cortina branca e entrei no boxe.

Infelizmente o chuveiro parecia ser projetado para uma pessoa de um metro de autura,ou seja,a água batia na barriga...com roda a força de uma torneira pingando.Para lavar o meu rosto cheio de suor,tive e que afastar as pernas e me abaixar bastante.Sem dúvida John F.Kennedy(que segundo a sua biografia,tinha um metro e oitenta e três,exatamente minha autura)não teve que ficar assim no colégio interno.Não,isso era um horror completamente diferente,e enquanto o chuveiro molhava lentamente o meu corpo,eu me perguntei se poderia mesmo encontrar um grande talvez ali ou se tinha cometido um grande erro de julgamento.

#########################

Quando sai do banheiro,com a toalha enrolada na cintura,vi um cara alto e forte,de cabelos loiros,arastando uma sacola grande e verde militar para dentro do quarto.Ele tinha pouco mais de um metro e oitenta de autura,e era bem apesoado.Junto chegou o cheiro de fumaça de cigarro entranhada nele.Ótimo,pensei,estou prestes a conhecer meu colega de quarto e estou pelado.Ele puxou a bouça,fechou a porta e veio em minha direção.

-Sou Jace Wayland-anunciou uma voz grossa de um locutor de rádio,e,antes que eu pudesse responder,acrescentou-eu apertaria sua mão,mas acho melhor se consentrar em segurar essa toalha até vestir uma roupa.

Eu ri,acenei com a cabeça pra ele (isso é legal,não é?,concordar com a cabeça?)e disse:

-sou Stiles Stilinski.É um prazer cara

-Stiles,como milhas?"a percorrer antes de dormir"-perguntou

-hein?

-É um poema de Robert Frost.Nunca leu nada dele?

Fis um não com a cabeça.

-sorte sua-ele sorriu

Peguei uma cueca limpa,um calção azul da adidas e uma camiseta branca.Murmurei que voltaria em um segundo e mergulhei novamente no banheiro.Que beleza de primeira impressão.

-e aí,cade seus pais?-perguntei,do banheiro 

-os meus pais?o meu pai está na Califórnia,talvez sentado na poutrona dele,talvez dirigindo o caminhão.Mas esta bebendo,com certeza.E minha mãe provavelmente deve estar saindo do Campus.

-ah-deixeI escapar,agora vestido,sem saber como reagir a informações tão pessoais.

Acho que não devia ter perguntado,se não queria saber.Scott  pegou alguns lençóis e jogou na cama de cima.

-sempre fico com a cama de cima.Espero que não se importe.

-hum,não.Para mim,tanto faz.

-vi que você decorou o lugar-começou ele com um gesto em direção ao mapa-múndi-gostei.

Ele começou a listar os nome dos países.Falava sem alterar o tom de voz,como se tivesse já feito isso mil vezes antes

Afeganistão 

Albânia

Andorra 

Argélia 

Argentina 

E por aí foi.Terminou a letra "A" antes de virar e perceber minha expressão incrédula.

-posso continuar,mas provavelmente você vai ficar intediado.Aprendi essas coisas no verão.Você não tem ideia de como Ney Hope,no Alabama,é chata.Não tem nada pra fazer,só ficar vendo as plantações de soja crescerem.Por falar nisso,de onde você é?

-Flórida-respondi.

-nunca fui lá. 

-isso é muito legal,essa coisa dos paises-disse eu

-é,todo mundo tem um talento.Eu sou bom e decorar.E você?

-hum,eu sei as últimas palavras de muita gente. 

Memorizar isso era meu prazer secreto.Algumas pessoas tinham o chocolate.Eu tinha as declarações finais de moribundos.

-exemplo?

-gosto da de Henrik Ibsen.Era um dramaturgo.

Eu sabia muita coisa sobre Ibsen,mas nunca tinha lido nenhuma de suas peças.Não gostava de peças.Gostava de biografias.

-é,seu quem ele era-disse Jace

-pois é,ele estava doente havia um bom tempo,e a enfermeira falou:"essa manha o senhor parece estar se sentindo melhor".Ibsen olhou para ela e disse:"pelo contrário",e então morreu.

Jace riu.

-isso é mórbido.Mas eu gosto.

Ele contou que era seu terceiro ano em Culver Creek.Tinha começado no nono,o primeiro da escola,e agora estava no penúltimo,como eu.Era bolsista.Bolsa integral.Quando soube que aquela era a melhor escola do Alabama,escreveu uma carta de admissão dizendo como seria bom ir para uma instituição onde pudesse ler livros grandes,já que não pudim fazer isso na própria casa,porque o pai sempre usava os livros para bater nele.Jace escolhia livros curtos e sem capa dura,pra própria segurança.Os país se divorciaram quando ele estava no décimo ano.Ele gostava da "Creek",como a chamava.

-é preciso tomar cuidado com os professores e alunos daqui.E eu odeio ter que tomar cuidado-ele deu um sorriso malicioso.

Eu também odiava ter que ser cuidadoso.Ou pelo menos queria odiar.Jace me contou tudo isso enquanto esvasiava as sacolas,e jogava as roupas de qualquer jeito nas gavetas.Ele não acreditava em uma gaveta para cada peça diferentes de tipos de roupas.Se minha tivesse ali,teria um infarto.

Assim que terminou de "arrumar as coisas",Jace me bateu com força no ombro. 

-espero que seja mais forte que parece-disse,e saiu,deixando a porta aberta.

Voltou alguns segundos depois e colocou só a cabeça para dentro.Eu estava em pé,sem me mexer.

-vamos,Stiles Stilinski.Temos coisa a fazer.

#########################

Fomos até à sala de tevê,onde,segundo Jace,ficava a única tevê do Campus.Durante o verão,o local servia como deposito.Cheia quase até o topo de sofás,geladeiras e tapetes enrolados,a sala estava movimentadíssima com garotos procurando suas coisas e tentando tira-las de lá.jace cumprimentou algumas pessoas,mas não me apresentou.


C O N T I N U A...



Notas Finais


Oooooooeeeeeeeee
Espero que tenham gostado
Favoriten e comentem o q acharam
Até logo
Bjs
Outra história
https://www.spiritfanfiction.com/historia/apocalipse-11797047


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