História Only You - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Diego Ribas da Cunha
Personagens Diego Ribas da Cunha
Visualizações 127
Palavras 1.259
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

boa leitura <3

Capítulo 22 - Twenty two.


Diego Ribas

A noite teria sido incrível se aquele projeto de gente não estivesse junto. Meu Deus, que cara chato! E o pior, parecia que só eu achava isso. Ainda por cima, tive que ficar vendo os olhares dele em direção a minha namorada, ele não parecia nem um pouco querer apenas a amizade de Clarice. Eu, de longe, conhecia aquele olhar porque era o mesmo que eu lançava em direção à ela. Aquele filho da puta estava apaixonado pela minha namorada.

Eu juro que tentei nem sequer dirigir a palavra a ele, mas era impossível não revidar as provocações que ele fazia.

- Estamos indo. – Isabel se pronunciou levantando junto de Camila e Leonardo.

- Cuidado. – Clarice disse indo em direção dos três e abraçando um por um.

Eles foram embora e nós também estávamos de saída.

- Amor, segura minha bolsa, preciso ir ao banheiro. – me entregou a bolsa e correu desesperada para o banheiro me fazendo ri junto com o babaca que estava ao meu lado.

- Você é um homem de muita sorte. – ouvi aquela voz irritante.

- Eu sei.

- Você poderia ser um pouco menos sarcástico? É sério, todos perceberam essa sua crise de ciúmes nada a ver. Cara, eu gosto dela, desde a primeira vez que eu a vi. Eu não sei como isso foi acontecer, eu realmente não sei. Mas não é porque eu estou perdidamente apaixonado pela sua namorada que eu vá fazer algo para sabotar o relacionamento de vocês, eu não seria capaz disso, ela ama você. Mas eu não me importaria de ser a segunda opção dela, não mesmo. Pode ter certeza que se você vacilar eu estarei pronto para conquistá-la. Não a machuque.

- Eu nunca a machucarei. – ele fez sinal de positivo com a cabeça e não disse mais nada.

Não demorou muito e Clarice voltou.

- Tinha uma fila imensa, quase desisto. Nossa, vocês estão vivos, é um milagre. Vamos?

Entreguei a chave do carro para ela e segurei em sua mão, fomos caminhando em silêncio até o carro. Na realidade, todo o percurso fora em silêncio. Durante o caminho eu pensava sobre o que Gustavo me disse. Não foi culpa dele se apaixonar por ela, ela é apaixonante. Mas não nego que, agora mais do nunca, o medo de perdê-la preenchei ainda mais o meu ser. O tempo que passamos longe um do outro deixou minha vida um verdadeiro caos, eu dormia e acordava na esperança de que tudo não passasse de um terrível pesadelo, mas era real. Cogitar a possibilidade de não a ter junto de mim já deixava meu coração apertado.

Eu sei que não passa de um medo sem sentido, sei que ela me ama, nunca duvidei disso, mas não controlo meus sentimentos, principalmente quando se trata de Clarice.

- Entregue. – ouvi sua voz soar pelo automóvel quando paramos em frente à casa onde o seu amigo estava hospedado.

- Obrigado pela noite, Clarice. – ele disse e senti meu estômago revirar ao ver ele beijar a mão dela e vê-la sorrir com o ato. – Boa noite, Diego. – fora mais sério ao dirigir a palavra a mim.

- Boa noite. – disse seco sem me importar em parecer rude, a intenção era essa mesmo.

- Poxa, amor, precisava ser tão grosseiro assim com o menino? – perguntou minha namorada dando partida no carro em direção a sua casa.

- Precisar eu não precisava, mas eu quis. – ela riu.

- Você é impossível, Diego Ribas. Impossível.

Chegando em frente à sua casa, Clarice saiu e foi abrir o portão para que eu guardasse o carro. Vi ela entrar e trancar a pequena porta de metal e a outra maior se abrir. Entrei com o carro e o portão se fechou, antes de sair do veículo peguei no porta-luvas o que havia deixado por dias ali.

Segui minha namorada e fomos para o seu quarto em silêncio para não acordar seus pais.

- Eu estou muito cansada. – falou se jogando em sua cama.

- Eu também. – me deitei ao seu lado. – Não tomar banho, porquinha? – perguntei beijando seu pescoço ela riu me empurrando.

- Eu vou e você?

- Claro.

Fomos juntos para o banho, mas só tomamos banho mesmo, Clarice cortou meu barato na primeira investida.

Assim que saímos do banho, me vesti rápido e me sentei na cama tentando criar em minha mente algo muito bonito para falar a ela.

- Você está me deixando envergonhada, Diego, para de me olhar assim ou eu terei que me trocar no banheiro.

- Assim como?

- Assim como você está me olhando.

- Apaixonado ou perdidamente apaixonado? – ela riu e vi suas bochechas avermelharem um pouco. – Tudo bem, não vou olhar, pode se trocar. – coloquei um travesseiro em frente ao meu rosto e ouvi sua risada ecoar pelo cômodo. – Você está nua?

- Estou. E estou pensando seriamente me dormir assim?

- Sério? – retirei imediatamente a almofada que antes cobria meu rosto e a vi completamente vestida com um short de algodão e sua camiseta do Batman. – Você alimentou minhas esperanças e agora está vestida desse jeito. Quanta maldade. – fingi decepção e ela pulou em cima de mim me derrubando na cama. – Ai, costelas quebradas. – brinquei e senti um beijo próximo a minha orelha. – Quanta doçura, meu amor, o que está acontecendo com você?

- Agora eu não posso nem ser fofa mais, eu hein. – se jogou para o lado deitando na cama.

Apoiei meu cotovelo no colchão e minha cabeça em minha mão e fiquei observando o paraíso em forma de mulher que estava em minha frente. Seus cabelos negros estavam bagunçados e sua franja recém cortada estava mais engraçada do que nunca, ela havia ficado tão bonita, mais do que já é. Nos seus lábios existiam resquícios do batom escuro que ela estava usando, devido a luz, sua pele parecia ainda mais pálida e seus grandes olhos mais escuros. Depositei em seus lábios um beijo casto e ela suspirou.

- Eu tenho uma coisa muito importante para te dizer. – falei e ela franziu o cenho. – levantei da cama e fui procurar no bolso da calça que eu usava o que trouxe do carro e coloquei no bolso do short que eu estava usando. – Eu devo colocar uma camisa para passar mais seriedade no que eu vou falar? – perguntei e ela pareceu mais confusa ainda.

- Você está ficando louco, amor?

- Não, acho que não precisa, eu estou muito lindo sem camisa. – ri convencido e fez um sinal de negação com a cabeça rindo logo em seguida. – Certo, eu estou nervoso. Muito nervoso para dizer a verdade. – voltei para a cama e me sentei ao seu lado.

- Você não vai fazer o que eu acho que vai fazer, né?

- Quietinha, amor. Ok. – respirei fundo. – Clarice, você sabe que eu amo muito você, mas você nem imagina o tamanho desse amor. Conhecer você foi uma das melhores coisas que já aconteceu em toda a minha vida, e desde o começo eu sabia que era você e pra sempre será você. Foi você no momento em que eu te vi sentada em um banco esperando por batatas fritas, eu fui ali só para me aproximar de você, acredite, eu não fazia questão das batatas. Você, amor, é a minha maior certeza. E eu sei que não estou sendo precipitado porque eu te amo e sei, também, que é recíproco. Eu quero dividir com você a minha vida e quero que você partilhe a sua comigo, eu não sei viver sem você. Casa comigo, Clarice?


Notas Finais


ME DIZ O QUE VOCÊS ACHAM: ACEITA OU NÃO ACEITA?????????


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