História Only You - Capítulo 3


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Categorias Demi Lovato, Grey's Anatomy
Personagens Demi Lovato, Personagens Originais
Tags Demi Lovato, Lesbian For Demi, Lovatic
Visualizações 303
Palavras 1.820
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CABUUM! Mais uma atualização pra vocês. É. Às oito horas da manhã pq sim!
Boa leitura, meus amores S2

Capítulo 3 - Three


Red cups and sweaty bodies everywhere

Hands in the air like we don't care

'Cause we came to have so much fun now

Got somebody here might get some now


Meu corpo se mexia calmamente ao ritmo da música que tocava nas variadas caixas de som espalhadas pela casa de Demi, o ambiente estava agitado, e aonde quer que se olhasse, pessoas seguravam seus drinques, conversavam e se divertiam enquanto a música alta se misturava à neblina produzida pelos cigarros e criava uma atmosfera de imoralidade.

 Olhei em volta, percebendo alguns olhares direcionados para mim, foi então que ao me direcionar para a varanda percebi estar sendo vigiada pelas orbes castanhas de uma certa morena e virei de costas indo  em direção a cozinha, me servi de mais vodca e me encostei na pia, fechando os olhos para apreciar a música.

― (Seu Nome)? ― escutei alguém me chamar e abri os olhos, encontrando com um moreno alto e de olhos azuis.

― Sim, e quem é você? ― digo, arqueando uma sobrancelha.

― Não está me reconhecendo? Brad, residente do segundo ano…

― Oh sim, claro! Lembrei agora.

― Como você está? ― perguntou, sorrindo.

― Estou bem, e você?

― Também! Que bom que te encontrei aqui, você está linda, sabia?

― Ah, obrigado, você também está.

― Eu tava pensando…  Se em um dia desses, nós pudéssemos…

― Hey, encontrei você! ― Demi apareceu eufórica na porta da cozinha.

― O que foi? ― perguntei.

― As meninas estão loucas atrás de você, venha. ― disse se aproximando e me puxou pela mão.

― Certo… Tchau, Brad. ― disse para o rapaz, antes de ser arrastada para fora da cozinha.

Demi me levou de mãos dadas até a varanda de sua casa, e seguimos pela parte externa até a piscina, onde tinha visto Thalita e Marissa dançando.

― Encontrei ela, gente ― Demi disse me puxando para perto delas, as duas sorriram. ― Tava paquerando um cara na minha cozinha.

― Não estava não! ― rebati.

― Se (Seu Nome) não fosse lésbica, eu até acreditaria em você. ― disse Marissa gargalhando.

― Ah… ― Demi fez uma expressão um tanto indecifrável para mim, mas logo sorriu. ― Sendo assim, esse cara tem muito azar.

Não preciso nem dizer que eu corei diante desse comentário, né? Felizmente mudamos de assunto para um mais confortável, e em certo momento Demi se ausentou novamente para filmar a festa, porque, aparentemente, as filmagens farão parte de seu mais novo videoclipe sobre a música Sorry Not Sorry, que por sinal é um arraso total.

Enquanto Marissa e Thalita conversavam entre si, resolvi que caminhar um pouco não me faria mal, então quando tirei o celular do bolso e o desbloqueei, vi que tinha algumas ligações perdidas de Laura.

" Droga. ". Pensei ao passo em que discava seu número e procurava um lugar mais afastado das caixas de som.

Alô?sua voz soou um pouco rouca e sonolenta do outro lado da ligação.

― Laura, que bom que atendeu! ― gritei, um pouco alterada por causa da bebida.

Ai, (Seu Nome), não grita. São duas da manhã.

― Já? Eu achei que fosse mais cedo... Desculpe. ― digo, um pouco mais baixo.

Não, não desculpo. Olha a hora que você me liga! Por acaso viu que eu te liguei feito louca e você sequer atendeu? Eu fiquei preocupada contigo... Achei que íamos nos encontrar depois do seu trabalho, mas parece que encontrou algo melhor pra fazer. ― disse, frustrada.

― É, eu sei... Mas é que as meninas me arrastaram pra uma festa e aconteceu uma coisa muito louca...

É, eu já imagino... bufou. Olha, (Seu Nome), eu to cansada, exausta, e não quero conversar com você agora, tchau.

― Não, espera! ― tentei dizer, mas já era tarde, a ligação fora encerrada.

Tentei ligar mais umas vezes, mas todas as tentativas davam na caixa postal, e pra piorar quando fui me virar para procurar as meninas, acabo que por esbarrar em uma garota, cuja bebida de cor vermelha caiu em mim, tingindo minha roupa.

― Vish, foi mal ai! ― disse a garota rindo e logo desapareceu por entre a multidão.

― Tudo bem, né... ― digo baixinho para mim mesmo.

Caminho até a cozinha de Demi e procuro por um guardanapo, logo que acho passo pela roupa enxugando o excesso de bebida contida ali.

― Eita, viada, o que aconteceu com você?

Me viro para a porta onde Matthew Scott, um velho amigo meu entra, vestindo uma calça branca, camisa laranja, e em sua cabeça, cobrindo seus cabelos negros, um boné preto virado para trás, ele estava acompanhado de Thalita e Marissa.

― Uma garota que me esbarrou derrubou bebida em mim. É um prazer te rever, Matt. ― digo sorrindo.

― Meu deus, (Seu Apelido). Só você mesmo. ― disse Thalita reprimindo uma gargalhada.

― Ih, o que aconteceu aqui? Tá tudo bem, (Seu Nome)? ― foi a vez de Demi entrar na cozinha.

― Uma garota derrubou bebida nela. ― disse Marissa.

― Por quê?

― Foi um acidente, Demi. Está tudo bem. ― respondi colocando o guardanapo no lixo.

― Bem, acidente ou não, não pode ficar assim ― ela disse. ― Venha comigo, acho que tenho algo lá em cima que deva te servir.

― Oh, não precisa se incomodar. ― digo, envergonhada.

― Vem.

Assenti e a segui pela casa até chegar a escada no canto da sala, onde subimos até chegar em um corredor com cinco portas de cor preta, paramos em frente a primeira e ela abriu-a para mim.

― Bem-vinda ao meu quarto.

Seu quarto era enorme, com direito a closet e tudo mais. As paredes brancas contrastam bem com os móveis e com a cama king size que tinha na parede direita, havia alguns abajures pretos nos lados da cama, o detalhe é que são pendurados no teto logo acima dos criados-mudos, e enfeitando a parede a frente, uma enorme televisão de tela plana preta. Tudo muito bem decorado e organizado, com exceção da poltrona cheia de roupa no canto do quarto, onde de lá pulou uma bola de pelo felpuda e preta vinda em minha direção.

― Ah, esse é o Batman, meu cachorrinho.

Ele pulou em minhas pernas e eu agachei para fazer carinho.

― Meu Deus, ele é muito fofo!

― Isso enquanto ele não está comendo os seus sapatos ― disse indo até o closet. ― Você gosta?

― Ah, eu amo cachorros, então não consigo ficar brava. Pena que eu não posso ter um. ― disse acariciando a barriga do Bat.

― Ué, e por quê? ― ela gritou de dentro do closet.

― Porque se eu fosse ter um, ele ficaria sozinho o dia inteiro, sem ninguém para cuidá-lo, e sabe-se lá o que ele aprontaria durante esse período todo.

― É, tens razão. Mas é sempre bom ter algo, ou alguém te esperando quando chega em casa ― disse vindo até mim. ― Vê se essa te serve. Pode ficar a vontade, vou lá pegar mais ração para o Batman.

Ela me entrega uma camisa branca do AC/DC com mangas curtas cinza e saiu do quarto, então vesti-a, mas como eu sou uma desastrada a camisa deu um jeito de se enroscar no clip do sutiã e não descer mais. Tentei alcançar o clip, tentei subir, descê-la, puxá-la para o lado, para o outro, mas nada adiantava, e justo quando estava desistindo ouço a risada abafada de Lovato, que estava parada na porta com uma mão na boca e outra segurando um saco de ração.

― Qual é a graça? ― perguntei, séria.

― Nunca que você vai conseguir assim... Você precisa de ajuda.

― Não, eu consigo sozinha ― tentei puxar o clip, e falho miseravelmente arrancando uma gargalhada da mais nova. ― Ok, talvez eu precise de ajuda.

Demi encheu a tijela do Batman primeiro e depois que largou o saco de ração veio até mim, em seguida fazendo sinal para mim virar de costas e um pouco constrangida a obedeci. Sua mão entrou em contato com minha pele, fazendo uma pequena corrente de eletricidade percorrer por todo meu corpo, logo meus cabelos foram afastados para o lado junto de seus dedos, deixando minhas costas livre para o que Lovato quisesse fazer.

De repente, sinto suas duas mãos deslizando pela região das costas e o pescoço, então desliza para os ombros e com os polegares deslizou para baixo e para cima me fazendo suspirar de satisfação, o que a fez recuar até o clip do sutiã e soltar a camisa, que logo se alastrou pelo meu corpo até a cintura.

― Pronto ― disse me virando de frente para si, ficando tête-à-tête com ela sendo capaz de sentir sua respiração se fundindo com a minha. ―  Tudo bem?

― Tudo. E- e você?

― Aham, é melhor voltarmos para a festa.

― Também acho.

Disparei para fora do quarto antes que eu tivesse uma atitude que mais tarde eu me arrependeria, desci até a sala e fui para a varanda procurar as gurias, que em minutos as achei perto da piscina com Matthew e mais outras pessoas que eu não faço ideia de quem são.

― Essa camisa ficou bem em você! ― Matt disse se aproximando de mim.

― Ah, valeu.

― Cadê a Demi? ― perguntou Marissa.

― Não sei, a gente se desencontrou. Vou pegar uma bebida, aguenta aí.

― Não acha que já bebeu demais? ― Thalita me pegou do braço antes que eu saísse.

― Tá tudo bem, só vou pegar mais uma.

Me soltei dela e fui caminhando por entre as pessoas até o bar, sento-me bem no canto, onde tinha quatro lugares disponíveis. Pedi um whisky com gelo para o barman e enquanto eu o aguardava observei o pessoal da outra ponta do bar que pareciam se divertir enquanto tomavam vários shots de alguma bebida, mas parei ao sentir um cutucão em meu ombro esquerdo.

— Com licença, esse lugar está vago?

Olhei para trás observando uma linda morena de olhos azuis e vestido preto de alcinha e rendado até o meio das coxas, também de um decote favorável ao seu busto e um scarpin classic preto.

— Sim, pode sentar. — respondi dando um gole em minha bebida.

— Obrigada. Você é amiga da Demi, não é?

— É, digamos que sim, por que a pergunta?

— Nada, eu só queria puxar assunto. Eu sou péssima nisso, ainda mais quando quero flertar com esse alguém.

— Bem, você pode começar me dizendo o seu nome.

Ok, Ok, eu sei que não deveria estar incentivando essa pobre garota, até pelo fato de eu estar um pouco alterada pela bebida, mas, que mal isso me faria, não é? Laura aparentemente está brigada comigo, e além disso não temos nada definido.

— Katherine, mas pode me chamar de Kat.

— Prazer, Kat. Me chame de (Seu Nome), ou (Seu Apelido) se preferir. — dei o último gole em meu whisky e estendi a mão para um comprimento formal.

— O prazer é todo meu… — agarrou minha mão com firmeza. — Aceita uma bebida, (Seu Apelido)?

— Agora sim está falando a minha língua, garota. — fiz sinal para o barman.


Notas Finais


Isso é tudo por hoje, pessoal :3 digam-me o que acharam, sem timidez *-*


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