História Only your voice - Imagine Jin (Bts) - HIATUS - Capítulo 34


Escrita por: e Pequetita00MR

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Amor, Atualidades, Drama (tragédia), Psiquiatria, Você
Visualizações 209
Palavras 962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - A proposta do Diabo


Fanfic / Fanfiction Only your voice - Imagine Jin (Bts) - HIATUS - Capítulo 34 - A proposta do Diabo

JungKook, ainda em choque com o que acabara de ouvir, deixou o corpo sem consciência e começou a dar passos em direção à Ane, que engoliu seco, mas ainda sim, de cabeça erguida sobre a decisão que havia feito. 

 - Ane, Ane... - as mãos, cheias de sangue de Jin, entraram nos bolsos antes vazios. - Sabe o que está fazendo, não é? 

 - Ajudando este rapaz, JungKook. - respondeu sem gaguejar. - Olha o que fez com ele! 

 - Não é nada comparado ao que eu pretendo fazer com você... - o olhar aterrorizante se fez presente no lugar da surpresa, arrancando um suspiro de Ane, que já sabia o que estava por vir. 

 - Ande! Acabe comigo de uma vez! - entregou-se totalmente ao sádico e louco rapaz ali, que sorriu ladino. 

Durante uma hora, Ane apanhou, sofreu nas mãos de Jeon, que havia esquecido totalmente de SeokJin, pois se divertia o suficiente com a pobre menina. 

Já toda coberta por sangue, a pequenina já não conseguia mais mexer suas pernas, que estavam cortadas, com marcas roxas e outras nem tanto. Gemia de dor, o que dava prazer para o agressor. 

 - TÁ GOSTANDO?! HUH?! ISSO QUE DÁ DEFENDER UM MISERÁVEL! - gritava tais palavras enquanto segurava a gola da camiseta de cor cinza que Ane usava. 

Após cuspir o sangue que tinha em sua boca, Ane pode disparar: 

 - Eu nunca entregaria (S/N) para você, J-JungKook. E eu não poderia deixar... esse rapaz sofrer nas mãos de alguém como você, ele merece ser feliz. Ao lado de (S/N)! 

Ao ouvir tais palavras, JungKook perdeu-se na raiva que estava lhe consumindo, e como consequência de ter dito aquelas palavras, Ane acabou levando uma pancada na cabeça. Logo em seguida, arremessada na parede com certa força, desmaiando a menina. 

Com os olhos puxados totalmente arregalados, JungKook parecia ter um ataque que há muito tempo não tinha. Se não fosse pela cadeira ao lado, Jeon estaria no chão. 

Pra que tanto ódio sobre mim, sendo que a vítima sou eu? 

Questionava-se. Ane, SeokJin, e até mesmo (S/N) pensam que Jeon está pouco se lixando para o que pensam dele, mas, de certa forma, ele se importa. Ele pensa sobre isso. Ele ainda tem um coração. Ele ainda é um ser humano. 

Há tempos não derramava uma lágrima. As últimas foram no dia em que viu seu rosto pela primeira vez após o acidente com Jin. Aquela cicatriz... 

Passou as mãos sobre o rosto, sentindo a enorme cicatriz que se encontrava ali. 

Depois de minutos encarando o chão, pôde ouvir gemidos masculinos. SeokJin estava acordado. 

 - Bom dia, Bela Adormecida. - sorriu ladino, fazendo Jin se levantar, conseguindo ficar sentado, com dificuldades. 

 - O q-que você fez com ela...? - SeokJin, por sua vez, tentou chegar perto de Ane, ganhando um chute no rosto. 

 - O preço por defender você e sua namoradinha. - respondeu o sedento por sangue. 

 - Você não passa de um cuzão. 


Aquela frase havia aberto as portas  do inferno. E o Diabo estava amando ser liberto. Novamente. 


[...]

 


(S/N) suspirava cada vez mais, todo momento a morena pensava em dar o fora dali sem chamar a atenção dos pombinhos que precisavam de mais tempo à sós. 

Enquanto isso, Min Hee e Jung conversavam normalmente depois do incidente com Hoseok. 

A morena encaracolada pôs-se a chamar o garçom, pedindo a conta, para poder pagar a água que pedirá. A mesma entregou um bilhete para o garçom alto, pedindo para que entregasse ao casalzinho assim que ela estivesse fora do lugar. E assim o garçom fez. 

 - É um bilhete. - Hoseok afirmou, desdobrando o papel. - "Eu estou indo para o trabalho, mas não se preocupe, estou bem. Aproveitem o encontro, futuro casal. Beijinhos, (S/N)." 

 - Essa garota, nem avisa! - Min Hee comentou, encarando a mesa vazia, antes ocupada pela amiga. 

 - Como sempre... - Hoseok disse, levemente chateado por pensar na possibilidade de ter magoado sua irmã. 

Depois de mais uma hora conversando alegremente e as vezes desastradamente, Hoseok e Min já estavam a caminho da trabalho. Hoseok dirigia já mais calmo, sem tanta tensão. 

 - Bom, já vou indo, vou ver se encontro aquela encaracolada. - Hee alarmou, tirando o cinto e encarando o lindo motorista. 

 - Ah, diz pra ela me telefonar. - pediu, vendo a outra assentir. - Então... 

 - Então... - Hee ajoelhou-se no banco, logo de inclinando para o Jung, que tremia. 

Tascou-lhe um beijo. Um beijo, calmo, sereno e com um toque de quero mais. 

 - Até mais, Jung. - sussurrou no ouvido do outro, que piscava várias vezes. 


Olhou para baixo o Jung, vendo que tinha um probleminha no meio de suas pernas. 

 - Droga... 

 

[...]

 

 - Droga, ele desmaiou! - o Jung comentou, jogando o corpo de SeokJin no chão. 

 - J-JungKook... - Ane, que já estava acordada há algum tempo chamou pelo rapaz, que lhe encarou. 

 - Ane, eu estava pensando, aqui, sozinho. - caminhou até a menina, que estava encostada na parede. - Se eu te fazer uma proposta, você aceita? 

 - P-proposta? 

 - Se você me ajudar a achar aquela pi... Quero dizer, achar a (S/N), eu posso ser tudo aquilo que você não teve. Um pai, um irmão, um amigo, um melhor amigo, e até namorado, se você quiser. 

Ane, que estava ferida, estava também encurralada, ela não tinha muitas opções senão aquela. Se ela não aceitar, ela morre de tanto apanhar. Se ela aceitar, ela se corroerá por dentro, afinal, estaria ela entregando uma amiga. 

 - E-eu... 

 - Vamos, Ane, você não vai querer ver meus brinquedinhos de novo, vai? - sussurrava no ouvido da menor, que queria aceitar, pois era uma oferta tentadora para alguém como Ane, que sofreu muito. 

 - E-eu... aceito. 

 



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