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História Oopsy - Capítulo 1


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Notas do Autor


PS: isso é o auge do clichê yaoi... não digam que eu não avisei.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Haviam muitas coisas que ajudavam Park Seonghwa a relaxar. Apreciava degustar um bom vinho enquanto observava a vista pela sacada, tendo visão ampla da iluminada Gangnam; também gostava de uma boa partida de golfe no campo, onde a brisa fresca vinha e parecia levar junto consigo suas preocupações.

Mas a verdade era que nada se comparava ao pequeno Jeong Wooyoung. Apenas a noção de estarem juntos após uma exaustiva e longa semana de trabalho, sócios furiosos, e toda a artimanha de organizar um encontro sem que Siyeon suspeitasse do que estava acontecendo, era o suficiente para fazer seus ombros caírem um pouco, se tornando menos tensos.

Deixando o paletó sobre o mancebo, reparou no quarto aparentemente vazio e arqueou uma sobrancelha. Antes que pudesse questionar, ele se pronunciou entusiasmado:

— Aqui!

Seguiu a voz, chegando até o banheiro e sentindo a respiração falhar ao encontrar o garoto na banheira, debruçado sobre a beirada para lhe encarar com aqueles olhos grandes e mandões. Ele esticou o braço, lhe puxando pelo cinto ao mesmo tempo que empurrava o lábios num bico.

— O senhor não vai me cumprimentar direito? — Wooyoung era manhoso mas simultaneamente, podia ser um pouquinho autoritário. Ele sabia que lhe tinha na palma da mão. Podia ser mais novo que ele, mas era muito esperto.

Percorreu os olhos pelos dedos firmemente enrolados ao redor de seu cinto, até a expressão petulante que ele tinha no rosto. Evitou de se demorar muito nas clavículas marcadas e o colo úmido e avermelhado devido a água quente. O garoto resmungou, chamando sua atenção novamente.

— Desculpe. Que indelicado da minha parte... — riu para si mesmo, os lábios se curvando num sorriso de canto quando o menino balançou a cabeça positivamente.

Levou a mão até o pescoço dele, o segurando com firmeza pela nuca e se abaixando para grudar os lábios, saboreando do gloss de morango que ele usava, ciente do pequeno arfar e o aperto se afrouxando ao redor do seu cinto. Os mesmos dedos decidiram se aventurar um pouco, vagando pela região da sua virilha, mas antes que ele pudesse ir mais longe, usou a mão livre para a colocar de volta na superfície escorregadia da banheira, ignorando o pequeno gemido descontente quando ao mesmo tempo separou as bocas.

— Termine o banho. — não era um pedido, era uma ordem, mas Wooyoung não era lá tão obediente. Ele soltou um gemido frustrado.

— O senhor não vai entrar? Posso ajudar o senhor a relaxar… — ele mordeu o lábio inferior, o soltando lentamente antes de sorrir malicioso.

Seonghwa grunhiu, um vinco de formando no meio da testa quando o garoto teve a audácia de bater os cílios. Tomando seu tempo, caminhou com os dedos que o envolviam a nuca para esfregar a bochecha macia, tocando a pintinha abaixo do olho com o polegar. Ele suspirou, fechando os olhos para apreciar a carícia.

— Obrigado, meu doce. Mas não precisa. — confessou, ressentido por não se juntar a ele. Adorava quando ele lavava seu cabelo e esfregava suas costas. Balançou a cabeça, afagando o rosto do garoto e continuando num tom um tanto irritadiço. — Antes de vir tive de tomar um banho no escritório, derrubaram café na minha calça.

O biquinho do Jeong aumentou. Seonghwa se segurou para não o beijar até perder o fôlego.

— Você o demitiu? — ele arqueou as sobrancelhas.

— Neném, eu sou o dono mas eu não devo demitir qualquer um. — explicou, rindo bem-humorado com a ingenuidade do pequeno. Ele inflou as bochechas, lhe dando as costas e cutucando as bolhas que a espuma fazia na água. — Foi só um acidente, Youngie.

Wooyoung não conseguia manter a pose quando ele usava aquele apelido. Se amoleceu, encarando o empresário novamente e apertando a borda da banheira em nervosismo.

— Mas poderia ter queimado… o senhor está bem?

Seonghwa não sabia o que havia feito pra merecer um menino tão doce. Algo grandioso, com certeza. O tranquilizou com uma negação, afagando os fios claros antes de deixar o cômodo. Mexendo em sua maleta, achou o que queria e se sentou a beira da cama.

— Você gosta de cordões, Wooyoungie? — perguntou como quem não queria nada, batucando os dedos sobre a caixa quadrada de uma grife popular em seu colo.

O garoto secava os cabelos e levantou a cabeça rapidamente, acenando em seguida. O canto dos lábios do mais velho se curvaram em um sorriso.

— Encontrei esse em Berlim e achei que ele ficaria perfeito em você, meu anjo.

Diferente da maior parte das pessoas que juravam se sentirem desconfortáveis ao receber presentes, Wooyoung absolutamente adorava receber bens materiais, sem problemas algum. Ainda mais se eles vinham de homens charmosos e ricos como o que o esperava na cama nesse momento.

Sem cerimônias e cheio de entusiasmo, sentou sobre uma das pernas do homem, circulando o pescoço dele e o dando um beijo estalado na bochecha, expressando gratidão. Seonghwa riu bem-humorado, se recuperando da movimentação abrupta e pousando uma mão estrategicamente sobre a bunda do garoto.

Com a outra mão, abriu a caixinha e elevou o presente a altura dos olhos dele.

Wooyoung sentiu a boca secar a vista do belo colar de diamantes. As pequenas pedras brilhavam sobre a luz do candelabro acima dele. Seu pescoço formigava para o usar.

— É lindo, senhor. — exclamou, alcançando a jóia e a tocando delicadamente. Seonghwa lhe assistia com um sorriso satisfeito. — Eu posso colocar? Por favorzinho, senhor. Eu vou me comportar, prometo.

O mais velho fez um som de discordância com a garganta.

— Guarde para outra ocasião. Qual é o nome do restaurante que queria visitar? Irei lhe levar lá, e você poderá exibir ele pra todo mundo. O que meu anjo acha? — acariciou com ternura a bochecha macia, consciente de como ele se derreteu ainda mais, ronronando contra seu toque e colocando o peito firme ao seu. Suspirou com o contato, a fome pelo corpo esbelto apenas crescendo.

— É perfeito, o senhor sabe exatamente do que eu gosto! Como me agradar… Não sei nem como agradecer. — deixou de pular entusiasmado sobre a coxa do empresário, mordiscando o lábio inferior e torcendo a gravata azul entre os dedos para se entreter.

Seonghwa colou mais os corpos, o puxando pela curva da bunda e se aproveitando para o cheirar o pescoço e é claro, apalpar o traseiro.

— Preciso manter meu menino feliz, hm? — sussurrou baixo, acariciando a pele dourada do pescoço bonito com os lábios. Fez finalmente o que tanto estava ansiando e apertou a carne abundante sobre suas mãos, se deliciando no gemido de surpresa que arrancou. — Mas já que se preocupa, você pode me agradecer colocando esse rabo pra trabalhar, anjo.

Ah, Wooyoung não possuía nenhuma objeção quanto aquilo. Precisava admito que tinha prazer em obedecer as ordens do empresário, por cima esta? Para ficar por cima? Era seu dia de sorte! Mas precisava ser cauteloso. Empurrando a caixa de veludo, se sentou adequadamente em cima dele.

Seonghwa o assistia com atenção. Incapaz de suportar a necessidade de tocar, espalmou o peito definido, acariciado os músculos firmes e ainda suaves antes de brincar com os mamilos eretos, o tirando um gemido anasalado. Ele em resposta se esfregou contra a semi ereção presa na calça, ondulando o quadril com o talento de um dançarino e um perfeito amante na cama.

Os lábios se encontraram com sede. Por mais difícil que fosse se focar enquanto o dominante abusava de sua boca, mordendo e sugando seu lábio inferior, conseguiu desabotoar a calça social naquele meio tempo. Tirou o membro riio das calças rapidamente, sorrindo em meio ao beijo ao perceber que ele havia ficado excitado apenas com um beijo. O mais velho se afastou, arqueando uma sobrancelha em questionamento.

— Ficou duro tão rápido. O senhor estava com saudades minhas?

Seonghwa resmungou, espremendo os olhos para as travessuras que saiam dentre aqueles deliciosos lábios grossos e umidos com sua saliva.

— Não é óbvio? Não tenho ensinado uma lição a essa sua boca bonita faz algum tempo, pelo visto.

O garoto entretanto, não pareceu intimidado pela entre aspas, ameaças. O sorriso travesso apenas aumentou.

— Eu também senti sua falta, senhor, não se preocupe.

Seonghwa o repreendeu com outro apertão, a carne escapando entre seus dedos. Outro gemido pornográfico foi emitido.

— Não me faça ser bruto com você hoje a noite, Wooyoung.

— Mas eu quero que seja, senhor. — ronronou, empurrando de volta a mão do empresário, o desafiando. Sorriu em meio uma expressão de prazer quando recebeu um tapa, sabendo que imediatamente a pele ficou vermelha. Podia não parecer, mas ele tinha a mão pesada. — Isso…

Não ficou surpreso quando as posições foram invertidas. Encarou o empresário por baixo com olhos cheios de expectativa.

Seonghwa tinha exatamente dois estados de espírito quando estavam na cama: ele poderia ser um grande cavalheiro, lhe fazer se sentir um príncipe, beijar seu rosto e segurar suas mãos enquanto acertava seu ponto mais sensível com movimentos lentos e profundos. Ou ele poderia ser impiedoso, o caso de agora.

Após uma breve preparação, sendo o suficiente para não machucar, Seonghwa o tomou como um animal. A invasão ardeu o bastante para sua ereção pulsar e patética, escorrer uma gota de pré-porra, se juntando a poça em seu umbigo. Não teve certeza de quando seus gemidos se transformaram em soluços, não quando o comprimento quente ia e vinha acariciando suas paredes com velocidade e precisão, a ponta maltratando aquele lugar toda vez que ele pressionava fundo, as coxas torneadas encontrando a parte debaixo de suas nádegas. Toda vez que ele fazia isso, choramingava, a onda de prazer intenso fazendo que seus joelhos estremecerem sobre o aperto dele enquanto via estrelas.

O tanto de lubrificante provocava um barulho erótico que fez suas orelhas zumbirem. Era vulgar como pingava tanto ao ser usado daquela forma, se entregando para aliviar a tensão do trabalho de um homem podre de rico e dez anos mais velho. Mas era de rolar os olhos como Seonghwa lhe fodia gostoso, indo rápido e forte, provavelmente descontando a raiva que a mancha de café na roupa causada pelo funcionário incompetente o provocou. E ele o fazia da melhor forma, lhe invadindo com propriedade. Conhecia seu corpo como qualquer um.

Foi um erro olhar para o rosto dele: Seonghwa era extremamente irresistível, pingando suor, o cenho franzido e a língua – aquela língua que poderia ser considerada um pecado – para fora, umedecendo os lábios.

Pior foi quando ele retribuiu o contato visual, fixando os olhos escuros e poderosos nos seus. O sorriso malicioso carregava mais do que podia explicar. Parecia que iria lhe devorar. Ele se aproximou, o cheiro do perfume caro enchendo seus pulmões. Começou a meter devagar, a mudança de ritmo lhe deixando mais sem fôlego que antes.

— Você vai gozar comigo, meu anjo?

Tudo que conseguiu expressar foi um balbuciar manhoso, se sentindo cada vez mais próximo do clímax quando os dedos ao redor de seu membro aumentaram velocidade e a pressão, fazendo com que escorresse ainda mais na mão dele. Pervertido como era, o mais velho certamente limparia a mão do líquido com a própria língua. Ele dizia amar o seu gosto. Estremeceu só de se lembrar dele falando, o tom charmoso e erótico eram como música aos seus ouvidos.

A boca de Seonghwa fazia maravilhas. Tanto simplesmente falando, quanto lhe chupando ou explorando a sua daquele jeito. Naquele momento, não era um beijo decente, longe disso. Estavam ofegantes e com tesão demais para medir o excesso de saliva ou o fato de que as línguas podiam serem vistas se enroscando, num ritmo lento e delicioso.

Suas mãos tremiam quando buscaram a nuca do empresário: precisava de um suporte, porque sentia-se cada vez mais perto de enlouquecer com o prazer correndo as veias. As pernas estavam entrelaçadas ao redor do quadril dele, e com a sola dos pés o pressionou a ir mais fundo, fechando os olhos que reviraram debaixo das pálpebras quando a pressão absurda contra sua próstata lhe fez vir, sujando ambos os abdômens, o relógio de marca e a mão de Seonghwa.

Parecia que não ia parar nunca. Veio pra caralho enquanto segurava os fios negros, bagunçando o topete bem arrumado do empresário e não sentindo um traço de culpa, não quando havia tido o que foi com certeza um dos melhores orgasmos de sua vida. Suas pernas pareciam geleia, apenas não caindo pelo sustento do mais velho.

Por incrível que pareça, suas bochechas esquentaram quando ele cuidadosamente saiu de dentro e um filete de porra fez o mesmo caminho.

O mais velho riu curto, acariciando sua bochecha antes de se levantar. Retornou com lenços úmidos, uma garrafa de água, e lhe ajudou a bebericar alguns goles.

— Está bem? Algo dói?

E novamente, estava corando.

— Estou bem, o senhor foi incrível, como sempre. — estava de bruços para aliviar a tensão sobre o traseiro, e aproveitou para apoiar o rosto sobre o colo do empresário que afagou suas madeixas.

Seonghwa o segurou o queixo com os dedos, o instruindo a o olhar nos olhos. O tanto de carinho dentro deles o espantava, por mais que não fosse raro.

— Você também foi incrível, pequeno Jeong. O que eu faria sem você?

— O senhor provavelmente resmungaria para todos os cantos!

Seonghwa soltou uma risada. De fato, ficava resmungão e com curto temperamento se ficassem tempo demais separados. Precisava de sua dose diária ou ao menos semanal, de Jung Wooyoung.

Pigarreou.

— E aquele banho que você disse? Eu aceito ele agora.


Notas Finais


Estava morrendo de vergonha de postar~

Se vocês puderem me dizer como ficou ia ser legal 👉👈


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