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História Open Your Heart - Kim Jongdae - Capítulo 6


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Notas do Autor


Então gente esse capítulo vai ser mt bom. Espero que gostem desse momento carinhoso q os dois vão tee. Boa leitura meus amores ❤️

Capítulo 6 - Capítulo 06


Fanfic / Fanfiction Open Your Heart - Kim Jongdae - Capítulo 6 - Capítulo 06

Já se faziam 3 semanas que os dois estavam morando em minha casa e sendo bem sincera eu tinha esquecido como era morar com um homem, que neste caso era um homem e meio. A casa estava muito mais barulhenta, agitada e principalmente feliz. O fato de termos uma criança estava dando mais trabalho às empregadas, mas em contrapartida estava deixando-as mais bem humoradas e eu até podia vê-las brincando com ele em alguns momentos. Jongdae por outro lado vivia focado em seu trabalho, escrevendo em alguns papéis ideias de marketing para o projeto 1-A, como era chamado a IA que agora estava em fase de teste. Estávamos todos reunidos na sala em uma noite fria conversando sobre a colega de sala, da qual todos desconfiávamos que Jaeyul estava interessado, que iria fazer um trabalho com o pequeno. Eles estavam muito mais próximos de mim, a ponto de dormimos todos juntos no sofá durante um filme.

- Vocês combinaram de ir na casa dela? - disse Jongdae com um sorriso maroto, enquanto Jaeyul acenava que sim com a cabeça inocentemente.

Nesse meio tempo em que eles ficaram aqui descobri muitas coisas sobre Jongdae, que ele era dois anos mais novo que eu, que ele tinha uma voz incrível assim como o filho, carregava uma foto de sua falecida esposa na carteira, que era incrivelmente sarcástico e engraçado. Sem perceber, a cada nova descoberta eu me apaixonava mais e mais por ele, pelas suas gargalhadas altas, pelas suas brincadeiras e por como ele conseguia mudar tão rapidamente de figura despreocupada e tranquila para um pai coruja.

- Jaeyul, estude bastante para alcançar os seus sonhos - falei acariciando os cabelos dele.

- Meu sonho é ser cantor! Comprar uma casa tão grande quanto essa para o meu pai - ele disse todo orgulhoso.

Ele tinha talento para isso, mesmo sendo tão jovem o pequeno conseguia alcançar notas altas e sólidas. Jongdae o olhava orgulhoso como um verdadeiro pai babão. 

- Aposto que vai ser sim! Vai ser muito famoso e vai conseguir transmitir todo o seu talento e amor para as pessoas de todo o mundo - falei sorridente.

A governanta chegou anunciando que era hora do pequeno ir tomar um banho e dormir para amanhã ir a aula. Ele protestou por um breve tempo, mas logo em seguida seguiu a senhora de uniforme. Me aproximei de Jongdae que estava no canto do sofá, ele olhava o pequeno sumir no topo da escada com um sorriso tranquilo nos lábios. Depois que eles vieram morar aqui ele estava muito mais tranquilo já que grande parte das responsabilidades que ele tinha com o filho foram assumidas pelas empregadas e pelo motorista.

- Ele está tão feliz - ele disse ainda olhando a escada.

- Vocês dois estão - falei sorrindo, ele virou o rosto para mim e concordou.

- Não tenho como agradecer o que está fazendo por nós.

- Fiquem para sempre aqui como agradecimento - falei sem pensar.

Ele me olhou assustado, mas logo sua expressão suavizou e ele riu.

- Isso seria para você uma forma de agradecimento? - eu concordei com a cabeça logo após a pergunta - então eu tenho que pensar no assunto.

Eu o olhei em desafio.

- Vai recusar?

Jongdae deu de ombros, eu pulei em cima dele fazendo cócegas em sua barriga enquanto ele tentava ao máximo me afastar e segurar as risadas.

- Noona como você é má - ele disse conseguindo me tirar de cima de si, me empurrando para o lado. Sorri orgulhosa - não deveria fazer isso com sua visita.

Dou de ombros como quem não se importa com isso, ele me olha desafiadoramente e começa fazer o mesmo que eu tinha feito a poucos segundos atrás. Tentei chutá-lo na tentativa de retirá-lo de cima de mim, mas ele era mais forte e maior que eu.

- Jongdae - falei entre risos - para - implorei, ele para mas mantém meus braços presos no topo da minha cabeça - você é muito vingativo - falei um pouco manhosa e ele tinha um sorriso diferente nos lábios.

Eu não era assim antes de o conhecer, mas era inevitável.

- Você que é muito má - sem que eu percebesse ele tinha aproximado seu rosto do meu, uma tensão começou a se criar entre nós lentamente - deveria me vingar mais um pouco - ele ameaça com a mão livre de retomar as cócegas e eu já me preparava para rir - ou eu deveria me vingar de uma forma diferente? - a tensão aumentou quando ele direcionou seus olhos até meus lábios, estava tão perto que eu só conseguia sentir seu aroma amadeirado.

Não era a primeira vez que uma situação parecia acontecia, mas ele nunca tinha ficado tão próximo e nem me olhava com este olhar determinado e sedutor. Apenas de sentir a sua pele encostando na minha e seu hálito passar levemente pelo meu rosto, meu coração batia descompassado.

- Como? - minha voz saiu mais baixa e rouca, passei a língua entre os lábios em um movimento inconsciente.

- Ah Noona, assim você me mata - ele sorri enquanto fala, um sorriso brilhante e pervertido.

Ele apoia a mão livre no encosto do sofá e com um movimento natural, encosta os seus lábios sobre os meus em um selar. Ficamos por alguns instantes apenas parados aproveitando este pequeno contato, sua mão diminuí a pressão que fazia enquanto segurava os meus pulsos e eu me desvencilhei direcionando-as agora para a nuca dele abraçando-lhe o pescoço. Ele moveu a língua sobre os meu lábios pedindo passagem, que eu logo cedi, entre o beijo eu estava sorrindo, não conseguia conter a felicidade que eu sentia de enfim poder beijar essa boca que eu tanto desejava. Totalmente entregues ao momento e ao sentimento envolvido, suas mãos macias passavam pelo meu corpo coberto pela roupa, separamos nossos lábios pela falta de ar, quando ele abriu os olhos seu semblante mudou de apaixonado e calmo para assustado em questão de segundos. Ele saiu de cima de mim e colocou as mãos sobre a boca levemente avermelhada.

- Eu… - ele tentou dizer, estava apavorado, como se tivesse feito algo errado - desculpe.. - me levantei confusa, mantendo uma distância entre nós, não queria assustá-lo.

- Porque está se desculpando? 

Ele subiu as mãos até os cabelos puxando alguns fios e começou a andar pela sala.

- Eu te beijei, mas… - ele parou e me olhou, estava chorando, meu coração bateu forte - eu não imaginei você - se ele tivesse me dado um soco no estômago teria doído menos - não fiz por querer…

- Imaginou quem? - após dizer isso, percebi que não deveria ter perguntado, eu sabia quem era.

Ele olhou para o chão, as lágrimas agora criavam trilhas pela pele delicada de seu rosto, seu nariz estava levemente avermelhado e seu queixo tremia um pouco. Receosa abri os braços e fui em sua direção, ele não recusou o abraço apenas se manteve imóvel, o apertei tentando aconchegá-lo ao máximo com o calor de meu corpo.

- Desculpe… - ele disse apoiando o queixo no topo de minha cabeça, senti sua respiração balançar alguns fios que estavam bagunçados ali - eu não fiz por querer.. - aquilo era de cortar o coração, ele me afastou um pouco me segurando pelo ombro para poder olhar em meus olhos - quero ser sincero com você, porque se tem algo que eu aprendi na vida é que devemos ser sinceros e aproveitarmos o presente - ele dá uma fungada e limpa as lágrimas com a manga do moletom - eu realmente gosto de você, é um pessoa incrível - suspirei esperançosa - e tem o seu charme único e provavelmente é a pessoa mais forte que eu conheço. Mas não sei se consigo...

Eu o empurro de leve para se sentar no sofá e acaricio-lhe os cabelos negros repartidos no meio.

- Também gosto muito de você e Jaeyul, vocês dois estão sendo a melhor coisa que me aconteceu na minha vida toda - desço minha mão até o seu rosto, sinto-lhe se arrepiar com a minha carícia - mas eu não estou te forçando a nada, sei que ela foi o amor de sua vida e não quero ocupar este espaço - dizer aquilo doeu, porque apesar de ser cruel, eu tinha sim muito ciúmes dela - mas se está bem para tentar algo, eu vou adorar.

Podia sentir até em sua respiração como ele estava confuso. Em um movimento rápido ele abraçou a minha cintura, chorava tanto que até soluçava, acariciei-lhe as costas tentando pensar em outras coisas que não fosse ele com o rosto tão perto de minha intimidade. Eu era uma depravada.

Ele foi se acalmando aos poucos e então adormeceu deitado no sofá, pedi a uma empregada que nos trouxesse uma coberta e ali dormimos a noite toda.


Notas Finais


Então, o que acharam? Teve beijo!!! Antes tarde do que nunca né. Eles tão começando a se ajeitar, então apartir de agora vai ter coisas melhores. 🤗
Aguardem ansiosamente o próximo capítulo ❤️


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