História Operação babá - Capítulo 20


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Categorias Digimon
Personagens Agumon, Armadillomon, Biyomon, Cody Hida, Davis Motomiya, Gabumon, Gatomon (Tailmon), Hawkmon, Joe Kido, Kari Kamiya, Ken Ichijouji, Koushiro "Izzy" Izumi, Mimi Tachikawa, Palmon, Patamon, Sora Takenouchi, Taichi "Tai" Kamiya, Takeru "T.K." Takaishi, Tentomon, Veemon (V-mon), Wormmon, Yamato "Matt" Ishida, Yolei Inoue
Tags Comedia, Daikari, Digimon, Kenyako, Mimato, Taiora
Visualizações 49
Palavras 2.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Povo eram apenas cinco capítulos o projeto, mas eu me apaixonei e deixei me levar olha onde eu cheguei

Kami pior do que tomar flagra dos humanos são flagras feitos pelos monstrinhos é cada pergunta, e ai?
Nancy ou Nat, Bahamas ou Japão, afinal que loucura eih

Capítulo 20 - Chapther twenty


Joe e Witch estavam protegidos pelo campo de forças e se separaram quando o ar faltou, ambos se encaram, e Joe estava com os óculos embaçados e tortos.

— Isso foi… Witch você já tinha beijado antes? Questionou Joe sem ar.

— Humano foi o primeiro, você me deixou muito feliz, podíamos repetir o teatro, eu gostei dessas histórias de amor proibido, pelo menos essa não terminou em morte. A bruxinha acaricia o rosto do namorado.

— Não tem sempre que acabar em sacrifício, Wichi! Joe fala corado. —  Esse campo de força ele…

—  Repele até alguns ataques de digimons perfeitos. Revela a bruxinha. Pera ai, eu vou desfazê-lo, se não sua curiosidade te trará problemas.

— Witch, quer ir ver os fogos no parque? Vão ensaiar para o último final de semana do verão. Convidou Joe timidamente.

— Oba, são aquelas explosões no céu não são? Eu ia adorar. Witchmon saltita feliz.

 

Enquanto o encontro rolava animado entre o estudante e sua amada bruxinha…

 

Yamato estava na casa de Mimi, e deixou Takaru com a mãe por conta da tempestade de verão, o loiro planeja detalhes de sua fuga, não queria recorrer a esse método, sabia que preocuparia seus pais, mas assistir o casamento de sua mãe com seu padrasto e pior que isso se despedir de seu irmão, o qual já doía estar em casas separadas, aguentar vê-lo talvez uma vez por ano seria a pior coisa, Yamato iria para o interior, onde não havia conexão com internet, os telefones pegavam com dificuldade e com certeza demoraria para os pais os encontrarem, a princípio até pensaram em ir para casa do vovô Michael, mas ao ver a euforia do senhor com o casamento de Ray e sua filha, os planos mudaram imediatamente.

— Eu sei que estou parecendo egoísta Mimi-Chan…

—  Yama-Kun, creio que mais egoísta que você está sendo sua mãe. A frase fez Yamato encarar a namorada. —  Não me olha assim, mas kami não podemos levar o Takeru nesse estado, você me entende… Três dias num ônibus com um bebê pequeno e depois sabe-se lá mais quanto tempo no interior, é melhor esperar, pelas contas temos mas três semanas de feitiço e mais ou menos quatro ou cinco semanas para o casamento, precisamos esperar. Mimi entrega uma xícara de capuccino para o namorado.

—  Por mim eu ia hoje mesmo, sério cada vez que ela menciona o francês me traz novas lembranças…

—  Você sabe que vai dar problemas se nos pegarem não sabe? Pergunta Mimi.

—  Aprendi a arriscar… Eu não vejo o futuro, mas sei que o Ray adora dar uma de pai do ano, infelizmente o Takeru cedeu o deixou ser “pai dele”.

—  Yamato, pai sempre foi o Hiroaki-San, o Ray foi uma consequência do divórcio, o que achou que sua mãe iria ser uma solteirona vivendo só para o bebê da casa, me poupe Yamato, o Takeru-Kun logo arruma uma namoradinha se manda e ela fica sozinha…

Mimi para o devaneio diante do bico e da cara amarrada do namorado.

—  Eu desconfio que o povo ache que eu não quero ver minha mãe feliz!

—  Yama-Kun, não é nada disso, mas você sabe que sua mãe ficará uma fera conosco. Mimi muda de assunto.

—  Eu sei, meu pai então… Se eu conheço vai viajar com a cinta na mão querendo pegar a gente. Pentelha o loiro.

—  Por que não conversa com sua mãe…

—  Mimi-Chan, você não precisa ir se não quiser… Entendo que um lugar rústico, sem shopping, internet, no meio das montanhas não te atraiam…

—  Eu não estou dizendo que não quero ir. Se defende a sincera.

—  Desculpa, mas se quiser ficar, sem problemas, eu vou com Takeru…

— Yamato, eu apenas estou tentando te fazer ver que falta diálogo entre vocês dois, você não quer ouvir, quer só fazer e pronto. Mimi bronqueia fazendo o loiro engolir seco.

—  E eu vou perder meu tempo… Vou ouvir que ela ama o francês, que meu pai é passado, só não posso deixar meu irmão ir morar com ele, sabe quando o Takeru era menor logo que eu soube desse “amigo da mamãe, o Takeru recebeu a tarefa na escola de aprender algo novo, enquanto os colegas foram aprender a andar de bike, tocar flauta, violino o Takeru veio com uma que... Meu pai teve que respirar fundo quando ouviu o Takeru falar francês, ele passou o dia todo dizendo oui, oui, mercie… Olha eu só não dei uns peteleco no Takeru porque não queria brigar nas poucas horas que tínhamos, mas eu tive que dar uma chamada pra ele perceber.

—  O seu irmão vê o lado bom em tudo, ele estava se divertindo aprendendo francês!

—  Para o meu pai ele mentiu dizendo que foi a mamãe e o vovô que o ensinaram, mas ele confidenciou pra mim a noite que pediu pro Ray. Por isso antes que esse apego a ele volte preciso tirar ele de perto desse metido a papai do ano. Yamato toma o capuccino e logo após tira a blusa de mangas compridas que estava por cima da regata, o calor da bebida o fez tirar a blusa.

— Por isso você é o herói do seu irmão, e o meu também. Mimi deita a cabeça no ombro de Yamato. —  Vamos terminar o capuccino, ou ta achando que é cena de novela a gente faz a bebida toma um gole e larga o resto? Pentelha a castanha sincera.



 

Na residência da família Ichijouji…

 

Um pouco antes da chuva Ken engatinhava pelo apartamento enquanto sua mãe preparava a próxima refeição do filho, estava entediado por não poder sair, foi até a varanda e viu  céu fechando.

No momento que começaram a cair os primeiros relâmpagos Ken se apoiou nos vasos de flores, brincando com a terra entre seus pequenos dedos e as folhas as quais o bebê apenas olhou, olhando para o céu, naquele momento a chuva começou a cair impiedosamente, Ken só não se molhou muito, pois sua mãe o tirou da varanda no momento em que ouviu os babuzeios e risadas, daquele tamanho tudo era motivo para risadas.

— Meu filho você vai se resfriar não pode tomar chuva assim, ainda mais só de fralda. A senhora Ichijouji pega Ken no colo e quando volta para dentro o leite está derramado no fogão, ela desliga e olha para o bebê que tentava sair de seu colo.

—  Meu querido, o que foi está agitado, seu leite precisa esfriar… Não coloque isso na boca, meu kami acho que enquanto o leite esfria eu preciso te limpar, está cheio de terra, ow meu filho não coloca a mão suja a boca.

Após limpar o filho a senhora Ichijouji colocou Backyardigans para o filho assistir, o  colocou no carrinho, mas Ken tentava chamar Wormmon que infelizmente levou como mais uma brincadeira e pegou um ursinho para o parceiro pensando que o motivo dele estar apontando as mãozinhas para baixo era o urso.


 

Enquanto Ken “se divertia” assistindo desenhos, Daisuke mais uma vez atazanava Jun, a ruiva sempre levava o caçula para o quarto enquanto dobrava as roupas, mas Daisuke ou engatinhava por cima do cesto ou a que a irmã colocava no monte, dobrada, Daisuke jogava no chão e ria quando a mesma o encarava brava.

Para o ruivo ele precisava tirar vantagem de alguma forma dessa condição, já que teve que voltar mais cedo das férias e ainda naquela forma, precisava se divertir e não seria com a Masha e o urso ou Backyardigans que conseguiria, ele se aproveitou que não havia punições para aprontar poucas e boas com sua irmã, mas ultimamente nem isso o satisfazia, Jun, seus pais ficavam derretidos pelas risadas, terminavam fazendo vozes infantis, apertando suas bochechas, e isso já estava entediando o ruivo, sem falar que queria ir com Hikari nos festivais, e até isso ficaria para o ano que vem.

— Meu pentelhinho lindo! Jun o pega no colo

— “ Não queria admitir mas to sentindo falta dos gritos e troca de vinganças, ta ficando chato já estamos parecendo os irmãos Yagami e Ishida de tão grudados, isso não faz nosso estilo”. Reclama Daisuke.

— Que gostoso, esse seu sorrisinho fofo, o som da sua risadinha.

Daisuke coloca mão na testa

— Aw coisa lindinha! Jun enche o rosto do irmão de beijinhos o fazendo encará-la.

—” Eca! Oh felícia você ficou maluca ou já nasceu assim, me larga sua… Daisuke é interrompido por mais beijinhos.

 

Naquela noite Yamato ficou com Mimi planejando detalhes da fuga, enquanto a chuva caia mantendo até mesmo Taichi e Sora juntinhos vendo um filme, a ruiva deitada no ombro de Taichi e o castanho a observando cochilando, puxa uma manta do sofá revelando “um trabalho de artes antigo  de Hikari.

Hiroaki chegou às oito horas e Takeru estava engatinhando pelo chão, para ele era novo entrar em casa e sentir o cheiro de comida caseira na hora exata, e a sua sala sem nenhuma roupa espalhada apesar de admitir que isso era desleixo o castanho parecia ter feito uma nostálgica viagem, quando entrou em casa, seu filho caçula brincando na sala, sua esposa fazendo o jantar.

— O que teremos no cardápio? Hiroaki perguntou provando o conteúdo de uma da das panelas.

— Essa daí é especialidade da casa, é a papinha do Takeru! Pentelha a loira vendo o castanho puxar o papel toalha do suporte perto da janela e cuspir.

— Sério que ele gosta disso? Pergunta o castanho vendo a loira rindo da trapalhada do ex.

— “ Gostar eu não gosto, mas não posso só tomar leite o dia todo”. Takeru e os digimons riem de Hiroaki.

— E o Yamato, ele que devia estar fazendo o jantar…

—Yamato foi para casa da namorada, e Takeru e os digimons resolveram fazer bagunça pela sala mas pelo menos consegui fazer o jantar, não me lembrava que dava tanto trabalho, pelo menos tenho certeza que ele vai dormir a noite toda. Natsuko brinca com o bebê o pegando no colo.

— Como tem certeza? Pergunta Hiroaki fazendo seu prato, pulando a panela com a pasta de abóbora carne e cenoura com feijão.

—Ele não dormiu a tarde inteira, nem com a chuva, ficou engatinhando e brincando com os digimons. Conta Natsuko. — Vamos papar, depois você continua brincando. Natsuko limpas mãos do pequeno pois sabia que ele ia colocar a mão dentro do prato

— Eu vou fazer companhia pro Takeru-Kun. Patamon voa para a mesinha do cadeirão.

Yamato jantava com a familia Tachikawa a qual o loiro ria do modo espalhafatoso enquanto dançavam.

— Mimi-Chan, temos uma surpresa para você e seu namorado, venha Yamato sente-se aqui. A Senhora Tachikawa trás um convite dourado com o nome do casal. Eu assisti as apresentações de vocês. Aquela revelação choca os dois.

— A senhora assistiu, estava no parque? Pergunta o loiro.

— Não, nem teria tempo, o trabalho me consome muito tempo mesmo no verão, mas a internet está aí e eu assisti casa show e compartilhei e uma amiga minha, que compartilhou com as outras e uma delas está dando uma festa e quer os dois para cantar no evento.

— Mãe, o Yama-Kun já tem um banda…

— Eu sei, e eu disse isso para ela só que ela gostou de vocês dois. Explica a mãe de Mimi.

— Eu to indiscutivelmente expulso da banda se eu topar, mas nós vamos aceitar sim, o cache é bom. Yamato pensava no dia da fuga o qual precisaria de dinheiro na estrada.

— Yama-Kun. Mimi o puxa para cozinha e fecha a porta. — Enlouqueceu? E a banda? Pensei que fosse algo muito importante para você…

—E é, mas como vamos viajar sem dinheiro… Não sei nem se vou esperar meu irmão voltar ao normal para ir, minha avó nem se lembra que o neto tem doze anos…

— Eu vou mas em nome da arte, eu adoro música… Mas não vou deixar vocês na mão, sei que ficaria mal se o seu irmão for para as Bahamas. Apesar de achar que deveria esperar para o feitiço acabar, sabe viajar com um bebê num ônibus pode ser bem trabalhoso. Mimi tenta convencer o namorado que apenas fecha a cara. — Que tal subir para o meu quarto, precisamos escolher um repertório, que tal misturar músicas japonesas e americanas. Mimi sai da cozinha animada e começa a subir para seu quarto e Yamato sobe atrás da namorada falando que curtiu a ideia, apesar da banda estar uma fera, em japonês ele usaria suas próprias composições as adaptando para um dueto, e escolheriam músicas americanas.

 

Mal sabia Yamato que em seu apartamento rolava um clima diferente do costume, para ele o pai ainda estava no trabalho, mas naquela noite após o jantar Natsuko colocou o filho no carrinho e foi para o banho.

Gabumon e Patamon tiveram a brilhante ideia de brincarem com o bebê o tirando novamente do carrinho e se divertindo, o jogo escolhido foi o pique esconde, mesmo sendo um bebê ouvindo as orientações de Patamon sobre cobrir os olhos gesto repetido pelo loirinho, Patamon se escondeu em cima do guarda roupa no quarto de Hiroaki e Gabumon se escondeu em baixo da cama, após sair do banho Natsuko conversa com Ray que jurava estar morrendo de saudades da noiva, e já planejava o primeiro passeio que faria em família e depois as sós com “seu menino”, Natsuko percebeu o ex ali parado com cara de poucos amigos, tinha voltado lá da varanda onde tinha fumado um cigarro, e outra vez o debate começou, Natsuko tenta explicar a forma carinhosa como Ray trata Takeru, Patamon e Gabumon já estavam para abandonar a brincadeira e segurar o casal, a loira e o castanho se aproximaram, quando os monstrinhos acharam que poderia ser mais uma briga, Hiroaki beija Natsuko fazendo uma pausa para perguntar porque ela não desiste de Ray, e a beija novamente sendo correspondido.

— Vocês dois são amigos com benefício? Pergunta Patamon. Natsuko e Hiroaki se assustaram procurando a voz do anjinho pelo quarto e Hiroaki sem querer encontra o digimon do mais velho embaixo da cama e se assusta.

— O que estão fazendo aqui? Grita o senhor Ishida.

— Brincando de esconder, mas vocês dois são namorados? Uma vez o Takeru-Kun me disse que namorados se beijam e se abraçam, e ontem o Yamato-San disse para gente que tem humanos que prefere amigo com benefício e os beijos na boca é um, vocês são um desses? Pergunta Patamon deixando o casal sem graça, corados como um casal de adolescentes pegos em flagrante.

— Os dois não podiam brincar no quarto dos meninos? Bronqueia Hiroaki.

— Vocês não podem de forma alguma contar sobre isso para os meninos, é muito complicado.

— Complicado? Eu não sei o que é namoro, mas se eu entendi vocês dois já não se casaram uma vez, é por causa do Ray? Pergunta Gabumon.

— Aw que vergonha meu kami… E… O que eu digo, Gabu, pata, se vocês prometerem ficar quietinhos eu faços um docinhos para vocês…

— Nancy… Docinhos? Vai comprar o silêncio deles com doces, acha que vai dar certo?

— Tem alguma ideia melhor? Pergunta a loira encarando o ex com a mão na cintura.

— Eu tenho… Na verdade eu queria te pedir isso mas não sabia como! Patamon começa e voa para perto da mãe de seu parceiro.

— Pode falar Patamon.

— Por mais que eu goste de praia não quero mudar pra uma, eu gosto de viver aqui, tenho sempre com quem conversar e mesmo bebê tenho certeza que o Takeru-kun concorda que se sentiria um completo estranho na casa desse Ray-Kun, não dá pra entrar num acordo sem brigas não? Pergunta o anjinho.

Diante daquilo Natsuko e Hiroaki estavam sem reação.

— Virou jogo do silêncio, é que bom… Sabe o Yamato-Kun não tá nada feliz em saber que ficará sem seu irmão, será triste ver a partida. Gabumon solta de uma vez.

— Vocês dois onde deixaram o Takeru? Pergunta Natsuko mudando de assunto correndo para sala não encontrando o filho em canto algum, Hiroaki a ajuda, a busca acabou com uma risada vinda da varanda onde Takeru brincava numa poça de água e ria batendo as mãozinhas.

Mesmo com o tempo mais quente Hiroaki e Natsuko o levaram para dentro e se preocuparam em aquecê-lo, já que a última coisa que queriam era um bebê gripado, durante o banho Hiroaki olhava para ex e para o filho e começou a pensar sobre como deixou a família se desfazer desse modo e como a sua ex foi parar nas mãos de outro.

— Então que doces vamos comer? Pergunta Gabumon.

— Temos é quatro filhos. Hiroaki pentelhou arrancando risos da ex, e levando o filho para o trocador onde antes de tirar a toalha e começar a secá-lo o castanho aproximou seu rosto a do pequeno e sussurrou.

— Eu não  vou permitir que esse imbecil te tire de mim, ele jamais será seu pai. Takeru sorri enquanto agarra o nariz do pai.



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