História Operação Babá - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Natasha Romanoff, Romance, Romanogers, Steve Rogers
Visualizações 161
Palavras 1.742
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês :)

*Tentei trazer o máximo do vocabulário infantil, então é proposital o uso repetitivo de algumas palavras

Um capítulo leve já que o próximo está TENSO! hahahaha

*Perdoem qualquer erro

Vamos nessa...

Capítulo 13 - Bônus Dia Das Mães


Procurei palavras pra poder dizer 
O que sinto por você 
Mas não encontrei, não. 
Mãe eu sei que impossível descrever 
Tudo o que passou 
Pra me ensinar o Verdadeiro Amor 

—Você se senta aqui. -Eduarda indica uma almofada.- e você senta aqui, papai. 

Steve e Natasha se entreolham, uma comunicação muda, só então se sentam no lugar indicado pela filha. 

—O que está acontecendo? 

Natasha indaga, completamente confusa ao notar o grande lençol pendurado de um lado a outra da sala. 

—Nada não. 

Romanoff estreita seu olhar em direção a loirinha.  

—Sei... 

—Duda, onde estão seus irmãos? 

—Relaxa, pai. Eu já volto. 

A garotinha corre escada acima. 

—Você sabe o que está acontecendo? 

Natasha questiona Steve que apenas da de ombros. No entanto, um sorriso maroto está em seus lábios. 

—Não. -Rogers afirma- 

—Mentiroso.  

A ruiva o empurra levemente com os ombros. Poucos minutos depois, os M's descem de forma organizada e em silêncio. Os quatro se colocam atrás do lençol, Natasha e Steve continuam a encarar tudo com extrema curiosidade e um sorriso no rosto. Após um burburinho e um grito de "Bah" o grande lençol é puxado para os lados. 

—Vixi, a bruxa má vai participar? Danou-se. 

—Calado, Rogers. -Bárbara limpa a garganta, usando uma entonação não própria de sua voz.- Essa é uma homenagem dos M's ao dia das mães. -Natasha sorri.- e para o idiota do babá que se tornou pai e agiu como mãe. -Steve mostra a língua para Bah, que devolve com a mesma ação.- 

—Bah! -Duda exclama.- 

—Muito bem. Nossa primeira a prestar sua homenagem será... 

—EU! Sou eu, Bah! -Helena pula no lugar, fazendo os pais e a governanta rirem e os irmãos revirarem os olhos.- 

—Pois bem, Helena será a primeira. 

A pequena Helena corre até o centro do palco improvisado, ela olha para Steve e para Natasha. Porém, fica explícito que o sorriso lançado em direção ao babá é mais animado, constatar tal fato faz uma sensação de aperto tomar o coração da ruiva. 

Obrigada, Mãe! 
Eu não sei dizer 
Tudo que você é em meu viver 
Com meu coração 
Canto essa canção, com a emoção 
De poder dizer: "Hoje eu vivo pra amar você" 

—Eu ser Helena. 

—Ah vá. -Matheus desdenha, fazendo um biquinho emburrado tomar os lábios da irmã.- olha ai, já vai chorar. 

—Math! O que nós conversamos? -Duda é quem toma a frente.- pode continuar, Lena. 

—Então, Steven você sabe que eu amar você, né? Você cuida de mim, faz leite, me da chocolate, faz macallãozinho, me ajuda na liçãozinha da escolinha, brinca comigo, nunquinha me coloca de castigo, me pega no colinho e me faz dormir, você deixa eu dormir juntinho com você... 

—Afs, agiliza, Helena. 

Dessa vez, Eduarda concorda com o irmão. 

—Você é o meu papaizinho lindinho que cuida de mim. Eu te amo muitão e agradeço todo dia ao papai do céu poique ele tlouxe você só pra mim. 

Ela faz questão de deixar claro. 

—E sobre sua mãe, Helena? -Bah questiona.- o que você tem para dizer a ela? 

Os olhos verdes de Helena encaram os da sua mamãe. 

—Mamãezinha, você ficou mais legalzinha depois que o Steven chegou. Antes, você nem blincava com eu, agola todo dia você vai no meu qualtinho e pergunta se eu tá bem. Eu amo você, mais eu amo mais o Steven. 

Natasha abre a boca totalmente incrédula, Steve solta uma gargalhada o que faz Helena rir também. 

—Adoro a sinceridade da nossa filha, Nat. 

—Hum...bom, agora é a vez da...Luiza? 

Obrigada, mãe... 

—Fala aquele negócio, Lu. -Luiza encara a irmã. Duda, com sua habitual paciência, se aproxima da mais nova dos M's, sussurrando algo em seu ouvido. Luiza sorri.- 

—Amo! 

—Você ama a mamãe?  

Duda questiona, Luiza apenas balança a cabeça de forma positiva. 

—E o Steve? Você ama? 

—Papa! 

—Não! Papai meu!  

Lena grita, irritada. 

—Você é tão bobona. -Math resmunga.-

—Papai! 

—Helena, você quer estragar nossa homenagem? -Helena balança a cabeça de forma negativa.- então, cala a boca. 

Helena bufa, porém, não retruca as palavras de Eduarda. 

—Agora quem vai falar é a...hum...Duda? -Bah pergunta, recebendo um aceno positivo da loirinha.- muito bem, o palco é todo seu, minha linda. 

Eduarda respira fundo, no começo ela encara o chão como se este fosse algo completamente interessante. 

—Duda? -Steve a chama, no mesmo instante ela o olha.- vai nessa... -ele pisca, fazendo-a sorrir.- 

O que sou devo a ti oh minha mãe, 
Pois eu aprendi a amar e a perdoar 
Deus provou que o seu amor 
Por mim é sem fim e assim 
Me dando você como minha mãe 
Tornando-me um ser feliz 

—Bom, assim que o Steve chegou eu já gostei dele. -Rogers ri, lembrando-se de quando conheceu sua garotinha.- Você é divertido, cuida de mim e eu poderia ficar aqui fazendo uma lista enorme de motivos pelos quais eu gosto tanto de você. Mas, acho que o principal é o fato de você me tratar como filha. Como alguém especial. -ela suspira.- antes, a mamãe não ligava muito pra gente, ela meio que colocou a gente em um monte de atividades só pra não ficar perto. -Natasha faz um enorme esforço para segurar as lágrimas.- e depois que o Steve chegou a gente nem tem mais aquele montão de coisas pra fazer. -Duda sorri.- e agora, a mamãe fica um tempão do nosso lado. Eu sentia falta da minha mãe. -Duda respira fundo, tomando coragem.- Desculpa mamãe, mas o Steve foi meu papai e minha mamãe durante um monte de meses. Isso não quer dizer que eu não te ame. -Eduarda se aproxima de Natasha, colocando ambas suas mãozinhas no rosto da ruiva.- eu te amo, mãe e agora entendo que você se afastou porque não queria fazer a gente sofrer. Mas, quero que você saiba, eu nunca, jamais, em momento nenhum te culpei pelo que me aconteceu. 

—Duda...-a voz da ruiva sai como um sussurro.- 

—Eu não me lembro direito daquela noite, mas eu sei que você quis entrar naquela casa. -Natasha fecha os olhos.- você tentou entrar, mamãe, e só isso me deixa muito feliz pois mostra que você se importa comigo e que me ama. Abre os olhos, mãe. Me olha, -Natasha respira fundo e só então abre os olhos.- eu tenho orgulho de ter sido gerada por uma mulher tão forte, eu sou o seu espelho e te amo muito, muito mesmo.  

Sem mais delongas, Natasha puxa sua garotinha para seus braços. A abraçando de forma apertada. 

—Eu te amo tanto, filha. 

—Eu sei. 

Passado o momento emoção, finalmente, chegou a vez de Matheus. 

Como posso agradecer 
O amor que dedicaste a mim 
Te dou meu coração 
É teu o meu amor

—Eu não tenho muito o que falar. -Math da de ombros.- eu sou fruto do famoso "caso de uma só noite", mas isso nunca fez a mamãe me amar menos, nós éramos feliz. Só nós dois...então ela conheceu o pai da Duda e por um tempinho nós fomos o que se classifica de "família perfeita", era legal. -os olhos de Matheus se enchem d'água.- então ele morreu e o Bucky apareceu. No começo, ele tratava a mamãe bem, mas, depois tudo mudo...não sei bem o que aconteceu, só sei que nunca vou esquecer a primeira vez que vi minha mãe levar um tapa na cara. Nem de todas as vezes que o Bucky bateu nela ou que ele quis me bater e ela entrou na frente pra me proteger. -ele engole em seco.- no dia do incêndio, a mamãe quis ir embora e eu lembro exatamente o por quê. -Matheus olha brevemente para Helena desviando em seguida seu olhar para Natasha que, óbvio, entendeu o que ele quis dizer.- Aconteceram tantas coisas e aos pouquinhos você foi se afastando da gente...-Math se aproxima da mãe.- parou de nos colocar pra dormir, nunca mais nos levou pra escola, nem perguntou se estávamos bem ou não. Tem sido assim até a chegada do Steve. -Math sorri, olhando para o loiro.- No começo, eu não quis gostar de você...quer dizer....você entende né? -Steve afirma.- mas você consegue ser beeeeem insistente. Ai você conquistou a Luiza, Duda e a Helena. 

—E a sua mãe. 

Matheus ri 

—E a mamãe também, e agora... 

—Você. 

Math balança a cabeça positivamente. 

—Eu gosto de você, Steve. Só quero que me prometa que nunca vai bater na mamãe, muito menos magoá-la. 

—Eu prometo, Math. 

—E você, mamãe, não precisa sentir vergonha de nada.   

—Eu te obriguei a crescer, filho.

—Tudo bem, só de ter a minha mãe de volta...isso não tem preço. Eu te amo. -Matheus a abraça, sussurrando algumas coisas só para Natasha.- 

—Você é tão especial, Math. Eu amo você, filhote....amo muito.

Obrigada, Mãe! 
Eu não sei dizer 
Tudo que você é em meu viver 
Com meu coração 
Canto essa canção, com a emoção 
De poder dizer: "Hoje eu vivo pra amar você"
 

Ao final da apresentação, lágrimas deslizam pelo rosto de Natasha, no entanto, diferente de tantas vezes, agora são lágrimas de felicidade. 

—Discurso! Discurso! Discurso! 

As crianças gritam em uníssono, apontando para Natasha e Steve. Rogers levanta-se e puxa Natasha até o palco improvisado. 

—Detesto ser o centro das atenções, vocês sabem. -a ruiva começa.- Em primeiro lugar, eu quero agradecer a cada um de vocês, meus queridos, por essa linda homenagem. Ao longo desses anos, eu não vinha sendo a melhor mãe do universo. Bom, isso até esse babá mais louco do mundo entrar em nossas vidas. 

—Calúnia!  

Steve grita 

—De qualquer forma, eu quero dizer que tenho aprendido tanto com cada um. O quanto vocês são especiais e particularmente diferentes...-ela ri.- principalmente essa garotinha de cinco anos que, definitivamente, não age como alguém dessa idade. -Duda sorri.- eu amo vocês e não importa o que aconteça, nós sempre estaremos juntos... 

—Porque somos uma família. -Steve completa.- uma família de loucos e com uma bruxa do 71. 

—Você não perde a oportunidade. -Bah resmunga.- 

—Jamais. -Steve pisca para ela.- eu amo vocês, M's. Sou completamente louco por cada um de vocês. 

—Até pela Bah? -Helena questiona.- 

—Até por essa velha fofoqueira. 

—Abraço em grupo! -Eduarda grita, no segundo seguinte Steve e Natasha estão rodeados por seus pequenos tesouros.- 

 De mal, De bem... 

 A família é como árvore 

Que nasce de uma semente. 

Ela cresce e se espalha 

Pelo coração da gente. 

 

Os irmãos às vezes brigam, 

Pai e mãe se desentendem. 

Mas, depois todos se ligam: 

Das ofensas se arrependem!


Notas Finais


Esse capítulo gerou uma confusão intensa quando o postei com outro shipp. Tudo por causa da declaração da Helena, quero deixar claro aqui que é ÓBVIO que a Helena ama a Natasha, mas o Steve chegou e deu a ela atenção, Helena é uma criança que precisa de cuidados que vão além de fazer várias atividades durante seu dia dentro e fora da escola. Dito isso...

Deixe um comentário e faça uma autora feliz :)

Um beijo enorme
Tia J sz


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