História Operação Babá - Capítulo 15


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Natasha Romanoff, Romance, Romanogers, Steve Rogers
Visualizações 229
Palavras 2.448
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá :)

Último Capítulo ;)

*Perdoem qualquer erro

Vamos nessa...

Capítulo 15 - Eu Sei De Tudo


Natasha Romanoff

A claridade que invade o quarto me faz despertar de um maravilhoso sonho. Sinto a respiração cadenciada de Steve em minha nuca, seu braço esquerdo está ao redor de minha cintura em um aperto firme e, admito, gostoso.

Me sinto segura.

—Amor, preciso levantar. -resmungo, minha voz saindo sonolenta e arrastada.- Steve...

—Não. Fica aqui -ele me aperta ainda mais.- eu tô dodói.

—Owww tadinho do meu bebê.

—É sério, Nat. Preciso de você.

—Steve, se eu faltar mais um dia, os funcionários vão achar que morri.

—Você só ficou fora três dias.

—Quatro. -corrijo.- e não posso mais faltar, por isso trouxe reforços...

—O que você...

A porta do quarto se abre fazendo um estrondoso barulho. Imediatamente, Steve se senta encarando a figura a nossa frente.

—Levanta essa bunda dai, Steve Grant Rogers.

—Mãe?

—Não, é a Queen Latifah. Lógico que sou eu.

—Você chamou a minha mãe?

Meu loiro me fuzila com o olhar.

—Você não me deu outra opção.

—Hoje a mamãe vai cuidar de você, bebezão.

Christina se aproxima da cama

—Espera, vocês transaram ai?

Meu rosto queima quando lembranças da noite passada passam por minha mente.

—Mãe, sai daqui. Eu tô nu.

—Oh Steve, eu limpei muito esse seu traseiro branquelo. Não há nada ai que já não tenha visto.

—Senhor, me leva.

Steve se deita na cama, pegando o travesseiro e colocando no rosto.

—Querido... -tento-

—Nada de querido. Você vai me pagar, Natasha. -ele rosna, mal-humorado.-

Tiro o travesseiro do lindo rostinho de meu namorado, rolando na cama e me deitando em cima dele.

—Escuta, eu preciso trabalhar e você não está 100% recuperado pra ir a faculdade ou cuidar das crianças.

—A Jararaca cuida.

Reviro meus olhos

—Bah já está muito velha...

—Isso é verdade

—E precisa de ajuda. -continuo minha frase.- com Helena e você doentes, fica difícil de fazer qualquer coisa.

—Baby...

—Volto na hora do jantar. -dou um selinho em Steve, mas, safado do jeito que é, ele faz questão de transformar um singelo selinho em um beijo profundo.-

—Vocês vão transar? Aliás, posso te dar algumas dicas sobre posições sexuais, norinha. Vocês já testaram a “Gangorra do prazer”? Precisa de uma cadeira de balanço e...

—Mãe! Não!

Okay, estou praticamente da cor do meu cabelo.

—Sua mãe é muito desbocada. -sussurro para Steve.-

—Desbocada é quem esqueceu de te dar uns tapas, Natasha. Não se chama a sogra de desbocada, ora onde já se viu, pois fique sabendo que...

O arrependimento bate profundo em minha alma. Chamar Christina pode não ter sido minha melhor ideia.

—Mãe, da pra você sair?

Steve interrompe a falação de minha sogra

—Por quê?

 —A Nat precisa levantar e eu também.

—Tudo que a Natasha tem eu tenho, ela é mais ajeitadinha, admito. E tudo que você tem o seu pai...

Senhor! #Socorro!

—Mãe!

—Tudo bem, vocês tem meia hora. Da tempo pra uma rapidinha no chuveiro, é mais fácil porque já se sujam e já se lavam.

Assim que Christina sai, consigo respirar normalmente.

—Ainda acha que foi uma boa ideia tê-la chamado?

—Desculpa... -sussurro.-

—Oh não, vou querer uma bela recompensa por aguentar aquela velha maluca.

—STEVE GRANT ROGERS! VELHA E MALUCA? EU VOU DAR NA SUA BUNDA!

Oh céus...

Minha sogra ainda me levará a loucura.

Olho para Rogers e juntos caímos na risada.

A vida é boa!

***_***_***_***

Steve Rogers

Okay, dessa vez minha ruiva gostosa ultrapassou todos os limites. Chamar minha mãe foi a pior cagada que ela poderia ter feito.

Por quê? Simples, Dona Christina e a Morgana, vulgo Bruxa Má do Oeste, estão de cochicho e amiguices, essa palavra existe? para lá e para cá.

E isso me deixa preocupado.

Preocupado e com o cuzinho na mão.

—Aqui, Rogers, uma sopinha pra você.

Olho para a Nazaré da vida, depois encaro o prato com um líquido meio marrom e um pedaço gigantesco de frango.

—Não quero. -empurro a bandeja, cruzo os braços e faço um biquinho.-

—Deixa de fogo no pênis, Bocó. -minha querida mamãe e sua simpatia que chega a dar uns trecos na alma.- coma logo essa sopa que a Bárbara fez.

Sorriso sinistro.

—Não mesmo. -jogo os cobertores para o lado.- preciso levantar, já passa do meio dia.

—Aonde o mocinho pensa que vai?

—Buscar Eduarda e Matheus.

—Nada disso, eu vou buscar aqueles dois já que fui eu que os levou. E você, trate de comer essa sopa, senão a cobra vai fumar pro seu lado.

Engulo em seco, voltando a me deitar na cama e puxando a bandeja para o meu colo.

—Onde está Helena e Luiza?

—Helena acordou, almoçou e voltou a dormir e a Luiza...

No mesmo instante minha bebê adentra o quarto, sua chupeta na boca, uma fralda na mão esquerda e a carinha amassada.

—Papai.-com esforço, Lu sobe na cama se colocando ao meu lado.-

—Isso são horas de acordar, Senhorita Luiza?

—Papai, soninho.

—Então vá dormir.

Ela se aconchega ao meu lado

—Luiza, não pode. -Nazaré usa um tom mandão.- Steve está doente.

Luiza olha para a velha coroca e depois para mim.

—Dodói? -afirmo- eu cuida de você.

Owwwn Maria Luiza é uma coisinha fofa e gordinha, totalmente amável.

—Não pode. -minha mãe ralha tentando tirar Lu do meu lado, porém, minha filha faz seu típico escândalo.-

—Se ela pegar catapora a culpa será sua. -mamãe bufa.- garota chata.

—Mãe!

—Mãe o cacete. Termine a sopa, quando voltar nós dois teremos uma conversa séria.

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Admito, os quarenta minutos seguintes foram os piores da minha vida. Helena e Luiza foram minha tábua de salvação, as duas tomaram conta da cama me torrando a paciência com diversas histórias.

—Papai!

Ouço a voz de uma das minhas princesas. Duda entra correndo no quarto, se jogando em cima de mim.

—Hey, meu amorzinho, como foi na escola?

—Tudo certo. Olha -ela esfrega uma folha em minha cara.-

—Uou, isso é um dez?

—Pode apostar, foi a maior nota da turma. A maior!

Minha loirinha está eufórica.

—Parabéns, minha pequena Einstein. -faço um toque de “só os manos” com minha filha.- Pode escolher seu prêmio.

—Sério? -seus olhos verdes ganham um brilho especial e completamente apaixonante.-

—Sério.

—Você é o melhor. O melhor!

—Sou mesmo. -dou uma piscadinha.- Oi Math. -olho para o garotinho parado no batente da porta.- como foi a escola?

—Legal. Você, hum...está melhor?

Para o mundo! Matheus está preocupado comigo?

—Isso é preocupação? -não consigo evitar o sorrisinho em meus lábios.-

—Sonha.

Ele revira seus olhos verdes.

—Okay, tropa, todo mundo pra fora. Bárbara vai ajudá-los no banho, servir o almoço e depois vocês tem atividades extracurriculares.

—Eu não preciso ir. Vou ficar com o meu papaizinho.

Helena agarra meu pescoço quase me enforcando.

Menina doida.

—Pra fora. -mamãe rosna, ameaçadoramente.- todos!

—Vovó do mal.

Helena resmunga descendo da cama, Luiza acompanha a irmã, logo depois o quarto recaia em um silêncio estranho e bizarro.

—Você tomou banho?

Hã?

—Hã?

—Banho, idiota. Água, sabão, limpeza...

—Eu sei o que é banho. E sim, já tomei um.

—Hum...bom...

Mamãe anda despretensiosamente pelo quarto, meu olhar a acompanha até que ela para em frente à penteadeira de Natasha, passando a observar as fotos ali presentes.

Todo esse suspense me deixa nervoso. São raras as vezes que dona Christina fica em silêncio e seu típico humor maluco não faz parte das conversas.

—Mãe?

—Shhh...

Esse bagulho tá estranho. Será que a qualquer momento ela vai me olhar e gritar “pegadinha do malandro” me dando um susto?

—Filho? -olho para a coroa loira que chamo de mãe.- posso te contar uma coisa? -ela se aproxima de mim, seus passos elegantes e suaves, como se estivesse se preparando para dar o bote.-

—P-pode.

—Eu -ela me encara- Sei -seus olhos azuis estão cravados nos meus.- De -ela da um sorrisinho de deboche.- Tudo.

Senhor, ela sabe.

Me socorre que eu tô desmaiando

—Tu-tudo o quê?

—Não se faça de desentendido, porque eu não pari um idiota.

Ela se afasta, puxando uma cadeira e se sentando próximo de mim.

—Mãe...

—Vou perguntar só uma vez, entendeu? -afirmo.- por que a mentira?

—Mãe, eu...você precisa entender que eu amo a Natasha e ela me ama. -nenhuma reação. Respiro fundo.- era o único emprego disponível, papai e você me deram um prazo e eu...Tony achou um anúncio no jornal, não precisava de experiência e foi a melhor opção. No começo, minha intenção era ficar durante um ano e depois cair fora, mas...

—Você se apegou.

Concordo.

—Os M’s, a Natasha...essa família é apaixonante depois que se conhece, aos poucos  fui me apegando, construindo laços e então você ligou e falou com a Helena.

—E você chegou em casa, apresentou a Natasha como sua namorada e nem ao menos pensou que aquela mulher é dona de uma empresa famosíssima e que seria fácil, fácil descobrir toda essa mentira.

—Mãe...-respiro fundo.- a mentira virou verdade.

Mamãe permanece em silêncio por longos segundos, quase posso ouvir meu coração batendo de forma acelerada.

—Estou tão...-oh céus, mamãe está chorando. Sou um péssimo filho.- orgulhosa.

É o quê?

—Quê?

—Claro que não me orgulho da sua mentira, seu moleque sem juízo. -recebo um tapa na testa.-

—Au, mãe!

—Mas você amadureceu tanto. Quando chegou em casa aquele dia para o almoço, eu soube que algo havia mudado, a forma como você tratava as crianças, o sorriso em seu rosto, o Steve que só queria saber de baladas, bebidas e mulheres havia ficado para trás. -ela me puxa, de forma desajeitada, para os seus braços. Nada melhor que colinho de mãe.- eu te amo tanto, filho –mamãe funga. Eca! Que não caía ranho em mim, que não caía ranho em mim.- e estava me destruindo te ver naquela vida sem sentido.

—Desculpa, mãe. -me sinto envergonhado e cheio de culpa.-

—Está tudo bem. -mamãe beija o topo de minha cabeça.- tudo bem, bebê.

—Ah mãe, bebê não... -faço um bico.-

—Meu bebezinho. -ela me larga e então começa a me estapear.-

—Ai, mãe, para! Ai...seus tapas doem.

—Mula, Vaco, Cachorro, Filho desnaturado...

—Mãe!

—Aquela vadia que você chamava de namorada resolveu sair da tumba faraônica em que vivia e da o ar da graça lá em casa.

Oh merda.

—Sharon? -franzo o cenho.-

—Em carne, osso e feiura.  

—O que ela foi fazer lá?

—Não sei, seu pai a colocou para fora.

Arregalo os olhos

—Ele o quê?

—Oh, ela merecia muito mais. -mamãe anda de um lado para o outro.- aquele projeta de Miss oxigenada é problema na certa.

—Eu sei.

—Então trate de contar para Natasha.

—O quê?

—Eu não vou deixar você perder aquela ruivinha, está me entendendo? –ela aponta o dedo em riste em minha direção.-

—Parece até que é você quem namora ela.

—Não me teste, Steve. Eu ainda sou sua mãe e posso muito bem te dar uma surra.

Droga, mamãe tem razão. Preciso contar a Nat sobre Sharon, antes que a louca da minha ex cause problemas.

***_***_***_***

—E como estão os meus doentinhos? Uou, que bagunça é essa aqui?

Os M’s e eu olhamos simultaneamente para a mulher mais linda desse mundo.

—A cama é glandona, mamãe. -Helena sorri, já recuperada de sua catapora.-

—Pula, pula... -Luiza grita.-

—A gente tá cuidando do papai.

Ohhh Eduarda sempre será a mais responsável.

—A Duda me obrigou a vir. -Math resmunga, mas, no fundo, sei que ele está feliz de estar ali.-

—Bom, acho que podemos pedir pizza para o jantar.

O grito de “Uhu” foi a resposta para a frase de Natasha.

***_***_***_***

—Mãe?

—Fala.

—Você e o Steve tão namorando? Tipo, de verdade?

Natasha olha para mim e depois para Matheus.

—Estamos...por que, filho? Isso te hum...incomoda de alguma forma? -sinto o medo presente na voz de Nat. O mesmo medo que se apossa de mim.-

—Não, quer dizer, já era hora.

Ufa! Quase me urino todo aqui, a aprovação de Matheus é algo que realmente me importa.

—Quero dizer uma coisa...-minha namorada chama a atenção de todos.- a mamãe sabe que não tem sido a melhor mãe do mundo...

—Mãe...

Duda tenta intervir, porém, faço um sinal para ela se manter em silêncio.

—Eu cometi muitos erros durante um longo tempo. -ela respira fundo.- e coloca longo nisso -sorri divertida.- no entanto, quero deixar claro que vocês quatro ou melhor cinco, são a minha vida. Jamais me arrependi de cada gravidez ou de ter contratado um babá. A partir de hoje as coisas vão mudar. Estarei mais presente na vida de vocês, meus filhos, mamãe estará sempre aqui.

Me Seguraaaaa!

Vou suar pelos olhos

—Pla semple? -Luiza questiona-

—Pra sempre e mais além.

Sem perder tempo, os M’s pulam na mãe em um abraço coletivo, meu olhar cruza com o de Natasha.

Orgulho define

***_***_***_***

—Como foi no trabalho?

Paro atrás de Natasha, encarando-a através do grande espelho do banheiro.

—Normal e cansativo. -ela suspira.-

—Hum... -afasto os fios ruivos para o lado, deixando exposta uma área do pescoço de Nat.- essa camisola é pra me provocar? -sussurro, mordendo levemente o lóbulo da orelha dela.-

—Quem sabe... -percebo que Natasha está de olhos fechados, totalmente entregue aos beijos e carinhos.- está funcionando?

—Até vestida em um saco de batatas, você continuaria sexy.

Ela ri encostando ainda mais em mim.

Opa, parece que o grande Rogers vai jogar uma partida. Minha ruiva deixa isso ainda mais claro ao rebolar, de forma sexy, contra meu membro já animado.

—Baby...

—Querido?

—Oi... -um gemido alto escapa de minha boca quando Nat faz questão de rebolar ainda mais rápido. Caralho, seria muito mico gozar assim?-

—Quem é Sharon?

—Minha ex. -respondo no automático. No segundo seguinte sou empurrado para trás, abro os olhos e encaro Natasha que agora está encostada na bancada de mármore, braços cruzados na altura daqueles seios apetitosos, mas sua expressão mostra que algo está errado.- Baby...

—Nada de Baby. -ela bufa- Devo me preocupar?

—Com quem? -me aproximo- com a Sharon? -abraço-a pela cintura, porém, Natasha espalma uma das mãos em meu peito, claramente irritada.- claro que não.

—Não foi o que sua mãe disse.

Bufo.

—Aquela velha linguaruda. Eu ia te contar, okay?

—Quando? -ela arqueia a sobrancelha esquerda, puta gesto gostoso.-

—Hoje à noite.

—Hum...

—Amor, não precisa se preocupar. -lhe dou um beijo na ponta do nariz.- A Sharon é passado.

—Não estou preocupada. -desdenha.-

Hã?

—Não?

—Não. -minha ruiva sorri. Aquele sorriso capaz de me fazer gozar.- eu me garanto.

Graças aos céus, essa mulher deliciosa é apenas minha.

—Hoje tem? -questiono, animado.-

—Tudo e mais um pouco.

OLHA ELAAAAAAAA!

Essa mulher será minha perdição!


Notas Finais


Deixe um comentário e faça uma autora feliz :)

Um beijo enorme

Tia J sz


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