História Operação Babá - Capítulo 16


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Pepper Potts, Sharon Carter (Agente 13), Steve Rogers
Tags Natasha Romanoff, Romance, Romanogers, Steve Rogers
Visualizações 256
Palavras 2.632
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Chegueiii :)

E chegamos ao fim de mais uma história!

*Capítulo narrado por Steve Rogers

*Perdoem qualquer erro

PASSEM PELAS NOTAS FINAIS, POR FAVOR!

Capítulo 16 - Epílogo


Steve Rogers

A vida é tão estranha. Quando iria imaginar que um emprego, um simples emprego de babá mudaria completamente quem sou. E, quando digo que mudou, quero deixar claro que a mudança foi para melhor. 

Um ultimato 

Um ano 

Um emprego 

Uma família 

Uma governanta 

Uma ruiva  

Quatro crianças 

E  

Um babá 

O resultado de tudo isso? 

Uma família completamente mudada e feliz. 

—Pai, a Maria Alice tá tentando esmagar o gatinho de novo. 

A voz de Eduarda me desperta. Olho ao redor até encontrar minha garotinha de um ano e alguns quebrados abraçada ao gatinho de estimação da família. 

—Filha, o que o papai disse sobre abraçar o gato? 

—Masi ele é tão fofinho.  

Um biquinho irresistível toma os lábios de minha bebê. 

—Mas ele não gosta. Vamos, solta ele. 

—Não! 

—Deixa de fogo nas ventas, Maria Alice. Solta o coitado do gato, ele está quase sufocando. 

—Papai! 

Opa, agora o tempo vai fechar. Imediatamente, Alice coloca o felino no chão, sua próxima ação é correr para os meus braços. 

—Fala, Helena. -olho para a minha loirinha.- 

—Colo. 

Minha garota está no “auge” dos seus seis anos e seu ciúmes em relação a Maria Alice tem sido um problema. 

—O papai só tem dois braços, Helena 

—Lógico. Se tivesse mais, seria um mutante. 

Ah e ela anda bem afiada nas respostas. 

—Olha a língua de trapo, Maria Helena. 

Minha loirinha bufa, contrariada. 

—Você só fica com essa menina no colo. 

—Papai meu! 

Olho para Maria Alice. Ela está com um sorrisinho triunfante como se dissesse “perdeu, playboy” 

—Vamo resolver isso no tapa. Desce ela, papai. Desce.... 

Arregalo os olhos dramaticamente 

—O que sua mãe disse sobre bater na sua irmã? 

—Que não pode. 

—Então... 

—Então você pode ficar ai com ela, mas depois nem vem me procurar pra te ajudar com a mamãe. 

—Helena.. 

—Mãe, sabia que tem uma mulher no escritório do papai que... 

Coloco a mão na boca de Helena antes que ela possa completar a frase, no entanto, já é tarde demais pois Natasha estreita seu olhar em minha direção me fazendo crer que estou fodido e mal pago. 

—Obrigado, filha. -pronuncio sarcástico.- 

—Disponha. -ela joga os longos fios loiros para o lado. Menina propaganda da L'Oréal Paris- 

Garotinha do mal. 

—Steve, olha... -Math me grita.- 

Respiro fundo me preparando para a cena a seguir. 

Cap, o labrador de Matheus, está na piscina junto com ele. Cacetada, a Senhorita Lispector, a Iguana de Maria Eduarda, também está na farra junto com a dona. A gaiola da Senhorita Mary Pop, a porquinha da índia que Maria Helena carrega pra cima e pra baixo, está na borda da piscina enquanto Helena se prepara para um mergulho.  

Coloco Maria Alice no chão, vendo-a correr para a piscina. 

—Hey. -ela me olha.- traga aqueles trecos que te fazem boiar, nada de entrar na piscina sem aquilo. 

Depois de pronta, Maria Alice se junta a farra dos irmãos tentando, inutilmente, levar o gatinho que, carinhosamente, ela apelidou de Bob, para a piscina. 

O gato me olha em um pedido mudo de socorro. Dou de ombros e posso jurar que a expressão do gato é de “a noite eu te pego e te arranho” 

Caminho em direção a espreguiçadeira que minha ruiva está deitada, porém, antes que possa de fato chegar até ela, um furacãozinho esbarra em minhas pernas. 

—O que nós conversamos sobre correr perto da piscina? 

Maria Luiza me da um sorriso fofo e tenho vontade de esmagá-la em um abraço igual sua irmã faz com o gatinho. 

—Eu posso... 

—Já disse que não! 

A voz de Natasha interrompe a fala de nossa menina, o que a faz sorrir.

Sim, sorrir. 

Maria Luiza é a alegria em pessoa. Nada, nunca a deixa de mau humor... 

De todos os M’s ela é a mais estranha. 

—Pode o que, filha? 

 -Ficar com ele? 

Tenho até medo de questionar, mas... 

—Ficar com o quê? 

Luiza faz um barulhinho de porco e, segundos depois, um mini porco sai sabe-se lá de onde.  

S-E-N-H-O-R. 

—Onde você arranjou essa coisa? 

—Tio Tony que me deu. -ela sorri tão animada.- posso ficar? -que é impossível falar outra coisa se não...- 

—Pode! 

—Oba... 

—Ele já tem um nome? 

—Steve Grant Rogers! -olho para Natasha.- Aqui! Agora! 

—Vamos Nhoic Nhoic, vamos brincar. 

—Na piscina não. 

Sou categórico. 

—Por quê? 

—Porque porcos só brincam na lama. 

—Iguanas só vivem na terra, mas.... 

Droga! 

—Duda, tira a iguana da água. 

—O nome dela é Lispector, pai. 

—Que seja. -volto a olhar Luiza.- não quero ver esse porco na água, fui claro? 

—Sim, papai. 

Então ela corre saltitante até o jardim. Já até posso imaginar a imundice que Luiza vai ficar.  

Respiro fundo e volto a caminhar até Natasha, assim que chego me sento ao seu lado. 

—Amor... 

—Essa casa está parecendo um zoológico. -ela rosna.- daqui a pouco vocês me aparecem com um leão. 

—Nat, é saudável eles gostarem de animais. 

—Saudável? Olha aquela piscina, Rogers... 

Dou uma rápida olhada  

—Ah, só o Cap está na piscina. 

—Isso mesmo. O cachorro está dentro da piscina junto com as crianças. -ela tira os óculos escuros me encarando friamente.- 

—Baby... 

—Baby é teu... 

—Natasha! Que linguajar é esse? 

—Tô estressada. 

Me levanto, empurro Natasha levemente para frente para que assim eu possa me sentar atrás dela. 

—E tô com calor também. Sai daqui. 

—Eu te amo, sabia? 

—Sei...-ela resmunga, se recostando melhor em minha Brastemp.— Amo muito. -dou um beijo na nuca da minha ruiva, depois que descobri que ali é um dos seus pontos fracos, faço a festa meeeesmo.-  

—Tá bom. 

—Natasha, quando alguém, vulgo seu marido gostoso, diz que te ama você deve dizer “eu também te amo” 

Minha mulher ri, virando a cabeça de lado para poder me encarar. 

—Eu te amo muito, baby. 

Me estico um pouco, unindo meus lábios aos de minha patroa. 

—Eles ainda vão me fazer passar mal com toda essa algazarra. -ela resmunga, entre nosso beijo.- não tô aguentando mais.  

Nat volta a sua posição original. 

—Só mais dois meses. 

Ela bufa. 

—Uma eternidade.  

Coloco minhas mãos na lateral da barriga de Natasha. Consigo sentir nossos pimpolhos chutarem firme em uma afirmativa de “Tamo chegando pra aumentar essa bagaça que cêis chamam de família” 

—Blahhh...você aguenta. 

 -Estou ansiosa para ver o rostinho deles. -posso sentir o sorriso de minha ruiva.- 

—E eu então? 

—Você é muito bom, hein amor?! Três anos de casados e você já me engravidou duas vezes. 

—Fazer o que....é o meu charme. 

—E, como se não bastasse, essa segunda gravidez é de gêmeos. 

—Nosso pequeno Manoel e nossa pequena Maria Magali. -sei que Natasha faz uma careta para o nome que escolhi para nossa menininha.- 

—Eu te amo tanto, Steve. -ela suspira.- 

—Eu sei. 

—Idiota. 

Olha a mudança de humor ai gente! 

—Aqui está, querida. 

Dona Clotilde brota ao nosso lado 

—Caralho! Você tá cada dia mais bruxa em Bruxa. 

SaMulher me da medo 

—Vá se foder, Rogers. 

Se bem conheço Natasha, ela está revirando os olhos para o meu diálogo com a Dona Trunchbull.

—Obrigada, Bah. 

—De nada e não fique muito sol. 

—Pode deixar. 

—Espera e o meu suco? -indago, confuso.- 

—Você está grávido? Acho que não...levante e vá se servir. 

—Bruxa do setenta e um. 

—Loiro oxigenado 

—Eu sou natural, minha filha, a maior prova disso é que o grande Rogers... 

—Okay, chega. -afs, Natasha sempre interrompe minhas melhores tiradas.- Bah, a Christina e o Robert já... 

—CHEGAMOS NESSA PORRA! 

Deus, minha mãe já chega fazendo escândalo. Um coro de “vovó” e “vovô” se faz presente, junto com “tia Pep” e “tio Tony”. 

—Isso responde sua pergunta? -a velha coroca diz.- vou servir o almoço. 

—Okay, obrigada Bah. 

—Hey! Como está a norinha mais prenha desse mundo? 

Natasha sorri já acostumada com o linguajar de minha mãe. 

—Fora o excesso de peso, estou ótima.  

—Posso ver. Nem levantou pra me cumprimentar. -dona Christina faz questão de alfinetar.- 

—Deixa a Natasha em paz, Christina. Não está vendo que ela está grávida? 

—Como posso não ver? Olha o tamanho dessa barriga. A coitada já é baixa e ainda fica grávida de gêmeos. Você está destruidor, hein meu filho... 

—Mãe... 

—Estou só brincando. -ela se senta na espreguiçadeira ao nosso lado, suas mãos vão diretamente para a barriga de Nat.- até que eles estão calminhos... 

—Agora...-minha mulher responde.- a cinco minutos eles estavam fazendo a festa. 

—É o sangue dos Rogers! -meu pai afirma com certo orgulho.- 

—Essa casa está parecendo um zoológico. Steve, meu amigo, já pensou em começar a cobrar ingresso de algumas crianças? Da pra ganhar um bom dinheiro..."O zoológico dos Romanoff Rogers" 

—Cuida da sua vida, Tony. 

Porém, meu amigo sabe ser inconveniente.  

—Aquilo é um porco? -ele questiona.- Aliás, são dois porcos? Ah não, é só uma das Marias...-Tony sorri sarcástico se fazendo de desentendido. Ele ainda me paga.- 

Sei que pelo olhar de Natasha estou fritérrimo. 

—Agora! -ela rosna. Me levanto e corro até onde Luiza está, parando apenas para falar rapidamente com Pepper.- 

—Como está meu sobrinho? 

A loira ou seria ruiva? Nunca vou saber, me lança um sorriso animado 

—Forte e saudável. Seu amigo que tem me deixado louca... 

—Por quê? 

—Ele está mais ansioso que eu para a chegada desse garotinho. 

—Mas ainda faltam quatro meses. 

—Pois é...que Deus me ajude. 

Ouço Natasha gritar meu nome, Pepper me olha compreensiva me afasto dela e continuo a correr até onde Luiza está. 

—Deus....você está parecendo uma porquinha, Lu. 

—Nhoic, Nhoic... 

Toda suja de barro e um sorriso lindo no rosto. Tem como ficar bravo? Não mesmo! 

—Vamos colocar o porquinho na casinha dele e depois banho, ouviu? 

—Pode banho junto com o Nhoic? 

—Não. M’s? -a farra na piscina para, tenho a atenção de todos.- cada um coloca o seu animalzinho de estimação na casinha ou gaiola, banho e depois almoço. 

—Ah.... 

—Steve, só mais um pouco. 

Balanço a cabeça, negando o pedido do mais velho dos M's. 

—Já chega, Math. E pegue o secador na lavanderia... 

Quarenta minutos depois, todos estamos sentados a mesa desfrutando do típico almoço de domingo. A gritaria e animação é garantida, diversos assuntos estão em pauta, inclusive a saída de Helena e Luiza com Bucky, que ocorrera no dia anterior.  

A tarde foi pequena para tanta alegria. 

Quando finalmente a noite cai, rumo em direção ao quarto de Maria Eduarda. 

—Pronta pra dormir? 

—Pai! Você precisa bater, eu sou adolescente agora. -ela se deita na cama, cobrindo-se com o grosso edredom.- 

—Sei disso. -me sento ao seu lado.- mas você sempre será a minha bebê. 

—Eu sei... 

—Boa noite, Maria Eduarda. Eu te amo. 

Lhe dou um beijo na testa 

—Boa noite, pai. Também te amo. 

Minha próxima parada é no quarto de Maria Helena. 

—Bebê, lembrou de alimentar a Senhorita Mary Pop? 

Recebo um olhar torto da minha garotinha, Helena termina de arrumar sua mochila e caminha até a cama. 

—Lembrei e quer dizer que agora eu sou sua bebê? 

—Você sempre será minha bebê, aquela que falava tudo no diminutivo. 

—Sua diminutivo? -seus olhinhos verdes ganham um brilho todo especial.- 

—Só minha. Como foi com o Bucky ontem? -cubro-a com seu edredom vermelho.- 

—Normal. Mas eu não gosto de ir...ele fica tentando fazer a Lu e eu chamarmos ele de pai. -um sentimento estranho toma meu íntimo.- mas você é meu pai. -sentimento esse que vai embora com essa frase.- meu papaizinho. 

Engulo em seco. 

Seja homem, Rogers! 

Que seja homem o que, puxo Helena para o meu colo a abraçando com todo meu amor. 

—Obrigada por ser meu papai. 

—Obrigado por me escolher para essa função. Agora, é hora de dormir. 

—Tá. Eu te amo, pai. 

—Eu te amo mais. 

—Não, eu que te amo mais. 

—Eu sou o pai, eu amo mais. -rimos. Toda noite fazemos isso.- boa noite, diminutivo. 

—Boa noite, paizinho. 

Próxima parada, quarto de Maria Luiza e assim que chego tenho certeza de que algo de errado não está certo. 

—O que foi, filha? 

—Vovô disse que o Nhoic, Nhoic, vai virar bacon. 

Reviro meus olhos, mas não consigo segurar o riso. 

Esqueci de mencionar, a única coisa que faz a sol chorar é algo relacionado a maus-tratos aos animais. 

—Não pode rir. Eu vou virar americana. 

—Isso você já é. -a pego no colo.- você quer dizer vegetariana. 

—Pode ser. 

A deito na cama. 

—Olha, ninguém vai fazer bacon do Nhoic, okay? 

—Promete? 

—Palavra do babá. 

Logo o sorriso que tanto amo está de volta aquele rostinho lindo. 

—Tá bom. 

—Agora, vá dormir. Já está tarde. Eu te amo, boa noite. 

—Boa noite, papai. Te amo tipo um tantão. 

E agora? Vamos até a Maria Alice. 

Quando adentro o quarto de minha bebê, ela já está no sétimo sono. Também, pudera, o tanto que correu hoje. Me aproximo, lhe dando um beijo na bochecha. 

—Te amo, filha. Tenha bons sonhos 

Olho para o lado e lá está o Bob. Por mais que Alice o esmague em abraços ele nunca a abandona. 

—Cuide bem dela. 

Recebo um miado como resposta. 

Última parada da noite. 

—Hey, achei que já estivesse dormindo. 

Math me olha por breves segundos 

—Queria conversar.  

Puxo um puff e me sento. 

—Sobre? 

—Eu não sou bom com palavras... 

—Eu sei, mas... -em um ato completamente inesperado, Matheus se joga em meus braços em um abraço apertado e acompanhado de lágrimas.- Math... 

—Obrigado. Vo-você prometeu e cumpriu...lembra aquele dia no parque de diversões? -afirmo.- eu...obrigado. 

—Eu jamais iria embora, Math. -minha voz soa trêmula.- vocês me conquistaram no prólogo. 

—Eu te amo, pai. 

Opa. Agora tô em choque...em choque e chorando igual bebê. 

—Também te amo, filho. -minha voz soa trêmula e emocionada.- Meu pequeno herói.  

Saio do quarto de Matheus em total euforia. Assim que entro em meu quarto, olho para a minha mulher. A responsável por toda a minha alegria, ela está deitada na cama, tão sexy com seus óculos de leitura e alguns papéis em mãos. 

—Hey, hoje você demorou e...-me jogo na cama e puxo Natasha para os meus braços, unindo nossos lábios. O gosto salgado de minhas lágrimas deixando tudo ainda mais emocionante.- Uau, o que é tudo isso? 

—Eu te amo. Jamais amei ou vou amar alguém tanto quanto eu te amo. Nunca, jamais, irei te machucar ou deixar que alguém te machuque novamente. Você, nossos filhos, essa rotina, essa família maluca é o que me faz feliz. Eu te amo demais, Natasha Romanoff Rogers. 

Natasha me encara emocionada. Não preciso de palavras, mas ela faz questão de reafirmar 

—Ter contratado um babá loiro, olhos azuis, arquiteto, maluco e de coração enorme e alma linda foi a minha melhor decisão. Eu amo amar você, Steve Rogers. Amo você com todo o meu coração. 

Dessa vez, ela é a responsável por unir nossos lábios. Sei que temos muito que superar, a vida é feita de obstáculos e, no nosso caso, alguns bem difíceis. Bucky, Sharon, os pais da Nat que resolveram dar o ar da graça com uma carta aquela manhã, algo que a abalou muito, mas não importa. Nós iremos enfrentar cada obstáculo, um passo de cada vez. No final, estaremos todos juntos. 

Dona Christina, Dono, sim ele curte o dono, Robert, a Bruxa do setenta e um, okay, a Bah, Tony, Pepper, o mini Stark (sem nome), Natasha, Matheus, Maria Eduarda, Maria Helena, Maria Luiza, Maria Alice, Manoel, Maria Magali e eu. O babá mais maluco desse mundo. Somos uma família, uma grande família confusa e cheia de animais de estimação. 

—Baby? -olho para Natasha.- 

—Hum? 

—Por que sempre Maria? Por que sempre nomes começados com a letra “M”? 

Minha ruiva me lança um sorrisinho sapeca. 

—Segredo! 

Então sou “atacado” pelo lado selvagem e sexy de Natasha.  

Hoje tem festa nesse apê. 

Oh sim...ela ainda vai me matar 

Fim? 

Vocês decidem ;)


Notas Finais


Aos trancos e barrancos chegamos ao fim rsrs Quero agradecer a todos que acompanharam, favoritaram, comentaram, recomendaram e tiveram muuuuita paciência.. Obrigada, pessoal(até vocês fantasminhas). Mais uma loucura finalizada.

Foi intencional ter deixado tantos pontos soltos, essa fic terá uma segunda temporada!

ÚLTIMA CHANCE PARA QUEM NÃO COMENTOU COMENTAR HAHAHA Então...deixe um comentário e faça uma autora feliz :)

Um beijo gigantesco

TIA J sz


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