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História Operação Cupido. - Felipe Neto. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hello! Como cês tão? Eu vou bem, obrigada!

Essa é uma nova fanfic, irei postar as duas porque sim, que não tem data certa pra ser postada. Tanto faz eu postar todo dia, como demorar um mês pra postar... só depende da minha criativadade e de quando terei tempo.

As minhas aulas voltaram ontem e bem, nono ano né? Tenho tanta coisa pra correr atrás... Já tô até surtando!

Bem, espero que gostem.

(Casa delas na capa. Ignorem o carro, elas não tem!)

Capítulo 1 - Introdução.


Fanfic / Fanfiction Operação Cupido. - Felipe Neto. - Capítulo 1 - Introdução.

Três Anos e Seis Meses Atrás • 

Isa. — Chamou Paloma, tia da menina.

— Hum? 

— Você aceitaria que a tua mãe tivesse um namorado? Que, no caso, iria virar seu padrasto. — Paloma pergunta.

— Aceitaria sim. — Afirmou, encostando a cabeça na janela do ônibus e abrindo o pacote de salgadinho — Não tenho motivos para não aceitar, não mando nela. 

— Ah, é porquê tem muitas crianças que são criadas com mãe solteira e não aceitam que a mãe arrume uma outra pessoa. — Isabela fez uma careta feia e sua tia riu, continuando — Pois é... Mas pelo visto você é diferente da maioria, né?

— Eu sou do contra! — Exclamou e sua tia riu mais — Mas, entre a gente... A minha mãe tá gostando de alguém?

— 'Sabela! — Paloma a olhou fingindo está surpresa — Você tem 8 anos, garota! Não vou falar contigo sobre esses assuntos... Jesus!

— Sem isso. Eu tenho 8 anos de I-DA-DE! — Silabou — Agora, de maturidade, tenho lá meus 17 anos. 

— Ah, tá. — Riu — Dezessete, é? Sei... 

— Chatice! — Isabela cruzou os braços e fez bico.

— Eu não sei mesmo. Mas acho que o lance da tua mãe não é muito de namorar... — Diz Paloma, pensativa. 

— Não entendi. — Isabela fala, de boca cheia. 

— Acho que ela prefere algo de momento... 

• Dois Anos e Oito Meses Atrás •

— Ô manhê! — Chamou Isabela sua mãe. 

— Fale... — Gritou Mariana da cozinha, já que ela está preparando a janta e aproveitando para adiantar alguns assuntos do trabalho — Que estou ouvindo! 

Saco. Praguejou.

Isabela pausou o filme e foi até a cozinha, que não ficava tão longe assim da sala, no fim do corredor. 

A senhora vai sair hoje? — Mariana olhou para sua filha, visivelmente confusa. 

— Não. — Fechou o notebook e olhou para a menina parada na porta — Por que?

— É que eu vi uma mensagem no seu celular, estão te chamando pra sair... 

— Isabela! Já não falei que não gosto que mexa no meu celular sem permissão? — Repreende.

— Desculpa. É que ficou apitando e apitando, e eu odeio esse barulhinho... Daí eu só ia desligar o Wi-Fi, quando vi a mensagem que foi enviada por um tal de "Luís". — Mariana suspira. Isabela fingia manha, apenas para que sua mãe não lhe der um sermão...

— Ah, é um amigo do trabalho... — Comentou por cima.

— Entendi. Então, você vai aceitar o convite dele? — Perguntou Isabela, muito interessada.

— Não sei se devo. — Mariana olhou para Isabela, como se pedisse uma ajuda. O que é bem estranho, já que temos uma adulta de 24 anos de idade, pedindo ajuda a uma criança de 9 anos e meio — O que tu acha?

— Eu acho que você deveria aproveitar enquanto ainda é jovem! — Mariana riu nasal — É sério! Você não tem cara nenhuma de que tem uma filha de 9 anos, nenhuma. 

— Então eu aceito? 

Sim. — Isabela sorriu ao ver sua mãe desligar o fogão e correr para sala, para mandar uma mensagem dizendo que aceitava o convite. 

• Atualmente, 13/04 • 

☆ POR MARIANA ☆

— Se comporte, mocinha! — Depositei um beijono topo da cabeça de Isabela, que cruzou os braços e revirou os olhos — Que foi? 

— A senhora faz isso desde que eu tinha 4 anos. — Resmungou — Eu já vou fazer 12 anos! 

— Sim, eu sei. Mas ainda não fez e mesmo quando fizer, ainda irei lhe trazer até aqui e lhe dar um beijo de boa aula... — Ela bufou — Não gosta? 

— Gosto. — Bateu o pé — Mas é que as vezes é estranho...

— Estranho nada! — A puxei para um abraço — Agora eu tenho que ir. 

Ela entrou na escola e a vi desaparecer ao entrar no corredor. Dei tchau ao Seu Zé, porteiro da escola desde que a Isabela tinha 6 anos... Caminhei uns 3 minutos até o ponto de ônibus e em menos de 15 ele passou. No caminho aproveitei para responder algumas mensagens antigas e escutar algumas das minhas velhas e antigas músicas da Playlist. 30 minutos depois, chega meu ponto. 

Desço e caminho pela calçada por 5 minutos, atravesso a rua e chego no prédio da empresa. Entro na recepção e cumprimento Lenna, recepcionista antiga e uma velha amiga. 

— Bom Dia, Lenna! — Desejei.

— E aí, Mari? — Me encostei no balcão — E a Isa? Vem depois?

— Como sempre. — Rimos — Mas não tenho tanta certeza. Ela me falou ontem que talvez fosse na casa de uma amiga e não sabia se viria para cá...

— Entendi. Já chegou quase todos... — Ela abaixou o tom de voz — Inclusive a enjoadinha da Bruna. 

— Ave Maria! — Revirei os olhos e neguei com a cabeça — Ela não fica doente ou tem um compromisso, nunca não?

— Nunca vi bruxa ficar doente. — Zuou Lenna e rimos.

Na mesma hora Felipe, dono da empresa e meu chefe, chega. Ele cumprimentou todos que estavam ali na recepção e caminhou até nós duas, que ainda estavamos rindo do comentário da Lenna. 

— Bom Dia, meninas! — Desejou ele — Qual é a graça da vez? Vocês estão vermelhas de tanto rir!

— Não é nada demais. — Dei de ombros e ajeitei minha bolsa — Só estava falando de uma coisa engraçada que a Isa fez hoje mais cedo, só isso. 

— A Isa? — Perguntou e eu afirmei — Ela vem hoje?

— Não sei ao certo. Ela ficou de ir na casa de uma amiga e não me deu certeza se viria... 

— Ah, entendi... Bem, eu vou subir. Até mais! — Diz ele se retirando.

— Eu vou junto! — Ele parou de andar e me olhou — Posso, né?

— Claro.

Caminhamos até o elevador, comigo ignorando totalmente as insinuações bizarras que a Lenna está fazendo. Ele chamou o elevador e nós entramos. Felipe não é uma pessoa muito sociável, eu menos ainda, então até chegarmos no nosso andar, o silêncio foi mútuo. 

Bem, eu me chamo Mariana Tavares De Souza. Tenho 26 anos, mas completo 27 em dois meses, tenho uma filha de 11 anos — sim, eu tive ela com 15 anos! —, mas que também faz aniversário em dois meses. Não estou em nenhum tipo de relacionamento, já que isso não é mesmo pra mim. Prefiro curtir o momento e deixar que o tempo se encarregue de colocar a pessoa certa na minha vida, mas enquanto isso não acontece, eu vou vivendo de "lances".

Perdi meu pai com 6 anos para as drogas e aos 10 minha mãe morreu de câncer. Morei a minha vida inteira com a minha madrinha, até 3 anos atrás que foi quando ela morreu de tuberculose. Ela me ajudou muito a criar a Isabela, minha filha no caso, mas isso não significa que o pai da mesma seja ausente. Pelo contrário! Bernardo foi meu primeiro namorado, ele é 2 anos mais velho que eu e é um pai excelente. Não tenho nada do que reclamar! 

Nós nos separamos quando Isabela tinha 3 anos, Bernardo foi morar em Niterói e eu continuei morando com minha madrinha em Freguesia - Jacarepaguá. Nós estabelecemos, sem precisar ir pra justiça, nem nada, que a Isabela iria todos os fins de semana para a casa do pai, em Niterói e o Bernardo teria que pagar 340 reais de pensão alimentícia. Nossa convivência ficou ótima e a criação da Isabela é, de certa forma, agradável. A casa da minha madrinha eu aluguei e comprei uma para mim e para a Isabela, a casa é extremamente confortável e aconchegante e tem espaço mais que o suficiente para nós duas. 

— Mari! — Exclamou Samanta ao me ver saindo do elevador — Bom Dia, garota. 

— Bom Dia, Sam. — Sorri — Como vai?

— 'Tava ótima... Até a Bruna chegar. — a revirou os olhos e eu dei risada — Não é pra rir! É sério! Aquela mulher é insuportável e você sabe bem disso. 

— É verdade. — Maneei a cabeça para os lados — Mas o que foi que ela fez?

— Nasceu, talvez? — Estreitei meus olhos e ela riu — Brincadeira. Ela apenas chegou e ficou se achando a dona de tudo e que pode mandar em todo mundo...

— Mas ela pode, oras... — Falei como se fosse algo óbvio.

— O caralho! Ela e o Felipe não estão casados ainda, são apenas noivos que não moram juntos. — Rimos — Eu ainda não desci essas história de que eles só vão morar juntos depois que casar.

— Isso é estranho mesmo. — Entramos na sala do roteiro, tal qual a que também é minha — Mas cada um com seu cada qual, não?

— Pois é. 




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