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História Operação Herói: Longe de casa - Imagine Kim Junmyeon (EXO) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


ooi, galerinha que ta cansada de me ver postando história nova aqui, como vocês estão?

isso aqui me tirou três dias, eu literalmente me isolei pra fazer o planejamento dessa fanfic. tudo aqui foi construído em cima de teorias dos mvs do exo, vocês não precisam conhecer, pq tudo vai ser explicado conforme a história for se desenvolvendo

eu vou logo avisando aqui também que eu n tenho horário pra atualizar, então não esperem muito de mim

boa leitura e desculpem os erros

Capítulo 1 - Weird dreams


Em uma sala subterrânea abrigava oito homens e nove mulheres, todos reis e rainhas dos reinos de Exoplanet.

— Ouvi por aí que eles se aproximam — Começou um dos homens, ele tinha cabelos grisalhos.

Antes de qualquer um se pronunciar, o rei que faltava chegou. 

— Está atrasado.. — A fala do rei de Aquaria foi morrendo aos poucos ao ver o estado do outro.

Todos ali lançavam um olhar de dúvida em direção ao nono rei, a dúvida era devido ao estado agitado que ele chegou.

— Eles chegaram! — Despejou de uma vez, todos se levantaram de seus lugares em um sobressalto.

— Eles vieram para destruir a árvore da vida! — O rei de Shine exclamou, todos estavam prestes a sair da sala.

— Não foi para isso que eles vieram.. — A rainha de Dongie sussurrou, atraindo a atenção de todos. Ela era uma das pessoas mais inteligentes de Exoplanet, por isso deixou todos em alerta, exceto por seu marido.

— Então por que eles estão invadindo Exoplanet? Eles sempre tentaram matar a árvore.

— As crianças.. — Só bastou isso para que todos entendessem o que ela quis dizer, isso deixou-os agitados.

— Não vamos entrar em pânico — O rei de Erigom tentou apaziguar a situação.

— Eu tenho um plano! — O rei de Dongie atraiu a atenção de todos. — A algum tempo eu estive trabalhando em cápsulas automáticas..

— Quantas tem? — Isso foi a afirmação de que iriam sim usar aquele plano.

— Seis.

— Vamos mandá-los em duplas e um trio, eles vão ter vantagem caso os achem.

— Onde eles estão?

— Sala de treino nove, estão os treze com Donghae.

Sem mais falar nada, todos separaram-se, alguns se direcionaram ao corredor que abrigava as salas de treino e outros foram organizar os preparativos para uma viagem. Os governantes de Snowflake entraram na sala, encontrando as treze crianças em meio ao treinamento.

— Aconteceu algo rei? — Donghae, o treinador, se aproximou das majestades e fez uma breve reverência.

Os dois passaram a conversar baixinho, despertando a curiosidade das crianças, principalmente porque seus pais não costumavam aparecer durante um treino.

Os mais velhos dali tinham seus 14 anos, um deles tinha 13 anos, quatro daquelas crianças tinham seus 12 anos, outros quatro deles tinham apenas 11 e os dois mais novos tinham 10 anos. Mesmo todos sendo muito novos, começaram a treinar cedo e já dominavam relativamente bem seus poderes.

Exoplanet sempre foi um lugar onde 96% da população não possui poderes, os outros 4% eram conhecidos como guardiões, responsáveis pela proteção do planeta. Aquelas crianças eram isso, eram guardiões.

Após a breve conversa dos adultos, Donghae lançou um olhar preocupado para as crianças. Ele tinha sim treinado-os bem, mas eram muito novos para o que estava por vir. 

A postura dos adultos exalava inquietude e algumas das crianças perceberam aquilo, tudo só ficou mais estranho quando todos foram levados a um tipo de saída daquela base.

Quando chegaram no lugar desejado, puderam ver alguns dos governantes ali, todos com expressões indescritíveis. Observando que as cinco crianças mais velhas dali já estavam mais ou menos cientes do que aconteceria, então o rei de Aquaria tomou a frente.

— Creio que alguns de vocês já tenham entendido vagamente o que está acontecendo.. — Olhou diretamente para seu filho. — Mas vou explicar..


Junmyeon levantou em um sobressalto, ainda atordoado e amedrontado, estava soando muito, subitamente ele ficou sem ar. Começou a respirar de maneira descompassada e a tremer. Estava sentindo medo como se ele realmente tivesse vivido aquelas mesmas coisas do sonho. O garoto de 16 anos se sentou na cama, abraçou os joelhos e essa movimentação despertou Minseok. Ainda com o raciocínio meio lento por ter acabado de acordar, ele olha para Junmyeon que dormia na cama ao lado. Ele estava com os olhos abertos e com o queixo apoiado nos joelhos, olhava fixamente para a parede.

— Outro pesadelo? — Andou até a cama do irmão lentamente e sentou ao lado dele.

Junmyeon nem sequer respondeu, Minseok o conhecia bem o suficiente para saber que ele tinha tido sim outro pesadelo, era um problema constante.

— Você sabe que eu tô aqui, né? Eu não vou deixar nada de ruim te acontecer — Bagunçou o cabelo do mais novo, que direcionou o olhar perdido para ele.

— Tenho medo do que esse sonho significa, não faz sentido algum — Comprimiu os lábios e observou a expressão cansada de Minseok. — Desde que nosso pai nos adotou eu venho tendo esse mesmo sonho e eu só queria entender o porquê.

Minseok, mesmo cansado, sempre ficava com Junmyeon após um pesadelo e isso ocorria, no mínimo, quatro vezes na semana. Junmyeon sabia o quão cansado ele ficava por ter que ficar com ele depois desses sonhos ruins, mas o mais velho nunca reclamou, pelo contrário, ele apenas sorria e velava o sono de Junmyeon.

— Vai ficar tudo bem — Deu alguns tapinhas no ombro de Junmyeon, ele parecia muito tenso e isso fez com que Minseok pensasse numa forma de o ajudar a relaxar. — Vem.

O mais velho apenas levantou da cama, deixando um Junmyeon confuso para trás. Com metade do corpo atravessando a janela, Minseok olhou para o irmão, vendo-o parado e confuso.

— Vou te mostrar uma coisa legal! — O garoto sorriu ao ver Junmyeon finalmente levantando e seguindo-o para fora.

Os dois irmãos pularam a janela do quarto e andaram em passos leves até o celeiro que havia próximo da casa. Quando eles chegaram na porta do celeiro, Minseok olhou ao redor desconfiado e Junmyeon estava em seu encalço. Colocando um pouco de força, os dois abriram o grande portão do celeiro e entraram rápido com medo de que o pai pegasse-os ali.

— O que você queria me mostrar? Aqui só tem feno e cocô de cavalo! — Junmyeon olhou ao redor e fez uma careta ao sentir o cheiro ruim.

— Shhh! Você reclama muito e isso não combina com você!

— Isso o quê?

— Não combina contigo!

— Meu pau no seu umbigo — Quando Junmyeon terminou de falar isso, só deu tempo de desviar das diversas bolas de neve que Minseok jogou nele, algumas acertaram-no. — Agora você vai ver.

Antes mesmo de Minseok processar a resposta do irmão, Junmyeon já tinha atirado um jato d'água nele.

— Ah não, Ariel, assim também não — Resmungou Minseok ao notar o pijama molhado e Junmyeon se preparava para jogar mais água nele por causa do apelido.

— Já falei pra você não me chamar assim, Elsa!

E ali, naquele celeiro, os dois irmãos começaram uma guerrinha entre gelo e água, e riam animadamente. Junmyeon já tinha até mesmo esquecido do sonho ruim que tivera. Isso era o que Minseok fazia, ele afastava as coisas ruins de Junmyeon e vice versa.

Quando eles notaram que já se passou muito tempo e eles ainda estavam ali, os dois saíram tão rápido quanto entraram. Ao chegarem no quarto, prendendo o riso, os dois trocaram as vestes sujas e esconderam-nas de baixo de uma das camas. Se o pai deles descobrisse, eles estavam ferrados.

Quando eles pegaram no sono, o céu já não estava tão escuro e em breve os dois teriam que ir pra escola, mas por incrível que pareça, nem um dos dois ligava.

Umas três horinhas de sono se passaram e o senhor Kim já entrava no quarto dos dois irmãos, prestes a acordá-los. O Kim mais velho abriu as cortinas, mas mesmo com a luz do sol no rosto, nem um dos dois acordou.

Vendo isso, o velho homem suspirou já sabendo o que os dois garotos aprontaram. Conhecendo os filhos, o homem abaixou-se para verificar embaixo da cama e achou amontoados ali os pijamas sujos dos dois pestinhas. Ele riu.

Ele entendeu o que tinha acontecido ali, era algo que acontecia frequentemente, o homem nunca se importou com as coisas que os filhos aprontavam. Junmyeon provavelmente tinha tido um pesadelo e Minseok fez algo para o animar. Na primeira vez que Junmyeon tinha tido um pesadelo, ele acordou bem mal e Minseok teve a brilhante ideia de ir mexer com as vacas.

O senhor Kim tinha até vontade de rir só de lembrar, mas no dia em questão ele acordou desesperado ao ouvir o barulho das cercas quebrando-se e dos gritos de Junmyeon. Quando ele foi verificar o que tava acontecendo, encontrou Junmyeon e Minseok montados em vacas enquanto as outras estava logo atrás.

— Tá na hora de acordar.. — Falou entre as camas dos dois meninos, nem um deles sequer se movimentou.

Por alguns segundos, o Kim mais velho cogitou na ideia de deixar aqueles dois dormindo e compensarem estudando depois, porém, uma ideia muito melhor veio. O homem saiu do quarto e voltou rápido, trazendo com ele a grandiosa Juliana.

Prendendo o riso, o homem botou-a na cama, mais especificamente, em cima de Junmyeon, e saiu do quarto, esperando a "mágica" acontecer. Juliana movimentou-se ali e isso fez com que Junmyeon despertasse lentamente.

A primeira coisa que ele viu ao acordar foi a Juliana.

— Misericórdia! — O susto foi tão grande que Junmyeon virou na cama e caiu direto no chão, enquanto Juliana continuava na cama dele.

O barulho do corpo de Junmyeon entrando em contato com o chão e sua voz alta despertaram Minseok, que pegou um susto ao ver Juliana ali, no quarto deles.

A cena que veio logo em seguida foi cômica. A galinha tombou a cabeça pro lado, olhando diretamente pro outro menino que tinha acabado de acordar e ao ver isso, Minseok deu um grito e desesperado para se levantar, acabou se embolando nas cobertas e foi parar diretamente no chão. A verdade é que Minseok e Juliana não se davam bem, todo mundo sabia disso.

A galinha sem nem entender nada, apenas desceu da cama e saiu andando por aí. Junmyeon se recuperou do susto e sentou no chão, apoiando o cotovelo na cama e deitou a cabeça na mão, olhando para o irmão, já Minseok levantou do chão num pulo quando Juliana passou perto dele.

— Cruz credo — O garoto mais velho fez sinal da cruz e fingiu rezar quando a galinha olhou pra ele.

— Eu nem sei porque você tem tanto medo da Juliana.

— Porque aquela galinha é do demônio! Lembra daquele dia que eu cheguei só de noite em casa? Foi culpa da Juliana que me perseguiu igual a um serial killer de um filme terror — Minseok tremeu só de lembrar daquele dia. — Eu ainda acredito na teoria de que essa galinha é a reencarnação do Michael Myers! E nem vem que você também se assustou com ela.

— Pelo amor né, ela tava em cima de mim, eu levei um susto por causa dos movimentos dela, e a coitada não sabe nem segurar uma faca pra ser a reencarnação de um assassino.

— E daí? A Juliana é diferente, ela é possuída e tem um bico, experimenta chegar bem pertinho dela pra ver se ela não bica a sua cara!

— Vai falando isso, se ela te ouvir, ela vai bicar seu pé de noite — Junmyeon zombou e finalmente levantou-se do chão, esticando todo o corpo.

— Vai quebrando senhor toda a maldição e feitiçaria em nome de Jesus — Juntou as mãos, Junmyeon não pôde evitar de revirar os olhos.

— Você tem mesmo quase dezoito anos? — O mais novo perguntou, vendo o irmão mandar língua pra ele.

Os dois foram pra cozinha, encontrando o Kim mais velho que lia um jornal rindo, provavelmente dos dois filhos.

— Eu não achei graça nenhuma, tá? — Minseok falou, os dois se sentaram. — A Juliana vive me perseguindo, vem atrás de mim até na moto.

— Tá doido? — Junmyeon questionou, atraindo a atenção dos outros dois. — A Juliana nem sabe dirigir.

— Seu ridículo.







Num lugar não muito longe dali.


— Conseguiu encontrar? — Perguntou a mulher que residia naquela sala ao seu subordinado.

— Localizamos a área onde eles moram, mas não sabemos especificamente em qual lugar dali.. 

— Eu preciso deles enquanto são jovens e não lembram do que aconteceu! — Bateu a mão na mesa com força, o subordinado viu a mesa de vidro se rachar e quase transformar-se em meros cacos. O homem engoliu em seco.

— Farei o meu melhor para isso, senhora, mas.. — Deu uma pausa, cogitando em não contar. 

— Mas o quê? 

— Eles não lembram-se do que aconteceu, isso é certeza, mas às vezes detectamos um fraco sinal dos poderes deles, então..

— Eles sabem que tem poderes e ainda dominam — Concluiu aquela mulher, que esbanjou um sorriso tenebroso ao mesmo tempo em que cruzava os dedos abaixo do próprio queixo. — O experimento W-1990 está pronto?

— Ele ainda está em fase de testes, mas até agora nem um sinal de erro, senhora.

— Pode ir. — Ela sorriu mais ainda.

O homem fez uma reverência e saiu da sala as pressas. Aquela mulher era aterrorizante.



Notas Finais


foi isso aí

juliana eh braba

quem gostou bate palma, quem n gostou paciência

obrigadao @Peixis e @sushibin pelo feedback, vocês são top

tchau


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